quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ONDAS DE PRAZER

L.C. BAÇAN

(fragmento)

za6_thumb[3]-MIX

Um relâmpago mais próximo iluminou o corpo de Bonnie, assustando-a. Foi uma visão rápida, mas o bastante para dar a Rick a exata dimensão daquelas formas perfeitas e tentadoras. Antes que o clarão se apagasse no céu, Bonnie havia se atirado nos braços dele. Abraçaram-se com força, descobrindo uma intimidade que se desenvolvera ao longo daquele dia todo.

As mãos de Rick buscaram os controles dos assentos, reclinando-os para uma posição confortável. Depois, com carinho, as mãos dele pousaram sobre o corpo dela, sentindo-o quente e macio. A rigidez dos seios, comprimidos contra o peito de Rick, davam-lhe a exata dimensão da beleza deles. Seus dedos, sempre carinhosos, moviam-se pelas costas da garota, desciam até seus quadris, contornavam-nos e adiantavam-se até o ventre, voltando em seguida pelo mesmo caminho, enquanto seus lábios cobriam os dela num beijo que ganhava frenesi e paixão.
No momento seguinte, uma das mãos dele deslizou até o ventre da garota, subindo lentamente na direção dos seios. Bonnie ofegou, respirando fundo, enquanto seu corpo estremecia e se tornava inquieto. Suas línguas se cruzavam, através dos lábios entreabertos. A mão dele contornou cada um dos seios, sentindo-lhes os bicos eriçados. Os lábios deslizaram para o pescoço da garota, sentindo-lhe a pele macia e quente, terrivelmente sensual e desejável.

As mão dela movimentaram-se pelo tronco nu do rapaz, descendo em seguida até a sua cintura e contornando-a para tocarem, excitadas e trêmulas, o ponto mais rijo do corpo de Rick.

Ele estremeceu e sua mão desceu apressada, passando pelo ventre dela, pelas coxas sedutoras e pousando sobre um de seus joelhos. Ali, vencendo a frágil barreira da saia, subiu de volta, em contato com sua pele sedosa e quente. A caricia vibrante tocou-a profundamente, fazendo-a suspirar mais forte.

Lentamente os joelhos de Bonnie se separaram, dando plena liberdade de ação àquela mão que caminhava impaciente ao encontro de sua chana molhada e perfumada.

Trocaram um beijo furioso e cheio de volúpia. A mão livre de Rick impacientou-se a caminho pelo corpo dela, detendo-se sobre os seios provocantes. Bonnie suspirou novamente, deliciada, entregando-se às caricias que punham seu corpo em chamas.

A mão carinhosa de Rick cobriu-lhe o seio, acariciando-o com ternura e volúpia, empurrando o tecido finíssimo do sutiã para cima.

A garota facilitou-lhe a tarefa, levando as mãos às costas e soltando o fecho. Imediatamente a mão de Rick pousou sobre um dos bicos entumecidos, beliscando-o com provocação.

Em seguida, seus dedos se abriram e dominaram totalmente a delicada elevação. Depois crisparam-se lentamente, sentindo que a rigidez que o alucinava.

CB2
O corpo de Bonnie moveu-se impaciente. Seu rosto esfregou-se aos dele e seus lábios se buscaram. Ele sugou aquela boca tentadora e saborosa, depois seus pescoço torneado e seu ombro elegante. Uma das mãos dela insinuou-se pelo ventre de Rick, atravessando a barreira do cinto e indo se firmar ao redor de seu caralho rijo e excitado. Um frêmito dominou o corpo dele e sua mão, acariciou-a nas coxas, avançou direta para o tecido fino e sedoso da calcinha, no pondo onde estava mais molhada.

Com habilidade e excitação, seus dedos penetraram por ali, tocando a vulva de Bonnie. Ela ofegou, esfregando-se a ele quase com fúria. O desejo fervia dentro deles, alucinando-os. Com movimentos febris, Rick soltou-lhe o cinto, da sala, abaixando o zíper ao lado em seguida. Bonnie firmou-se contra o assento, elevando os quadris. Aquela peça de roupa escorregou, levada pelas mãos dele.

Um calor gostoso e perfumado chegou às narinas dele, entontecendo-o. Suas mãos se concentraram na calcinha delicada, empurrando-a para baixo. Bonnie estava nua, o corpo movimentando-se com impaciência, buscando o de Rick, um perfume de sexo e paixão tomando conta do carro.

As mãos dela soltaram-lhe o cinto da calça. Rick imitou o movimento de corpo efetuado pela garota momentos antes. Com habilidade, Bonnie livrou-o da calça e da sunga, tendo-o nu a seu lado. Abraçaram-se com desejo, suas peles se tocando e se esfregando, seus lábios se encontrando com ansiedade, suas línguas travando o mudo diálogo da paixão.

Ela se contorceu toda, as mãos enlaçando com força o cacete de Rick, rijo em toda a sua excitação. Correntes elétricas percorreram o corpo da jovem, estremecendo-o, quando os dedos de Rick iniciaram caricias à entrada de sua bucetinha, avançando gradativamente na direção de seu ponto G. Bonnie sentiu seu ventre em convulsões e arrepios ininterruptos encheram-na de deliciosas sensações. A respiração ofegante de Rick, passando pelo seu pescoço, buscando seus seios, fizeram-na agarrar-se a ele com sofreguidão. Suas mãos finas brindaram-no com sensações delirantes, quando se

moveram, ao redor do membro dele, em movimentos de vaivém.

Rick se sentiu transformar, à beira do gozo, desejando esporrar e lambuzar a delicada e hábil mão da garota com seu esperma. Suas respirações soavam alto e apressadas, enquanto seus corpos se acariciavam com vibração. Gemidos e suspiros escapavam de suas gargantas. O carro transformara-se num forno ardente que os sufocava. Bonnie suspirava alto, fogosa e impaciente, as mãos acariciando-o no tronco, no ventre, nas pernas. Rick voltou para ela suavemente, contendo toda a sua excitação.

Seus lábios buscaram os de Bonnie, roçaram-se suavemente, aumentando o contato progressivamente, até que o beijo se transformasse num roçar frenético. Depois, Rick esfregou seu rosto em fogo ao de Bonnie, beijou-a nos olhos, na orelha, no pescoço e nos ombros, sugando e mordiscando. Uma das suas mãos saltou para os seios dela. A outra foi continuar uma agradável tarefa que deixara interrompida momentos antes.

CB3

Contrações rítmicas percorreram o corpo dela, que pendeu a cabeça para trás, quando os lábios de Rick avançaram a sua respiração ardente pousou sobre os seios dela. Ele sugou e beijou um dos bicos entumecidos, apertando-os contra os lábios, sentindo-os roçar o céu de sua boca. Bonnie sentiu-se no auge, suplicando por ele, fogosa e exigente, agarrando-o, arranhando-o, mordendo-o. Ele escorregou o corpo para buscar com os lábios o entroncamento perfumado das coxas dela. Sua língua se estendeu, tocando-a, lambendo o precioso néctar que brotava generosamente de sua buceta. Ela estremeceu. Ele enterrou a língua dentro dela, segurando-a pelas nádegas, puxando-a para si.

A garota vibrou. Rick era experiente naqueles assuntos. Sua língua sabia como se comportar, movendo-se por entre os lábios vaginais, subindo para o clitóris, avançando até o ponto G. Deteve-se, finalmente, no orifício apertado e saboroso, enfiando a língua na bucetinha lubrificada. Bonnie soluçou de prazer. As mãos dele dançaram nas nádegas dela, depois escorregaram pelas suas coxas, alisando-as, subindo em seguida pelos flancos, até os seios. Apertou e beliscou os biquinhos intumescidos, sentindo a delícia da pele acetinada daquelas encostas tentadoras e sensuais.

Bonnie fechou os olhos, saboreando aquelas carícias, empolgando-se com a paixão dele. Lentamente ele foi se instalar entre os joelhos dela e reverenciar a chana dela, com lambidas incandescentes.

-- Beije-me! -- pediu ela.

Rick se levantou. Os lábios molhados de saliva levavam o sabor da xoxota dela. Abraçou Bonnie, beijando-a e enfiando a língua por entre seus lábios. A garota agarrou-lhe o caralho grosso e longo e masturbou-o. Depois o fez se acomodar no assento para ajoelhar-se diante dele e enfiar o caralho inteiro na boca, sugando e acariciando com a língua, fazendo Rick gemer e se estremecer continuamente.

O assento totalmente reclinado permitiu-lhe o malabarismo erótico. Enquanto o chupava, ela foi subindo sobre ele, pondo sua chana no rosto de Rick, que chupou-a deliciado. Ela sentiu a língua penetrá-la e se mover, renovando aquele prazer dentro dela. Procurou retribuir, movendo a cabeça compassadamente, indo e vindo, apertando os lábios contra a pele retesada. As mãos dele acariciavam suas nádegas, massageando seu cu, depois foram bolinar seus seios.

CB4 Rick suspirava e gemia de tesão, demonstrando prazer, mas pressa, pois após chupar a xoxota dela por algum tempo, fez com que ela saísse de cima dele.

-- Quer alguma coisa especial? -- indagou ela.

-- Quero comê-la agora mesmo -- respondeu ele.

Ele continuou deitado, fazendo-a se sentar em suas pernas. Vestiu uma camisinha no membro e esfregou-o na entrada da chana dela.

-- Senta na minha pica! Senta! -- pediu, com voz rouca.

Bonnie não se fez de rogada. Sentou-se no cacete endurecido, que foi entrando devagarinho em sua xoxota, alargando-a, invadindo-a

deliciosamente, enchendo seu corpo de frêmitos de prazer.

-- Que tesão! -- murmurou ela, sentindo-o todinho dentro dela.

Rick se mexeu debaixo dela, jogando os quadris para cima com volúpia, fodendo-a apressadamente. Bonnie aceitou o jogo e cavalgou-o, buscando seu prazer.

-- É bom demais -- gemeu ele, em convulsão, os quadris num ritmo frenético.

Ele enrijeceu o corpo e ficou estremecendo, enquanto seu caralho pulsava, inundando a camisinha de porra. Bonnie continuou se movendo sobre o caralho dele, até que esgotasse sua cota de prazer. Quando terminaram, ele ficou acariciando o corpo dela, tocando toda a sua pele. Bonnie ainda sentia arrepios de tesão e de prazer. Rick não estava saciado. Ela o excitara demais naquele dia. Queria mais. Muito mais.

Ele a fez deitar-se de bruços.

-- Quero foder seu cuzinho agora -- murmurou ele.

-- Oh, Rick, acho que exagerei excitando-o tanto -- surpreendeu-se ela, deliciada, arrebitando a bunda. Ele apertou as nádegas dela. Com um dedo lambuzado no próprio néctar da buceta dela, ele massageou o cu da garota, lubrificando-o. Em seguida ele a segurou firme pelos quadris.

Substituiu a camisinha e encostou o pinto na entrada do cuzinho apertado. Empurrou, num gemido que foi correspondido pela garota. O cacete lubrificado deslizou facilmente para dentro dela. Quando Bonnie percebeu, ele já estava todo lá, pulsando.

-- Que tesão de cu! -- suspirou ele, respirando com esforço, beijando e lambendo a nuca dela, enfiando as mãos nos seios duros e pontudos para apertá-los com volúpia.

Ele começou a se mover sobre ela alucinadamente, golpeando-a com força. Bonnie começou a se masturbar, esfregando o clitóris, sentindo o prazer assaltar seu corpo novamente, com uma intensidade maior do que da primeira vez. Os orgasmos foram contínuos, num crescendo fantástico que

tirou-lhe o fôlego e só terminou quando Rick, gemendo alto e descompassado, gozou novamente, enchendo a camisinha de porra.

Ela se estirou no assento, trêmula de prazer.

-- Vamos tomar um banho? -- convidou ele. Sem esperar reposta, ela saiu nua do carro e ficou sob a chuva.

CB6

Ele a seguiu, rindo de sua loucura. Abraçaram-se, trocando carícias e beijos apaixonados. Ela agarrou o membro dele e ficou masturbando-o e brincando com ele, até fazer o membro se endurecer de novo.

-- Você é um sujeito tesudo demais, não? -- comentou ela.

-- Não, é você quem é tesuda demais! -- respondeu ele, segurando a cabeça dela e fazendo-a se ajoelhar diante dele.

Enfiou o caralho duro na boca da jovem.

-- Chupe! Quero gozar em sua boca -- pediu ele, com a voz rouca e alterada.

-- Para lhe mostrar toda minha gratidão, querido, vou lhe dar uma chupada toda especial -- prometeu ela.

Ela foi chupando o caralho dele para dentro da boca. Ele foi empurrando, depois ficou movendo os quadris, indo e vindo, fodendo a boquinha adorável e faminta da garota com estocadas compassadas e suaves. As mãos dela acariciavam os testículos dele, suas coxas peludas, sua bunda redonda e firme. Ele gemia e suspirava. O caralho entrava e saía.

Seus movimentos foram se tornando frenéticos. Bonnie apenas mantinha os lábios fechados contra o pênis dele, que ia e vinha em busca de mais um orgasmo. Ele, então, retesou o corpo e ficou estremecendo. Jatos de esperma foram parar na garganta de Bonnie, que engoliu-os com renovado prazer.

Sugou até a última gota. Ele tirou o pênis de sua boca e apoiou-se contra o carro. Ela ficou ali, ajoelhada, ainda trêmula de tesão. Pouco depois estavam de novo no carro, abraçando-se e esfregando-se com volúpia e tesão. Rick a recebeu em seus braços. Beijou e lambeu o pescoço dela, os ombros, os seios apetitosos. Enfiou uma das mãos entre as coxas dela, esfregando o grelinho.

Ela tocou o pênis dele, massageou-o e masturbou-o, provocando-o e se excitando com isso também. Bonnie sentiu o dedo grosso e hábil de Rick percorrer sua xoxota lentamente. Estremeceu toda, vibrando com aquelas sensações deliciosas que a invadiam. Ele a beijou longamente, sugando seus lábios carnudos, enfiando a língua por entre eles, bebendo sua saliva. Ela esfregou seus seios sensíveis contra o peito cabeludo e másculo, sentindo-se excitada. A mão dele continuava entre as coxas dela, roçando, esfregando e penetrando, indo e vindo, movendo-se com sutileza e habilidade.

Ela fechou os olhos e abandonou-se àquela carícia terna e possessiva. Ele se inclinou. Seu hálito apenas rodeou os seios empinados, depois desceram vagarosamente até o ventre, rodeando o umbigo dela. A ponta da língua traçava trilhas de saliva na pele acetinada e arrepiada da garota.

-- É tão gostoso! -- afirmou ela, trêmula e excitada.

-- Então sinta, minha querida -- afirmou ele, os lábios roçando a pele dela, beijando os bicos dos seios, deslizando, esfregando-se contra os pêlos.

Instintivamente Bonnie abriu as pernas. O perfume de sua xoxota espalhou-se no carro. Rick ofegou. Moveu-se, ajoelhando entre as pernas dela. Com volúpia, ele enfiou as mãos sob as nádegas da garota. Ergueu os quadris dela, fitando a xoxota orvalhada.

-- Que bucetinha linda! Perfumada! Tão molhada! -- sussurrou ele, contagiado pelo perfume.

Seu hálito lambeu a vulva da garota, que estremeceu. Sua língua se estendeu, lambendo as gotas que orvalhavam os lábios vaginais.

-- Oh, Rick! Que delícia! -- suspirou ela, estremecendo-se toda.

-- Quero lambê-lo também, Rick -- pediu ela, contagiada por aquela paixão.

-- Não, fique quieta e sinta apenas! -- ordenou ele, apaixonadamente, enquanto seus lábios tocavam a bucetinha perfumada e molhada novamente. Sua língua se estendeu de novo, lambendo as carnes ardentes e sensíveis. Bonnie ergueu os quadris, num espasmo incontrolável, esperando que a língua dele se enterrasse toda nela.

gifs_speed_055 Rick apenas lambeu os grandes e os pequenos lábios da xoxota, a entrada lubrificada, o clitóris ereto e sensível, recuando a seguir, deixando tesão puro no corpo dela.

-- É delicioso! -- ofegou ela.

-- Isto é paixão! -- falou ele, subindo seus beijos pelo ventre dela. Foi se concentrar nos seios maravilhosos, brindando cada um deles com mordidas, lambidas, chupões delicados e carícias que fizeram Bonnie delirar e se remexer voluptuosamente. Suas pernas se abriram. Os joelhos se flexionaram. O perfume da buceta era intenso naquele momento. Rick deitou-se sobre ela, para beijar os lábios carnudos e sôfregos. Seu caralho se enterrou entre as coxas dela, que o apertou firmemente.

Ele a fez se virar em seguida, suspirando de tesão. Alisou as costas perfeitas, depois se deitou para beijar a nuca graciosa, arrepiando-a. Seus pênis se comprimia encaixado no rego da bunda dela. Bonnie ficou sem fôlego com aquele corpo másculo pesando sobre o dela. Os beijos em sua nuca, as mãos que percorriam seus flancos, o caralho que se esfregava em sua bunda, tudo a punha num estado indescritível de tesão.gifs_speed_324

Ele continuou acariciando-a, lambendo sua pele, esfregando a língua no reguinho de sua bunda, tocando seu cuzinho, enfiando-se entre suas coxas para buscar a chana. Dedilhou seu clitóris com dedos pacientes e hábeis, levando-a loucura. Aquela dedicação fez Bonnie gozar inúmeras vezes.

Ambos atingiram o auge da excitação. Ele se acomodou entre as coxas dela. As pernas de Bonnie se ergueram, prendendo-o, puxando-o. Ele vestiu uma camisinha no pênis. O caralho encontrou o fantástico caminho para o paraíso, avançando pela chana lubrificada. Entrou aos poucos, avançando firmemente, instalando-se lá dentro, onde permaneceu algum tempo, imóvel, gozando o prazer da posse.

-- Oh, minha querida, que tesão de bucetinha! -- falou ele, com a voz trêmula e alterada pela paixão.

-- Oh, Rick! Estou me derretendo!

-- Derreta-se no meu cacete então, querida -- suspirou ele, movendo os quadris lentamente, indo e vindo dentro dela, gozando o calor daquela chana que apertava seu pinto apaixonadamente.

-- Oh, como isto é bom! -- confessou ela, deslumbrada com a intensidade das sensações que haviam tomado seu corpo de assalto.

-- Quero tudo! Não pare! Foda-me! Estou gozando!

-- Então goze comigo! Goze! Goze!

Ele acelerou seus movimentos, fodendo com prazer renovado aquela bucetinha nova para ele. As sensações foram crescendo cada vez mais em seu corpo, explodindo finalmente num prazer inédito e prolongado, que o fez gemer e delirar.

Por seu turno, Bonnie sentiu seu corpo todo derreter-se, enquanto sentia o pênis dele pulsar, enquanto ejaculava dentro dela,inundando a camisinha de porra quente.

(Extraido do livro ONDAS DE PRAZER, de L. P. BAÇAN)

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O primeiro swing.

21 de Kátia Ramos
©Kátia Ramos - ramos_katia@hotmail.com


Alzira e Gorete tinham algo muito importante em comum, para começar ambas tinham se casado parcialmente virgens, ou seja, tanto uma como a outra tinham tido suas bundas desvirginadas por seus futuros maridos que só tiraram seus cabaços na noite de núpcias o que tornava evidente que Gorete só tinha transado com Juca e Alzira só com Toninho e fora isso elas tinham tido irmãs cujas bundas foram inauguradas por um e pelo outro, a de Gorete foi Angelita, sua irmã mais nova que ela, a quem Toninho desvirginou a bunda e a de Alzira foi Tereza, sua irmã mais velha que ela a quem Juca inaugurou a bunda também e já que ambas irmãs tinham enaltecido a performance de seus enrabadores isso contribuiu em muito
para que tanto Gorete como Alzira ficasse curiosa a respeito do marido da outra e já isso tinha se tornado assunto dominante entre as duas Gorete acabou por sugerir:
—    Por que em lugar de ficarmos sonhando como seria uma estar com o marido da outra não partimos para uma troca de casais?
—    Será que eles vão aceitar?
—    Sem duvida que sim. Ou será que não percebeu os olhos gulosos que Juca vive botando em cima de você?
—    Sim! E também percebi que Toninho lhe faz o mesmo.
—    Eu também já tinha percebido isso e já que é assim bastará apenas darmos um pouco de corda para eles durante um desses churrascos que tudo se fará por si só, concorda?
—    Mas, é lógico que sim. E quando será?
—    Já no próximo sábado.

-

O próximo sábado chegou e mais uma vez enquanto Juca e Toninho acendiam a churrasqueira Alzira e Gorete preparavam a salada e a farofa enquanto planejavam uma abordagem insuspeita e como não surgia uma idéia aproveitável Gorete sugeriu:
—    Já que o Juca é louco por sua bunda e o Toninho pelos meus seios por que não trocamos as partes de nossos biquínis?
—    Como assim?
—    Eu coloco a calcinha do seu e você o sutiã do meu!
—    Mas, desse jeito minha bunda e seus seios ficaram praticamente nus!
—    E se isso não os fizer perderem a cabeça nada mais o fará!

Enquanto elas faziam a troca Toninho e Juca a muito entediados com a mesmice dos  churrascos pensavam em como torná-los mais emocionante e isso acabou levando Toninho a dizer:
—    E pensar que dois “limas novas” como nós acabariam amarrados a uma só mulher. Se me contassem nem mesmo eu acreditaria.
—    Bem falado, cara! Essa coisa de transar com uma mulher só por tanto tempo está me sendo muito mais monótono do que pensei. Será que elas também se sentem como nós?
—    Acho que não! Pois, elas ao contrario de nós só transaram conosco e por isso não sabem diferencia um homem de outro.
—    Conosco virgula! Pois, ao que me consta a Alzira só transou com você e a Gorete comigo.
—    Hei! Cara. Já que é assim por que não trocamos de mulher como nos velhos tempos?
—    É! Pelo que vejo, elas devem estar pensando o mesmo.

Isso fez Toninho se virar para onde Juca olhava e ao ver que Alzira vestia a
calcinha do biquíni de Gorete e que essa vestia o sutiã da outra comentou:
—    Não resta a menor duvida que sim!
Elas se aproximaram e cada uma entregou ao marido da outra um copo de caipirinha dando a eles o indicio claro de que elas estavam para o que desse e viesse o que levou Toninho se dirigir ao amigo dizendo:
—    Com certeza esse churrasco será um dos mais divertidos que já tivemos!
Ao que Juca secundou:
—    Certamente que sim!
-

Já que daí em diante elas passaram a ficar mais tempo com o marido da outra isso deixava claro que a iniciativa para algo mais concreto caberia a eles e como ele não via a hora de meter sua pica na bunda de Alzira sinalizou para Gorete avisando que precisar conversar com ela e assim que ela se aproximou ele
perguntou:
—    É isso que você realmente quer?
—    Se você não ficar magoado comigo, sim!
—    Como deve percebido tudo o que for feito será em pé de igualdade e já que
ninguém poderá alegar ter sido traído pelo outro não vejo motivo algum para me
magoar ou você vê?
—    Não! É justamente por isso que a Alzira e eu decidimos nos arriscar.
—    Ótimo! Agora se vire.

Sem entender o motivo daquele pedido Gorete virou de costas para Juca que passou
a desatar os laços que prendia o sutiã do biquíni que ela usava e como isso não
lhe esclarecia coisa alguma Gorete perguntou:
—    O que está fazendo?
—    Apenas facilitando um pouco as coisas.
E dando um tapa leve na  bunda de Gorete falou:
—    Agora vá e bom divertimento!

Enquanto Juca e Gorete faziam seus acertos Toninho e Alzira também faziam os seus que começou com ela perguntando a ele:
—    Você não está zangado comigo, está?
—    E por que acha que eu deveria estar sendo todos amigos como somos?
—    É que achei que não tendo lhe avisado você poderia ter se ofendido comigo.
—    De forma uma alguma uma surpresa assim tão agradável me ofende e você não sentirá ciúmes ao me ver com a Gorete?
—    Não sei porque, mas dela eu não sinto um pingo de ciúmes, mas só espero que depois dela você não me venha se aventurar com outras, pois aí sim não gostarei nem um pouco.
—    Foi bom você falar nisso, pois espero o mesmo de você.
—    Então estamos combinados?
—    Sim! É claro que sim. 1

E Toninho querendo dar o troco a altura do que Juca tinha feito passou a tirar a calcinha do biquíni que Alzira usava não sem pouca dificuldade, pois já esse era dois números menores que os indicados para uma bunda daquele tamanho e sendo assim Alzira na verdade só tinha a boceta coberta, pois a parte de trás tinha lhe entrado no rego da bunda como se o biquíni fosse do tipo fio dental e mesmo assim a já acanhada Alzira passou a caminhar em direção a Juca com andar incerto de quem se consumia em vergonha e por quando se aproximou dele que estava recostado numa mesa ela parou de cabeça baixa o que obrigou Juca a pegar no seu queixo e erguer lhe o rosto para o primeiro beijo para em seguida a abraçar com firmeza e passar a acariciar a bunda que tanto cobiçava e com quando enfiou um dos dedo no cú de Alzira ela suspirou e se apertou mais a ele Juca perguntou a ela:
—    Também gosta disso?
—    Sendo casada com quem sou como haveria de não gostar?
—    E do que mais gosta?

Em lugar de responder Alzira se agachou e puxando a sunga de Juca para baixo liberou seu caralho e mesmo já tendo sido avisada por sua irmã e por Gorete que era grande ela não pode deixar de se surpreender e exclamar:
—    Minha nossa! Não é à toa que a Tereza reclamou tanto naquele dia.
—    Essa é boa! Por que?
—    Porque é bem maior do que me disseram que era.

E mesmo assim passou a beijar, lamber, mordiscar e sugar a tora de Juca até se cansar e após isso se levantou dizendo:
—    Mal consigo acreditar que finalmente consegui realizar o desejo que passou a me perseguir desde o dia em que Tereza transou com você!
—    Já que é assim que tal me deixar satisfazer o meu que também me persegue desde esse mesmo dia?

Alzira sabia qual era o desejo a que Juca se referia e por isso se debruçou
sobre a mesa de forma que Juca pegando o frasco de creme hidratante que coincidentemente estava sobre a mesa pode passar a prepará-la como se aquela fosse a primeira vez que Alzira daria a bunda o que para ela estava sendo ótimo, pois assim Alzira venceu o medo do caralho de Juca a ponte de abrir a bunda e pedir:
—    Meta logo em mim que estou louca de tesão!

Já que Juca estava apenas esperando por isso ele encostou a cabeça e foi a pressionando lentamente se deliciando em vê la desaparecer lentamente no cú de Alzira que não podendo mais conter a dor que sentia explodiu:
—    Aí meu cú! Como isso dói.
O que levou Juca a acalmá-la dizendo:
—    Fique calma e relaxe que o pior já passou!

A experiência de Alzira mesmo sendo pouca já era bastante para ela saber que Juca só tinha dito isso porque ele sabia que a cabeça já tinha entrado o bastante para que dor passasse a diminuir e por isso ela soltando a bunda se apoiou sobre os cotovelos e passou a mover o corpo ritmadamente para frente e para trás só parando quando a pica de Juca tinha entrado até sós as bolas ficarem de fora o que o levou a perguntar:
—    Ainda está doendo?
—    Não! Só está ardendo um bocado.
—    Basta um pouco mais de creme que isso se resolverá!

E após fazer seu pau sair totalmente espalhou sobre e sobre o cú de Alzira uma boa quantidade do mesmo creme e em seguida fez seu pau deslizar novamente pela bunda de Alzira adentro até sumir por completo o que levou Alzira a dizer:
—    Agora sim está uma delicia!
—    Então rebole que vou te encher de porra.

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Alzira o atendeu e Juca passou a tirar e por seu caralho num ritmo nem muito rápido e nem muito lento o que fazia com Alzira sentisse claramente a pica comprida e grossa de Juca sair quase complemente e voltar a entrar até as bolas tocarem sua boceta e assim foi até que Juca a segurou pela cintura e dando algumas estocadas mais vigorosas esporrou fazendo Alzira soltar um gemido rouco e alto e desfalecer sobre a mesa.

Se Juca foi logo ao que lhe interessava, Toninho também o fez, ou seja, mal Gorete se aproximou Toninho envolveu os seios dela com as mãos passando a apalpá-los como quem apalpa seu fruto predileto e foi com mesma voracidade que ele passou a beijar, lamber e sugar os seios dela a fazendo delirar de tesão e Gorete não querendo ficar de fora baixou a sunga de Toninho passando a manipular o caralho dele não sem ficar um pouco desapontada por achá-lo pequeno, mas nessa época ela que conhecia o segundo caralho de sua vida não tinha como saber que
qualquer caralho comparado ao de Juca pareceria pequeno, e com isso o casal foi embalando nos preparativos da foda só parando quando tiveram sua atenção desperta pelo quase grito que Alzira soltara quando o caralho de Juca invadiu seu cú e isso levou Gorete a perguntar a Toninho:
—    Você vai comer meu cuzinho também?
—    É claro que vou, mas primeiro que fazer uma coisa com a qual venho sonhando desde o dia em que te vi pela primeira vez!

E tomando Gorete pela mão a conduziu até uma das esteiras perto da piscina e após fazê-la se deitar de costas montou sobre ela de forma poder encaixar seu caralho entre aos seios dela passando em seguida a mover o corpo se estivesse fodendo e já que não era a primeira vez que Gorete fazia aquilo apertou os seios com as mãos passou a incentivar Toninho:
—    Isso! Mete gostoso na sua putinha, vai! Mete até gozar... Que delicia também estou gozando!

E já que o “também estou gozando” de Gorete coincidiu com Toninho despejando sua porra quente e viscosa entre seus seios ela ainda não se dando por satisfeita se aproveitou da posição em que estavam para abocanhar o cacete de Toninho para chupá-lo até deixá-lo duro novamente e assim que consegui o que queria ela pediu a ele:
—    Venha! Meta isso na minha bocetinha que estou louca para senti lo enterrado até as bolas.

Isso fez Toninho sair de sobre ela e se posicionar para aproveitar que Gorete se arreganhara feito uma fraga assada para começar a enfiar seu caralho na boceta dela, mas assim que sentiu o aperto e a resistência oferecidos pelas carnes terras e quentes da garota se espantou:
—    Nossa! Como você é apertada. Tem certeza de que não é mais virgem?
—    Certeza absoluta! Por que? Está achando ruim?
—    Que nada! Estou é achando uma delicia.
—    Então meta com força e me encha de porra!

A vontade do Toninho era prolongar ao máximo aquela foda, mas a combinação do aperto, com o calor, a umidade e os apertos ritmados que Gorete fazia com os músculos fez Toninho não conseguir se conter e gozar para em seguida se desculpar:
—    Desculpe-me! É que você é gostosa demais.
—    Que nada! O bom mesmo é você.

É claro que Gorete também tinha gozado, mas apesar disso ela ainda se sentia um pouco insatisfeita por ter se poupado para gozar gostoso mesmo quando Toninho a enrabasse, mas como a farra só estava começando ela se conformou em adiar o que queria para mais tarde.

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* * *
Terminada essa primeira rodada de fodas os quatros caíram na água pra
refrescarem e lavarem o suor e foi só depois de muitas brincadeiras, cervejas e caipirinhas que as coisas voltaram a esquentar e dessa Alzira pode sentir como era ter a tora de Juca na boceta e Gorete como era ter um cacete diferente em sua bunda pela primeira vez.

Leia outros contos da Kátia em   http://contosdakatiaramos.blogspot.com.br/
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

UM CORNO APAIXONADO SEMPRE PERDOA

www.golpo_.us_1

Paula e Marco eram meus colegas de trabalho. Todos os dias a gente

almoçava juntos e acabamos ficando amigos . ..Paula era uma gordinha

muito gostosa..tinha uns 37 anos, cabelos negros e belos olhos azuis,era

farta,de coxas grossas e seios grandes,uma bunda enorme e maravilhosa,

me deixava louco de tesão..Ela era casada e tinha dois filhos que eu

conhecia por fotos....Marco também era casado,meio machista,mas muito

simpático e falante. Marco tinha fama de cafajeste,e acho que era por isso

que já tinha saído com muitas meninas da empresa. Dava pra perceber

que Paulinha também estava interessada nele.E eu interessado

nela,mas,pelas circunstâncias,ficavamos apenas nas cantadas sutis e

piadinhas. Além da minha timidez, estava faltando oportunidade.

Um dia, em uma dessas festinhas de final de ano, percebi que Marco e

Paula se afastaram dos outros, percebi que foram para onde tinham

algumas salas vazias.

No corredor, vi que Marco  a abraçou por trás,passando a mão pela

cinturona dela e a encoxou.Falou alguma coisa no ouvido dela,ela olhou

pra ele, sorriu e os dois sairam, entrando numa sala no final do corredor.

Fiquei uns segundos ali parado,me sentindo idiota,frustrado,excitado, com

raiva e com ciúmes. Voltei pra festinha, mas não parava de pensar neles,

Eu estava morrendo de inveja do Marco.

Uns 20 minutos depois fui no banheiro. Marco entrou logo depois,ficou

urinando do meu lado. Senti que ele esperava que eu perguntasse alguma

coisa,eu não disse nada,,então ele falou: ' Gabriel,acabei de gozar gostoso

agora.'..Levei um choque,ele continuou :" A Paula chupou meu pau lá na

sala dela ,até eu gozar na boca dela..'..que putinha,chupa muito

gostoso,a vadia...". Lavou as mãos e saiu,eu nem respondi,nem disse

nada.. Agora eu tinha ficado com mais raiva e com mais ciúmes ainda.

Daquele dia em diante, decidi nunca mais falar com a Paula,nem com o

Marco, filhos da puta,eu pensava,remoendo minha inveja e frustração.

Deixei de almoçar com eles, passei a evitá-los,

Algum tempo depois, o serviço apertou, e um dia, depois de umas horas

extras, era bem tarde, ouvi Paulinha pedindo carona pro Marco, ela disse

que tinha vindo sem carro, ele simplesmente falou que não podia dar

carona prá ela.

Todo mundo foi sainda, e meu olhar cruzou com o da Paula, Me olhou,

tipo pedindo ajuda, e me pediu uma carona . A filha da puta estava tão

bonita,tinha um rosto tão lindo , eu tinha tanto tesão por ela, que ,eu

,mesmo sem querer acabei concordando em levar ela em casa. 

No caminho,Paula me agradeceu muito e depois me disse:  "posso te

perguntar uma coisa ? ". Eu disse que sim e ela me perguntou porque eu

não falava mais com ela e porque tinha me afastado dela. Perguntou se

tinha feito alguma coisa prá mim.

Eu hesitei um pouco e acabei falando que achava que ela preferia ficar

sozinha com o Marco , que eu achava que estava atrapalhando. Não

perguntei mas insinuei que ela tinha um caso com ela.

Ela não disse nada. Só falou : "que pena que você tenha se afastado de

mim, gosto muito de você. "... Depois não disse mais nada e eu também

não.
Chegamos na casa dela, antes de sair do carro ela disse : " Meu marido tá

viajando, ia te convidar prá subir, é uma  pena que você seja  ciumento ".

Eu cheguei a andar um quarteirão , mqs quando vi estava pensando nela,

na carinha dela, e percebi que estava de pau duro. Voltei rapidamente e

toquei o interfone no apartamento dela. Disse que tinha uma coisa pra

falar prá ela.

Ela me pediu prá subir , logo que abriu a porta, perguntou :" o que você

tem pra me dizer ? "

Imediatamente, segurei no rosto dela e lhe dei um beijo na boca...Foi um

beijo gostoso, ela tinha uma boca muito gostosa...tentei dar outro beijo

mas ela me afastou, dizendo "não".. meu pau tava durissimo, dava prá ver

pelo volume das calças..o pau tava tão duro que escapou da cueca ,pelo

lado...Continuei tentando, como um tarado...

Até que dessa vez foi ela quem procurou a minha boca .Nos beijamos

muitas e muitas vezes e eu comeci a passar a mão nela, parecia um polvo

com vários tentáculos,  eu estava louco de tesão por aquela gordinha...eu

a apertava, puxava,  e comecei a levantar sua saia , alisando suas

enormes coxas,acariciando cada parte daquele farto e apetitoso

corpão.Ela não resistiu, A essa altura, eu já beijava seu pescoço, seu colo e

tirei sua blusa e soltei seus seios enormes, beijando , lambendo e mordendo

seus mamilos completamente inchados.

Desci a lingua pela sua barrigona e levantei a sua saia , puxei sua calcinha

pro lado e ,comecei a masturbar sua buceta enquanto nos beijavamos

que nem loucos.. eu chupava seus peitos com força, arranquei sua

calcinha com tanta força que quase a rasguei, eu disse que estava com

tanto tesão que não conseguia me controlar.. "nem eu," ela disse...

Abri bem suas pernas e comecei a chupa-la : colocava a lingua la dentro,

mordiscava seu clitoris, enfiava dois dedos na sua buceta, ela se contorcia

quase enlouquecida. ela pedia para eu enfiar mais os dedos ..eu dei um

banho de lingua na sua buceta e nos seu cu.. ela rebolava na minha

boca,.e finalmente gozou..gozou, se contorcendo e gozou de novo...

Se esticou no chão..jogadinha...com a respiração cansada...eu me deitei

ao lado dela, beijando seu rosto e sua boca, com o pau duro apontado

para o teto...So então me dei conta de que estavamos pelados..ficamos

tão enlouquecidos que tiramos a roupa sem perceber...

Bem, passaram-se algunns minutos e ela veio me beijando..começou a

beijar meu peito todinho, eu me arrepiei e ela começou a chupar meu

pau...Colocou a cabecinha na boca, ela cuspia nele, lambia ele todinho,

foi descendo , chupou meu saco, abriu minhas pernas e foi descendo,

chupou uma bola de cada vez, eu estava louco de tesão...eu gemia e

dizia :" que booocaa, que dellliciaa, que tesãããããoooo". isso foi

incentivando ela mais ainda.. meus gemidos já estavam se tornando

quase urros, eu segurava no cabelo dela, ela foi se virando e sentou sua

buceta na minha cara e fizemos um 69 delicioso...Ela deslizou , sentou em

cima de mim e foi descendo, fazendo sua buceta engolir o meu pau, eu

fiquei louco do jeito que ela mexia em cima de mim...ela sentou de

cocoras e ficava colocando e tirando o pau da sua buceta...ficou se

mexendo devagar e se masturbando...de repente, gritou:  " vou

goooozarrr, vou gozaaarrrr..vou goozar...." e ficou gemendo e pulando no

meu pau, bombando sua buceta até que eu não aguentei e esporrei

dentro dela...Ela saiu de cima de mim e nos deitamos lado a lado,até

nossa respiração voltar ao normal.

Ela se levantou, me puxou para o quarto, liguei pra minha mulher dizendo

que ia demorar mais um pouco,ficamos nos acariciando,por um bom

tempo,nos beijamos,depois  ela virou-se de costas pra mim e comecei a

lamber e a beijar e a chupar suas nadegas,,suas coxas.,acariciar sua bunda

e dei uns tapinhas..."quero comer seu cú, eu disse",ela sorriu e disse que

não, então fiquei apenas acariciando sua bunda , balançando suas

nadegas,, apertando e beijando..percebi que ela colocou a mão no meio

das pernas e começou a se masturbar devagarinho..

Depois de lamber e mordiscar suas nadegas..comecei a dar tapinhas na

bunda dela...primeiramente timidos e fracos,em seguida aumentei a força

das palmadas .Ela se masturbava loucamente se contorcendo, eu

aproveitei os movimentos dela e bati com mais força...segurei firme na sua

bunda e comecei a chupar seu cuzinho, enfiando e tirando a lingua e

enfiei então um dedo no cuzinho dela...

Comecei a beijar e a lamber suas costas e a me deliciar vendo-a se

contorcer de prazer..

Louco de tesão como eu estava, eu me posicionei por cima dela  e quis

foder também o cuzinho dela, e eu fodi o rabinho dela devagar,e

firme..puxei-a pelos cabelos,fazendo a curvar as costas e empinar mais a

bunda,facilitando o meu trabalho.Comecei a dar tapas também na sua

bunda e a aumentar o ritmo da penetração..Se masturbando com

rapidez, ,Paula gemia :"vc está me deixando louca ",e foi pedindo mais:

"mais me fode mais, arromba meu rabo, quero ser sua puta, sua

piranha,"..muito louco agora eu fodia de verdade seu rabo,puxando seu

cabelo,chupando seu pescoço e ela gemia, urrava de prazer :

"isssssssssssssoooooooo ,isssssssssssssoooooooooooooo, fodeeeeeeeeee,

fodeeeeeeeeeeeeeeee gostoooooooooooosoooooooooooooooo,

ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, asssssssssssimmmmmmmmm,

mmmmmmmmmmmaiiiiiiiiiiiiiiiissssssss, noooossssssssssaaaaaaaaa, que

gostosooooooooo,.." Não demorou muito e ela gozou na masturbação .

Parei de me mexer,sentindo ela gozar.

Ela se virou pra mim e me beijou bastante e me punhetou gostosamente e

disse que queria mais : " quero mais..quero mais...me fooodee..."..ficou de

ladinho e e eu comecei a enfiar o pau de novo no seu cú, ela pedia para

eu ir devagarinho, dizia que estava adorando...Logo que entrou a metade,

ela se virou de quatro de novo e arrebitou o cú e implorava  para eu foder,

eu pedia que ela gritasse , me xingasse, eu batia na sua bunda, eu fodia,

eu xingava...eu comi seu cu em todas as posições, ela de frente pra mim,

em cima de mim ,eu nunca tinha comido um cu desse jeito, eu repetia a

toda hora que nunca tinha comido um cu como o dela..eu a beijava

como louco, estava alucinado de tesão..Ela me deu o cú ao mesmo

tempo em que se masturbava novamente ..cada vez que mudavamos de

posição eu socava o pau no  cú dela até o fim...

Finalmente eu senti um arrepio e anunciei pra ela que ia gozar...segurei

pela cintura e puxei e disse : "vou encher seu cu de   porra sua vadia....."

Gozei gostosamente,colado nela até o último espasmo.

Depois ela me olhou com um olhinho tão lindo e me beijou de um jeito

tão delicioso,que me deu vontade de ver ela gozando novamente..

Acaricei bastante a sua buceta,esfreguei bem o seu grelinho,beijando sua

boca deliciosa.Senti pelos gemidos que ela estava ficando excitada de

novo. Massageando seu clítoris,notei que ela se umedecia. Então

abaixei-me e comecei a lamber suas coxas e os labios da buceta,enfiei dois

dedos na sua buceta,masturbei ela enquanto mamava no seu grelo,ela

gemia e se contorcia até gozar.

Depois nos deitamos, abraçados e ficamos trocando carinhos e beijos
Não vi o tempo passar,de tanto prazer que estava sentindo .

Foi assim que descobri que estava apaixonado por ela. não perguntei se

ela continuava a dar pro Marco, não me importava, o importante era que

... quando estava comigo , Paula era só minha... Como eu disse: o corno

apaixonado sempre perdoa uma traição..