sexta-feira, 1 de julho de 2016

TESÃO PELA COLEGA DE TRABALHO

Conto de Gabriel

Flavia foi uma pessoa que trabalhou comigo. Era uma pessoa comum, quieta e simpática. Flávia era o oposto de tudo que eu gosto em uma mulher : ela era magrinha, com seios pequenos
Apesar disso, não sei explicar porque, desde a primeira vez que a vi senti um intenso desejo por ela. Tesão mesmo..
Trabalhavamos juntos e pouco nos falavamos embora às vezes eu tivesse a impressão  de que ela estava me olhando. Mas devia ser apenas impressão mesmo.
Sempre que ela chegava perto de mim, exalava um cheiro gostoso, ela usava um perfume suave , muito agradavel. eu me lembro bem.
Aquela fêmea ali bem pertinho de mim, sua pele morena quase junto a mim. Eu sentia as vezes sua pele roçando o meu braço, claro, sem querer. Pronto !
Me derretia todo, sentindo meu pau endurecer involuntariamente.
Mas eu sempre procurava manter as aparências, esperando um sinal da parte dela, que nunca vinha. E não foram poucas as vezes em que me masturbava , imaginando estar com a Flavia, fodendo-a loucamente.
Estava chegando a época das férias coletivas. e os últimos dias de serviço se passaram como os outros. Olhares, sorrisos, roçadinhas de pele... E eu sempre louco de tesão por aquela morena, quieta e simpática .
Um dia antes de começarem as férias, Flávia me pediu uma carona para ir buscar seu carro que estava na revisão. E foi ali, no trajeto do serviço para a oficina e enquanto esperavamos pela conclusão do serviço , que conversamos de verdade pela primeira vez. Falamos sobre nossos gostos pessoais, familia, trabalho  e até sobre sexo. Descobrimos afinidades que nem sabiamos existir.
-
Chegaram as férias e eu não aguentava mais de saudades . Aquela morena estava me deixando doido. Não aguentava mais de tesão, pensando nela.
Quando finalmente voltamos ao serviço, logo no primeiro dia, foi a minha vez de pedir uma carona a ela. Pedi que ela me levasse para a minha casa, porque tinha emprestado o meu carro para um amigo e ele ainda não o havia trazido.
No caminho, Flávia começou a falar sobre suas férias, me fez perguntas.
Então me vi num impasse constrangedor. Eu ali doido por aquela mulher que nem tinha uma beleza especial e sem saber por onde começar.
Continuávamos conversando. Então eu lhe disse que ela ficava bem com a blusa que estava usando, uma blusa apertada que marcava bem o seu corpo magro.
Ela me perguntou : - fico bem ou fico bonita ?
- Prá mim , você está sempre bonita,  eu disse.
- Que bom, Gabriel, eu também acho você muito charmoso.
Logo depois, ao fazer uma curva inesperada, ao passar uma marcha,ela encostou a mão na minha coxa , me pedindo desculpas logo depois.
Flavia se justificou, dizendo que tinha sido sem querer e eu lhe respondi que não precisava se desculpar, porque eu tinha adorado o toque.
Dito isso, puxei a sua mão e a segurei sobre a minha coxa.
E então lhe falei o que guardava há tanto tempo :
E falei tudo , falei do meu tesão e da minha vontade de agarrá-la no meio do escritório. Meu coração parecia que ia sair pela boca,de tão nervoso que eu estava.
Ela ficou quieta, não disse nada , até parar o carro em frente à minha casa..
Então me falou : - não sei o que dizer,Gabriel,você me pegou de surpresa.
Tentei dar um beijo nela mas ela afastou a boca e disse não,não.
Desci envergonhado e com mais tesão ainda.


Foram mais uns dois dias apenas de olhares, sorrisos, roçadinhas de pele,mas ela não mudou comigo.Eu não toquei de novo no assunto.
Até que ela me pediu carona novamente,não falavamos nada, mas na hora em que chegamos na sua casa,ela me olhou de um jeito bem sexy e perguntou :
- Você não quer entrar um pouquinho prá conhecer a casa ?

Era a minha deixa. Entramos, quase correndo, ela me puxava pela mão. Praticamente a empurrei pra dentro da sala,entrando logo em seguida, beijando sua boca sofregamente.
Eu a apertava, apalpando todo o seu corpo, roçando meu pau duro sob a roupa ,no seu corpo.
No intervalo dos inumeros beijos eu tirei a sua blusa e sua calça, tocando -a fortemente. Acariciando cada milimetro de sua pele que se desnudava.
Ela gemia de olhos fechados, ao contato dos meus labios sedentos nos seus biquinhos que logo ficaram durinhos l Minhas mãos deslizavam por entre as coxas, e ela gemia . Então ela sussurrou : - toca aqui... e agarrando a minha mão , levou-a até a xoxotinha que se derramava em águas. Comecei a masturbá-la , ela se contorcia. mas eu parei. Ela protestou :- vai, continua..
Entre beijos eu perguntei onde era o quarto. Levei ela para o quarto e a deitei na cama.. Ela se deixou levar, sem protestar..
Deitada, ela fechou os olhos. Eu comecei a conhecer o seu corpo com a lingua.
Ia e vinha da sua boca até os seus pés, chupava e mordia a sua lingua, depois descia pelo pescoço, me demorava nos biquinhos durinhos, descia pela barriga, pelos púbis com poucos pelos, suas coxas, sua virilha até bem pertinho da xoxota, e voltava por todo o caminho para recomeçar tudo de novo, como que querendo comprovar se eu estava sonhando, deixando o grelo inchadinho de tesão  intacto, de proposito.

Com a voz rouca de tesão , ela suplicou para que eu chupasse a sua buceta.
Eu lhe dei um beijo na boca e aarreganhei suas coxas e falei, com voz rouca : "que tesão, quero te chupar quero te chupar "...Ela gemia e dizia.: "chupa,,safado, "
"vai...Gabriel...vai ... chupa .. ai delicia... "
E eu mergulhei a cara no meio das suas pernas, lambia com volupia aquela buceta gostosa...E ela gemia como uma vadia e falava.: ."vai ..chupa, enfia um dedo em mim.. adoro .. delicia .".
Comecei a tocar o clitóris dela. A bucetinha dela era uma loucura e eu sentia seu grelinho inchadinho de tesão. Meti um dedinho. A xaninha estava úmida e ela gemia e pedia mais. Enfiei mais um dedo e quando vi, no auge do tesão, já tava fudendo ela com três dedos. Ela rebolava e abriu mais as pernas e gemia , Dizia "chupa cachorro, não pára , não pára ".Era uma loucura, a bucetinha dela em contrações ao contato do meu dedo e lingua. Que xoxotinha deliciosa ! Era muito macia e inchadinha,  Eu sugava o clitoris dela, ela apertava minha cabeça, como que querendo que eu entrasse todo dentro dela. Eu a chupava, apertando os biquinhos do peito. Ela rebolava na minha boca , tava muito molhada.
Eu movia os dedos bem rápido dentro dela, ela dizia : " ai, eu não aguento, safado, caralho ! tá bom demais, me chupa , me chupa, olha pra mim !!"
Eu a olhei, seu olho brilhava e ela gemia e rebolava e olhava bem nos meus olhos.
De repente ela começou a sussurar : " ai, vou gozar, amor, vou gozar, ai, ai, que delicia., aiiiiii, " Flávia gemeu mais alto , puxou o meu cabelo,começou a tremer desconexamente  e gozou bem na minha boca, Eu não parei de sugar e suguei todo o seu suco, até ela me empurrar prá longe da sua xaninha. " para, amor, pára "
Levantei-me e fiquei ohando-a deitada, ainda arfando de prazer, por um  tempo.
Passados alguns minutos, ela me olhou e me pediu pra tirar a roupa, e disse : "vem aqui".
Despi-me e ajoelhei-me na cama, nos beijamos longamente.
Enquanto me beijava, Flávia  pegou no meu pau duro, me empurrou delicadamente , fazendo-me deitar .
Com as unhas ela arranhava de leve a minha bunda e chupava e lambia meu saco., ia subindo lambendo o meu cacete e ficava olhando a minha cara... Eu sentia que a cada gemida que eu dava , ela fazia o possível pra me provocar . E  mais ela apertava minha bunda...
Flávia  lambuzou cada pedacinho da cabeça do meu cacete... até que abriu a sua boca e engoliu...
" - que boquinha gostosa ", eu dizia.. Eu mais gemia que falava, parecia que as palavras não conseguiriam definir as sensações que ela boca me fazia sentir.
Enquanto a boca castigava a cabecinha sua mão trabalhava na extensão do meu cacete, me masturbando .
Eu sentia aquela língua no meu caralho. Ahh q delícia!!! Eu estava delirando com aquele boquete .
Ela me chupava muito forte. Mamava meu pau como uma louca. Parou um pouco e me disse :
- Olha prá mim, safado, olha..
E começou a engolir centímetro por centímetro da minha pica…
Tive uma sensação de desmaio, agarrei seu cabelo e a peguei pela nuca, ainda enquanto ela estava com a minha pica enterrada até as bolas na boca dela…
- Gostosa.. vc é muito gostosa, eu dizia , se continuar chupando assim, eu vou gozar na sua boca..
Ela tirou a boca do meu pau  e ficou aquele fiozinho de baba entre a boca dela e a minha pica…
- Goza, safado, , ela disse
E ela chupou o fiozinho até chegar na cabeça do meu pau.
Enfiou-o na boca e começou a me masturbar com a boca, rapidamente e fortemente. Em pouco tempo, minha respiração se acelerou ao máximo e meu pau quase dobrou de grossura em sua boca e gozei forte, despejando seguidos e fartos esguichos de porra na sua boca.
Ela continou a me chupar mais delicadamente até meu pau amolecer.
Mesmo assim, ela lambeu ele gostosamente, segurando-a nas mãos, como se o estivesse secando
Depois deitou-se ao meu lado, e ficamos abraçados, nos beijamos e eu cochilei
Acabei dormindo, já era atla madrugada, quando senti que Flávia me acariciava, me beijando e  tentando me despertar delicadamente  .

"To com tesão",amor, "quero você", ela dizia, dando beijinhos em mim, mordiscando meus mamilos, descendo a boca deliciosa pela minha barriga, minhas coxas, mordiscando minhas coxas,até chegar no meu pau.

Flávia ajoelhou-se e colocou o meu caralho mole na boca e me chupou gostosamente, até meu cacete ficar duro . Me chupou tão gostoso, me olhando com carinha de safada, que   eu fiquei com tesão de chupar novamente aquela buceta.
Antes de chegar ao orgasmo, Flávia afastou minha boca da xoxota, e veio por cima de mim, dizendo :
- Que tesão, quero gozar no seu pau, gostoso!

Em cima de mim  , Flávia esfregou  a cabecinha do cacete no grelinho e nos lábios da xota , ela se abriu toda para recebê-lo e enquanto gemia, fui vendo ele entrar lentamente.
Flávia me cavalgava maravilhosa e ferozmente e gemia : - gostoso, safado, to quase gozando  ...
Segurei suas nadegas e enfiei o dedo médio no seu cuzinho.. Ao sentir meu dedo invadi-la, Flávia foi tomada por um orgasmo avassalador, seu corpo estremecia, ela gemia, gemia alto , me beijava loucamente e após o gozo caiu exausta sobre o meu corpo.
Aproveitei-me da posição em que ela tinha ficado, acariciei as suas costas e nádegas  e voltei a explorar seu anelzinho rosado com o dedo.
Flávia olhou-me e disse :
- Safado ! safado, quer comer o meu cú ? quer ?
Sem esperar minha resposta, Flávia pegou um creme hidradante.
E enquanto me olhava e sussurrava: - gostoso, tesão, ela untou bem o buraquinho por fora e por dentro, Depois virou o cuzinho melado de creme para mim e disse :
- Vem, safado, coloca devagar, faz tempo que não dou o cuzinho..
Me posicionei e comecei esfregando a cabeça do pau na entradinha do ânus.
- Tá gostoso, ela gemeu.
Mas quando eu comecei a forçar a entrada, quando a glande começou a entrar, Flávia gemeu de dor -
- Ai, tá doendo, amor. tá doendo, não vou aguentar , pára..
Eu parei, ela se virou,me beijou e pegou uma outra pomada.
- Espera um pouco, amor, ela disse..Passou bastante pomada no seu ânus, colocou mais uma grande quantidade de creme hidradante e me pediu para deitar com o pau pra cima.
Encostou o buraquinho na cabeçado meu pau e forçou a passagem. Senti a glande penetrá-la firme . Flávia parou um pouco, gemendo, e quando pensei que fosse desistir, ela soltou o peso do corpo..
- Caralho ! ela disse , esse montro tá me rasgando..
Quando as bolas encostaram em sua bunda, Flávia deu um grito e ficou estática.
- Vamos parar, amor, eu disse, mas ela disse não..
Aos poucos foi levantando o corpo fazendo meu pau sair de dentro do cuzinho apertado. Ao chegar na metade dele, sentou de novo e agora ele escorregava mais fácil.
Após vários movimentos de vem e vai, Flavia começou a cavalgar meu pau alucinadamente, aos gemidos e gritos de " me fode, me fode, acaba comigo ".
Comecei a estocá-la de baixo pra cima enquanto ela dançava sobre mim.
Após algumas estocadas, ela disse . quase gritando : - porra, vou gozar, vou gozar..
Com o pau todo dentro dela, senti o corpo dela estremecer e ela gemeu alto..


Eu também urrava , sentindo meu pau ser mastigado pelas contrações do seu cuzinho num gozo inesperado. Sua xoxota umedeceu minha barriga e meu pelos ,
Não consegui mais me segurar e gritei pra Flávia : vou gozar, vou gozar.
- Goza, amor, goza, ela disse, acelerando os movimentos dos quadris até sentir minha esporra inundando o seu cuzinho.
Saiu de cima de mim , virou-se e ficamos nos beijando.
Aos beijos, Flávia dizia que eu era safado, tarado, que tinha acabado com ela, mas que tinha adorado

conto de Gabriel - narcisosantos@hotmail.com