terça-feira, 28 de janeiro de 2014

DOIS CONTOS MUITO SACANAS

A fantasia do Rodrigo

Autor: Menina Superpoderosa

E-mail: powerpuff_girl@uol.com.br
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Conheci a Aline quando mudei para o Tatuapé. Era minha vizinha. Ela estava mal na escola e me ofereci para dar um reforço. Só tinha 16 anos, mas apesar da diferença de idade (eu tinha o dobro da idade dela), aos poucos ficamos amigas, acho que até mesmo por eu estar acostumada a lidar com adolescentes, eu sempre me dava muito bem com eles. Na verdade a Aline me parecia tão madura, tão vivida que as vezes que me esquecia de que estava conversando com uma menina.

 

Na época eu namorava o Rodrigo, pouco coisa mais velho do que eu, e depois que a Aline eu ganhamos mais intimidade uma com a outra, sempre que transávamos eu acabava contando tudo para ela com detalhes. Adolescentes são sempre curiosos por sexo, e eu sempre falei sobre isso com a maior naturalidade. Eu dizia como ele era, descrevia os braços fortes e as pernas lindas dele, o bumbum peludinho, o jeito dele de querer transar onde quer que estivéssemos, de sussurrar no meu ouvido me convidando para "fazer bem gostoso", de como eu derretia quando ele acariciava os meus seios, como ele mexia gostoso quando eu estava por cima.

 

No começo eu só queria alguém para dividir essas experiências --eu adoro falar sobre sexo-- mas aos poucos eu fui percebendo que ela estava sempre curiosa por mais detalhes, que os olhos dela brilhavam de tesão enquanto eu falava e eu provocava ela. Num desses dias em que ela estava numa dessas camisetinhas que me tiravam do sério, eu comentei "casualmente" que o Rodrigo adorava mulheres de seios bem bicudinhos, como os dela, que ele dizia (era verdade) que dava vontade de chupar e morder bem devagarinho até ela gozar. Quando eu disse isso percebi que ela ficou sem fôlego. Aquela vadia adorava uma sacanagem....rss

 

Como o Rodrigo era tarado por meninas de 16 anos --a idade dela--, eu não podia deixar de pensar nele quando estávamos juntas.

Ele trabalhava muito na rua, sempre que via uma adolescentezinha mais bonitinha ele chegava a noite e corria para a net para procurar uma fulana parecida para me mostrar como ela era, me contava onde a tinha conhecido, às vezes tirava o pau para fora e se masturbava olhando para a foto dela, outras vezes eu masturbava ele enquanto ele pensava na tal menininha. Eu sabia e levava aquilo na boa, acho que todo mundo no fundo é meio pervertido. Pelo menos eu e o Digo não éramos hipócritas, havia muito diálogo entre a gente, a gente levava as fantasias um do outro na boa (eu também tinha as minhas, claro), a apesar de termos prometido ser fiéis um ao outro enquanto desse, a gente sabia que sexo era sexo e que o relacionamento da gente era outra coisa.

 

Eu confesso que imaginar ele fazendo com outra mulher o que ele fazia comigo além do ciúme (óbvio) me dava tesão. E eu sempre usava aquela fantasia dele para brincar com ele, para provocar. Às vezes me registrava no ICQ com um nick diferente, como se tivesse 16 ou quase 16 anos, contava mil estórias, mandava fotos de alunas, sobrinhas e amigas bem novinhas dizendo que era eu, fazia ele quase estourar os culhões de tanto se masturbar. Ele nunca soube --com certeza-- quem é que estava mandando as mensagens para ele.

 

E se ele sentia tanto tesão por meninas completamente anônimas, simplesmente por terem 16 anos e serem bonitinhas, imagine o que não sentia por uma que de tanto ouvir falar já parecia tão familiar.....

A Aline não era do tipo esquelético, pelo contrário, deveria estar uns quatro quilos acima do peso ideal, mas não chegava a ser gordinha. E tinha um par de seios que me tiravam o sono. Eu nunca tinha visto nada assim. Eram cones perfeitos, bem pontudinhos, de tamanho médio, não era tão duro quanto os seios das garotas da idade dela, que pareciam pregados no tórax, pelo contrário, ela andava sempre com camiseta folgada, sem sutiã, e quando andava eles balançavam um pouquinho.

 

Eu achava aquilo absolutamente sensual, me dava uma vontade louca de tocar neles, de sentí-los na minha mão, de ver como eles eram sem todo aquele pano. Não que eu seja lésbica --pelo contrário, sou louca por sexo, por homens--, mas eu gostava de olhar para ela, de conversar com ela, de imaginar ela nua, e o pior de tudo, de imaginar ela e o Rodrigo juntos. Ao mesmo tempo que aquilo me dava um ciúme quase insuportável, me excitava, eu vivia me masturbando pensando naquilo.

 

Assim como eu falava muito dele para ela, eu adorava também falar dela para ele, de brincar com ele, fazê-lo enxergar a Aline pelos meus olhos, adorava ver o pau dele ficar duro por ela. Eu contava das nossas conversas, das experiências dela na cama, dos mamilos dela que pareciam estar sempre com tesão. Na verdade aquilo para mim era só uma brincadeira mesmo. Às vezes acontecia de a Aline atender o telefone quando o Rodrigo me ligava em casa, eu percebia que ela caprichava na voz quando reconhecia a voz dele e eu ficava de cabelo em pé. Deixar os dois fazerem amizade ou se encontrarem pessoalmente é algo que jamais passou pela minha cabeça.

 

Um dia quando estávamos na casa dela, eu, ela, sua irmã e cunhada, ela disse que estava com um corrimento, uma coceira e um ardor insuportáveis na vagina, que não sabia o que fazer e pediu para que déssemos uma olhada. Tirou a calcinha, deitou com as pernas abertas e me chamou. Eu me senti extremamente sem jeito e tentei brincar, disse que "não queria ver aquela coisa feia" de jeito nenhum. Ela riu, disse que eu era uma boba e eu fui. Quase morri de tesão quando olhei, ela tinha uma buceta bem gordinha, com poucos pêlos castanhos bem claro e lábios e clitóris rosa bem clarinho, grandes, e claro, a entrada da vagina estava realmente irritada. Depois de olharem a cunhada e a irmã dela começaram a rir, dizendo que os lábios vaginais dela eram enormes, que pareciam uma flor. Mais tarde conversamos sobre aquilo, ela queria saber se era normal as mulheres terem lábios vaginais daquele tamanho e eu disse que sim, garanti que ela tinha uma bucetinha linda --e não menti, ela era linda de morrer mesmo.

 

Na verdade não dá para descrever o que eu senti vendo a buceta dela aberta, tão perto do meu rosto. Eu nunca tinha visto uma mulher tão de perto, naquele ângulo, pelo menos não "ao vivo". Eu fiquei morrendo de tesão (que pena que não estávamos sozinhas) e de medo que ela percebesse. Eu dei uma desculpa e fui para casa. Passei a tarde me masturbando --porra, eu gozava, gozava e continuava com tesão.

 

Quando o Rodrigo chegou eu contei para ele, ele morreu de rir, perguntou como ela era e eu contei, com detalhes. Conversei mais um pouco com ele e fui preparar umas aulas e deixei ele no computador. Acabei pegando no sono e quando acordei peguei ele com a tela cheia de xanas de todos os tipos e tamanhos. Quando dei risada e perguntei o que diabos ele estava fazendo ele me perguntou com qual delas se parecia a da Aline. Quando achei uma bem do jeitinho da dela ele ficou olhando por uns minutos, enfiou a mão na minha calcinha, ficou passando os dedos entre os lábios da minha buceta e disse que queria dar uma espiada na minha, para comparar.

 

Bem, o Digo e eu tínhamos um pacto de obedecer qualquer coisa sem questionar quando o assunto fosse sexo, (isso era divertido) e eu tirei a calcinha e sentei na beira do sofá com as pernas bem abertas, e ele ajoelhou no chão, com as duas mãos abriu bem a minha "menina" e começou a lamber e a chupar o meu clitóris enquanto enfiava dois dedos dentro da minha vagina. Eu percebi claramente por onde andavam os pensamentos dele naquele momento e resolvi brincar um pouco. Apaguei a luz, puxei ele para cima de mim, e beijei ele de um jeito bem diferente do que eu costumava beijar --eu tentei beijá-lo como eu imaginei que a Aline o faria. Imitei o jeito dela falar e fui me referindo a mim mesma na terceira pessoa, dizendo que eu tinha sido boazinha em emprestar o Rodrigo para ela, que eu tinha razão, ele era mesmo um tesão. Ele entrou na brincadeira na hora, dizendo que ela (a Aline, ou seja, eu) era linda, que mesmo sem conhecê-la pessoalmente tinha batido mil punhetas por ela, que ia fazê-la gozar do jeitinho que eu gozava. E colocou as mãos no meio das minhas pernas para guiar o pau dele para dentro da minha vagina.

 

É claro que eu não iria deixar ele acabar a coisa assim tão rápido, e fingi que era virgem, disse que não queria transar, só brincar, que eu nunca tinha transado com ninguém. (Porra, eu merecia um Oscar!) O Rodrigo ficou louco. Não dá para imaginar como é difícil segurar um cara com tesão. Eu tenho pernas fortes, mas quando percebi que ele estava quase conseguindo abrí-las eu pulei da cama e sai correndo, ele atrás de mim, os dois pelados pela casa feito duas crianças, até que ele me agarrou --ele é bem mais forte e ágil do que eu--, me jogou na cama, pôs o pau na entrada da minha vagina e empurrou o pau para dentro. Bem, naquela hora ele descobriu que não se pode estuprar uma pompoarista. Eu contraí o mais fortemente que eu consegui os músculos da vagina, do ânus e da uretra, "tranquei" a minha “menina”, deixei ele tentar entrar por uns bons minutos e depois empurrei ele e sai correndo de novo, e ele me agarrou de novo e, bem, resumindo, entre tentativas de penetração e fugas eu deixei ele implorando para entrar na minha vagina por quase três horas. Bem mais tarde, quando eu finalmente relaxei os músculos o suficiente para ele penetrar minha vagina de “moça virgem”, ele gozou quase que instantaneamente, apesar do ótimo controle que ele geralmente tem.

Mas enfim, eis que numa bela sexta-feira, tempos depois, aconteceu o que só eu não previ: a Aline –a original-- apareceu em casa para bater um papinho e deu de cara com o Rodrigo, que tinha aparecido para me ver. Fiquei sem ter o que falar, já pressentia um arquipélago de chifres na minha cabeça, mas como não dava para esconder o Digo embaixo da cama nem mandá-la para o espaço eu resolvi cooperar com o inevitável e convidá-la para entrar.

 

A Aline já foi chegando e conversando com o Rodrigo, que também é bem extrovertido. Ela sentou no sofá com a gente e ficamos bebendo cerveja (na verdade eles ficaram porque eu queria estar bem sóbria e aliás, detesto cerveja) e jogando conversa fora. Eu percebi que os olhos dele não desgrudavam dos biquinhos dos seios dela. Eu não podia culpá-lo, ele já havia me ouvido falar deles mil vezes e já tinha visto eu me masturbar por eles outro tanto de vezes, a curiosidade dele era mais do que natural.

Como ele percebeu que eu estava tranqüila aos poucos ele começou a bancar o galanteador, como se estivesse –e na verdade estava, pelo menos parcialmente—paquerando a gente. Estava falando com voz macia, caprichando no sorriso, fazendo gracinhas, de vez em quando abraçava uma ou outra, fazia carinho nos braços, na cintura, no ombros, nas mãos enquanto falava, elogiava o cabelo de uma, o batom da outra, e de vez em quando olhava para mim para ver se eu estava aceitando numa boa, e aí bebia mais um gole de cerveja e avançava mais um pouquinho.

 

Às tantas da noite, enquanto olhava bem dentro dos olhos dela de um jeito bem significativo, ele passou o braço pelo meu ombro e começou a massagear o meu seio por cima da blusa, beliscando bem de leve o meu mamilo até ele ficar quase estourando de tão duro, como que dizendo a ela o que ele gostaria de estar fazendo naquele momento.

 

Eu sei que estava pensando num jeito de transar comigo e com a Aline ao mesmo tempo, porque ele sabia que eu morria de tesão por ela só que não tinha as manhas de transar sozinha com uma mulher, e claro, ele adoraria ver duas mulheres transando. Ela com certeza toparia na boa, só que eu gosto de reinar absoluta na cama. Com eles eu ficaria meio que sobrando, primeiro porque era "comida de todo dia" como se diz por aí, já que a gente namorava e podíamos transar quando quiséssemos e ela era a novidade da noite, e segundo porque ele era fissurado por garotas da idade dela, era a grande fantasia da vida dele. Achei que ele curtiria muito mais e a gente preservaria melhor o relacionamento da gente se eu ficasse de fora.

 

Enquanto conversávamos e ríamos juntos eu percebia a mão dele de vez em quando escorregando no seio dela, "de brincadeira", uma ou outra encoxada "acidental" e uns abraços "carinhosos" que apertavam o peito dela contra o dele. É claro que eu fingi que não percebia nada, mas sentia o meu clitóris latejando e absolutamente duro de tesão. E pedi desculpas e disse para eles ficarem a vontade, poderiam pegar mais cerveja na geladeira se quisessem, mas que dali a pouquinho estaria começando na TNT um filme que eu estava louca para rever.

 

Com a desculpa de não conseguir ler a legenda por ser míope, deitei no sofá menor, mais próximo da TV e deixei os dois sentados no sofá maior. Eles decidiram assistir o filme comigo –assistimos de luz apagada-- e ficamos os três em silêncio. Pouco depois eu fingi ter caído no sono.

 

Acho que o Rodrigo sacou que eu estava acordadíssima, mas a Aline não. Um tempinho depois que eles "perceberam" que eu tinha adormecido eles começaram a conversar e eu vi que ele tinha pego na mão dela, e depois na perna. Ela ficou preocupada comigo, com medo que eu acordasse e ele disse que eu tinha um sono pesado, que quando caia no sono não acordava nem que passasse um desfile de escola de samba. E começaram a se beijar. Ele beijou os seios dela por cima da camiseta –ou pelo menos me pareceu assim--, por baixo dela, tirou a roupa dela e em seguida despiu-se, beijou a corpo dela todinho, a buceta, fez ela gozar duas vezes, com gritinhos; meteu o pau na boquinha dela e fez ela chupar e transaram no meu sofá, na minha frente, a menos de dois metros de mim, enquanto ia gemendo, ofegando, elogiando cada pedacinho do corpo dela, dizendo o que estava sentindo e fazendo ela conversar com ele. Eu saquei que ele queria que eu acompanhasse passo-a-passo tudo o que estava acontecendo por ali.

 

Apesar de não poder me masturbar para não dar na cara que eu estava acordada e tirar a espontaneidade de transa deles, eu não agüentei e gozei feito um vulcão --mas milagrosamente em silêncio-- quando eu ouvi ele gozando. Pela intensidade dos gemidos dele eu percebi que ele tinha gozado prá caramba também.

 

Mais tarde, quando ela foi embora, o Rodrigo veio me sacudir, para ver se eu realmente estava dormindo. Claro que eu fingi que estava e ele que tinha acreditado. Então ele se deitou do meu lado --ele é um cara que conhece bem a alma feminina!-- e começou a me fazer carinho, a me chupar e a me masturbar até eu "acordar" para transar com ele, e ficou dizendo que era linda, que eu tinha um rosto lindo, que era louco por isso e por aquilo em mim, e ficamos o resto da madrugada transando devagarinho, ele fez tudo o que eu gostava e do jeito que eu gostava na cama, me fez gozar mais de mil vezes. E claro, nunca jamais tocamos naquele assunto. Nem mesmo depois de termos terminado. É como se nada daquilo jamais tivesse acontecido.

 

(É evidente que quando se pensa de cabeça fria não é lá muito agradável dividir seu homem com outra mulher, e não tem carinho no mundo que faça isso parecer diferente, mas se depois daquilo tudo ele virasse as costas e fosse dormir acho que eu iria me sentir péssima. Eu apreciei a delicadeza e a sensibilidade dele em se preocupar em como eu estava sentindo.)

 

No dia seguinte a Aline me chamou de dorminhoca e me cumprimentou como sempre, eu tentei parecer natural, mas eu não conseguia esquecer que ela tinha transado com o Rodrigo --e que ele tinha adorado--; chame isso de inveja, de ciúme ou do que for, mas dali prá frente achei um jeito de estar sempre apertadíssima de horário e parei nossas aulas e a nossa amizade por ali...

 

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PROVOCANDO O PROFESSOR
Autor Desconhecido

gifs_speed_374 Estava eu, Anita, tendo minha tao esperada aula de Ingles. Na epoca, estava com 18 anos,cabelos compridos, os olhos verdes,uma bunda linda, seios rosados....
Quando chegou aquele monumento...meu professor de Ingles. No colegio era obrigatorio usar o uniforme, uma blusa branca com o emblema do colegio e uma saia curtissima, no qual eu adorava. Sempre gostei de provocar os homens, e o meu professor era um deles... Chegou dizendo que haveria uma leitura e que valeria pontos..assim começou meu tesao...cada aluno que lia...receberia as
notas e seriam dispensados para o intervalo....Enquanto estava começando o primeiro aluno a ler...ele me fixou o olhar,pois sabia que provocara tesao nele....Fingindo ingenuidade coloquei o lapis na boca...olhando para os olhos  dele....comecei a passar a lingua no lapis fingindo ser o pau dele...a esta hora ele nem prestava mais a atenção para o aluno que lia ao seu lado...percebendo entao o seu tesao...abri minhas pernas....mostrando minha calcinha branca e minuscula que mal cabia no meu rabo....chegou minha vez de ler....sentei ao seu lado e pude percerber ´que já tirara seu pau para
fora...nossa que delicia...como eu queria sentar e foder com ele ali mesmo...comecei a ler ....ele,discretamente começous a passar a mao em minha coxa....foi subindo ate chegar em minha boceta...que estava molhadissima....ajeitou minha calcinha de lado e enfiou seu dedo...deslizava e
eu ja falava em ingles palavras desconexas...provocando ainda mais.... De repente ele dispensou e pediu que eu ficasse para poder me ajudar no Ingles no Vestibular...claro que prontamente aceitei....a sala ficou vazia....e, ele do meu lado ja nao aguentando mais.....falou: Sempre tive vontade de te comer bem
gostoso....sempre bato uma punheta por voce...vc me enlouquece.....nisso, nao podia esperar e fui descendo minha boca naquele pau tesudo...como era delicioso....so nos dois na sala....enquanto eu chupava ele me fodia com os seus dedos...na minha boceta.! ..no meu rabinho... Nao aguentei....fiquei de quatro para ele que prontamente atendeu meu pedido...começou a passar a cabecinha daquele mastro em mim....descida e passava a lingua em meu grelinho...no meu rabinho, e para minha
alegria.....comecou a colocar bem gostoso.....ja nao aguentava mais.....senti suas maos em minha cintura....me apertando...quando notei que seus movimentos aumentaram...comecou a me foder mais...rapido...eu gemia gostoso, falava para ele me foder mais....isso mete na minha boceta gostosa...abri minha bunda....goza gostoso....ele enlouquecia,....e o medo de sermos pegos aumentava
ainda mais o nosso tesao.. Quando me virou de frente ao seu corpo....me deitou em cima da mesa....e me disse: Sempre tive vontade de comer seu rabo......hoje vc vai pagar todo o tesao que me fez passar.....e eu adorava aquilo....ele enfiou seu pau bem devagar na minha boceta....chupava meus peitos...metia mais.....metia mais....quando ja estava para gozar..tirou seu pau e começou a lubrificar o meu cuzinho....que ja estava piscando de tesao, pois adoro sexo anal,enfiou...começou a meter com vontade....saboreando aquele rabinho apertado....umdio...gostoso... Começou a meter mais....isso, me fode mais....come meu rabo...fode gostoso nele....ele me agarrou e gozou intensamente no meu cuzinho....enquanto ele gemia em meu ouvido, gozava mais a cada estocada que ele me dava. Depois de um certo tempo, havia terminado o horario do intervalo e, a proxima aula seria com ele novamente...... Claro que, ele percebendo que haveria mais sacanagens , de ambas as partes, pediu aos alunos que ficassem a vontade enquanto me ajudaria nos estudos... Assim, os alunos nada
desconfiaram e para minha alegria....cada vez que ele falava ou comentava sobre a materia..eu batia uma punheta bem gostosa para aquele homem tesudo....essas punhetas que nos fazem perder os sentidos..... Terminou a aula....e ate hoje,nunca mais encontrei comm aquele professor...hoje, as pessoas perguntam porque sera que eu adoro ingles? 
Tem alguma duvida?  Beijos Anita

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