quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

RECORDANDO VELHOS TEMPOS

Jamil Alden

 

24237_560_420 NÃO ...não  fazia algo tão escandaloso desde... Em realidade, alguma vez tinha feito algo assim? Uma coisa era um rápido encontro em um banheiro ou em um armário; mas estar a ponto de lhe introduzirem um dedo em um bar frente a todos...

Mike a pegou pelo pulso com firmeza, jogou algumas notas sobre o balcão e a arrastou fora do bar. Quando cruzaram o vestíbulo, Karen se concentrou em manter o equilíbrio sobre suas sandálias de salto agulha de quatro centímetros de altura.O seguinte do que teve consciência foi ser empurrada dentro do elevador.

— Que quarto?  ....Ela piscou.
—Que quarto? — Perguntou ele com tom mais rude.
— Bem... 1165 — Observou como apertava o número do andar com tal brutalidade que quase rompeu o painel do elevador.

Voltou-se para ela e a elevou, apoiando-a bruscamente contra uma das paredes com espelho do elevador. Sustentou-a escarranchada sobre a coxa umas polegadas mais acima e, sem olhares, arrancou-lhe a blusa e o sutiã, deixando nus seus seios e equilibrando-se sobre eles.
— Por Deus, como pode estar assim tão quente ainda? — Sugou um mamilo e beliscou o outro, deixando-o tão dolorido e sensibilizado que ela sentiu desejos de gritar.

Karen abriu os olhos e a imagem que viu no espelho foi suficiente para levá-la quase ao limite: a mão escura pressionada contra sua pele dourada, os largos dedos aprisionando com força o outro seio e sua própria expressão de atordoamento, com os olhos entreabertos e a boca aberta pelo urgente desejo.

Arqueou os quadris para roçar o sexo contra os músculos abdominais duros como pedras. Seus gemidos ressoaram selvagens no cubículo fechado enquanto a boca masculina lambia e sugava de maneira torturante seus mamilos.

ANAL9E

 

Cruzou um fugaz pensamento pela mente: deviam estar dando um espetáculo incrível ao pessoal de segurança. Mas nem sequer isso a deteve; rebolou ainda mais freneticamente tentando satisfazer o palpitante desejo que pulsava urgente na vagina. Quase soluçou de frustração quando ele se afastou e a depositou no chão.

— Chegamos a seu andar — Disse.

Por certo, a porta do elevador estava aberta e um casal de meia idade os estava observando com olhos do tamanho de um prato fundo. Arrumou a blusa com um movimento fingidamente imperturbável e seguiu Mike fora do elevador.

Mike estava procurando seu quarto e o corredor correspondente. Quando seus olhares se encontraram, seus olhos tinham um brilho inconfundível de diversão.— Acredito que essa pobre gente deve ter pensado que pegaram um elevador direto a Sodoma e Gomorra — Disse tremula. Depois, como se fosse muito engraçado, explodiu em uma gargalhada; tentada, não pôde deter-se. Mike começou a rir também e, de repente, ambos estavam desparafusando-se de risada, apoiados contra a parede.

E antes que pudesse se dar conta, Mike a estava beijando novamente. Ela procurou ofegante a braguilha enquanto ele colocava a mão sob a saia. Ofegou quando sentiu a pressão firme da palma da mão masculina sobre o sexo. Abruptamente, ele afastou a mão.

— Por Deus — Disse estremecido. — A este passo, faremos que nos prendam —Olhou-a penetrantemente, sem rastro do sorriso divertido anterior — E não quero que goze até que me rogue isso.

A frase pareceu golpear no rosto e bastou para recordá-la o propósito que se fixou. Rogar? Ela? Não acreditava possível.

Karen se separou da parede e caminhou com o passar do corredor para seu quarto. Enquanto ele não a tocasse poderia manter um mínimo de controle. Quando se deu conta de que ele não a seguiu imediatamente, jogou-lhe um olhar por cima do ombro.

— Não vem? — Bem, pensou, sorrindo zombeteiramente para si. Alguém ia pedir misericórdia, mas não seria ela.

 

Enquanto a seguia pelo corredor, absorto pelo rebolado de seu perfeito e firme traseiro, Mike perguntou a si mesmo pela centésima vez que demônios ia fazer. Essa mulher era Karen Sullivan, por mil demônios, a mulher que o tinha destroçado e humilhado com alguém que tinha pretendido ser seu amigo. Aquilo ocorreu onze anos atrás, mas o mero pensamento o enfurecia tanto como para esmurrar a parede grosseiramente.

Era uma devoradora de homens, uma bruxa intrigante que tinha aprendido desde muito jovem a mastigar e cuspir os homens a seu desejo.
Ele era o suficientemente inteligente e controlador para cair em suas garras. Mas não podia negar a excitação que provocava saber que o desejava tanto como ele a ela. Assim como um homem não podia fingir uma ereção, Karen não podia fingir o fluxo ardente que tinha empapado o meio das pernas e a calcinha.

De igual maneira, era consciente de que deveria partir nesse mesmo momento. Poderia deixá-la assim, excitada e insatisfeita, mas sabia que não teria paz até que sentisse as paredes suaves de seu sexo rodeando o pênis.Não era capaz de resistir a ela, mas podia levar a melhor. A foderia de tal maneira que apagaria a lembrança de todos os homens com quem tivesse estado. Ele não era um imbecil com quem podia foder só para divertir-se.

Permaneceu de pé atrás dela enquanto abria a porta com seu cartão e inalou o doce perfume de baunilha que emanava. Um aroma penetrante, mistura de seu perfume baunilha, sabão fresco, e o aroma da pele de Karen, de sua essência. Mal podia resistir à urgência de sustentá-la contra ele e inalar sua doce essência até intoxicar-se.

Mal deu um passo para o interior de sua suíte, ela se jogou sobre ele e desabotoou a camisa em tempo recorde. Beijou com fruição cada polegada que ia deixando ao descoberto, baixando até a cintura enquanto afrouxava o cinturão. Ele esqueceu a lição que queria dar quando sua imponente ereção ficou presa pelo punho feminino.
— Sempre pensei que exagerava ao recordá-lo — Murmurou ao olhar o palpitante pênis. Mike investiu o pênis que ela agarrava com deliciosa pressão e brotou da ponta uma espessa gota de líquido pré seminal. Karen umedeceu o polegar para acariciar a cabeça dolorosamente sensível.

Afrouxaram seus joelhos e amaldiçoou baixo. Tinha esquecido que boa era com as mãos. A diferença de outras mulheres que jamais podiam encontrar a pressão e o ritmo adequados, Karen era tão boa como se ele mesmo se masturbasse. Mas ao dar prazer si mesmo, não podia gozar da erótica visão do pênis palpitante apertado pela pequena mão de unhas perfeitamente cuidadas da Karen.

 

ANAL6

 

Mike fechou os olhos para evitar a embaraçosa situação de gozar sobre ela. Tentou acalmar-se se apoiando contra a parede, mas abriu os olhos de par em par quando sentiu seu fôlego quente na glande.

Riscou círculos ao redor da borda da cabeça com a língua enquanto o olhava fixamente, desafiando-o apesar de estar de joelhos frente a ele, atormentando-o em sua postura de falsa submissão enquanto o agarrava com firmeza. Sacudiu-se tremulo quando ela percorreu com a língua a veia que se estendia com o passar do pênis. Brotou outra gota espessa, que ela lambeu como se fosse creme doce.

Merda. Estava em sério perigo de perder todo o controle, e aquilo acabava de começar. Lutou para controlar-se, tentou separar-se de sua boca.

— Karen, eu...

Seus protestos afogaram na garganta quando os grossos lábios femininos se fecharam sobre o pênis e deslizaram até a base. Escapou um gemido que ressoou ecoando no teto e procurou apoio contra a parede. A visão de seus lábios deslizando-se para cima e abaixo do pênis brilhante era muito. Tentou inutilmente pensar em planos, balanços e custos de materiais para distrair-se da sensação dessa boca devorando-o até a garganta, dessa língua lambendo-o e provocando-o com movimentos circulares enquanto o sugava dentro e fora da boca com enlouquecedora cadência. Não se supunha que ia ser assim! Não queria gozar ainda, maldição!

Queria penetrá-la, sentir a vagina escura enquanto rogava que a fodesse, que a fizesse gozar. Mas não teve possibilidade alguma quando Karen colheu com a boca as bolas, deslizando um dedo e pressionando-o nesse ponto especial que o fez explodir como o Vesúvio.

Sugou-o e ordenhou até a última gota que explodiu na garganta feminina.
Quando o coração pareceu deixar de pulsar desbocado, olhou para baixo. Karen cravou um olhar de triunfo.

Com um sorriso zombador, dirigiu-se à sala de seu quarto. — Vejo que com os anos não conseguiu o poder de se controlar melhor — Disse maliciosa, olhando-o por cima do ombro.

Mike se separou da parede e a seguiu, amaldiçoando sua própria fraqueza e a suscetibilidade de seu pênis. Jamais se permitia deixar-se levar assim, jamais perdia o controle. Unicamente Karen foi capaz de obtê-lo, e muito tempo atrás prometeu que jamais voltaria a acontecer.

Entrecerrou os olhos para admirar seu rebolado provocador. A noite ainda não tinha terminado, assim, tendo em conta que ela tinha sido tão hábil para acalmá-lo em parte, agora poderia controlar-se um pouco. Tinha ganho uma batalha, mas, que merda, não ganharia a guerra.

***

— Você gostaria de beber algo? — Perguntou Karen, inclinando-se sobre o mini-bar, tão casualmente como se ele não estivesse ali de pé, exibindo o pênis empapado depois de que ela o tivesse aniquilado com uma mamada de noventa segundos.

Mike tirou a camisa enquanto atravessava a sala; depois, os mocassins. Karen ficou rígida e o observou com a mesma expressão imperturbável enquanto ele tirava as calças, a cueca e as meias soquete.
— Não acredito — Disse ele.

Depois ela olhou o pênis e sorriu zombadora ao notar que, rapidamente, recuperou-se totalmente. — Que adulador — Sussurrou sugestivamente, enquanto colocava a vodca e as garrafas de tónica sobre o freezer. Mas apesar de toda sua fanfarronice, era inegável o inconfundível tremor de suas mãos.

Ele cortou a distância, passou um braço pela cintura e levantou a saia levou-a quase a rastros, quase arrastando, para a cama. Karen ficou boquiaberta quando a fez ricochetear contra a cama king-size.

Ela lutou por levantar-se, mas ele a imobilizou facilmente apoiando uma mão sobre o peito, enquanto com a outra acendeu a luz embutida junto à cama. Sob nenhum conceito o faria às escuras. Ela lutou por soltar-se.
— Mike, espera um segundo.
— Ouça. Não é você quem toma todas as decisões.

Descarregou uma chuva de golpes contra o peito, movendo-se freneticamente, cravando os saltos agulha letalmente perigosos. As arrumou para escapulir-se até a borda da cama antes que a imobilizasse com todo o peso de seu corpo. Para enfatizar sua posição, cravou-lhe os dentes na cavidade do pescoço e o ombro, não tão forte para machucá-la, mas o suficiente para dissuadi-la para que abandonasse a briga.— Minha vez — Sussurrou, roçando a língua pela marca que tinha deixado na pele bronzeada. Escutou o gemido gutural de desejo que escapou de sua boca e seu membro se agitou excitado contra a suave carne.

Fez com que ela desse a volta, despiu-a com disposta eficiência desafiando o tremor de suas mãos. — Graças a Deus, continua sem usar muita roupa — Murmurou enquanto ela o ajudava a desabotoar a blusa.
Em segundos, estava completamente nua, salvo pelos sapatos de salto agulha. Quando se inclinou para desajustá-los, ele a deteve, agarrando com firmeza o pulso.

pic12949

— Não. Não tira...
— Pervertido. — Arqueou uma sobrancelha e se reclinou contra as almofadas, com as costas arqueadas e as pernas ligeiramente abertas, em uma pose claramente estudada.

Apanhou as coxas com os joelhos e se apoiou nas mãos, imobilizando-a. Deliberadamente, percorreu-lhe o ventre com a ponta do pênis ereto, fascinado por seu tremor, como se recebesse uma descarga elétrica. Ela umedeceu os lábios, outro gesto extremamente estudado, sem dúvida, mas que evidentemente sortiu efeito, a julgar pela reação do pênis. Inclinou-se para ela e deslizou a língua sobre os lábios até que abriu a boca.

Nada era fingido, pensou com suficiência, na ansiosa resposta feminina a seu beijo úmido, carnal. Deleitou-se com seu sabor doce de vodca. Invadiu-o a lembrança de como amava beijá-la, da maneira em que tinha desejado o sabor dessa boca no passado, igual a um viciado em heroína.
Como se escutasse seus pensamentos sussurrou: — Adoro o sabor de sua boca, Mike. Tinha me esquecido do sabor incrível de seus beijos.

Afastou a boca com um movimento brusco, ignorando o protesto que ela sussurrou na nuca. Não ia permitir que se transformasse em uma recriação do passado. Já estava em terreno perigoso.

Mike se afastou, permaneceu sobre ela apoiado nos joelhos e aproveitou a oportunidade para observá-la atentamente. Seguia tendo um dos corpos mais sedutores que tinha visto em sua vida. Embora miúda, tinha extremidades largas, musculosas e bem torneadas. Seu busto não era muito grande, mas só olhar seus mamilos cor rosa despertavam os instintos mais selvagens. Tinha o abdômen chato e bronzeado, e secou a boca ao olhar as marcas brancas em seus quadris. Por que seria que as marcas brancas no corpo bronzeado de uma mulher a faziam parecer mais nua?
Tinha uma pequena tatuagem na parte bronzeada de seu quadril esquerdo, algo parecido a um sapo. Não teve tempo para estudá-lo com atenção porque o distraiu totalmente o que tinha no meio das pernas.

Perguntou se alguma vez tinha visto algo mais sexy que esse vagina depilada que oferecia a visão sem reparo dos úmidos lábios da vulva, brilhantes pelo ardente fluxo. O clitóris, vermelho e inchado, aparecia entre as dobras dos lábios, rogando sua atenção. Parece uma rainha, pensou enquanto deslizava a mão pelo ventre, dirigindo-se implacavelmente à fenda apenas coberta por uma franja de pelo loiro.

24236_560_420

Surpreso, olhou-a nos olhos com o cenho franzido. Ela sorriu zombadora.
— Não se preocupe. É resultado de um trabalho profissional de tingimento.
Um sorriso lascivo curvou os lábios. Sabe Deus por que, pareceu extremamente erótica a imagem de Karen com as pernas abertas aplicando no meio das pernas produtos químicos e potencialmente tóxicos. Incapaz de resistir a tentação deslizou a mão do ventre para os lábios brilhantes e úmidos de seu sexo, até apoiar o polegar sobre o clitóris palpitante.

Ela inalou profundamente diante esse contato, produzindo um ruído agudo que ecoou em todo o quarto. Capturou novamente a boca, enquanto introduziu dois dedos nas dobras úmidas; sem deixar de acariciá-la em círculos com o polegar, deslizou-se para baixo e se apoiou no cotovelo. Afundou apenas os dedos na entrada da vagina, atormentando-a com movimentos pouco profundos até que ela levantou os quadris da cama e gemeu dentro de sua boca.

— Mais dentro — Sussurrou, tentando guiá-lo com sua própria mão para mostrar o que desejava. Ele afastou a mão e agarrou os seios, pintando os mamilos com seu próprio fluxo. Saboreou por turnos cada mamilo e depois os sugou, deleitando-se com o sabor da excitante essência feminina. Karen deixou escapar um grito afogado e ele teria podido jurar que seu membro cresceu outra polegada.

— Deus, que bom sabor tem... — Lambeu-a, sugou-a. Seu sabor intenso o incitou, nublou sua mente e estremeceu pela necessidade de afundar a língua no mais profundo de seu sexo. — Mas quero te sentir mais.

Deslizou-se para baixo e afastou as coxas. Deslizou o peito e o ventre sobre o sexo úmido feminino; a rica essência da excitação de mulher nublou por completo o cérebro e nada importou salvo a necessidade de possuí-la.
Acotovelou-se debaixo dos joelhos femininos, desfrutando-se com a visão exposta a ele, e engoliu com dificuldade. O sexo ficou frente a seu rosto, rosado, úmido, brilhante, lubrificado com o suco do desejo feminino.
Queria gozar dele toda a noite, mas a deliciosa fricção dos lençóis contra o pênis advertiu que não ficava muito tempo. Tomou um momento para inalar profundamente, esforçando-se em manter a libido em um nível controlável. Tinha Karen Sullivan ardendo sob seu corpo, completamente a sua mercê, e não ia estragar tudo por perder o controle de si mesmo outra vez.

— OH, Deus, Mike — Sussurrou ela, arqueando os quadris para separar-se da cama. Não estava rogando ainda, mas o faria logo. Queria torturá-la ainda mais, mas não podia resistir a visão dos lábios úmidos e inchados de seu sexo.
Inclinou a cabeça e separou com a língua as sensibilizadas dobras. Sorriu quando ela deu um salto. Deixou escapar um gemido de frustração quando soprou brandamente o clitóris, agarrou-se desesperadamente dos lençóis.

ANAL4

Mike riu entre dentes e roçou o clitóris com a língua, espreitando com toques enlouquecedores a um e outro lado do montículo aumentado. Finalmente o capturou com os lábios e o sugou mantendo uma pressão gentil, mas firme.

Ela se retorceu sob seu corpo, esforçando-se para aproximar-se mais a ele, mas ele a manteve imóvel com suas grandes mãos, que abrangiam os quadris quase por completo. Era seu jogo, e iriam a seu modo. Tinha a cabeça cheia de seu aroma, seu sabor e seus gritos. Tratou de manter o controle que temia perder. Os saltos dos sapatos femininos afundaram nos ombros quando ela se apoiou para levantar os quadris do colchão e a dor que sentiu enviou pulsações vibrantes a seu já dolorido pênis.

Advertiu-se que devia ir mais lento se queria atormentá-la até que rogasse que a fizesse gozar. Investiu com a língua e sentiu que o ventre feminino ficava tenso, que apertava a cabeça com as coxas e que tremia espasmodicamente enquanto o fluxo brotava abundantemente ao gozar.
Saboreou-a uma vez mais, profundamente, e sentiu seu brusco salto como se recebesse uma descarga elétrica. Levantou agradado pelo olhar chocado que descobriu nos brilhantes olhos azuis.

Deus desejou que tivesse preservativos, porque morreria se não a fodia nesse instante. Mas logo que afrouxou o peso de seu corpo, Karen escapuliu do peso de seu corpo e voou para o banheiro. Amaldiçoou a lentidão de seus reflexos ao observá-la correr cambaleando-se sobre esses ridículos saltos.

Talvez tivesse adivinhado o pensamento e tinha ido procurar uma camisinha. Rapidamente descartou essa possibilidade, já que seu cérebro conseguiu  captar o ruído da portada e do ferrolho.

Que diabos! Pensou quando agarrou o trinco. Não terminariam até que ele o dissesse.

***

Com mãos tremulas, Karen pôde desatar os frágeis sapatos. Depois de chutá-los descuidadamente para um canto, sem consideração alguma pelo preço que tinha pago por eles, deu a volta e se inundou sob a ducha sem esperar a que se esquentasse a água.

— O que estou fazendo? — Perguntou a si mesma. Apoiou as mãos nos azulejos da parede do banheiro, tremendo tanto pela água fria como pela intensidade do orgasmo que tinha tido. Pensava que tinha as coisas sob controle quando jogou em cima. Os homens eram fracos com isso, e Karen tinha aprendido a explorar essa fraqueza desde muito nova. Mas a diferença da maioria dos homens, Mike não tinha deixado passar um instante e a tinha seguido ao quarto, raptando-a como um homem das cavernas.

Apesar de tudo o que tinha passado, ela desfrutou da cada segundo do acontecido. Não importava quão selvagem e dominante se comportou ele, ela sabia que Mike jamais a machucaria. Não físico, ao menos.
Sacudiu a cabeça, deixando que as gotas caíssem formando linhas serpenteantes na parede. Por Deus, como tinha podido ser tão estúpida? Depois de dois anos de duro trabalho em terapia, como podia ser que, com um simples olhar para Mike, voltasse a estar exatamente onde tinha começado. Exceto com o Mike era pior que com qualquer outro homem, porque ele tinha um poder sobre seu corpo que ninguém tinha conseguido igualar.

Surpreendeu-se pela rapidez com a que gozou. Embora fosse tentador, não podia desculpar-se em seus dois anos de abstinência. Durante anos tinha fingido com outros amantes com atuações perfeitas, dignas dos prêmios da Academia, a fim de tirá-lo de cima, literalmente.

Com o Mike, maldito fosse, não tinha necessidade de fingir. Nessa ocasião não tinha sido muito diferente à primeira vez que a havia tocado, quando ela tinha dezoito anos e a fazia gozar às nuvens como um maldito foguete sem que ele tivesse que esforçar-se.

— Se domine Karen — Admoestou. Tinha que reestruturar a situação. Gozou uma vez, possivelmente tinha sido por acaso. Tinha que se acalmar, voltar para o quarto como se não tivesse sido nada em realidade, E... fode-lo até que arrebentassem os miolos! Não, daria um chute no traseiro quando conseguir o que queria, disse a voz da pequena manipuladora que tinha tentado reprimir durante os últimos dois anos.

OH, mas tinha que conseguir controlar-se quando ele a tocasse, quando sentisse seu imponente pênis dentro de seu corpo; duro e profundo, até o impossível. Isso é o que se meteu em problemas desde o começo, dvertiu-lhe uma voz interior. Desejar tanto Mike fez perder o controle e fazer coisas estúpidas, perigosas.

Mas já não sou uma estúpida adolescente. Posso me dominar, manter a situação sob controle...
O desta noite equivale a exemplo?

ANAL9A

O rangido da madeira e o ruído da porta ao abrir-se bruscamente a surpreendeu e interrompeu seu debate interno. Segundos depois, a cortina de banheiro se abriu bruscamente e ela não pôde evitar o impulso de ocultar-se do olhar furioso do Mike.

Ele sorriu com desdém diante sua pudica postura, tampando os seios e o sexo.
— Acredito que é um pouco tarde para isso, não acha? — Meteu-se na ducha e deixou um pacote de alumínio sobre a saboneteira.

A ducha, que era realmente espaçosa, de repente parecia estar abarrotada. Mike, nu, com a água deslizando o pelo cabelo escuro, pelo pelo do peito, pelos músculos abdominais e pela pronunciada ereção de seu membro era a expressão pura do sexo e da intimidação.
— Não sei no que estava pensando ao te encerrar no banheiro, Karen — Disse, apertando-a contra a parede e inclinando-se sobre ela. Capturou-lhe o lóbulo da orelha com os dentes — Falta muito para que o demos por terminado.

Não pôde evitar esfregar-se contra ele quando se agachou para que ambos os quadris ficassem à mesma altura. Rodeou-lhe o pescoço com os braços e se abandonou ao beijo úmido de língua, desfrutando por um segundo do urgente prazer dessa boca, dessa língua, do contato de pele contra pele. Cravou-lhe as unhas nas costas e gemeu ao sentir a mão masculina entre as pernas, apoderando-se de seu sexo, invadindo-o com os dedos.
— Jesus, está muito quente — Murmurou.
Tentou não ofender-se pelo tom de surpresa em sua voz. Se soubesse quanto tempo tinha passado...
— Sei que quer foder comigo.

— Suas palavras ressoaram em todo o corpo, em perfeita harmonia com a intoxicante sensação do dedo dentro dela, o suave movimento de sua palma contra o púbis.
Não queria dizer que assim era, não queria dar essa satisfação, mas não podia evitar o som gutural que escapava da garganta.
Felizmente, pareceu não suportar mais e em poucos segundos colocou o preservativo. Levantou-a do chão e ela sentiu a grosa cabeça do pênis dentro das dobras da vagina.

E depois, tudo o que pôde fazer foi pendurar-se de seus ombros enquanto ele afundava o grosso pênis em seu interior. A pele das paredes se dilatou, cedendo a pesar da dor que a fez gemer. Ao perceber sua dor, ele se afastou e a beijou brandamente, dando tempo para que seu corpo se amoldasse para outra investida que introduziu cada polegada da selvagem ereção.
E penetrando-a assim, ela ficou empalada, pendurada contra a parede, respirando com dificuldade enquanto os músculos e as malhas lutavam por amoldar-se. Todos os seus terminais nervosos despertaram, primeira à dor, e depois, ao prazer agonizante. Quando ele se moveu lenta e profundamente, sentiu morrer, pressionou o clitóris contra o pênis gemendo pela doce fricção com cada investida. Envolveu a cintura com as pernas e tentou o induzir um ritmo mais rápido, mas para sua frustração, não pôde trocá-lo.

ANAL9C

De repente ele ficou quieto, inclinou-se sobre ela e a manteve imóvel contra a parede. Retorceu-se e lutou, mas não pôde desprender-se dele, pois a superava amplamente em tamanho e peso. O bastardo não se movia, só a sustentava aí, atormentando-a com beijos suaves no pescoço e nos ombros, sugando furtivamente os mamilos.
Karen se apertou contra ele enquanto ele escondia o rosto em seu corpo suarento; rebolou tentando seduzi-lo para que acelerasse os movimentos ao ritmo que necessitava.

Mas em vez de mover-se como ela desejava, Mike se afastou, levantou-a e a girou, deixando-a de costas a ele, com o rosto frente à parede. Tremeu ao dar-se conta do que pretendia quando ele a inclinou para frente e a fez apoiar as mãos contra os azulejos da ducha.
Gritou quando sentiu que a penetrava por atrás, enchendo-a até quase explodir enquanto se afundava nela.
Mas continuou sem mover-se.
Furiosa pela frustração, Karen tratou de afundar-se contra o pênis, decidida a obter o orgasmo que não podia alcançar.
Deteve-a com a poderosa mão apoiada na costa. Sentiu sua respiração ardente no ouvido quando sussurrou.
— Seja uma boa menina e fica quieta, Karen, ou não te farei gozar.

Ficou rígida, e se arrepiou diante sua atitude dominante.
Deu a volta para dizer que fosse a merda, mas as palavras afogaram na garganta. Descobriu seu rosto cunhando uma expressão selvagem, a mandíbula apertada, os lábios tensos em uma terminante posição de dominação sexual. Depois, viu-o agarrar a ducha de mão.
Um gemido de indefesa escapou dos lábios quando ele a passou ao longo das pernas. OH, só umas polegadas mais...

Com uma risada malévola, desviou a ducha quente da vagina e a deslizou pelas costas, pelo ventre, e se afundou ainda mais nela...
Karen conteve a respiração quando colocou a flor da ducha perto dos mamilos, incitando até o paroxismo a pele sensibilizada. Ela retorceu contra ele quando o outro mamilo recebeu o mesmo tratamento.
Arqueou as costas e vibrou literalmente rodeando o pênis quando ele deslizou a ducha pelo ventre e com a outra mão acariciou um seio.
— Mike...
— Me diga o que deseja — Sentiu a pressão de água contra o bordo do pelo pubiano.

Karen ficou nas pontas dos pés procurando que a água batesse onde mais desejava.
— Diga-me — Repetiu, passando o jorro de água morna pelas coxas, roçando apenas o clitóris. Só o suficiente para que se estremecesse rodeando-o com mais força.
— Necessito... — As palavras emudeceram diante o açoite de outro jorro de água — OH, Deus, preciso gozar.
—Isso. Necessita tão desesperadamente gozar que não pode desfrutá-lo.

Gemeu como única resposta ao sentir os largos dedos que separavam as dobras só por um segundo, para depois afastar-se.
— Mas não pode gozar se não lhe permitir isso. — Moveu o jorro de água ao longo de suas costas, do traseiro, do ventre. — Agora me rogue, me rogue que a faça gozar — Acompanhou a ordem com outro movimento do pênis, tirando-o, penetrando-a outra vez profundamente, e outro jorro de água quente.

Karen estremeceu ao limite do que podia suportar, pressentindo a explosão de um orgasmo mais intenso do que jamais tinha experimentado. Amaldiçoou-o em silêncio, mas repetiu as palavras ordenadas — Por favor, Mike — Disse, despojada de todo orgulho, do mínimo reparo — Por favor, me faz gozar. Por favor.

Quebrou a voz quando finalmente deu o que pedia. O jorro de água açoitou o clitóris e a liberação a percorreu com espasmos frenéticos que se geraram do mais profundo de seu corpo e percorreram as extremidades, fazendo-a sacudir-se e vibrar descontrolada enquanto ele a açoitava implacavelmente como pênis.

Bruscamente, jogou a ducha de mão e a açoitou com tal força que a levantou do chão. Esticaram os músculos ao redor da implacável vagina. Ela gozou quando o gemido do homem coincidiu com a sensação do pênis engrossando ainda mais, dentro dela.
Os golpes surdos dos corpos chocando grosseiramente trovejaram na ducha, enquanto ele investia aferrando-a pelos quadris.
— OH, Deus — Gemeu ele, e ela sentiu o pênis retorcer-se e sacudir-se espasmódica em sua vagina. Caiu sobre ela, apoiando as mãos contra a parede.

banho06

Sentiu como pulsava o coração desbocado contra suas costas e ouviu sua respiração entrecortada contra o ouvido. Fechou os olhos e saboreou a sensação do membro distendendo-se em seu interior, como prova fiel de que seu orgasmo tinha sido tão intenso como o dela.
Depositou um beijo no ombro, uma carícia suave que se diferenciou da atitude brutal anterior. Era algo estúpido, mas, de repente, Karen desejou ir à cama com o Mike e permitir-se todos os carinhos “pós coito” dos que sempre zombou.

Separou-se dela sem dizer uma palavra e Karen aproveitou a oportunidade para recompor-se.
Envolveu-se em uma toalha e arrumou rapidamente a maquiagem enquanto tentava elucubrar algum plano de ação. Vou sair, vou oferecer uma bebida e verei se estiver preparado para outra rondada, pensou enquanto colocava um creme hidratante.

Ou possivelmente devesse agradecer os serviços prestados e dizer que devia voltar para a festa.
Ou possivelmente, pensou em um momento de prudência, deveria dizer a verdade do que tinha acontecido essa noite, onze anos atrás. Talvez assim ele desse conta de que ela não era a pessoa amoral que supunha.
A maneira em que tinha beijado o ombro ao final... Talvez permitisse albergar alguma esperança respeito a seus sentimentos para ela.
Abriu a porta do banheiro e, assegurando a si mesma que não se desiludiria se não o encontrava deitado na cama, dirigiu-se à sala.
Mike estava completamente vestido e colocando os sapatos.

Sentiu um nó no estômago, mas esboçou um sorriso de “me importa um caralho”.
— Vai tão rápido?
O sorriso masculino não chegou aos olhos.
— Foi divertido recordar velhos tempos com você, Karen, mas meus irmãos vão se perguntar onde estou.
— Não o deterei. No que a mim concerne, seu trabalho aqui terminou. — A voz soou mais rouca do usual devido ao nó que tinha na garganta.

Ele riu brandamente e, pela primeira vez desde que se encontraram no bar Cleo, um sorriso sincero iluminou o rosto.
— Ah, Karen, sempre será a mesma cadela. — Aproximou, levantou o queixo e a beijou com brutalidade. Os olhos da cor avelã brilhavam quando a liberou. — Mas ainda é genial na cama — Deteve-se antes de fechar a porta atrás dele — Vemo-nos no casamento.

( trecho do livro " Sabor de Mel " )   Jami Alden
Sabor de Mel

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

MINHAS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS DE SEXO-PIQUE ESCONDE.

HERIENE
Categoria: Heterossexual

Eu hoje sou casada, mas como toda menina sempre teve suas histórias de adolescente, eu não sou diferente.

Eu nasci em Minas Gerais, mas minha família veio para o Espírito Santo quando eu tinha apenas 02 meses de vida.

Aqui, eles juntamente comigo, nos instalamos num bairro que na época estava começando, ali moramos por 10 anos. E devido a violência, resolvemos mudar para um outro bairro, com melhores condições urbanísticas e sociais.

Chegamos no novo local, como meus pais tinham baixo poder aquisitivo, acabamos por comprar uma casa num beco, pois era de menor valor e cabia nas nossas condições financeiras.

Era uma casa pequena, ainda de tábua, lote de 300M², plano, e bem perto tinha um terreno baldio muito grande.

Aqueles becos perto e aquele terreno baldio eram os locais preferidos da meninada e dos adolescentes para brincarem quase todos os dias pela tarde.

Alí nas brincadeiras reunião crianças, adolescentes e até alguns jovens e adultos dependendo de qual brincadeira rolava, por exemplo quando era queimada, muitos adultos participavam.

Nisso logo que chegamos, como a maioria das crianças, fizemos amizades rápido com a vizinhança, e as nossas tardes sempre eram de muita diversão.

O tempo passou, e eu comecei a despontar os primeiros sinais de mocinha, como os primeiros pelos na bucetinha, os peitinhos começaram a ficar pontudinhos, tive minha primeira menstruação aos 11 anos, aos 12 anos, eu já era bem desenvolvida como mulher formada, apesar de ser de estatura média e magrinha.E logo vem as fantasias, as paixões, as aventuras mais picantes, etc.

Doze anos e na rua todo mundo tinha seus namoradinhos, suas preferências, quem era o mais bonitinho que todo mundo queria, ou o mais feinho que todo mundo odiava, era o percurso normal daquela sociedade naquele momento.

E por incrível que pareça, nas brincadeiras de pique-esconde, normalmente só brincava crianças e adolescentes, facilitando assim as brincadeiras mais picantes, pois estávamos longe da fiscalização de nossos pais.

Eu como toda menina naquela idade também tinha minhas preferências, eu gostava de um rapaz que naquela época tinha 17 anos, era branco, cabelos pretos lisos, medindo em média 1,60 de altura, magro. Hoje ele é casado e já tem até netos.

E viajava nos pensamentos e sonhos com ele, mandava-lhes bilhetinhos apaixonados, e ele pouca bola dava, pois pela sua idade maior, na certa queria pegar uma menina mais pronta.

Mas o tempo passou, e numa tarde, estávamos lá reunidos para mais uma tarde de diversão. Eu com um toper e uma sainha curtinha, rodadinha, aquelas da época da lambada, pois algumas vezes cheguei a participar de concursos de lambada. E toda a turma inclusive a minha paixão.

Iríamos brincar de pique-esconde, escolhemos quem iria tapar o rosto, e logo começamos a brincadeira. No começo cada um corria e se escondia de forma variada, mas com o passar do tempo cada um ia formando pares, e nisso a tarde foi caindo e a noite chegando. Aquele terreno tinha várias árvores frondosas, e a quantidade de pessoas brincando era grande, tanto que se um saísse e fosse embora e depois voltasse nem percebiam.

Num dado momento, minha paixão ao correr para se esconder acabou se escondendo junto de eu, ficamos agachados atrás de uma pedra, embaixo de uma árvore, um pouco mais longe do local onde todos estavam se escondendo, isto é, acabamos por ficar meio em separados. E isto de longe percebemos que eles não haviam nos achado, pois quando terminou esta fase da brincadeira, eles pararam de nos procurar e iniciaram outra fase, talvêz pensassem que tínhamos ido embora.

Ficamos alí uns instantes, eu de cócoras e ele do meu lado, eu adorando ficar pertinho, sozinha e no meio escurinho com meu amor. Um momento percebi que ele olhou do lado e pousou seu olho no meio das minhas pernas, que estava mostrando toda minha calcinha, pois ficar assim era comum para garotas naquela idade. Eu usava aquelas calcinhas de algodão de bichinhos, que deixava minha buceta bem volumosa, pois eu desde novinha tive a buceta já grande e inchada.

Ele olhou uma vez, outra vez, na terceira vez eu percebi, e também não fechei as pernas. Ele perguntou se podia me beijar, nisso eu fechei os olhos como resposta. Ele se aproximou e tascou um beijo na minha boca, foi o primeiro naqueles moldes, hoje quando lembro entendo que ele não beijava bem, nem eu, e isto pouco interessava naquela época.

Ele me abraçou ainda de cócoras, meio que sem jeito, e eu tremendo dos pés a cabeça, depois ficamos de pé, encostados na pedra, ele me encostou de costas na pedra repousou seu corpo no meu e começou a andar com suas mãos em meu corpo, alisava e mordia meu pescoço, como eu nunca tinha tido nenhuma experiência naquele nível, mas já tinha malícias, logo senti meu corpo travando, um calor descendo ao meio das minhas pernas, e minha buceta enxarcando, eu estava tendo meu primeiro gozo. Mas ele não parou, e continuou me bolinando, eu sentia seu pau apertando minha buceta por cima do tecido, e podia perceber que tava muito duro.

Ele repentinamente chegou suas mãos em meus peitinhos, subiu meu toper e os tomou na sua boca, sugava-os como se fosse a primeira vez, e queria aproveitar cada pedaço dos meus mamilos, e sempre dava uma segurada no biquinho pontudo com os lábios, e suas mãos desceram logo e alcançaram minha buceta, eu nada podia fazer, meu corpo estava mole e sem condições de sair dalí, e também nem queria. Tão logo ele alcançou minha buceta, foi logo jogando minha calcinha para o cantinho e iniciou um esfrega dedo no meu grelo, e quando chegava na entradinha, ele introduzia a ponta do dedo médio, eu recuava um pouco e ele parava alí, brincando como se estivesse coçando a entrada.

Um pouco assim, ele desce a bermuda de taktel, e põe pra fora um pau médio, mas bem grosso, abre mais minhas pernas e aproxima de minha buceta, que a essas horas estava uma sopa. Ai eu fiquei com medo, e pensando que ia perder meu cabeço naquele dia, mas o tesão era tão grande que era impedida de parar. Ele encostou mais em mim contra a pedra, e ficou pincelando na entrada de minha buceta, eu tremia e dava espasmos, e minha buceta escorria de prazer, logo ele empurrou no meio de minhas pernas, ralando abaixo de minha buceta, e foi empurrando e tirando, como se estivesse metendo dentro, eu fechei as pernas até apertar, retribuindo-lhe a sensação de como se estivesse dentro.

E logo de imediato, ele esporrou, enchendo minha buceta por fora de porra, eu a essas horas já tinha até perdido as contas de quantas vezes havia sentido prazer.

Ele segurou uns minutos até terminar de gozar, depois separou-se de eu, guardou o pau já mole subiu a bermuda e saiu do esconderijo, e se juntou as demais pessoas. Eu fiquei alí por uns instantes, peguei algumas folhas, limpei minha buceta, me vestí e também saí do esconderijo.

Hoje quando lembro percebo que daquele momento pra cá eu havia começado a virar piranhinha, pois comecei a ter um tesão descontrolado e uma sede por sexo 24 horas por dia.

ESSE CONTO É VERÍDICO, REAL, ACONTECEU COMIGO A MAIS OU MENOS UNS 21 ANOS.

E-mail: herivan2009@hotmail.com
Sex log: www.sexlog.com.br/herivan2009

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201402542

sábado, 8 de fevereiro de 2014

VÁRIOS CONTOS..MASTURBAÇÃO, INCESTO E LESBICAS

 Amigo é prá essas Coisas....
Menina Superpoderosa
12 
Isso aconteceu logo quando eu conheci o Jefferson e ele era uma das pessoas que trabalhava sob a minha supervisão. Logo ficamos amigos, vivíamos indo ao Habib's e no Súbito para beber um pouquinho e bater-papo (aquele do Conjunto Nacional, colado com o metrô Consolação), estávamos sempre na casa um do outro, nós
dávamos super-bem.

Ele era uma gracinha, não tão lindo, mas tinha um gosto incrível para roupas, um charme à prova de tudo, sempre perfumado e arrumadinho, sabia como olhar nos olhos de uma mulher e falar macio, exatamente o tipo de coisa que a gente adora
ouvir..... 

Eu não era a única a pensar assim e ele sabia. Ele era muito simpático, muito
divertido, mas convencido feito o cão, vivia dizendo que era o bam-bam-bam, que
conquistava qualquer uma, bastava querer. E o pior era que era verdade mesmo. Eu
morria de tesão por ele, mas simplemente me recusava a ser mais uma a ficar na
fila,  babando por causa dele --tenho minha dignidade-- e não dava bola para
ele, não dava bola para ele, não dava, não dava, mas.... mas puta-que-pariu....
como era difícil...

De qualquer forma, éramos só amigos. Mas os melhores. Eu adorava ele.
Conversámos sobre tudo, ríamos muito juntos, vivíamos trocando favores. Na
verdade ele abusava, aquele filho-da-mãe. Sabia que eu não conseguia lhe negar
uma coisinha que fosse. 

Um dia ele me pediu algo especial. Ele tinha emprestado um dinheiro para uma
namorada, eles terminaram, ele precisava do dinheiro e como ela não queria
devolvê-lo, ele me pediu para ligar para ela como sendo sua advogada e negociar
com ela, porque eu era melhor nisso do que ele.

Num domingo a tarde, eu tinha ido trabalhar para terminar a revisão de um texto.
Eu estava morrendo de tesão, absolutamente só naquele andar e sem a menor
possibilidade de ser interrompida, então eu apaguei as luzes, sentei numa
cadeira bem confortável com as pernas bem abertas, os pés sobre a mesa -eu
estava de vestido- e comecei a me masturbar. Fiquei acariciando meus seios,
beliscando de leve meus mamilos, sem pensar em nada, só curtindo o momento e
quando eu já estava completamente molhada eu tirei a calcinha, fiquei
acariciando minha meia-dúzia de pelinhos, passando meus dedos entre os meus
labios.... eu não queria terminar logo.... então lembrei que tinha que telefonar
para o Jefferson para contar o que eu tinha resolvido com a ex dele.... como eu
sou meio desligada, o que eu não anoto na agenda acabo esquecendo, e eu peguei o
telefone e liguei para ele, sem parar de me masturbar....

Quando ele disse alô eu senti meu coração acelerando.... minha boca ficando
seca... mas tentei falar bem normal, bem do jeito que eu sempre faço, fazendo
gracinha, ele riu, perguntei como estava sendo o domingo dele, ele respondeu que
estava passando roupa (ele fica lindo passando roupa, só de short, sem camiseta
:-) e fui falando de banalidades enquanto ia passando a ponta do dedo bem de
levinho na ponta do meu clitoris....

Quando percebeu meu tom de voz ele disse para eu esperar um pouquinho que ele ia
trocar de telefone.

Eu disse a ele que tinha ligado para a fulana diversas vezes, que era difícil
encontrá-la em casa mas que ela tinha concordado em pagar e perguntado se podia
dar três cheques, o primeiro para trinta dias.... e ele ia respondendo com uma
voz bem macia, meio sussurrada, meio provocante, meio que dizendo "eu sei
exatamente o que vc está fazendo aí e estou fazendo a mesma coisa aqui, mas
vamos fazer de conta que eu não percebi nada" e aquilo foi me dando uma coisa no
pé da barriga.

Conforme eu fui ficando mais e mais excitada, minha voz começou a falhar e eu
tentei continuar o mesmo assunto, mas já nem me lembrava qual era....  Percebi
que  a voz dele ficou meio rouca.... ele começou a falar mais baixo e mais
pausado.... Eu nunca na minha vida tinha conversado nada de natureza sexual com
ele, eu sempre tinha tratado ele como amigo mesmo, e me masturbar no telefone
com ele me dava um frio na barriga meio esquisito, eu sabia que eu não deveria
estar lá, fazendo aquilo, mas putz, como tava bom!

Continuamos a conversar assim o quanto deu.... quando eu não agüentei mais eu
pedi um minutinho, tirei o fone da boca e gozei, mordendo o lábio para não
gritar, com a respiração a mil.... não imaginei que ele estivesse ouvindo....
(Depois fiquei sabendo que sim.) Depois voltei o fone para a boca e disse que
tinha chegado alguém e eu ia ver quem era.... me despedi rapidamente, para ele
não perceber que eu estava sem fôlego, e disse que a gente se falaria melhor no
dia seguinte. E desliguei o telefone. Dali um segundo ele ligou de novo só para
me dizer que tinha sido muito gostoso falar comigo. 

Bem mais tarde, acho que um ano mais tarde, quando ele precisou se mudar
provisóriamente para a minha casa, eu comentei que tinha trabalhado como
atendente de disk-erótico por uma noite na época que eu namorava o Daniel
(porque ele era tarado por voz e eu quis aprender uns truques novos para brincar
com ele de atendende de disk erótico) ele disse que eu levava o maior jeito, que
no dia em que eu resolvesse trabalhar com isso eu iria dominar o mundo. Eu dei o
maior sorrisão e perguntei se ele achava mesmo aquilo, e caiu na risada e com o
jeito mais safado do mundo disse, "ô se acho....."

-

 Angelica&Ana
  angelica & eu

gifs_speed_325

Conheci a Angelica na internet,eu não tinha transado com uma garota antes,e
morria de vontade,pois sou fascinada por mulheres,acho que nosso corpo é uma
escultura de detalhes perfeitos.Começamos a trocar emails,onde fomos nos
conhecendo,ela tinha 22 anos e ja tinha transado com uma garota a pedido do
namorado,e gostado muito,e gostaria de repetir a dose mas sozinha;marcamos de
nos encontrar em um grande shopping do Rio.
  Como ela ja havia me dado uma foto,(alias ela era uma moreninha linda)não foi
dificil encontra-la.Fomos pra praça de alimentação onde começamos a
conversar,pedi pra que ela me contasse sobre sua experiencia,e ela me disse que
o namorado havia proposto uma transa a tres,a principio tentou evitar o
maximo,mas com a insistencia dele acabou topando,ele contratou uma garota de
programa e foram a um motel,ela me contou tudo nos minimos detalhes sussurrando
ao meu ouvido,isso me deixou muito excitada,pois pude sentir minha xoxota
latejando entre as pernas.Ela percebeu meu tesão e me propos irmos ao
banheiro,não hesitei,entramos e seguimos ate o ultimo que estava vazio,mal
fechamos a porta e ela me beijou,foi o beijo de lingua mais doce e quente que
tinha provado,toquei os seios dela meio hesitante e o gemido que ela deu me
encorajou a lhe tirar a blusa.Então pude ver dois grandes seios com os biquinhos
durinhos e roseos,lambi e suguei aqueles mamilos como louca,ficamos completame!
nte nuas,sem nos peocupar com as pessoas que entravam e saiam do banheiro a todo
instante.pude ver a xoxotinha dela,com apenas um fiozinho de pelos que terminvam
em um rachadinho rosado,quando dei por mim ela estava me lambento a xana,enfiava
a lingua e tirava;descia ate a entrada e subia ate o grelo.Gozei como nunca e
nao via a hora de experimentar aquela bucetinha,beijei seus seios e fui descendo
pela barriga ate a xana,cheirei o perfume de sua xoxota e lhe enfiei a
lingua,pude sentir o gosto azedinho ,lambi enquanto ela esfregava a buceta na
minha cara.virei-a de costa e  a debrucei sobre o vaso e,lambi seu cuzinho e
xoxota ate que ela explodiu num gozo que a fez se contorcer de prazer.saimos do
banheiro com as pernas bambas e tentando disfarçar pra que as pessoas nao
percebecem a orgia que acabavamos de fazer.Hoje somos amantes,nos encontramos
quase todos os dias depois do trabalho e cada dia e melhor que o ultimo,terminei
meu namoro e ela tambem o dela, chegamos a concl!
usão que nos satisfazemos mutuamente e nao precisamos de homens.
Espero que tenham gostado,e que minha historia incentive voce a criar coragem
pra realizar suas mais loucas fantasias .

 

-

TENHO TESÃO PELO MEU PAI

AUTOR DESCONHECIDO

gifs_speed_321

Vou contar pra vocês o que me aconteceu ha pouco tempo. Sou ainda uma adolecente e tenho pouca experiência sexual mas isso não impediu que eu seduzisse meu proprio pai, devido ao tesão que eu já sinto por uma pica em minha bucetinha. Como toda mocinha eu queria saber tudo sôbre sexo e a internet foi minha primeira fonte de informações. Da literatura eu passei para os sites pornograficos e a cada filme ou foto que via ficava com mais tesão. Mas um dia achei uns sites que falam sôbre incesto/taboo e a partir daquela hora eu só queria saber de contos, filmes e fotos que falavam ou mostravam uma transa entre filhas e pais. Quando via as fotos ficava com a bucetinha pegando fogo de tanta tesão, e sempre me masturbava, deitada na minha cama, de olhos fechados imaginando meu pai enfiando sua pica em minha bucetinha. Somos só papai, mamãe e eu aqui na minha casa. Ambos trabalham mas minha mãe, executiva que é de uma grande empresa, está sempre viajando e êsse foi um dos fatores que facilitaram o que vou narrar. Espero ser bem explicita, não omitir nada, pois sei que, assim como eu, tem muita filha lendo êsse conto que gostaria, também, de dar a sua bucetinha pro pai. Mas um dia eu me decidi que faria acontecer e numa das viagens da mamãe iniciei meu plano de sedução. A noite viamos TV juntos e eu comecei a me mostrar provocando tesão em meu pai. Ele via TV e eu peguei uma revista e fui me sentar numa poltrona que ficava ha uns 3 metros, num canto da sala. Estava bem na direção do seu olhar, quando se virasse pra me olhar e disfarsadamente abri minhas coxas pra que êle pudesse ver a minha tanguinha de renda. Êle estava prestando total atenção ao filme mas em dado momento se virou pra comentar uma cena e seu olhar, como uma flexa, bateu em minhas pernas e viu minha calcinha. Eu senti uma sensação tremenda só de pensar que êle poderia me desejar. Sua atenção voltou pra TV mas, agora, se virava sempre pra comentar alguma coisa e eu podia ver seu olhar fixo nas minhas coxas. Facilitei e de propósito abri mais as pernas e fingi ler a revista mas estava observando papai. Não tirava mais os olhos do meu corpo e seu cacete estava todo duro, fazendo um volume imenso no seu pijama. Estava adorando aquilo e a tesão fez minha bucetinha ficar toda molhada e por conseguinte molhou toda minha calcinha. Tenho certeza que papai viu e isso o deixou ainda mais tesudo pois êle ficava, toda hora, tentando disfarsar sua ereção. Eu disse que ia ao banheiro e aproveitei pra tocar no meu grelinho e gozar um montão. Como minha calcinha estava toda ensopada eu a tirei e voltei pra sala assim mesmo, querendo que papai visse minha grutinha, ainda com poucos pelos e ficasse tão louco de tesão que me fodesse ali mesmo na sala. Me sentei no mesmo lugar, peguei novamente a revista e senti, imediatamente, seu olhar penetrante me espiando e, lentamente, fui abrindo minhas coxas pra que êle visse minha coninha deliciosa. Êle não se aguentou de tesão e também foi pro banheiro e quando passou em minha frente nem disfarsou e deixou que eu visse seu pau duro estufando a calça do pijama. Minha bucetinha chegou a se contrair tamanho foi o meu desejo por aquela pica. Mas uma coisa me deixou um pouco preocupada: pelo volume que pude sentir na calça de papai seu cacete deveria ter uns 25 centimetros de comprimento e seria muito grosso, também. Eu desejava aquela tora dentro de mim mas imaginava como aquilo tudo entraria numa bucetinha tão pequena como eu tinha, e ainda virgem. Quando papai entrou no banheiro eu fui pé por pé até a porta e olhei pelo buraquinho da fechadura e deu pra ver êle se masturbando, com sua imensa pica na mão e dizendo palavras que me deixaram ainda com mais tesão: vem minha filhinha, dá sua bocetinha pro papai, eu te quero demais. Disse que queria enfiar aquela pica todinha em mim e me fazer gozar. Mas quem gozou foi êle e pude ver os jatos de seu esperma batendo na parede, tamanha a força do seu gozo. Quando êle se preparava pra sair entrei rapidamente no meu quarto pra que êle não me visse. Mais tarde êle passou pra me dar um beijinho de boa noite mas, nêsse dia, me beijou na boca, com todo seu tesão e foi totalmente correspondido por mim. Eu o puxei pra minha cama e nos abraçamos cheio de tesão, sem falarmos uma só palavra, e sensti suas mãos tomando posse de todo o meu corpo. Fui apalpada, alizada, chupada, mordida e lambida em todas as partes me deixando louca, tremula, com febre, delirando e pedindo mais, mais e mais. Quando consegui raciocinar um pouco senti que já estava totalmente nua, toda suada e com o corpo de meu pai totalmente sôbre o meu. Abri minhas coxas e êle se alojou entre elas me deixando sentir a quentura e a rigidez da sua pica. Sua boca chupava a minha e suas mãos amassavam deliciosamente meus peitinhos, premiam o biquinho durinho me deixando quase sem fôlego. Querendo sentir aquele mastro levei uma das minhas ao seu cacete e fiquei arrepiada: era muito maior e mais grosso do que eu poderia imaginar - era um tripé - e desejar. Mas meu tesão era tão grande que em nenhum momento pensei em desistir e do pensamento passei ao ato: segurei aquele portento e coloquei a cabeça entre os lábios da minha raxa e fui rebolando os quadris e sentindo a pica ir encontrando, lentamente, o caminho que deveria percorrer: parou, já me abrindo toda, bem no meu cabacinho e eu já louca de vontade avancei meu corpo esperando receber aquela coisa louca dentro de mim. Mas aconteceu que quando avancei meu pai, instintivamente, sacou sua pica evitando me penetrar. Fiquei louca de vontade, perdi completamente a razão e me lembro que fui lambendo seu rosto, seu pescoço e enfiei minha lingua em seu ouvido e implorei: pai, por favor, mete em mim; não aguento mais esperar pois te quero todinho dentro de mim; quero ser sua mulher agora, por favor pai. Êle tambem estava louco de vontade e senti que procurava, com carinho, me enfiar a sua pica e levantou minhas pernas, colocando-as em seus ombros (uma de cada lado)e senti sua pica forçando a entrada. Enfiava e tirava a cabeçona da pica e ia, lentamente, me abrindo toda pra recebe-la até que, numa estocada bem viril, senti meu cabacinho se romper e a pica começar, realmente, entrar na minha gruta sedenta. Papai fazia pequenos movimentos de vai-e-vem, bem lentos, me deixando sentir cada vez mais desejo de ser penetrada, mostrando quanta experiência tinha com mulheres. Minha buceta era muito apertadinha e precisava ser alargada, com carinho, pra receber toda aquela caceta do meu pai. Eu já estava gozando compassadamente, dando tremendos apertos naquela vara, com a musculatura da minha coninha deliciosa. Fui sendo penetrada gostosamente e sentia a cada enfiada que a pica entrava mais um pedaço. Não sei como, mas depois de um longo tempo gozando e sendo fodida senti os bagos do coroa batendo na minha bundinha, indicando que já estava quase tudo dentro de mim. Sentia a cabeça tocar no meu utero quando êle enfiava a pica em mim mas eu rebolava loucamente e pedia pra papai meter mais e êle só parou quando nossos quadris se juntaram. Ai ficou todo enfiado dentro de mim me beijando e sentindo minha bucetinha se acabar de tanto gozar. Eu dava tantos apertos de buceta naquela vara que meu pai chegava a gemer de prazer e quando êle não aguentou e sentiu que ia gozar tirou rapidamente o cacete de dentro da minha bucetinha e gozou abundantemente na minha barriguinha, me deixando toda ensopada com sua porra quente. Eu reclamei docilmente no seu ouvido porque tinha tirado na hora que ia gozar e pedi pra êle meter de novo e gozar dentro, junto comigo. Papai me prometeu que não ia tirar na proxima vez e me pegou no colo e me levou pra sua cama e de mamãe. Abriu a gaveta, pegou uma camisinha e colocou na sua caceta, já dura de novo, e deitou sôbre mim, novamente, e me possuiu a noite toda

SEXO É BOM…

No post de hoje, algumas fotos.. muito sexo, muita putaria…qual é a legenda que vocês colocariam nessas fotos ???

100_1926 100_1940 100_2212 100_2375 100_2797 100_2798 100_2799 (1) 100_2799 100_2808 100_2835 135106 136121 136122 136496 136498 136522 138082 P1010246