quinta-feira, 28 de abril de 2016

ME SINTO CULPADO POR SENTIR TESÃO POR MINHA NORA.

Conto de Marcelo


Meu nome é Marcelo,tenho 53 anos,e sou divorciado há cinco anos. Sou feio , tímido,e carente faz 2 anos que não namoro.
Tenho 3 filhos,dois homens e uma menina,mas só um deles tem contato comigo,aliás,muito mais que isso,só um deles cuida de mim,conversa comigo,me entende.

Meu filho se chama Bruno e tem 30 anos. Ele tem um coração de ouro e é um filho tão bom,que,ao perceber que eu estava ficando deprimido,me convidou prá passar uns dias na casa dele. Como ele é muito extrovertido,a casa dele vive cheia de amigos,ele achou que isso ia ser bom prá mim. Tanto ele como a mulher dele,chamada Clarice,são muito bons comigo.

Por isso é que eu tenho tanto sentimento de culpa e muito remorso por estar desejando a mulher dele. Não sei como começou,mas sinto muito tesão pela minha nora Clarice .

Clarice é morena,tem 30 anos,baixinha, olhos claros.Está um pouco acima do peso,o que a deixa mais apetitosa  ..Um tipo comum,veste-se discretamente. Tem seios fartos, bunda grande, pernas grossas. Fala pouco ,mas tem um olhar penetrante. Voz delicada, meio rouca. Não lembro quando começou,mas percebi que um dia, estavamos conversando e eu não conseguia tirar os olhos de cima dela.

Enquanto conversavamos ,a gente se olhava profundamente, bem nos olhos, eu estava seduzido e hipnotizado.

Mais de uma vez ,eu me peguei disfarçadamente comendo ela com os olhos,principalmente quando meu filho não estava perto. Sei que ela percebeu quando nossos olhares se cruzaram.

Naqueles dias,pude perceber como Clarice estava sobrecarregada,fazia tudo sozinha,cuidava da casa,do bebê,atendia os amigos dele.
Percebi que meu filho tinha ficado preguiçoso e machista.Quando o nenê chorava,à noite,era ela quem levantava.

Aos poucos,quando dava,eu comecei a ajudar minha nora,fazendo pequenos serviços,como lavar louça,etc e percebi que ela me agradecia e me tratava ainda melhor.

Embora insconcientemente,eu também não perdia a chance de elogiar Clarice,tanto num discretissimo assédio,como prá elevar a auto estima dela.

Numa noite,acordei muito excitado,comecei a me masturbar, pensando nela.Nisso o nenê chorou.Num impulso,sai ,peguei o nenê no colo e ele parou de chorar.Nessa hora,minha nora entrou no quarto.

Ela estava simplesmente fascinante, num pijaminha de shortinho largo e blusinha de alças realçando os lindos seios dela. Ela pegou o nenê do meu colo e eu fiquei olhando pra ela, louco de tesão, disfarçadamente olhando sua bunda  arrebitada, e seus seios fartos e apetitosos.

O nenê dormiu e ela me ofereceu um chá. Fomos prá cozinha.

Enquanto ela fazia o chá, fiquei sentado, e sem perceber,olhando prá ela, todo o seu corpo,acho que todo o meu tesão transparecia no meu olhar. Tanto que logo ela perguntou :

- Que é ?
- Que é o que, Clarice?
- Porque tá me olhando assim ?
- Porque você é bonita, - eu disse - meu filho é um homem de sorte.
- Obrigada. Você também é bonitão,sogrão.

Ela falou e me olhou de um jeito,que meu pau ficou duro na hora.Tomamos o chá e ficamos conversando um pouco e fiquei tão excitado que quando me levantei não tinha como não perceber que meu volume tinha se alterado .

Acompanhei minha nora até a porta do quarto,e ela ficou com o rosto de frente prá mim,parada,me olhando. Peguei no seu rosto e aproximei meus lábios para um beijo. Mas ela se afastou ,só me disse 'boa noite' e fechou a porta.

Nessa noite me masturbei que nem louco,gozando pensando na minha nora.Eu estava enlouquecido de tesão por ela,apesar dos remorsos e do sentimento de culpa. 

Nos dias seguintes,cheguei mais cedo do trabalho e fiz o jantar. Depois lavei a louça.Meu filho tirou sarro de mim,mas ela me agradeceu.

Uns dois dias depois,novamente o nenê chorou no meio da noite e as cenas se repetiram: ele dormiu,tomamos chá e ficamos conversando.

Nesse dia,ela se despediu na cozinha mesmo e ,dessa vez ela me estendeu a mão pra se despedir, e me agradeceu por estar ajudando ela.

Fiquei segurando a mão dela e comecei a falar que ela era linda e muito sensual e envolvente. "  Aposto que você já teve uma porção de namorados e caras a fim de você, melhores que o meu filho " . Ela me respondeu que gostava dele do jeito que era , mas que gostaria que ela fosse mais atencioso e carinhoso.E ficou me olhando. 

Então, aconteceu. 
Nossos rostos estavam praticamente colados, então. Eu estava respirando cada vez mais rápido. Encostei os lábios nela e a beijei. 

Foi um beijo molhado e delicioso,longo e sensual. Por uma fração de segundo de lucidez ,ela parou e me disse : - Pára,Marcelo,a gente não pode fazer isso. Pensa no teu filho" .Eu estava alucinado e ignorei a reação dela.

E veio o segundo beijo, ainda mais doce, molhado e cheio de desejo,e enquanto a gente se beijava, comecei a acariciar o corpo dela. Nesse dia minha nora estava com uma camisola que ia até o joelho. Beijava Clarice e acariciava suas coxas, levantando a camisola.Lentamente,fui subindo os dedos para perto da calcinha dela.Ela só me olhava e dizia 'não',mas sem muita convicção.Enfiei a mão por dentro da calcinha, e comecei a massagear seu grelinho ,alternando entre rápido e devagar. Então Clarice se agarrou no meu pescoço e se entregou à minha tara,a gente até esqueceu onde estava e que meu filho podia acordar a qualquer momento.

Eu mordia seu pescoço, ela me apertava loucamente.
Encostei ela na parede da cozinha,no escuro, lambi meu dedo indicador e comecei a enfia-lo lentamente em sua bucetinha linda. Ela começou a se contorcer. Coloquei mais dois dedos na sua xota molhada, ela se esforçou pra não gritar de prazer;

- Isso! vai mete com força deliciiiiiiiiiiiiiia.

Eu me excitava muito com aquilo. Comecei a fazer um vai e vem, e em seguida passei a fazer movimentos circulares no grelinho.

Comecei a esfregar freneticamente, beijava sua boca  e ao mesmo tempo brincava com seu grelinho, ela ficou louca de tanto prazer, 

 -Delícia,ela gemia.delícia,delícia !!!

Continuei masturbando minha nora,que cravava as unhas nas minhas costas e gemia deliciosamente.. 

Ela estava quase gozando,quando ouvimos meu filho tossir no quarto..Imediatamente,nos separamos. Ainda ouvi ela dizendo pro meu filho: "não é nada,amor,dorme"..

Na minha cabeça,tinha se passado uma eternidade,até que minha norinha abriu devagar a porta do meu quarto,me sorriu com carinha de safada e disse que tinha dado um remédio pro meu filho dormir. Eu disse que não precisava porque ele tinha normalmente um sono pesado. Ela falou: 'por garantia'

Então Clarice sentou-se na minha cama, acariciei o rosto dela e nos beijamos. Comecei a passar a mão pelo seu corpo, tirei a camisola, beijei o pescoço dela ,enquanto tocava seus seios ,com a mão e depois com a boca. Chupei os bicos,lambi,mordisquei enquanto masturbava ela lentamente.até sentir os biquinhos durinhos e perceber que ela estava molhada. Então desci a língua pelo umbigo,pela parte interna das coxas e comecei a chupar sua buceta encharcada,lambendo o grelinho e sugando, Clarice começou a gemer baixinho e pediu prá ser fodida.

Então tirei a minha roupa e enfiei nela rapidamente, forçando loucamente,até entrar tudo,iniciando então o vai vem,primeiro lentamente e em seguida um pouco mais rápido.

Ficamos assim por um tempo,enquanto nos beijavamos.Depois ela veio por cima,sentou-se e enterrou o meu pau na buceta,rebolando,dançando com o pau todo dentro dela,iniciando  movimentos lentos,e depois aumentando o ritmo,se contorcendo.

Minha nora pediu prá eu bombar forte,porque ela queria gozar,.então eu apressei os movimentos,bombando de baixo prá cima,enquanto ela ia e voltava..começou a gemer e então começou a gozar, gozar, se contorcendo feito uma louca, apertando meu pinto com a buceta ,até me fazer esporrar dentro dela como um animal, 

Depois disso,apesar do meu sentimento de culpa e de sempre sentir remorso,ainda continuei comendo minha nora,até  convenci ela a me dar o cuzinho.



domingo, 10 de abril de 2016

SEM LIMITES, ELA E O IRMÃOZINHO

Conto escrito por Serelepe

que vou contar aqui nunca contei pra ninguém. Só quem sabe são os envolvidos. É a estória da minha segunda vez (a minha primeira vez foi bem sem graça). Depois dessa vez, minha vida sexual começou a tomar caminhos inesperados e acabei me envolvendo em aventuras sexuais que nunca havia imaginado.

Eu era um menino de 16 anos, as meninas me achavam bonitinho mas eu era tímido demais. Não era um gato mas como fazia esporte, morava na praia e era bem bronzeado, tinha quem gostasse. Pois bem, no meu prédio morava uma menina da minha idade, Carla, que dava pra todo mundo. Ela tinha o corpo bem brasileiro, morenaça, durinha, com a bunda redondinha, uma delícia. O rosto não era nada bonito, mas ela tinha uns lábios de Angelina Jolie que pareciam nascidos pra fazer chupeta. Um dia chupei os peitos dela na garagem, e ela me falou pra ir outro dia no apartamento dela que ela ia ter uma surpresa pra mim. No dia seguinte estava lá, de pau já duro, apertando a campainha.

Ela me chamou pra entrar, mas o irmão dela estava lá. Tentei disfarçar, mas ela disse que ele sabia porque eu tinha ido lá. O irmão dela se chamava Edu, tinha uns 14 anos, era mais baixo que eu, e ainda mais tímido. Eu fiquei sem graça. Daí ela disse que tinha uma proposta para mim, que me deixava comer ela (ela falava assim, era boca suja a menina) se comesse também o irmão dela. Eu respondo que de jeito nenhum, que era macho, mas ela não sentiu firmeza. Chegou perto de mim e começou a acariciar meu pau por cima do shorts, bem na frente do irmão dela. Depois descobri que eles nunca tinham nem transado nem beijado, só ela batia umas punhetas pra ele de vez em quando, de pena. Meu pau começou a latejar muito e eu pensei, foda-se, nessa época era tudo muito claro: se você comia não era viado, só era viado quem dava. Ela falou que se eu desse pra trás nunca mais dava pra mim. Topei, e o lance começou ali mesmo na sala.

Ela tirou meu shorts e camisa e eu fiquei pelado na frente dos dois. Acho que ela ficou decepcionada, pois meu pau não é grande, é no máximo médio, mas o Edu não tirava os olhos de mim. Ela me perguntou se eu dava duas, eu falei que sim (tinha batido uma antes de ir, pra não gozar logo. Nessa época batia umas 3 punhetas por dia). Ela tirou a roupa e vi seu peitos de novo, e sua buceta depiladinha,rosinha . Ela agachou na minha frente, segurou minhas bolas, o que me fez estremecer, e caiu de boca. A chupeta dela era um sonho mesmo, fazia movimento de cima pra baixo, parecia uma buceta, demais. Quando ela começou a lamber minhas bolas não acreditei, era tesão demais. Às vezes ela colocava meu saquinho dentro da boca dela, era incrível.

O irmão dela aquela hora já estava se esfregando por cima do short, sentado do outro lado da sala. Quando eu achava que já ia gozar ela me falou que já que eu tinha pau pequeno (a puta), que era bom eu saber chupar. E sem cerimônia sentou na poltrona, botou as pernas nos braços e me abriu aquele bucetão. Eu já tinha visto muito filme de sacanagem e sabia o que fazer, lambi o grelinho dela. Ela começou a gemer, isso me excitava pra caralho. E não só isso, ela voltou com a boca suja: “lambe meu grelinho”, “enfia o dedo na minha bucetinha”, “me fode com os dedos”, “põe um dedo no meu cuzinho”. E eu lá de escravo dela, com o pau arrebentado de tesão, ela era muito cheirosinha, tinha acabado de tomar banho, uma delícia. Ela começou a falar alto e percebi que gozava. Sua xoxota começou a se inundar, do seu gozo e da minha saliva, e os dedos entravam cada vez mais fácil, e cada vez mais. Ela gozou de novo e disse bem baixinho “Me come…”.

Até hoje me arrepio todo quando me lembro disso, dela me implorando, os olhos fechados, mordendo os lábios. Na mesma hora botei o pau nela, ali mesmo na poltrona. Entrou fácil, ela já estava tão molhada e tão aberta… Um caminhão de calor subiu pelo meu pau, como era quente aquela putinha! Comecei a dar umas estocadas devagar, e percebi que não precisava, ia demorar a gozar, Carla já tinha dado tanto que estava arrombada, e o meu pau pequeno quase se perdia naquele bucetão gostoso. Fodi ela por uns minutos, ela falando sacanagem, agora olhando dentro dos meus olhos: “Me fode com seu pintinho”, “Me rasga”, “Mais fundo”. Ela segurava minha bunda muito forte, as vezes escorregava um dedinho perto do meu cu, e isso me deixava louco. E ela só : “Me enche de porra”. Falei que ia gozar e ela me disse “Goza fora”, mas não deu tempo, gozei um pouco dentro, meu pau ficou melado, daí tirei e os outros jatos de porra caíram na barriga dela, e até nos peitos. Eu estava acabado, mas ela me segurou ali, olhando na minha cara com um sorriso, esfregando com mão a porra no corpo dela. Que doida, eu pensava, que puta doida. Daí ela falou que era a vez do irmãozinho dela.

Caralho, eu tinha esquecido disso quando estava fodendo ela. Tentei desconversar, falando que estava cansado, meu pau não ia levantar mais. Ela falou que ia levantar sim, e saiu da poltrona, ainda pelada e pingando porra da buceta e da barriga e me puxou levemente pelo saco. Foi só aí que me virei e vi o Eduzinho. O garoto estava pelado na poltrona, batendo uma punheta, e o que me impressionou é que o pau dele era enorme! Não grosso, mas comprido. Porra, porque todo menino magro e baixinho tem um pauzão? Daí percebi o perigo. Falei, peraí, eu não vou dar, só vou comer. E os dois concordaram, falaram que sim. Isso me tranquilizou, mas eu ainda queria sair fora. Falei que ia demorar pra ficar duro de novo.

“Não vai não”, ela disse, “Duda, chupa ele”. E lá estava eu, peladão, de pau mole e melado de porra, a menina segurando meu saco, e um garoto se ajoelhando na minha frente. Ele não sabia direito o que fazer e olhou pra irmã. Ela olhou pra ele e disse, “Você não queria? Chupa!”. Ele finalmente pegou meu pau mole e botou na boca. Foi um momento estranho, eu não queria, mas era muito gostoso. Ele começou a lamber os restos de porra do meu pau. Às vezes segurava a cabecinha com seus lábios e esticava meu pau. Estava sempre olhando pra mim o viadinho, acho que estava com medo de me morder. E não tem jeito, viado ou não, se alguém chupa seu pau ele sobe. Meu pau começou a crescer na boca dele. E Carla começou a falar de novo: “Isso, usa a língua”, “Agora só a a cabecinha”, “Lambe o saco pra ver como é”. Ela tinha largado meu saco e me abraçado por trás, esfregando seus peitos e sua barriga cheia de porra em mim, olhando o trabalho do irmão por cima do meu ombro. E eu estava gostando. Mesmo.

Lá pela tantas, ela falou que estava bom, e era pra o irmão se virar. Ele se levantou e ficou de costas pra mim, e eu vi seu corpo todo, sem pelo nenhum, todo moreninho da praia, e uma bundinha arrebitada e lisa. Enquanto isso Carla saiu de trás de mim e foi pro quarto, voltou com óleo de amêndoas e falou pra mim que Edu era cabacinho, seu cu era apertado. Edu ficou de quatro e ela começou a passar óleo naquela bundinha e na entrada de seu cuzinho. Às vezes ela botava um dedinho pra ver se entrava. E cada vez entrava mais.

Percebi que não era a primeira vez que faziam essa parte. E eu ali, de pé e de pau duro, não acreditando que meu primeiro cuzinho ia ser de homem. Quando ela acabou Edu já estava gemendo baixinho, com a mão no seu pau enorme. Ela falou que ia nos ajudar e passou óleo no meu pau também e guiou pra bunda do irmão. De novo achei estranho quando minha cabecinha forçou a entrada naquele cu apertadíssimo, mas aquela bunda tão lisa e apertadinha parecia de menina… Carla ia forçando meu pau a entrar e eu segurei a bundinha dele pra ajudar. Era tão durinha! Comecei a ficar com tesão mesmo. Aquela quentura começou a invadir meu pau de novo, e dessa vez o buraco era apertado, não a buceta escancarada da Carla. Edu empurrava sua bunda contra meu pau, que entrava cada vez mais.

Sem perceber, comecei a dar estocadinhas, e tudo começou. O cu dele ia relaxando e meu pau entrava cada vez mais, e logo logo estávamos num ritmo gostoso. Carla largou meu pau e finalmente calou a boca, veio por trás de mim de novo e começou a acariciar minha bunda. De vez em quando Edu parava e contraía o cu tão forte, esmagando meu pau, me dava muito tesão mas achei que ia desmaiar.

Pra ,meio que punir ele ,comecei a dar bombadas cada vez mais fortes. Pensei que minhas bolas iam entrar também, mas elas só batiam descontroladamente naquela bunda deliciosa. Eu sentia que estava esfolando meu pau, mas estava valendo a pena. Carla por trás de mim começou a acariciar meus mamilos, o que era muito esquisito mas aumentava ainda mais o tesão. Eu já não queria saber de mais nada, bombava como se fosse partir aquele cu ao meio. Edu continua seus movimentos maravilhosos e batia uma punheta pra si mesmo, e aquela visão do pau dele começou a me excitar. Daí Carla enterrou um dedo no meu cu. Devia estar com óleo porque entrou muito fácil.

Eu comecei a protestar, mas ela sussurrou no meu ouvido que era normal, e que isso fazia meu pau ficar ainda mais duro. Foda-se, pensei, já não ligava pra mais nada. Só queria me enterrar naquela bundinha e gozar. Abri bem a bunda dele e fiquei olhando praquele cu enquanto fodia. Nós três estávamos engatados num trenzinho e eu adorava aquele buraco apertadinho e uma menina me comendo por trás. Edu deu um gemido mais forte e vi que estava gozando. Ele esporrou no chão, um monte de porra, bem branquinha. Vindo aquele pauzão jorrar mexeu comigo e não consegui segurar. Gozei. E gozei. E gozei. Acho que nunca saiu tanta porra de dentro de mim. E não parava com as esticadas, então meu pau entrava e saía de seu cu, bem melado, bem fácil agora.

Carla se afastou de mim. Eu fiquei mais um tempo dentro dele, deixando sair as últimas gotinhas. Abri bem sua bunda pra tirar meu pau e vi seu cu, bem aberto agora, pingando minha porra. Adorei. Sentei na poltrona, suado, exausto. Carla falou pra ele ir se lavar e não vi Edu mais aquele dia.

Ainda lembro dele deixando a sala, aquele pau melado, ainda comprido mesmo mole, balançando. Carla falou pra me vestir porque os pais dela iam chegar e eles tinham que se limpar e limpar a porra do chão. Fui pra casa, minhas pernas mal se movendo, meu pau vermelho, todo esfolado, e minhas bolas doendo por causa do esforço de produzir tanta porra.

Nos próximos meses comi Carla várias vezes, quando ela não estava dando pra outro. Ela gostava que comesse seu cu, dizia que meu pau pequeno era ideal pra isso. Eu não ligava. Nessa época era só nós dois, Edu nunca mais participou. Agora às vezes quando eu batia punheta sozinho, lembrava do cu de Edu, e de seu pau. Comecei a bater com um dedo no meu cu também, acho que gostei. E confesso que às vezes quando comia a bunda de Carla, pensava na bundinha de seu irmão…(http://www.contoerotico.com.br/contos/sem-limites-2a-vez-carla-3a-vez-irmao-dela/)