quarta-feira, 18 de junho de 2014

AVENTURAS DE ALENA E OUTROS

...No post de hoje, dois contos que recebi de leitores do blog. Agradeço o envio. O meu email é tonixscorpion@gmail.com. Aguardo contos e fotos de vocês.
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EU,MINHA AMIGA E UM RAPAZ

conto de Alena

Bem, atendendo a pedidos, estou mandando para vocês mais um relato de minhas aventuras.
Bem, depois daquela 1a. e levemente perigosa transa com Suzana nós duas ficamos ainda mais íntimas.
Não vou dizer que passamos a ser namoradas pois não havia aquela coisa forte típica do sentimento de amor.
Éramos amigas intimas que dividiam algums momentos de prazer juntas, sem complicações além disso.
Numa tarde, depois de transarmos ela começou uma conversa sobre fantasias sexuais.
Ela me perguntou : "Alena, você tem fantasias sexuais ? "
Eu respondi : " Huummm, não, acho que não, nunca pensei muito a respeito"
Ela então continuou : "Pois eu tenho uma que a tempos passa por minha cabeça "
De imediato perguntei :  "Qual ?
Ela continou : "Transar com um garoto de programa. Jovem"
Eu : "Vai trair seu marido ? " ( É curioso mais no momento nenhuma de nós duas considerava o fato de fazermos amor como uma traição ao marido dela )
Ela : " Não acho que seja traição. Será só sexo, eu tenho quase certeza que ele também deve se utilizar de putas de vez em quando. Por isso há tempos só transo com ele de camisinha"
Eu : "E por que ainda não realizou ? Tem medo ? "
Ela : "Exatamente . E quero tua ajuda ."
Eu : " Eu. Como vou lhe ajudar com isso ? "
Ela : " O medo que eu tenho é de dar azar e pegar algum maluco e ele fazer algo de ruim comigo. Mas se fomos duas fica mais difícil, entende ?"
Eu : " Você quer que eu vá e fique olhando vocês transando para ver se está tudo bem ? Eu não sou voyeur ."
Ela : "Não Alena. Quero que transe com ele junto comigo. "
Eu : "Você tá brincando. Nós duas, com um cara ? "
Ela : "Isso, nós duas. Imagina como vai ser gostoso. O que eu sonho nesta fantasia Alena é que poderemos nos preocupar apenas com nosso prazer, ele estará lá só para nos servir. Fará o que mandarmos ele fazer. Eu por exemplo quero ser beijada nos pés, dedinho por dedinho"
Eu : "Suzana, você quer mesmo ? Bem, eu nunca tinha pensando em fazer algo assim. Mas por você eu farei. Quem será o gato ?  "

Dito isto caímos na risada e ficamos  fazendo carinho uma na outra por mais um tempo.
Durante dias visitamos site de acompanhantes, ligamos para os anúncios de jornal e cada dia ficávamos mais excitadas com a idéia.
Numa sexta-feira Suzana me liga em casa dizendo que havia encontrado o que ela queria. O anúncio do rapaz trazia o endereço do site onde havia fotos dele.
Era moreno claro, 1,70 , um corpo bem definido e foi bem educado e tranquilo na conversa que tivemos ao telefone.
Dizia ter 25 anos e que fazia programas a 2 anos.
Preço da Brincadeira : R$ 300,00.
Suzana ficou animadíssima e decidiu que seria com ele.

Combinou para o sábado da semana seguinte pois durante a semana iria desmarcar visitas de imóveis no sábado.

Para o marido mencionou que no sábado em questão teria que mostrar mais de 5 imóveis, ou seja teria todo o dia e um pouco da noite para curtir sua fantasia .

No dia combinado Suzana saiu de casa por volta das 10:00 , ela me pegou às 10:30 e ficamos passeando juntas até às 12:30 e então seguimos para o local combinado para o encontro com o rapaz.
Nós o pegamos no local combinado e de lá até o motel conversamos amenidades.

Ao chegarmos ao motel Suzana escolheu uma suite super luxo.
Assim que entramos na suite o rapaz, profissional que era,  já foi dizendo que iria tomar uma ducha.
Suzana pediu duas garrafas de vinho branco e nós duas nos despimos, deitamos na cama  e nos cobrimos com os lençois.
O rapaz voltou em uns 15 minutos e nós duas já estávamos bebendo vinho e dando risadas.
Ele estava apenas de sunga e por alguns minutos eu e Suzana ficamos observando seu corpo.
Era bem definido mas não muito musculoso, ele não tinha o rosto muito bonito mas o conjunto era agradável, ele tinha mais ou menos a minha altura.
Para quebrar o gelo ele perguntou : Vocês gostariam de começar com uma massagem, eu tenho um óleo bem relaxante aqui na minha bolsa.
Eu e Suzana nos olhamos sorrimos e falamos ao mesmo tempo :
Adoraríamos.

Ficamos deitadas de bruços e puxamos o lençol até  a altura de nossos bumbuns. Pedimos para ele começar no pescoço e massagear até as costas.
Ele então começou com a Suzana, passou um pouco do óleo em sua nuca e foi massageando nuca e ombros. O efeito na Suzana foi imediato ela já sorria e gemia satisfeita.
Em seguida o rapaz fez o mesmo em mim mas ai ficou revezando, às vezes com uma mão em mim e outra em Suzana, também adorei o toque e fui ficando excitada.
Suzana também demostrava estar gostando e com a ajuda do vinho foi ficando mais solta e depois de um tempo falou : Agora quero massagem em meu bumbum, coxas, pernas e pés.
O rapaz então foi puxando lentamente o lençou e olhou fixamente para a bunda de Suzana que já denunciando as intenções abriu um pouco as pernas permitindo-o também ver um pouco de seu sexo.
O rapaz olhou para mim como que perguntando se eu queria o mesmo e eu sorri e respondi afirmativamente.
Para massagear meu bumbum o rapaz encheu a mão com o óleo e despejou tudo sobre meu reginho, espalhando rapidamente sobre as duas partes , ele me deixou ensopada .
Apesar de seus movimentos rápidos o óleo também escorreu para minha xaninha  indo se misturar com os líquidos que já minavam dela.
Ele fez a mesma coisa com Suzana que estava cada vez mais excidada e enquanto era massageda arrebitava a bunda permitindo ao rapaz também tocar sua buceta e assim masturbá-la um pouco.
O rapaz seguiu com a massagem por alguns minutos espalhando o óleo por nossas coxas , pernas e pés.
Neste instante Suzana pediu a ele que beijasse e chupasse os pés dela e ele fez isso como se fosse a coisa mais gostosa do mundo.
Suzana já gemia de prazer e já buscava minha boca e também acariciava meus seios.
Eu fiquei impressionada ao ver a excitação e o prazer que Suzana sentia ao ser beijada nos pés , após alguns minutos seus pés já estavam molhados de tantos beijos e chupadas e ela num movimento virou-se , ficou de quatro e ordenou ao rapaz : Me come .

O rapaz, rapidamente colocou a camisinha e ficou de joelho atrás de Suzana e começou a penetrá-la.
Suzana estava extasiada e denunciava seu prazer a cada estocada do rapaz em sua buceta. Ele também alisava sua bunda e costas e a cada instante Suzana forçava mais seu corpo contra o pênis do rapaz, querendo que ele fosse mais fundo dentro dela.
Eu fiquei observando a cena e me masturbando por uns poucos minutos até que Suzana sussurrou que queria me devorar.
Eu me ajoelhei em frente a ela e passou a vasculhar minha buceta com a lingua.
A cada estocada do rapaz nela ela também tentava ir mais fundo dentro de mim.
Eu podia ver a buceta de Suzana ser penetrada e isto me deixava bem excitada, à medida que o prazer aumentava eu fui segurando a cabeça de Suzana e praticamente esfregava todo seu rosto em minha buceta que já estava absolutamente ensopada .
Com mais alguns minutos Suzana anunciou seu gozo. Ela gritou forte e seu corpo todo estremeceu e se arrepiou.
Suzana se libertou do rapaz e foi logo dizendo, agora é você Alena.

O rapaz ainda não havia gozado e seu membro ainda esta rígido .
Ele se deitou eu fui para cima dele cavalgá-lo.
Seu membro estava bem grosso mas minha excitação era tanta que minha bucetinha acomodou tudo sem dificuldade.
Eu fiquei de frente para o rapaz e subia e descia lentamente permitindo a ele apreciar seu pênis surgir e sumir dentro de minha buceta.
Eu logo já estava apreciando aquilo enormemente e fui aumentando o ritmo. Suzana já estava me observando e acariciava minhas costas e minha bundinha.
À medida que aumentava o ritmo meu prazer aumentava, o rapaz apesar de profissional também não conseguia disfarçar o extremo prazer que sentia, seu penis pulsava e ele gemia alto enquanto me fodia e já apalpava meus seios.
Eu sentia meu orgasmo chegando e neste momento já sentia prazer por todo meu corpo.
Suzana já desliza sua lingua por todo meu corpo, ora lambendo minha nuca e minhas costas , ora chupando meus seios no que foi acompanhada pelo rapaz.
Eu via os dois lambendo e chupando meus seios, como se eu os tivesse amamentando. Meus mamilos já estavam duros como pedra e a cada lambida que eles davam meu corpo tremia.
Suzana também usava suas mãos e quando sentiu que eu estava prestes a explodir em gozo passou a penetrar meu cuzinho com os dedos .
Ahhh, que delícia foi sentir isso. Ela começou com apenas um dedo mas meu cuzinho foi tão convidativo e minha expressão de prazer tão intensa que em pouco tempo Suzana já tinha três dedos entrando e saindo de mim.
Eu não aguentei isto por muito tempo e por mais que eu quizesse prolongar o prazer minhas pernas já doiam de tanto subir e descer sobre aquele mastro.
Eu gritei várias vezes : vou gozar ! vou gozar ! vou gozar , pois sabia que o rapaz também queria liberar todo o tesão contigo.
Não deu outra , segundos depois explodimos juntos. Seu penis pulsou de tal forma dentro de mim que eu cheguei a ficar com medo da camisinha estourar, mas felizmente isto não aconteceu.
Suzana também me provocou arrepios com seus movimentos em meu cuzinho, foi quase que um gozo duplo para mim.
Ah, deitei na cama, saciada e exausta.  Suzana também tombou sobre mim pois havia gozado novamente se masturbando.
Ficamos alí deitadas por um tempo. O rapaz se recompos 1o. Foi ao banheiro tomar uma ducha e já voltou de sunga.
Suzana e eu terminamos com o vinho e apenas nos olhávamos sem nada dizer.
Tinha acontecido como ela queria. Um sessão onde nos concentramos apenas em  nosso prazer, e que prazer tivemos.

Mais algum tempo e eu e Suzana banhamos e nos arrumamos. Suzana pagou o rapaz ainda dentro do motel , em dinheiro ,  e nós fomos deixá-lo no mesmo local onde o havíamos pego.
Ao sair ele disse :  "Ok, quando quiserem novamente é só chamar, vocês são marivilhosas"
Eu e Suzana apenas piscamos para ele e fomos embora.
E assim  Suzana realizou sua fantasia com minha ajuda.
Bem pessoal, até a próxima, Alena.

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CARONA DELIRANTE
AUTOR DESCONHECIDO

Bom... as coisas não acontecem por acaso...  e depois deste dia... tenho mais certeza disto...*resumindo* : foi uma das melhores trepadas que eu já dei.

Eram 02:00 da madruga e eu estava com algumas amigas em um bar na Zona Sul de São Paulo, sentadas na mesa... jogando conversa fora... quando veio um homem interessante, sentou ao meu lado e começou a conversar... beboi alguns drinks... e o tom da sua voz me excitava... ele falava próximo ao meu ouvido... para que eu escutasse, pois no  Ambiente em que nós estavamos tinha música ao vivo e o som
estava alto...

as minhas amigas resolveram esticar a noite descendo para a praia, porém eu não estava afim... até que o Mauro resolveu se oferecer para me deixar em casa... é claro que eu aceitei... pois sentia que aquela carona ia me render uma boa transa... depois de mais ou menos 1 hora... descidimos ir embora...

Ao entrar no carro, senti que a excitação que sentia por aquele homem
estava aumentando...porém, fiquei na minha .. Naquela noite a real intenção era realmente se divertir para o que der e vier ..Quando de repente sinto que ele me toca no braço para que eu coloque o cinto de!
segurança... pude sentir o seu toque e comecei imaginar como seria aquela mão tocando o meu corpo..

.Passavamos por uma avenida onde só tem motel... e a situação me excitava... um desconhecido, o preigo, o tesão, desejo, prazer...Quando derrepente ele para em frente a um motel e olha para mim e só faz um gesto com a cabeça de que iria entrar... sinalizei que sim e ele
definitivamente entra no motel... eu estava com muito desejo...

No carro, parado já na garagem.. ele veio me beijar... não pude resistir e
começamos a nos acariciar... senti o leve toque da sua mão deslizar pelos meus seios que estavam somente embaixo de uma leve bluza, tocando-os delicadamente, a outra mão tentava levantar a minha saia ... que delicia... eu comecei a acariciar o seu pau que ainda estava dentro da calça... mas já estava volumoso... a minha respiração já estava ofegante... cada vez mais excitados, o carro estava ficando "pequeno" demais para nós dois e saímos desesperados um pelo outro.

Abri a porta do quarto e  comecei a tirar suas calças rapidamente e
pude senti-lo me tocando cada vez mais forte, ele me deitou sobre a cama de costas, tirei a minha blusa rapidamente e ele arrancou minha saia e puxou minha calcinha ... começou a acariciar meus seios com uma de suas mãos, beijando meu pescoço, lambendo minha orelha e eu comecei sentir seu pau bem duro começando a me tocar nas coxas... que delírio... Sua outra mão me penetr! ava bem gostoso, ele colocava ora um dedo, ora dois dedos... Ele me segurava forte, gostoso, da maneira que eu queria, seu pau roçava na minha coxa... com força... foi quando ele começou a lamber os meus seios e foi descendo rumo a
minha xana... mordeu a minha barriga... e tão logo... abriu as minhas pernas e caiu de boca na minha buceta... que delicia... me chupou tanto...  que gozei logo...

ele levantou e ficou de pé na cama e eu me ajoelhei e comecei a
chupa-lo... eu lambia as suas bolas e depois enfia-as toda em minha boca...passava a língua em volta da sua cabeça e depois colocava ele todinho dentro da boca e chupava... bem gostoso... este homem foi a loucura... gozou no meu rosto... mas não demorou muito... já estava lisando o pau novamente e disse que agora ele ia me foder... sorri bem gostoso e já fiquei de quatro... dizendo que era assim que eu queria...

Ele veio por trás... com uma de suas mão alisava rapidamente a sua pica e com a outra enfiava os dedos na minha buceta para me excitar ainda mais... neste momento eu arrebitava ainda mais a minha bunda...para que a penetração fosse o mais profundo possível... que delicia... quando eu senti aquela cabeça quente... entrando... gemi de prazer... o resto ele socou de uma só vez, eu urrei de prazer... que tesão... ele me socava com força... e dizia que de delicado somente o toque de suas mãos... e eu adorei escutar isto...

transamos mais vezes naquela noite... algumas ele gozou em meu rosto... outra eu fiz questão de fazer uma espanhola no capricho para ele... e assim ele gozava... gemia alto... e me fazia gozar muito gostoso... sei que terminamos aquela carona somente na manhã seguinte quando ele me deixou no portão do meu prédio... mas já avisou que a próxima carona... vai durar um final de semana inteiro... e que nesta até o meu cúzinho terei que dar... e assim eu espero ansios!a o próximo encontro... mas este depois eu conto a vocês...  Beijos...

terça-feira, 17 de junho de 2014

DIVERSOS CONTOS

No post de hoje , trago contos extraídos do site : Relatos Eróticos  - http://www. relatoseroticos.com.br

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Chifre no mar
Escrita por: minhacamweb

foto05

 

" Era um dia da semana do mês de Dezembro quando eu e minha mulher, Ana resolvemos ir à praia. Moramos em um condomínio que conta com uma balsa para fazer a travessia da lagoa, que fica entre nossa casa e o mar. A travessia leva em torno de 15 minutos. É um passeio muito agradável. Por ser um dia de semana e, também, um horário de pouco movimento, na balsa só estavam o marinheiro, um ajudante e nós. Em outras vezes em que utilizamos o serviços deles, já havia notado os olhares do marinheiro, João - um mulato de 1,80m, tronco forte e sempre vestido com um short largo e camiseta regata - na direção de minha mulher, que é loira, tem 32 anos, 1,55m, corpo durinho e proporcional pela malhação diária. Logo que entramos na balsa, ele nos cumprimentou sorrindo, informando que iria sair de férias e estava ensinando os macetes do serviço ao ajudante, que iria substituí-lo. Conversamos animadamente sobre seus planos para as férias.

Enquanto isso, minha mulher pegou o bronzeador e passou a espalhá-lo sobre os ombros e braços, com movimentos suaves para não manchar a pele. À medida que aplicava o bronzeador próximos dos seios, percebi que João, o marinheiro, parecia inquieto. Como estávamos sentados bem perto dele, vi que ao mesmo tempo que olhava na direção das margens da lagoa ele lançava olhares para Ana. O volume por baixo do calção dele aumentava. Ana, ainda sentada, abriu um pouco a canga que cobria suas pernas e passou o bronzeador entre elas. Afastou-as bem para passar o líquido nas partes internas. Esse movimento deixava à mostra a calcinha do biquíni, aumento ainda mais a excitação de João. Dava até para notar que, além de ter ficado maior, o volume embaixo do calção pulsava. Minha esposa também percebeu isso, principalmente porque Dodô, o ajudante, mudou de posição e ficou descaradamente na frente dela. Ana sorriu sacanamente para mim e passou a espalhar o bronzeador bem próximo da virilha, escorregando os dedos para dentro do biquíni, o que fez com que aparecessem alguns fios de cabelos de seus pentelhos dourados. Isso obrigou-a a afastar um pouco a parte de baixo de baixo do biquíni, para colocá-los para dentro. Dodô já não escondia mais sua excitação sob a bermuda de lycra que vestia.

O ajudante era negro mais alto e forte que o marinheiro. Minha esposa se divertia com aquela situação. Ora deslizava as mãos calmamente sobre as pernas, ora pela parte interna do biquíni, sorrindo provocantemente para eles. Em dado momento, quando abriu um pouco mais as pernas, notei que a parte do biquíni amarelo que cobria sua xoxotinha estava molhada. Não tive dúvida de que ela também estava excitada. Ana levantou-se e pediu que eu passasse o bronzeador em suas costas. Untei minhas mãos com o óleo, ela jogou os cabelos compridos para a frente, deixando a nuca descoberta. Aproveitei para morder, e chupar seu pescoço, enquanto encostava meu caralho teso em sua bundinha dura e redonda. "Ai, amor, assim vamos ficar todos mais excitados do que já estamos", disse. "Eu sei o que você quer", respondi-lhe e continuei meu trabalho. Fui esparramando o bronzeador sobre suas pernas, tornozelos e à medida que subia ia levantando lentamente sua canga. Quando cheguei à altura das coxas, pedi a ela que se curvasse, apoiando-se na cadeira a sua frente. Levantei, então toda a canga, deixando à mostra sua bundinha, coberta apenas pelo tira do fio dental. Deslizei minha mão suavemente sobre seu bumbunzinho, enfiando os meus dedos em seu rego, deixando todos loucos de tesão. Dodô já estava com a mão dentro da bermuda, alisando o cacete, e João, de pé e com a tenda armada, roçava a cabeça da pica por cima do calção. Meu short também se tornou pequeno para conter meu caralho assanhado.

Tirei o pau para fora e esfreguei na bundinha de Ana. Afastei seu biquíni e pincelei a chapeleta da vara em seu cuzinho. Ana sorria e me chamava de louco. Mas, sem resistir às minhas carícias, tirou a canga de vez e se estendeu no piso da balsa, deitando-se sobre ele. Nossos acompanhantes estavam estupetados. Disse-lhes então, que ia mostrar a eles a melhor maneira de se passar bronzeador em uma mulher. Deitei-me sobre Ana e fiz com que meu corpo deslizasse sobre o dela. Meu pinto, fora da sunga, passeava no meio de suas coxas. O espetáculo estava tão excitante que João decidiu desligar o motor da balsa, no meio da lagoa e longe das vistas de todos. Os dois ficaram próximos de nós e tiraram suas roupas, iniciando uma deliciosa masturbação. Quando Ana levantou a cabeça e viu o que estava acontecendo ao seu redor, Ana disse: "Que tesão que eles são, estou toda molhadinha!" ambos eram superdotados. Dodô tinha um cacete longo, cheio de veias, em que sua pele negra era ressaltada pela cabeça de diâmetro maior do que o resto do pau. João por sua vez, tinha uma verdadeira tora, comprida e grossa. Ana não se conteve. Ajoelhou-se, puxou os dois pelos respectivos mastros e, segurando-os com cada uma das mãos, continuou a punheta para eles. Em pé, deslizei as mãos, até os seios dela por baixo do biquíni.

Libertei os peitinhos com os mamilos pontiagudos e rosados, mas durinhos do que nunca, que passaram a ser acariciados pelos nossos companheiros de viagem. Ana puxou os dois mais perto dela, para ter os cacetes colados ao seu rosto. Ela tentou colocar o cacete de Dodô na boca, mas desistiu por causa do tamanho e passou, então, a língua em toda a extensão da tora, dando mordidas e chupões na cabeçorra. João esfregava o caralho no rosto dela e não demorou para ser premiado com uma bela chupeta. Ana alternava as chupadas. Ora era João que recebia os carinhos de sua boca, ora era Dodô. Em seguida ela pediu para que os dois se deitassem na balsa, um de cada lado dela. Aproveitei para desatar o nó da calcinha do biquíni,. Ana estava completamente nua, exibindo aquele monumento de corpo, e ficou de quatro para punhetar Dodô e chupar o João. Ajeitei-me por baixo dela e, afastando suas pernas, passeia a lamber a sua bucetinha encharcada. O grelinho estava duríssimo, o gosto e o cheiro de fêmea no cio me enlouqueceram. Levantei-me, posicionei por trás e atolei meu caralho em sua xana. Dei algumas estocadas, tirei o pau e, virando-a para mim, beijei sua boca, abracei-a bem forte e disse : "hoje vamos realizar a fantasia que você sempre teve: ser fodida por dois cacetes enormes."

Ana posicionou-se sobre Dodô e foi descendo os quadris para engolir o portentoso mastro com a vagina. Apesar de estar com a buceta bem lubrificada, Ana tinha dificuldades de agasalhar toda a tora. Tentei ajudá-la por trás, afastando os grandes lábio. Ao ser invadida pela chapeleta, Ana comentou: "Ai, que cabeção! Parece que está me rasgando." Tão logo o recebeu tudinho, ela iniciou uma lenta cavalgada, em que subia e descia o corpo, vagarosamente no início, mais aceleradamente depois. Minha esposa queria mais. Puxou João para perto de si e passou a lamber avidamente o cacete. Coloquei-me por trás dela novamente, abri as nádegas com as mãos e lambi seu cuzinho piscante. Acompanhando o movimento de sobe-e-desce, enfiei um dedo no seu anelzinho, depois mais um, para dilatar suas preguinhas. Enquanto isso, João se preparava para ocupar meu lugar, ao lambuzar seu gigante com o bronzeador. Ana percebeu a intenção dele e tentou defender-se: "Não, amor, eu não vou agüentar os dois me fodendo, os dois são muito bem dotados, estou sentindo a pica do negrão bater em meu útero." Eu sabia que mesmo reclamando, Ana desejava ser enrabada. Acariciei suas costas e sussurrei-lhe que João sabia o que ia fazer e eu não deixaria que ele a machucasse. João inclinou-se sobre ela, segurou o cacete e encostou a cabeçorra na entrada do cuzinho dela. Ao sentir a pressão, Ana interrompeu os movimentos sobre Dodô e curvou-se um pouco para facilitar a penetração.

Ainda segurando o mastro com a mão, João forçava a entrada para tentar introduzir pelo menos a chapeleta. Quando conseguiu, Ana saiu fora. Seu medo era grande. Acariciei-a novamente e enfiei minha mão por baixo dela para tocar seu grelinho. Sabia que a massagem no baladinho era seu ponto fraco. Ana não só relaxou como ficou ainda mais excitada ainda. Lubrifiquei o cuzinho dela com o bronzeador e João voltou a posição novamente para tentar novamente. As preguinhas do cuzinho foram cedendo vagarosamente à medida que o pênis descomunal avançava dentro dela. Eu não continha minha excitação vendo minha loirinha cavalgando um negrão e tendo outro cacete alojado no cú. "Está doendo, mas está gostoso", "Ai enfia um pouco mais, ai que loucura!" A cada movimento para a frente, a picona entrava mais. Ana sacudia a cabeça e gritava: "Ai, amor, que loucura esse cacete está me rasgando toda, mas está uma delícia." O marinheiro fazia movimentos ritmados de vaivém, tirava a vara tudinha para pressioná-la de novamente, desaparecendo dentro do cuzinho, a esta altura já arrombado. Já acostumada com os dois monstros alojados em suas entranhas, Ana pediu para que eu ficasse na sua frente, para que pudesse chupar meu caralho. Ajeitei-me com as pernas abertas sobre o ajudante. Ana praticamente não precisou fazer movimentos com a boca. As estocadas de João por trás comandavam o ritmo da trepada. Ana sugava furiosamente minha pica, quando senti a língua de Dodô em meus bagos.

Minha esposa passou a gozar seguidamente, em múltiplos orgasmos, emitindo fortes gemidos. Dodô afastou minhas nádegas com as mãos e passou a lamber meu cú. Sua língua quente e áspera excitou-me ainda mais. Ele forçou a língua dentro do meu rabo e me conduziu a um gozo estremecedor, que foi seguido pelo de outros parceiros. Foi a melhor trepada de nossa vida. Escrita por: minhacamweb
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Tarada por sexo anal
Escrita por: Rita Lanche

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Me chamo Rossana, sou alta magra, tenho um bundinha pequena e muito gostosa, sempre fui tarada por sexo anal. Sou casada a bastante tempo e meu marido detesta comer meu cuzinho. De vez em quanto me acabo no banheiro com paus de borracha, cada um maior que o outro, e quanto mais largos mais eu gosto. Gosto da dor que sinto quando um pau entra rasgando as preguinhas do meu cuzinho apertado. As vezes trepo com conhecidos meus so para dar o cu, mas nunca encontrei um que me fizesse delirar de dor e prazer. Certa vez conheci um homem baixo, meio gordinho e feio chamado Jose, que me chamou muita atençao, eu sabia que ele tinha um pau enorme, dava para sacar, pelas calcas largas que vestia. Fiz amizade com ele e um dia marcamos de tomar uma cervejinha num bar distante. Antes de sair ao encontro desse homem, fiz uma deliciosa massagem anal, limpei com agua morna e oleo para lubrificar, passei um delicioso perfume, coloquei um vestidinho curtinho enfiei umas bolas tailanesas, dessas que fica so a cordinha para fora e fui sem calcinha ao encontro do meu delicioso PAU.

Eu estava completamente molhada de tanto tesao. Quando cheguei ele ja estava no bar me esperando, ele tambem estava morrendo de tesao, conversamos um pouco e falamos de nossas taras, ele disse que adora comer um cuzinho e que nao sabia se eu iria aguentar um pau tao grande enfiado no cu, pois era enorme e quando olhei em direcao ao pau dele, era realmente enorme quase nao conseguia ficar dentro de suas calcas. Quase fui as nuvens, so em pensar na dor gostosa que iria sentir. Eu estava simplesmente enlouquecida de tesao, tomei uma cerveja na tentativa de baixar meu fogo, quando senti as maos dele nas minhas pernas, e logo percebeu que estava sem calcinha. O bar estava meio vazio e as luzes eram baixas o que dava para agente brincar um pouco, pedi a ele para retirar as bolas tailandesas que estavam enterrada no meu rabo, eu me virei um pouco para nao chamar atencao no bar, ele puxou devarinho o que me fez gemer de tesao, em seguida ele cheirou, lambeu e perguntou se podia colocar as bolas de novo no meu cuzinho, disse que sim, ele foi colocando uma por uma e junto as bolas eu sentia os dedos dele empurrando as bolas, pois a entranda do meu cuzinho abria-se e fechava a cada bola que entrava e os dedos dele ia cada vez mais fundo, quando colocou a ultima e cheirou e lambeu os dedos e disse no meu ouvido que iria arrombar meu cu de tanta vontade de enfiar o mastro enorme no meu buraco, e disse que iria doer muito, e em seguida saimos para um motel proximo ao bar onde estavamos.

Ele nao economizou em nada. Pegamos a melhor suite do motel, chegando no quarto ele praticamente arrancou minha roupas e eu estava louca para ver o mastro que ele disse que iria me arrombar. Quando vi nao acreditei era maior do eu tinha imaginado, paguei um boquete gostoso, chupei tanto aquele mastro, sem sacanagem era o maior pau que ja tinha visto, porque alem de grande era grosso, cheio de veias e duro feito pedra.

Ele me levantou do chao, me virou de costas para ele, eu estava ali de quatro, com minha bundinha na reta daquele mastro enorme feito ferro, eu estava com medo e tesao, pois sabia que ele iria arregacar as preguinhas no meu cuzinho e mesmo sentido medo eu sentia um certo prazer naquele contato, pedi a ele para lubrificar com gel ele disse que eu iria gostar mais a seco, tentei negociar, nao adiantou ele passou a lingua na entradinha do meu buraquinho e puxou a bolas que ainda estavam enterrada no cu com os dentes, enquanto isso ele enfiava varios dedos na minha buceta. Quando todas as bolas sairam ele levantou ficando pe e comecou esfregar a cabeça entrada no meu cuzinho, ele nao conseguia enfiar, entao ele aí ele começou enfiando um dedo no meu cú e confesso senti um puta tesao, ele enfiou o primeiro dedo, fundo e começou a tirar e enfiar no meu cu, entao, ele enfiou um segundo dedo, e os dois juntos provocaram dor, que logo senti prazer e assim foi até ele enfiar o terceiro dedo, aí eu gritei, pois ele rodava violentamente os dedos, parecendo querer dilatar meu cú para abrir passagem para algo mais grosso, entao, tremi nas bases, temendo o que me iria acontecer, ele retirou os dedos e conseguiu colocar a cabeça dentro do meu rabo que ardia muito entao, de uma forma mais delicada começou a esfregar a cabeçona de seu pau, na porta do meu cú, ele parou o movimento de massagem e apontou a cabeca para porta do meu cú e começou a empurra-lo, tentando entrar no mesmo, mas estava difícil,a cabeçona era muito grande e o meu buraco muito pequeno e apertado, mas ele tanto insistiu, que num golpe brusco conseguiu e senti uma dor terrível, parecendo que tinha estourado meu cú, a dor foi tao forte que eu nao me contive e soltei um grito, ele empurrava lentamente para dentro, como se estivesse empurrando o um ferro grosso que ía abrindo caminho, sem parar, eté que conseguiu chegar ao fim e eu, entao, senti suas bolas encostarem em minha bunda, eu nao podia acreditar aquele pau estava toda dentro do meu rabo, que parecia todo dilacerado e minha dor era muito forte. Ardia muito, eu estava toda arrobada, minhas preguinhas nem davam sinal de vida, me sentia rasgada a dor e tesao eram fortes e comecei a me acostumar, aquilo tudo enfiado, depois de alguns minutos ele começou a movimentar, num vai e vem a princípio lento, depois mais rápido, foi quando a minha dor gradativamente foi diminuindo e eu com certo orgulho, de aguentar aquela tora dentro do meu rabo, fui começando a sentir prazer de finalmente estar sendo enrabada por um pau tao grande, adoro dar o cu, eu gritei alto e ele sem do nem piedade enfiou mais e mais, agora mandava eu rebolar e os meus gritos foram substituidos por gemidos e suspiros, quando eu senti a mao dele massagear minha buceta, ele queria certamente que eu gozasse com ele, mas tanto eu como ele nao queríamos que a transa acabasse logo e procuramos demorar bastante, por que agora ambos estávamos gozando as delícias da tesao, eu abria minhas nadegas, para que ele enfiasse ate as bolas no meu rabo ele nao parava de bombar seu mastro e eu, entao, aprovetei para rebolar minha bunda em torno do seu pau e eu mesma mexia com meu cú, no pauzudo, ele ficava tirando e enterrando-o com força até as bolas empurrava e tirava seu pau, como doia e eu agora sentia minha preguinhas encontadas no pau e segui um vai e vem delicioso, foi quando quase ao mesmo tempo eu senti um jato de porra quente inundar meu cú e eu explodir de tesao. Tomamos banho e ele perguntou se eu topava que outras pessoas participassem de nossa trepada, gelei e disse que nao sabia, ele disse que nao aconteceria nada que eu nao quizesse, entao topei. Mas esse eu conto no proximo conto. Deu meu cuzinho para tres na mesma noite, so que desta vez nos usamos gel para lubrificar. Adoro dar o cu. Se alguem com pau grande e grosso quizer comer cuzinho gostoso. Entre em contato.
Escrita por: Rita Lanche -

 

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