sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Pelo fundo da vizinha dos fundos!

Olá !, hoje trago outro conto da Kátia Ramos, os contos dela me dão muito tesão. Espero que vcs também gostem.. Mandem contos prá eu publicar, também.. meu email é tonixscorpion@gmail.com .Divirtam-se !

 

 Kátia Ramos
©Kátia Ramosramos_katia@hotmail.com

 

Dessa vez Juca e Gorete tinham aprendido a lição aplicada pela tentativa
anterior de voltarem a viverem juntos e por isso quando se reencontraram
novamente tanto um como outro tomou a firme decisão de se tornarem apenas bons amigos, e é claro que novamente a desculpa de ambos foi os filhos, mas os dois sabiam que aquela aparente amizade não demoraria em desembarcar na cama, mas mesmo um desejando ardentemente mais que o outro que isso viesse a acontecer nenhum queria ser o primeiro a tomar a iniciativa a coisa foi caminhando sem maiores novidades até a tarde daquela quinta-feira que Juca apareceu na casa de Gorete para resolver problemas referente ao uniforme escolar dos meninos, é claro que tudo poderia ter sido resolvido em poucos minutos e ali mesmo no portão, mas dando continuidade ao jogo de sedução existente Gorete fez questão
de insistir:

—    Entre! Não vejo motivos para tanta pressa?
—    É que ainda tenho algumas coisas para resolver antes de voltar para Rio das Conchas!
—    Logo você que sempre arranjou tempo para tudo não me venha com essa que não tem tempo para ao menos tomar um cafezinho?
—    Certo! Certo! Mas, será apenas para um cafezinho.

Entraram! E como sempre Gorete fez questão de passar um café fresco e após servi lo sentou se ao lado de Juca e mais uma vez se puseram a falar sobre tudo e sobre todos e já que de todas as visitas de Juca aquela era a única que o casal estava só, pois o filho mais velho estava na escola e o mais novo vendendo sorvetes na companhia dum amigo a intimidade entre eles foi crescendo e em breve as palavras foram dando lugar aos beijos e às caricias e sem que um disse ao outro uma palavra sequer eles se levantaram do sofá onde estavam sentados e foram direto para o quarto de Gorete onde após cada um despir o outro o sexo começou a rolar livre e solto só que o casal não contava é que desde pouco depois que eles foram para o quarto, Graça a vizinha dos fundos e melhor amiga de Gorete no momento, se pôs a assistir tudo pela cortina usada como porta mal fechada e Graça já tinha se surpreendido um bocado ao ver tamanho do caralho de Juca maior ainda foi seu espanto quando Gorete aprove!
itando que estava de quatro pediu:

—    Mete no meu cuzinho!

Mais que depressa Juca pegou o frasco de creme para mãos que estava na penteadeira e após espalhá-lo pelo seu pau e pelo cú de Gorete foi fazendo toda aquela tora desaparecer pela bundinha de Gorete à dentro e ela em lugar que começar a dar berros de dor como Garça esperasse que fizesse passou a empurrar a bunda para frente e para trás enquanto pedia:
—    Vai! Mete tudo. Isso! Mete mais...Isso! Com força que estou gozando.

Ela gozou e Juca aproveitando o embalo gozou também e já que o efeito disso foi o casal tombar como que desfalecido sobre a cama Graça se aproveitou disso para sair de fininho sem que ninguém percebesse sua presença, mas se por um lado ela se achava horrorizada pela foda anal que assistira por outro o tamanho do cacete de Juca a deixara tão excitada que ela se atirando na cama passou a se masturbar e como uma vez foi pouco para satisfazê-la ela emendou a primeira com uma segunda e como essa ainda se mostrou insuficiente ela começou uma terceira e
como já no inicio Graça se deu conta que nem aquela e nem quantas mais siriricas tocasse a satisfariam ela finalmente se rendeu ao inevitável e após ficar de quatro e untar os dedos também em creme para as mãos passou a acariciar o cú para em seguida deixar um de seus dedos entrar por buraco até então inviolado adentro e já que dedo parecia pouco ela juntou um segundo e satisfeita com isso passou a rebolar e gemer só parando quando  um orgasmo fenomenal a abateu por completo.

Se Graça se encontrava ainda derreada pelo gozo solitário alcançado Juca e Gorete já tinham se recuperado do seu e como o filho mais velho estava preste a voltar da escola eles se vestiram e foram para a sala onde se sentaram como se nada tivesse acontecido e assim que ele chegou Gorete pediu a ele que fosse chamar o irmão mais novo e assim que Juca conversou e brinco um pouco com eles se foi e mau Graça ouviu a moto de Juca se distanciar ela foi até a casa de Gorete e mal entrou foi dizendo:

—    Menina! Se alguém me contasse o que vi vocês fazerem nem mesmo sob juramento eu acreditaria.
—    Não me diga que todo esse seu espanto se deve ao fado do Juca e eu, mesmo estando separados estávamos transado?
—    Não! O que me espantou mesmo foi você não apenas ter deixado ele enfiar aquilo tudo no seu cú e sim ter pedido a ele que fizesse e mostrado não apenas ter gostado e sim adorado um absurdo desses.
—    Credo! Do jeito que fala acreditarei que apesar de ter uma bunda grande e gostosa ela ainda é virgem.
—    E por que não haveria de ser?
—    Ah! Não. Você só pode estar brincando?
—    Não é brincadeira não! Pois, até hoje eu nunca nem ao menos permiti que me enfiassem um dedo sequer no cú e sendo ainda mais sincera nunca tive vontade que me fizessem isso.
—    Nem mesmo hoje quando nos espiava trepando?

Isso pegou Graça tão de surpresa que ela antes que se desse por si já tinha
dito:
—    Tanto que só me satisfiz depois de tocar 3 siriricas sendo que na ultima não me contive mais e enfiei não um, mas dois dedos no cú...
—    E com certeza gostou tanto que não está vendo que seu marido para que ele finalmente “inaugure” essa sua bunda deliciosa?
—    Quem me dera fosse assim tão fácil é que depois de tanto negando a ele isso o que acha que ele pensara seu eu pura e simplesmente ficar de quatro e lhe pedir: “meta no meu cú, querido!?”
—    Hum! A coisa vai se complicar pra caralho, mas não fique triste, não! Que na próxima vez que Juca vier cuidaremos para que ele te “inaugure” a bunda.
—    Está maluca? Com um pica daquele tamanho ele não vai me inaugurar a bunda e sim arrebentar com meu cú por inteiro.
—    Que nada! Ele sabe muito bem como fazer isso e depois disso você assim como eu irá gostar tanto que não saberá discernir se gosta mais de dar a boceta ou se de dar o cú.
—    E quando ele voltará?
—    Na próxima quinta-feira lá pelas 2 da tarde!

Isso deixou Graça um tanto aliviada, pois se estavam numa quinta-feira até próxima ela teria uma semana para tentar induzir seu marido a foder lhe a bunda e com isso ela fugiria tanto da primeira traição de sua vida como também do medo de se machucar ao ter o cú invadido por algo tão grande como o caralho de Juca e por isso já naquela noite ela fez questão de transar com o marido só de bruços e até de quatro e como ele nem ao menos procurou enfiar o cacete no rego de sua bunda ela decidiu a repetir a dose na noite seguinte e como não obteve resultado ela foi insistindo até que na noite de terça-feira, assim que ela se posicionou
de quatro, Reginaldo pôs tudo a perder:

—    Sabe! Graça. Até que achei gostoso você procurar variar um pouco nas posições, mas depois de tantos dias só te pegando de quatro ou de bruços já estou enjoando, que tal fazer como antes só para variar?

Nem precisaria dizer que a decepção de Graça foi total e que aquela acabou sendo a pior foda que tivera com o marido naqueles dois anos de casamento e também que ela querendo de vingar pela primeira vez fingiu um mal estar para com isso evitar trepar com o marido e com isso Graça acordou na quinta-feira alternando entre ansiosa e temerosa pela chegada de Juca e Gorete percebendo aquilo evitou tocar no assunto até que por volta da uma hora da tarde foi até a casa da amiga e disse:

—    Bem, minha querida! Acho bom se aprontar que ele não costuma se atrasar e como não queremos despertar a curiosidade das outras vizinhas, você se aprontará lá em casa.

E sem pedir licença para a amiga passou a vasculhar gavetas e guarda roupas e assim que conseguiu junta o que queria disse:
—    Vamos! Que o tempo não para.

E foram! E ao chegar na casa de Gorete a primeira coisa que ela fez foi fazer Graça tomar um banho e quando essa entrou no banheiro Gorete a aconselhou:
—    Veja se lava essa boceta direito porque ele adorar chupar uma!

E já que Graça gostava que chupassem a sua ela caprichou o máximo na lavagem da boceta e pós terminar o banho passou a se vestir: primeiro a minúscula tanguinha fio dental em renda branca, depois a mini saia em jeans que por ter sido comprada quando Graça era mais magra ficou ainda mais mini e finalmente a mini blusa que por completar o conjunto fazia com os seios grande Graça quase saltassem para fora e sendo tímida como era ao sair protestou:

—    Gorete! Quando ele me ver vestida assim o que acha que ele pensará de mim?
—    Fique fria! Eu o conheço muito bem e por isso lhe asseguro que está vestida bem ao gosto dele.

E em seguida entrou no banheiro e após um banho rápido mandou o filho mais novo fazer o mesmo e Graça se aproveitou disso para mais uma vez protestar:

—    Ah! Não. Não me diga que vai sair?
—    Mas, é claro que vou, pois do contrario vocês não se sentirão totalmente à vontade para se curtirem como merecem!
—    É que como já te contei eu até hoje só transei com meu marido que até agora tem sido o primeiro e único a me comer e logo agora que estou preste a fazer duas coisas que para mim serão bastante difíceis você me deixará na mão? 
—    Mas, não se preocupe que estarei com vocês em pensamentos.

E antes que Graça pudesse protestar novamente Gorete se foi deixando a amiga quase em pânico por não saber como agir e o que fazer quando Juca chegasse e isso começou a fazer Graça sentir uma imensa vontade de se mandar para sua casa, mas se fizesse isso além de decepcionar sua melhor amiga nunca mais ela teria outra oportunidade como aquela e por isso ela ligou a TV e procurou se distrair assistindo um filme meio antigo e então uma moto parou e o coração de Graça disparou e quando Juca bateu palmas anunciando sua chegada a vontade de Graça foi a de se levantar e sair pela porta dos fundos, mas ao fazer isso ela se lembrou da ducha fria que seu marido tinha lançando sobre seu casamento na noite
anterior e de forma resoluta e irredutível abriu a porta da sala e sorrindo
disse Juca:

—    Entre! Que a Gorete precisou sair, mas com certeza não irá demorar.

Juca conhecia Gorete bem demais para ao ver Graça vestida daquele jeito e sozinha deduzir que aquilo se devia a mais uma das tramóias de sua ex-mulher e por isso enquanto entrava na casa comentou em tom casual:

—    Já que é assim não vejo mal algum em esperá-la!

E assim que entrou tratou de por esquema delas a prova dizendo:
—    Nossa! Você está realmente linda e tesuda vestida desse jeito!

Já que não estava acostumada a elogios tão diretos Graça ficou tão encabulada  que apenas baixou a cabeça e Juca mesmo se apercebendo disso se desculpou:
— Se falei alguma coisa de que não gostou me desculpe!

Como dessa vez Graça não como ficar calada ela com voz quase sumida falou:
— Não é isso não! É que sou muito acanhada mesmo.
— Fico feliz que tenha gostado, pois me vesti assim especialmente para você!
—  Não vejo nenhum mal pra isso, pois o que é bonito é para ser mostrado e apreciado!

E como complemento a sua frase fez Graça virar de costas para ele e tão logo soltou os botões que fechavam a mini blusa nas costas fez o mesmo com a mini-saia e assim que teve Graça vestida apenas com a tanquinha que por ser branca contrastava e muito com a pele negra dela se afastou um pouco e após a fazer de frente para si exclamou:

— Nossa! Se você não for a baixinha mais gostosa que já vi espero viver o bastante para isso.

Novamente aquele sentimento de orgulho com vergonha fez Graça se calar e Juca por sua vez foi baixando a tanguinha dela enquanto cobria aquela bunda maravilhosa de beijos e mordiscadas o que fez graça se curvar e passar a gozar sem parar e então Juca se valendo disso enfiou um dos dedos na boceta dela  e após molhá-lo o suficiente passou a enfiá-lo no cuzinho de Graça que de imediato reagiu piscando intensamente o que levou Juca a comentar:
— Hum! Tem gente aqui que ta com uma fome danada. Que você acha de darmos logo algo bem substancial pra ele comer?

Até então Graça não tinha dado conta do risco que corria, mas a menção a algo substancioso a fez lembrar da enormidade do cacete que estava a espreita do seu virgem buraquinho e por isso se endireitou dizendo:
— No quarto é mais confortável.

E como ela se dirigiu pra lá Juca não teve alternativa que não fosse a de
segui-la e assim quando lá chegou ela já estava deitada de costas e com as mãos sob a cabeça então Juca passou a se despir lentamente e quando ele ficou completamente nu ao ver o cacete dele pronto pra guerra Graça não se conteve:
— Minha nossa!

E já que essas reações de espanto enchiam Juca de orgulho do seu enorme cacete ele como sempre brincou:
— O que foi?
— É esse seu cacete!
— O que tem de errado com ele?
— Nada não! É que estou achando ele grande demais, só isso.
— Mas, mesmo assim não precisa ficar com medo que ele não morde não!

Disso ela não tinha a menor duvida, e como Juca se aproveitando da posição que ela estava tinha montado sobre ela e passado a esfregar seu enorme cacete nos peitos grandes, duros e bicudos de Graça que se deixando se deixando embalar por aqui afastou os seios pedindo:
— Venha! Meta ele aqui.

Sem demora Juca atendeu ao seu pedido e assim que ele encaixou sua tora entre os seios ela os apertou com as mãos e mais uma vez o comprimento do cacete se destacou, pois a cabeça ficou totalmente exposta aos olhos de Graça e a medida que Juca se movia pra frete e pra trás no que pra Graça era sua primeira espanhola e foi ficando mais e mais excitada a ponto de pedir:
— Agora mete na sua putinha, mete?

Lentamente Juca foi fazendo seu cacete deslizar pelo corpo dela até atingir a boceta de Graça que ao sentir a aproximação do cacete as pernas o mais que podia, mas ele mostrando que queria ir até onde desse pra ir passou os braços por sob os joelhos dela e ergueu as penas de Graça até suas coxas tocarem os seios e então foi fazendo sua tora deslizar pela bocetinha dela a dentro que mesmo estando toda melecada como estava se apresentou muito mais apertada do que ele esperava e querendo desfrutar o mais que podia daquela deliciosa sensação
Juca foi enfiando o mais devagar que podia.

Se Juca estava se deliciando com o aperto da bocetinha de Graça essa por sua estava delirando com a sensação que aquela pica enorme lhe causava, pois ela sentia em cada fibra do seu interior cada milímetro do que estava sendo introduzido, mas, como tudo por mais gostoso que seja acaba tendo um fim ,o cacete do Juca terminou e a sensação que Graça teve ao sentir o fundo do seu útero forçado foi tão deliciosa que ela explodindo em gozo após gozo pediu:
— Me...fode...com...força!

Já para Juca um pedido daqueles soava como uma ordem ele passou a tirar e por seu caralho primeiro lentamente e depois aumentando ritmo e á medida que isso ia acontecendo Graça ia gemendo com mais freqüência e mais alto e então Juca vendo que não daria mais pra segurar entrou com toda força de foram que suas bolas se esmagaram contra o cuzinho de Graça que não resistindo a aquilo soltou um gemido longo e tão alto que até os vizinhos ouviram e dando vazão ao tesão acumulado
deixou o orgasmo fluir solto de forma que ao final ela desfaleceu levando Juca que se deixando levar tombou por sobre ela.

È claro que aquele estado letárgico durou por vários minutos, mas assim que Juca saiu de cima e dentro dela, Graça mesmo que ainda com as pernas bambas foi satisfazer a necessidade mais premente do momento que era a enorme sede que a foda tinha suscitado e ao chegar na geladeira se lembrou de que Juca também poderia estar sedento e por isso elevou a voz perguntando:
— Quer tomar alguma coisa?
— Quero uma cerveja!

Graça pegou a cerveja pedida e um copo duplo de suco de caju pra si e voltou pra quarto onde Juca se recostando na cabeceira da cama abriu a cerveja, tomou um longo gole e enquanto acendia um cigarro falou:
— Porra! Sem duvida além de ser muito bonita e gostosa você é uma das baixinhas melhores de foda que já encontrei.

Esse elogio por pouco não fez Graça estourar e o exemplo disso foi a estufada no peito que ela deu e que deixou seus seios ainda mais empinados o que fez Juca estender uma das mãos e passar a acariciar aqueles seios que de tão apetitosos fez ele exclamar:
— Maravilha pura mesmo!

E passando a mão pela cintura de Graça a puxou pra perto e como ela ainda estava em pé ao lado da cama ela optou pelo mais fácil que era se ajoelhar ao lado de Juca que de imediato passou a beijar e sugar cada um daqueles bicos protuberantes e duros enquanto que a mão que trouxera Graça passou a acariciar a bunda arrebitada dela e novamente mal um dos dedos roçou mesmo que de leve o cuzinho ele passou a piscar convidativamente o que Juca a aproveitar que o caldo escorrido da foda tinha deixado aquele buraquinho bem escorregadio ele de cara
enfiou um dedo e como isso fez Graça empinar um pouco mais a bunda ele em seguida enfiou um segundo e como isso fez ela gemer fundo dando um claro indicio de que já tinha gozado e isso fez Juca dizer:
— Porra! Teu marido deve se deliciar todo dia com uma bundinha assim tão gulosa.
— Ele nunca fez isso não.
— Ta dizendo que ele não gosta?
— Não! Fui eu quem nunca deixou.
— E vai deixar foder ela?
— Não sei, ainda estou com muito medo.

Juca já tinha ouvido tantas vezes que não precisava perguntar o motivo, mas não querendo quebrar o clima perguntou:
— Medo de que?
— De que esse seu cacetão me arrebente toda!
— E se eu te disser que não precisa ter medo?

O tesão que Graça sentia era tão forte que ela em vez de responder deitou de bruços sobre a cama e então Juca se levantou para pegar o frasco de gel genital que Gorete guardava na gaveta das calcinhas e após espalhar uma espessa camada em seu cacete colocou um bom tanto na cuzinho de Graça e como aquela posição era demais desfavorável pra se foder uma bunda virgem ele puxou Graça pelas pernas até ela ficar com os joelhos apoiados no chão e corpo na cama e se ajoelhando atrás dela passou se deliciar com aquela bunda mais que deliciosa.

Se por seu lado Juca se maravilhava com aquela bundinha que corajosamente ia engolindo seu 25x5cm de caralho duro com aço pelo seu lado Graça apenas tinha a visão da brancura do travesseiro que tinha trazido consigo quando Juca a arrastara pelos pés e foi apenas pelo tato que ela foi se apercebendo do que estava lhe acontecendo. Primeiro ela sentiu algo grosso e rombudo tateando por entre as partes de sua
bunda só parando quando encontrou o alvo procurado, então Graça passou a sentir uma forte constante pressão contra as pregas de seu cuzinho que lentamente foram cedendo passagem ao invasor que as forçavam a isso e já que até então Graça não tinha do que reclamar ela se descontraiu o bastante para que suas pregas atingissem o máximo de sua elasticidade, mas como isso ainda era insuficiente pra permitir a passagem de algo tão grosso a dor se apresentou forte o bastante
para fazer Graça protestar:
— Aí! Ta doendo.

O que levou Juca a dizer aquele de quase sempre:
— Calma, amor! Relaxe que já vai passar.

Só que em lugar de parar ou tirar ele segurou Graça pelos ombros e enfiou a metade de seu enorme caralho naquele cuzinho que mesmo sendo tão apertado estava heroicamente engolindo aquela tora de carne e nervos só que aquilo provocou em Graça uma dor tão terrível que em vez de gritar ela cravou os dentes no travesseiro com toda força que tinha e simultâneo a isso ela empurrou a bunda pra trás engolindo o que restava do cacete de Juca que maravilhado com a visão de seu pau desaparecer por aquela delicia de bunda dentro exclamou:

— Isso minha putinha corajosa! Mostre o quanto você gosta de tomar no cu. Na verdade Graça não estava gostando nem um pouco, mas como o pior da dor já tinha passado ela decidiu terminar com aquilo o mais depressa que podia e por isso passou a rebolar e a pedir:
— Então vai! Arrebente sua putinha...isso mete gostoso. Vai me fode!

Juca então passou a atender o que ela pedia passando a tirar e por seu cacete lentamente e a medida que fazia isso se deliciava com a visão de sua tora branca ir desaparecendo pra voltar a reaparecer daquela bunda quase preta que mesmo quando engolia tudo ainda deixa aparecer um pedaço do cacete de Juca.

Se no inicio foi por puro desespero que Graça passou a incentivar Juca tão logo o cacete dele conquistou o espaço que precisava a dor foi dando lugar ao tesão e em pouco tempo ela já estava gozando e adorando aquela tora que ia e vinha dentro de si e então Graça sentiu Juca enfiar as mão pó baixo do seu corpo e pegá-la pelos seios pra puxá-la com tanta força pra trás que ela pode sentir com clareza as bolas dele forçarem sua boceta e então um jato forte e quente passou a inundá-la tão profundamente que Graça dando vazão ao que sentia soltou um
grito ainda mais longo e alto que o anterior indicando que um orgasmo ainda mais forte e profundo a tinha atingido.

Dessa vez Juca tombou sobre as costas de Graça e ali ficou por alguns minutos e na medida que foi se recuperando passou a beijar a nunca e os ombros de Graça para em seguida apertar a bunda dela com as mãos e ir retirando lentamente sua tora daquele mais que maltratado orifício.

Assim que mais uma saiu de cima e dentro de Graça Juca tomou o resto da cerveja, acendeu um cigarro e foi tomar um delicioso e merecido banho e após isso voltou ao quarto se vestiu e após beijar cada face da bunda de Graça tomou seu destino.

Tão logo Juca se dirigiu ao banheiro Graça tentou se levantar, mas como suas forças ainda não eram bastante para isso ela se limitou apenas a se arrastar para cima da cama onde se entregou por completo a aquela doce letargia de quem se sente nas nuvens e com isso acabou mergulhando num dos mais deliciosos sonos que já desfrutara só despertando quando Gorete entrou no quarto dizendo:
— Hei! Trepar na minha cama tudo bem, mas dormir isso eu não aceito não.

Graça se virou e já que ao fazer isso seu cuzinho de tão esfolado que estava reclamo na forma de uma dor até que gostosa que a fez dizer:
— Porra! Dessa vez me fodi pra valer mesmo.
— Sério! E...?

Sem duvida Graça sabia muito bem a que se referia aquele E reticente e por isso com cara de gata que bebeu muito leite falou:
— No mínimo ficarei uma semana sem poder me sentar!
— Que nada! A noite quando for trepar com seu marido estará louquinha da silva pra dar o cú de novo.

E apesar de achar que a amiga estava mais que certa Graça não quis lhe dar a vantagem e por isso perguntou:
— Será?
— Vá por mim que sei muito bem do que estou falando!

Dessa foi Graça que foi tomar banho e Gorete foi chamar os filhos que tinham ficado conversando com Juca na esquina e ao chegar não pode deixar de dizer:
— Meus parabéns! Mais uma vez você foi melhor do que poderia ter sido.
Ao que ele respondeu o quase de sempre novamente:
— Que nada! Já fui muito melhor. Mas, mesmo assim fico te devendo mais essa.

E em seguida deu beijo em Gorete e um em cada um de seus filhos e no de Graça também e após colocar o capacete ligou a moto e saiu em disparada deixando todos de olhos pregados em suas costas e imaginando se e quando ele voltaria.

 

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