sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Pelo fundo da vizinha dos fundos!

Olá !, hoje trago outro conto da Kátia Ramos, os contos dela me dão muito tesão. Espero que vcs também gostem.. Mandem contos prá eu publicar, também.. meu email é tonixscorpion@gmail.com .Divirtam-se !

 

 Kátia Ramos
©Kátia Ramosramos_katia@hotmail.com

 

Dessa vez Juca e Gorete tinham aprendido a lição aplicada pela tentativa
anterior de voltarem a viverem juntos e por isso quando se reencontraram
novamente tanto um como outro tomou a firme decisão de se tornarem apenas bons amigos, e é claro que novamente a desculpa de ambos foi os filhos, mas os dois sabiam que aquela aparente amizade não demoraria em desembarcar na cama, mas mesmo um desejando ardentemente mais que o outro que isso viesse a acontecer nenhum queria ser o primeiro a tomar a iniciativa a coisa foi caminhando sem maiores novidades até a tarde daquela quinta-feira que Juca apareceu na casa de Gorete para resolver problemas referente ao uniforme escolar dos meninos, é claro que tudo poderia ter sido resolvido em poucos minutos e ali mesmo no portão, mas dando continuidade ao jogo de sedução existente Gorete fez questão
de insistir:

—    Entre! Não vejo motivos para tanta pressa?
—    É que ainda tenho algumas coisas para resolver antes de voltar para Rio das Conchas!
—    Logo você que sempre arranjou tempo para tudo não me venha com essa que não tem tempo para ao menos tomar um cafezinho?
—    Certo! Certo! Mas, será apenas para um cafezinho.

Entraram! E como sempre Gorete fez questão de passar um café fresco e após servi lo sentou se ao lado de Juca e mais uma vez se puseram a falar sobre tudo e sobre todos e já que de todas as visitas de Juca aquela era a única que o casal estava só, pois o filho mais velho estava na escola e o mais novo vendendo sorvetes na companhia dum amigo a intimidade entre eles foi crescendo e em breve as palavras foram dando lugar aos beijos e às caricias e sem que um disse ao outro uma palavra sequer eles se levantaram do sofá onde estavam sentados e foram direto para o quarto de Gorete onde após cada um despir o outro o sexo começou a rolar livre e solto só que o casal não contava é que desde pouco depois que eles foram para o quarto, Graça a vizinha dos fundos e melhor amiga de Gorete no momento, se pôs a assistir tudo pela cortina usada como porta mal fechada e Graça já tinha se surpreendido um bocado ao ver tamanho do caralho de Juca maior ainda foi seu espanto quando Gorete aprove!
itando que estava de quatro pediu:

—    Mete no meu cuzinho!

Mais que depressa Juca pegou o frasco de creme para mãos que estava na penteadeira e após espalhá-lo pelo seu pau e pelo cú de Gorete foi fazendo toda aquela tora desaparecer pela bundinha de Gorete à dentro e ela em lugar que começar a dar berros de dor como Garça esperasse que fizesse passou a empurrar a bunda para frente e para trás enquanto pedia:
—    Vai! Mete tudo. Isso! Mete mais...Isso! Com força que estou gozando.

Ela gozou e Juca aproveitando o embalo gozou também e já que o efeito disso foi o casal tombar como que desfalecido sobre a cama Graça se aproveitou disso para sair de fininho sem que ninguém percebesse sua presença, mas se por um lado ela se achava horrorizada pela foda anal que assistira por outro o tamanho do cacete de Juca a deixara tão excitada que ela se atirando na cama passou a se masturbar e como uma vez foi pouco para satisfazê-la ela emendou a primeira com uma segunda e como essa ainda se mostrou insuficiente ela começou uma terceira e
como já no inicio Graça se deu conta que nem aquela e nem quantas mais siriricas tocasse a satisfariam ela finalmente se rendeu ao inevitável e após ficar de quatro e untar os dedos também em creme para as mãos passou a acariciar o cú para em seguida deixar um de seus dedos entrar por buraco até então inviolado adentro e já que dedo parecia pouco ela juntou um segundo e satisfeita com isso passou a rebolar e gemer só parando quando  um orgasmo fenomenal a abateu por completo.

Se Graça se encontrava ainda derreada pelo gozo solitário alcançado Juca e Gorete já tinham se recuperado do seu e como o filho mais velho estava preste a voltar da escola eles se vestiram e foram para a sala onde se sentaram como se nada tivesse acontecido e assim que ele chegou Gorete pediu a ele que fosse chamar o irmão mais novo e assim que Juca conversou e brinco um pouco com eles se foi e mau Graça ouviu a moto de Juca se distanciar ela foi até a casa de Gorete e mal entrou foi dizendo:

—    Menina! Se alguém me contasse o que vi vocês fazerem nem mesmo sob juramento eu acreditaria.
—    Não me diga que todo esse seu espanto se deve ao fado do Juca e eu, mesmo estando separados estávamos transado?
—    Não! O que me espantou mesmo foi você não apenas ter deixado ele enfiar aquilo tudo no seu cú e sim ter pedido a ele que fizesse e mostrado não apenas ter gostado e sim adorado um absurdo desses.
—    Credo! Do jeito que fala acreditarei que apesar de ter uma bunda grande e gostosa ela ainda é virgem.
—    E por que não haveria de ser?
—    Ah! Não. Você só pode estar brincando?
—    Não é brincadeira não! Pois, até hoje eu nunca nem ao menos permiti que me enfiassem um dedo sequer no cú e sendo ainda mais sincera nunca tive vontade que me fizessem isso.
—    Nem mesmo hoje quando nos espiava trepando?

Isso pegou Graça tão de surpresa que ela antes que se desse por si já tinha
dito:
—    Tanto que só me satisfiz depois de tocar 3 siriricas sendo que na ultima não me contive mais e enfiei não um, mas dois dedos no cú...
—    E com certeza gostou tanto que não está vendo que seu marido para que ele finalmente “inaugure” essa sua bunda deliciosa?
—    Quem me dera fosse assim tão fácil é que depois de tanto negando a ele isso o que acha que ele pensara seu eu pura e simplesmente ficar de quatro e lhe pedir: “meta no meu cú, querido!?”
—    Hum! A coisa vai se complicar pra caralho, mas não fique triste, não! Que na próxima vez que Juca vier cuidaremos para que ele te “inaugure” a bunda.
—    Está maluca? Com um pica daquele tamanho ele não vai me inaugurar a bunda e sim arrebentar com meu cú por inteiro.
—    Que nada! Ele sabe muito bem como fazer isso e depois disso você assim como eu irá gostar tanto que não saberá discernir se gosta mais de dar a boceta ou se de dar o cú.
—    E quando ele voltará?
—    Na próxima quinta-feira lá pelas 2 da tarde!

Isso deixou Graça um tanto aliviada, pois se estavam numa quinta-feira até próxima ela teria uma semana para tentar induzir seu marido a foder lhe a bunda e com isso ela fugiria tanto da primeira traição de sua vida como também do medo de se machucar ao ter o cú invadido por algo tão grande como o caralho de Juca e por isso já naquela noite ela fez questão de transar com o marido só de bruços e até de quatro e como ele nem ao menos procurou enfiar o cacete no rego de sua bunda ela decidiu a repetir a dose na noite seguinte e como não obteve resultado ela foi insistindo até que na noite de terça-feira, assim que ela se posicionou
de quatro, Reginaldo pôs tudo a perder:

—    Sabe! Graça. Até que achei gostoso você procurar variar um pouco nas posições, mas depois de tantos dias só te pegando de quatro ou de bruços já estou enjoando, que tal fazer como antes só para variar?

Nem precisaria dizer que a decepção de Graça foi total e que aquela acabou sendo a pior foda que tivera com o marido naqueles dois anos de casamento e também que ela querendo de vingar pela primeira vez fingiu um mal estar para com isso evitar trepar com o marido e com isso Graça acordou na quinta-feira alternando entre ansiosa e temerosa pela chegada de Juca e Gorete percebendo aquilo evitou tocar no assunto até que por volta da uma hora da tarde foi até a casa da amiga e disse:

—    Bem, minha querida! Acho bom se aprontar que ele não costuma se atrasar e como não queremos despertar a curiosidade das outras vizinhas, você se aprontará lá em casa.

E sem pedir licença para a amiga passou a vasculhar gavetas e guarda roupas e assim que conseguiu junta o que queria disse:
—    Vamos! Que o tempo não para.

E foram! E ao chegar na casa de Gorete a primeira coisa que ela fez foi fazer Graça tomar um banho e quando essa entrou no banheiro Gorete a aconselhou:
—    Veja se lava essa boceta direito porque ele adorar chupar uma!

E já que Graça gostava que chupassem a sua ela caprichou o máximo na lavagem da boceta e pós terminar o banho passou a se vestir: primeiro a minúscula tanguinha fio dental em renda branca, depois a mini saia em jeans que por ter sido comprada quando Graça era mais magra ficou ainda mais mini e finalmente a mini blusa que por completar o conjunto fazia com os seios grande Graça quase saltassem para fora e sendo tímida como era ao sair protestou:

—    Gorete! Quando ele me ver vestida assim o que acha que ele pensará de mim?
—    Fique fria! Eu o conheço muito bem e por isso lhe asseguro que está vestida bem ao gosto dele.

E em seguida entrou no banheiro e após um banho rápido mandou o filho mais novo fazer o mesmo e Graça se aproveitou disso para mais uma vez protestar:

—    Ah! Não. Não me diga que vai sair?
—    Mas, é claro que vou, pois do contrario vocês não se sentirão totalmente à vontade para se curtirem como merecem!
—    É que como já te contei eu até hoje só transei com meu marido que até agora tem sido o primeiro e único a me comer e logo agora que estou preste a fazer duas coisas que para mim serão bastante difíceis você me deixará na mão? 
—    Mas, não se preocupe que estarei com vocês em pensamentos.

E antes que Graça pudesse protestar novamente Gorete se foi deixando a amiga quase em pânico por não saber como agir e o que fazer quando Juca chegasse e isso começou a fazer Graça sentir uma imensa vontade de se mandar para sua casa, mas se fizesse isso além de decepcionar sua melhor amiga nunca mais ela teria outra oportunidade como aquela e por isso ela ligou a TV e procurou se distrair assistindo um filme meio antigo e então uma moto parou e o coração de Graça disparou e quando Juca bateu palmas anunciando sua chegada a vontade de Graça foi a de se levantar e sair pela porta dos fundos, mas ao fazer isso ela se lembrou da ducha fria que seu marido tinha lançando sobre seu casamento na noite
anterior e de forma resoluta e irredutível abriu a porta da sala e sorrindo
disse Juca:

—    Entre! Que a Gorete precisou sair, mas com certeza não irá demorar.

Juca conhecia Gorete bem demais para ao ver Graça vestida daquele jeito e sozinha deduzir que aquilo se devia a mais uma das tramóias de sua ex-mulher e por isso enquanto entrava na casa comentou em tom casual:

—    Já que é assim não vejo mal algum em esperá-la!

E assim que entrou tratou de por esquema delas a prova dizendo:
—    Nossa! Você está realmente linda e tesuda vestida desse jeito!

Já que não estava acostumada a elogios tão diretos Graça ficou tão encabulada  que apenas baixou a cabeça e Juca mesmo se apercebendo disso se desculpou:
— Se falei alguma coisa de que não gostou me desculpe!

Como dessa vez Graça não como ficar calada ela com voz quase sumida falou:
— Não é isso não! É que sou muito acanhada mesmo.
— Fico feliz que tenha gostado, pois me vesti assim especialmente para você!
—  Não vejo nenhum mal pra isso, pois o que é bonito é para ser mostrado e apreciado!

E como complemento a sua frase fez Graça virar de costas para ele e tão logo soltou os botões que fechavam a mini blusa nas costas fez o mesmo com a mini-saia e assim que teve Graça vestida apenas com a tanquinha que por ser branca contrastava e muito com a pele negra dela se afastou um pouco e após a fazer de frente para si exclamou:

— Nossa! Se você não for a baixinha mais gostosa que já vi espero viver o bastante para isso.

Novamente aquele sentimento de orgulho com vergonha fez Graça se calar e Juca por sua vez foi baixando a tanguinha dela enquanto cobria aquela bunda maravilhosa de beijos e mordiscadas o que fez graça se curvar e passar a gozar sem parar e então Juca se valendo disso enfiou um dos dedos na boceta dela  e após molhá-lo o suficiente passou a enfiá-lo no cuzinho de Graça que de imediato reagiu piscando intensamente o que levou Juca a comentar:
— Hum! Tem gente aqui que ta com uma fome danada. Que você acha de darmos logo algo bem substancial pra ele comer?

Até então Graça não tinha dado conta do risco que corria, mas a menção a algo substancioso a fez lembrar da enormidade do cacete que estava a espreita do seu virgem buraquinho e por isso se endireitou dizendo:
— No quarto é mais confortável.

E como ela se dirigiu pra lá Juca não teve alternativa que não fosse a de
segui-la e assim quando lá chegou ela já estava deitada de costas e com as mãos sob a cabeça então Juca passou a se despir lentamente e quando ele ficou completamente nu ao ver o cacete dele pronto pra guerra Graça não se conteve:
— Minha nossa!

E já que essas reações de espanto enchiam Juca de orgulho do seu enorme cacete ele como sempre brincou:
— O que foi?
— É esse seu cacete!
— O que tem de errado com ele?
— Nada não! É que estou achando ele grande demais, só isso.
— Mas, mesmo assim não precisa ficar com medo que ele não morde não!

Disso ela não tinha a menor duvida, e como Juca se aproveitando da posição que ela estava tinha montado sobre ela e passado a esfregar seu enorme cacete nos peitos grandes, duros e bicudos de Graça que se deixando se deixando embalar por aqui afastou os seios pedindo:
— Venha! Meta ele aqui.

Sem demora Juca atendeu ao seu pedido e assim que ele encaixou sua tora entre os seios ela os apertou com as mãos e mais uma vez o comprimento do cacete se destacou, pois a cabeça ficou totalmente exposta aos olhos de Graça e a medida que Juca se movia pra frete e pra trás no que pra Graça era sua primeira espanhola e foi ficando mais e mais excitada a ponto de pedir:
— Agora mete na sua putinha, mete?

Lentamente Juca foi fazendo seu cacete deslizar pelo corpo dela até atingir a boceta de Graça que ao sentir a aproximação do cacete as pernas o mais que podia, mas ele mostrando que queria ir até onde desse pra ir passou os braços por sob os joelhos dela e ergueu as penas de Graça até suas coxas tocarem os seios e então foi fazendo sua tora deslizar pela bocetinha dela a dentro que mesmo estando toda melecada como estava se apresentou muito mais apertada do que ele esperava e querendo desfrutar o mais que podia daquela deliciosa sensação
Juca foi enfiando o mais devagar que podia.

Se Juca estava se deliciando com o aperto da bocetinha de Graça essa por sua estava delirando com a sensação que aquela pica enorme lhe causava, pois ela sentia em cada fibra do seu interior cada milímetro do que estava sendo introduzido, mas, como tudo por mais gostoso que seja acaba tendo um fim ,o cacete do Juca terminou e a sensação que Graça teve ao sentir o fundo do seu útero forçado foi tão deliciosa que ela explodindo em gozo após gozo pediu:
— Me...fode...com...força!

Já para Juca um pedido daqueles soava como uma ordem ele passou a tirar e por seu caralho primeiro lentamente e depois aumentando ritmo e á medida que isso ia acontecendo Graça ia gemendo com mais freqüência e mais alto e então Juca vendo que não daria mais pra segurar entrou com toda força de foram que suas bolas se esmagaram contra o cuzinho de Graça que não resistindo a aquilo soltou um gemido longo e tão alto que até os vizinhos ouviram e dando vazão ao tesão acumulado
deixou o orgasmo fluir solto de forma que ao final ela desfaleceu levando Juca que se deixando levar tombou por sobre ela.

È claro que aquele estado letárgico durou por vários minutos, mas assim que Juca saiu de cima e dentro dela, Graça mesmo que ainda com as pernas bambas foi satisfazer a necessidade mais premente do momento que era a enorme sede que a foda tinha suscitado e ao chegar na geladeira se lembrou de que Juca também poderia estar sedento e por isso elevou a voz perguntando:
— Quer tomar alguma coisa?
— Quero uma cerveja!

Graça pegou a cerveja pedida e um copo duplo de suco de caju pra si e voltou pra quarto onde Juca se recostando na cabeceira da cama abriu a cerveja, tomou um longo gole e enquanto acendia um cigarro falou:
— Porra! Sem duvida além de ser muito bonita e gostosa você é uma das baixinhas melhores de foda que já encontrei.

Esse elogio por pouco não fez Graça estourar e o exemplo disso foi a estufada no peito que ela deu e que deixou seus seios ainda mais empinados o que fez Juca estender uma das mãos e passar a acariciar aqueles seios que de tão apetitosos fez ele exclamar:
— Maravilha pura mesmo!

E passando a mão pela cintura de Graça a puxou pra perto e como ela ainda estava em pé ao lado da cama ela optou pelo mais fácil que era se ajoelhar ao lado de Juca que de imediato passou a beijar e sugar cada um daqueles bicos protuberantes e duros enquanto que a mão que trouxera Graça passou a acariciar a bunda arrebitada dela e novamente mal um dos dedos roçou mesmo que de leve o cuzinho ele passou a piscar convidativamente o que Juca a aproveitar que o caldo escorrido da foda tinha deixado aquele buraquinho bem escorregadio ele de cara
enfiou um dedo e como isso fez Graça empinar um pouco mais a bunda ele em seguida enfiou um segundo e como isso fez ela gemer fundo dando um claro indicio de que já tinha gozado e isso fez Juca dizer:
— Porra! Teu marido deve se deliciar todo dia com uma bundinha assim tão gulosa.
— Ele nunca fez isso não.
— Ta dizendo que ele não gosta?
— Não! Fui eu quem nunca deixou.
— E vai deixar foder ela?
— Não sei, ainda estou com muito medo.

Juca já tinha ouvido tantas vezes que não precisava perguntar o motivo, mas não querendo quebrar o clima perguntou:
— Medo de que?
— De que esse seu cacetão me arrebente toda!
— E se eu te disser que não precisa ter medo?

O tesão que Graça sentia era tão forte que ela em vez de responder deitou de bruços sobre a cama e então Juca se levantou para pegar o frasco de gel genital que Gorete guardava na gaveta das calcinhas e após espalhar uma espessa camada em seu cacete colocou um bom tanto na cuzinho de Graça e como aquela posição era demais desfavorável pra se foder uma bunda virgem ele puxou Graça pelas pernas até ela ficar com os joelhos apoiados no chão e corpo na cama e se ajoelhando atrás dela passou se deliciar com aquela bunda mais que deliciosa.

Se por seu lado Juca se maravilhava com aquela bundinha que corajosamente ia engolindo seu 25x5cm de caralho duro com aço pelo seu lado Graça apenas tinha a visão da brancura do travesseiro que tinha trazido consigo quando Juca a arrastara pelos pés e foi apenas pelo tato que ela foi se apercebendo do que estava lhe acontecendo. Primeiro ela sentiu algo grosso e rombudo tateando por entre as partes de sua
bunda só parando quando encontrou o alvo procurado, então Graça passou a sentir uma forte constante pressão contra as pregas de seu cuzinho que lentamente foram cedendo passagem ao invasor que as forçavam a isso e já que até então Graça não tinha do que reclamar ela se descontraiu o bastante para que suas pregas atingissem o máximo de sua elasticidade, mas como isso ainda era insuficiente pra permitir a passagem de algo tão grosso a dor se apresentou forte o bastante
para fazer Graça protestar:
— Aí! Ta doendo.

O que levou Juca a dizer aquele de quase sempre:
— Calma, amor! Relaxe que já vai passar.

Só que em lugar de parar ou tirar ele segurou Graça pelos ombros e enfiou a metade de seu enorme caralho naquele cuzinho que mesmo sendo tão apertado estava heroicamente engolindo aquela tora de carne e nervos só que aquilo provocou em Graça uma dor tão terrível que em vez de gritar ela cravou os dentes no travesseiro com toda força que tinha e simultâneo a isso ela empurrou a bunda pra trás engolindo o que restava do cacete de Juca que maravilhado com a visão de seu pau desaparecer por aquela delicia de bunda dentro exclamou:

— Isso minha putinha corajosa! Mostre o quanto você gosta de tomar no cu. Na verdade Graça não estava gostando nem um pouco, mas como o pior da dor já tinha passado ela decidiu terminar com aquilo o mais depressa que podia e por isso passou a rebolar e a pedir:
— Então vai! Arrebente sua putinha...isso mete gostoso. Vai me fode!

Juca então passou a atender o que ela pedia passando a tirar e por seu cacete lentamente e a medida que fazia isso se deliciava com a visão de sua tora branca ir desaparecendo pra voltar a reaparecer daquela bunda quase preta que mesmo quando engolia tudo ainda deixa aparecer um pedaço do cacete de Juca.

Se no inicio foi por puro desespero que Graça passou a incentivar Juca tão logo o cacete dele conquistou o espaço que precisava a dor foi dando lugar ao tesão e em pouco tempo ela já estava gozando e adorando aquela tora que ia e vinha dentro de si e então Graça sentiu Juca enfiar as mão pó baixo do seu corpo e pegá-la pelos seios pra puxá-la com tanta força pra trás que ela pode sentir com clareza as bolas dele forçarem sua boceta e então um jato forte e quente passou a inundá-la tão profundamente que Graça dando vazão ao que sentia soltou um
grito ainda mais longo e alto que o anterior indicando que um orgasmo ainda mais forte e profundo a tinha atingido.

Dessa vez Juca tombou sobre as costas de Graça e ali ficou por alguns minutos e na medida que foi se recuperando passou a beijar a nunca e os ombros de Graça para em seguida apertar a bunda dela com as mãos e ir retirando lentamente sua tora daquele mais que maltratado orifício.

Assim que mais uma saiu de cima e dentro de Graça Juca tomou o resto da cerveja, acendeu um cigarro e foi tomar um delicioso e merecido banho e após isso voltou ao quarto se vestiu e após beijar cada face da bunda de Graça tomou seu destino.

Tão logo Juca se dirigiu ao banheiro Graça tentou se levantar, mas como suas forças ainda não eram bastante para isso ela se limitou apenas a se arrastar para cima da cama onde se entregou por completo a aquela doce letargia de quem se sente nas nuvens e com isso acabou mergulhando num dos mais deliciosos sonos que já desfrutara só despertando quando Gorete entrou no quarto dizendo:
— Hei! Trepar na minha cama tudo bem, mas dormir isso eu não aceito não.

Graça se virou e já que ao fazer isso seu cuzinho de tão esfolado que estava reclamo na forma de uma dor até que gostosa que a fez dizer:
— Porra! Dessa vez me fodi pra valer mesmo.
— Sério! E...?

Sem duvida Graça sabia muito bem a que se referia aquele E reticente e por isso com cara de gata que bebeu muito leite falou:
— No mínimo ficarei uma semana sem poder me sentar!
— Que nada! A noite quando for trepar com seu marido estará louquinha da silva pra dar o cú de novo.

E apesar de achar que a amiga estava mais que certa Graça não quis lhe dar a vantagem e por isso perguntou:
— Será?
— Vá por mim que sei muito bem do que estou falando!

Dessa foi Graça que foi tomar banho e Gorete foi chamar os filhos que tinham ficado conversando com Juca na esquina e ao chegar não pode deixar de dizer:
— Meus parabéns! Mais uma vez você foi melhor do que poderia ter sido.
Ao que ele respondeu o quase de sempre novamente:
— Que nada! Já fui muito melhor. Mas, mesmo assim fico te devendo mais essa.

E em seguida deu beijo em Gorete e um em cada um de seus filhos e no de Graça também e após colocar o capacete ligou a moto e saiu em disparada deixando todos de olhos pregados em suas costas e imaginando se e quando ele voltaria.

 

Leia outros contos da Kátia em   http://contosdakatiaramos.blogspot.com.br/
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/contoskatia.pdf

 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ONDAS DE PRAZER

L.C. BAÇAN

(fragmento)

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Um relâmpago mais próximo iluminou o corpo de Bonnie, assustando-a. Foi uma visão rápida, mas o bastante para dar a Rick a exata dimensão daquelas formas perfeitas e tentadoras. Antes que o clarão se apagasse no céu, Bonnie havia se atirado nos braços dele. Abraçaram-se com força, descobrindo uma intimidade que se desenvolvera ao longo daquele dia todo.

As mãos de Rick buscaram os controles dos assentos, reclinando-os para uma posição confortável. Depois, com carinho, as mãos dele pousaram sobre o corpo dela, sentindo-o quente e macio. A rigidez dos seios, comprimidos contra o peito de Rick, davam-lhe a exata dimensão da beleza deles. Seus dedos, sempre carinhosos, moviam-se pelas costas da garota, desciam até seus quadris, contornavam-nos e adiantavam-se até o ventre, voltando em seguida pelo mesmo caminho, enquanto seus lábios cobriam os dela num beijo que ganhava frenesi e paixão.
No momento seguinte, uma das mãos dele deslizou até o ventre da garota, subindo lentamente na direção dos seios. Bonnie ofegou, respirando fundo, enquanto seu corpo estremecia e se tornava inquieto. Suas línguas se cruzavam, através dos lábios entreabertos. A mão dele contornou cada um dos seios, sentindo-lhes os bicos eriçados. Os lábios deslizaram para o pescoço da garota, sentindo-lhe a pele macia e quente, terrivelmente sensual e desejável.

As mão dela movimentaram-se pelo tronco nu do rapaz, descendo em seguida até a sua cintura e contornando-a para tocarem, excitadas e trêmulas, o ponto mais rijo do corpo de Rick.

Ele estremeceu e sua mão desceu apressada, passando pelo ventre dela, pelas coxas sedutoras e pousando sobre um de seus joelhos. Ali, vencendo a frágil barreira da saia, subiu de volta, em contato com sua pele sedosa e quente. A caricia vibrante tocou-a profundamente, fazendo-a suspirar mais forte.

Lentamente os joelhos de Bonnie se separaram, dando plena liberdade de ação àquela mão que caminhava impaciente ao encontro de sua chana molhada e perfumada.

Trocaram um beijo furioso e cheio de volúpia. A mão livre de Rick impacientou-se a caminho pelo corpo dela, detendo-se sobre os seios provocantes. Bonnie suspirou novamente, deliciada, entregando-se às caricias que punham seu corpo em chamas.

A mão carinhosa de Rick cobriu-lhe o seio, acariciando-o com ternura e volúpia, empurrando o tecido finíssimo do sutiã para cima.

A garota facilitou-lhe a tarefa, levando as mãos às costas e soltando o fecho. Imediatamente a mão de Rick pousou sobre um dos bicos entumecidos, beliscando-o com provocação.

Em seguida, seus dedos se abriram e dominaram totalmente a delicada elevação. Depois crisparam-se lentamente, sentindo que a rigidez que o alucinava.

CB2
O corpo de Bonnie moveu-se impaciente. Seu rosto esfregou-se aos dele e seus lábios se buscaram. Ele sugou aquela boca tentadora e saborosa, depois seus pescoço torneado e seu ombro elegante. Uma das mãos dela insinuou-se pelo ventre de Rick, atravessando a barreira do cinto e indo se firmar ao redor de seu caralho rijo e excitado. Um frêmito dominou o corpo dele e sua mão, acariciou-a nas coxas, avançou direta para o tecido fino e sedoso da calcinha, no pondo onde estava mais molhada.

Com habilidade e excitação, seus dedos penetraram por ali, tocando a vulva de Bonnie. Ela ofegou, esfregando-se a ele quase com fúria. O desejo fervia dentro deles, alucinando-os. Com movimentos febris, Rick soltou-lhe o cinto, da sala, abaixando o zíper ao lado em seguida. Bonnie firmou-se contra o assento, elevando os quadris. Aquela peça de roupa escorregou, levada pelas mãos dele.

Um calor gostoso e perfumado chegou às narinas dele, entontecendo-o. Suas mãos se concentraram na calcinha delicada, empurrando-a para baixo. Bonnie estava nua, o corpo movimentando-se com impaciência, buscando o de Rick, um perfume de sexo e paixão tomando conta do carro.

As mãos dela soltaram-lhe o cinto da calça. Rick imitou o movimento de corpo efetuado pela garota momentos antes. Com habilidade, Bonnie livrou-o da calça e da sunga, tendo-o nu a seu lado. Abraçaram-se com desejo, suas peles se tocando e se esfregando, seus lábios se encontrando com ansiedade, suas línguas travando o mudo diálogo da paixão.

Ela se contorceu toda, as mãos enlaçando com força o cacete de Rick, rijo em toda a sua excitação. Correntes elétricas percorreram o corpo da jovem, estremecendo-o, quando os dedos de Rick iniciaram caricias à entrada de sua bucetinha, avançando gradativamente na direção de seu ponto G. Bonnie sentiu seu ventre em convulsões e arrepios ininterruptos encheram-na de deliciosas sensações. A respiração ofegante de Rick, passando pelo seu pescoço, buscando seus seios, fizeram-na agarrar-se a ele com sofreguidão. Suas mãos finas brindaram-no com sensações delirantes, quando se

moveram, ao redor do membro dele, em movimentos de vaivém.

Rick se sentiu transformar, à beira do gozo, desejando esporrar e lambuzar a delicada e hábil mão da garota com seu esperma. Suas respirações soavam alto e apressadas, enquanto seus corpos se acariciavam com vibração. Gemidos e suspiros escapavam de suas gargantas. O carro transformara-se num forno ardente que os sufocava. Bonnie suspirava alto, fogosa e impaciente, as mãos acariciando-o no tronco, no ventre, nas pernas. Rick voltou para ela suavemente, contendo toda a sua excitação.

Seus lábios buscaram os de Bonnie, roçaram-se suavemente, aumentando o contato progressivamente, até que o beijo se transformasse num roçar frenético. Depois, Rick esfregou seu rosto em fogo ao de Bonnie, beijou-a nos olhos, na orelha, no pescoço e nos ombros, sugando e mordiscando. Uma das suas mãos saltou para os seios dela. A outra foi continuar uma agradável tarefa que deixara interrompida momentos antes.

CB3

Contrações rítmicas percorreram o corpo dela, que pendeu a cabeça para trás, quando os lábios de Rick avançaram a sua respiração ardente pousou sobre os seios dela. Ele sugou e beijou um dos bicos entumecidos, apertando-os contra os lábios, sentindo-os roçar o céu de sua boca. Bonnie sentiu-se no auge, suplicando por ele, fogosa e exigente, agarrando-o, arranhando-o, mordendo-o. Ele escorregou o corpo para buscar com os lábios o entroncamento perfumado das coxas dela. Sua língua se estendeu, tocando-a, lambendo o precioso néctar que brotava generosamente de sua buceta. Ela estremeceu. Ele enterrou a língua dentro dela, segurando-a pelas nádegas, puxando-a para si.

A garota vibrou. Rick era experiente naqueles assuntos. Sua língua sabia como se comportar, movendo-se por entre os lábios vaginais, subindo para o clitóris, avançando até o ponto G. Deteve-se, finalmente, no orifício apertado e saboroso, enfiando a língua na bucetinha lubrificada. Bonnie soluçou de prazer. As mãos dele dançaram nas nádegas dela, depois escorregaram pelas suas coxas, alisando-as, subindo em seguida pelos flancos, até os seios. Apertou e beliscou os biquinhos intumescidos, sentindo a delícia da pele acetinada daquelas encostas tentadoras e sensuais.

Bonnie fechou os olhos, saboreando aquelas carícias, empolgando-se com a paixão dele. Lentamente ele foi se instalar entre os joelhos dela e reverenciar a chana dela, com lambidas incandescentes.

-- Beije-me! -- pediu ela.

Rick se levantou. Os lábios molhados de saliva levavam o sabor da xoxota dela. Abraçou Bonnie, beijando-a e enfiando a língua por entre seus lábios. A garota agarrou-lhe o caralho grosso e longo e masturbou-o. Depois o fez se acomodar no assento para ajoelhar-se diante dele e enfiar o caralho inteiro na boca, sugando e acariciando com a língua, fazendo Rick gemer e se estremecer continuamente.

O assento totalmente reclinado permitiu-lhe o malabarismo erótico. Enquanto o chupava, ela foi subindo sobre ele, pondo sua chana no rosto de Rick, que chupou-a deliciado. Ela sentiu a língua penetrá-la e se mover, renovando aquele prazer dentro dela. Procurou retribuir, movendo a cabeça compassadamente, indo e vindo, apertando os lábios contra a pele retesada. As mãos dele acariciavam suas nádegas, massageando seu cu, depois foram bolinar seus seios.

CB4 Rick suspirava e gemia de tesão, demonstrando prazer, mas pressa, pois após chupar a xoxota dela por algum tempo, fez com que ela saísse de cima dele.

-- Quer alguma coisa especial? -- indagou ela.

-- Quero comê-la agora mesmo -- respondeu ele.

Ele continuou deitado, fazendo-a se sentar em suas pernas. Vestiu uma camisinha no membro e esfregou-o na entrada da chana dela.

-- Senta na minha pica! Senta! -- pediu, com voz rouca.

Bonnie não se fez de rogada. Sentou-se no cacete endurecido, que foi entrando devagarinho em sua xoxota, alargando-a, invadindo-a

deliciosamente, enchendo seu corpo de frêmitos de prazer.

-- Que tesão! -- murmurou ela, sentindo-o todinho dentro dela.

Rick se mexeu debaixo dela, jogando os quadris para cima com volúpia, fodendo-a apressadamente. Bonnie aceitou o jogo e cavalgou-o, buscando seu prazer.

-- É bom demais -- gemeu ele, em convulsão, os quadris num ritmo frenético.

Ele enrijeceu o corpo e ficou estremecendo, enquanto seu caralho pulsava, inundando a camisinha de porra. Bonnie continuou se movendo sobre o caralho dele, até que esgotasse sua cota de prazer. Quando terminaram, ele ficou acariciando o corpo dela, tocando toda a sua pele. Bonnie ainda sentia arrepios de tesão e de prazer. Rick não estava saciado. Ela o excitara demais naquele dia. Queria mais. Muito mais.

Ele a fez deitar-se de bruços.

-- Quero foder seu cuzinho agora -- murmurou ele.

-- Oh, Rick, acho que exagerei excitando-o tanto -- surpreendeu-se ela, deliciada, arrebitando a bunda. Ele apertou as nádegas dela. Com um dedo lambuzado no próprio néctar da buceta dela, ele massageou o cu da garota, lubrificando-o. Em seguida ele a segurou firme pelos quadris.

Substituiu a camisinha e encostou o pinto na entrada do cuzinho apertado. Empurrou, num gemido que foi correspondido pela garota. O cacete lubrificado deslizou facilmente para dentro dela. Quando Bonnie percebeu, ele já estava todo lá, pulsando.

-- Que tesão de cu! -- suspirou ele, respirando com esforço, beijando e lambendo a nuca dela, enfiando as mãos nos seios duros e pontudos para apertá-los com volúpia.

Ele começou a se mover sobre ela alucinadamente, golpeando-a com força. Bonnie começou a se masturbar, esfregando o clitóris, sentindo o prazer assaltar seu corpo novamente, com uma intensidade maior do que da primeira vez. Os orgasmos foram contínuos, num crescendo fantástico que

tirou-lhe o fôlego e só terminou quando Rick, gemendo alto e descompassado, gozou novamente, enchendo a camisinha de porra.

Ela se estirou no assento, trêmula de prazer.

-- Vamos tomar um banho? -- convidou ele. Sem esperar reposta, ela saiu nua do carro e ficou sob a chuva.

CB6

Ele a seguiu, rindo de sua loucura. Abraçaram-se, trocando carícias e beijos apaixonados. Ela agarrou o membro dele e ficou masturbando-o e brincando com ele, até fazer o membro se endurecer de novo.

-- Você é um sujeito tesudo demais, não? -- comentou ela.

-- Não, é você quem é tesuda demais! -- respondeu ele, segurando a cabeça dela e fazendo-a se ajoelhar diante dele.

Enfiou o caralho duro na boca da jovem.

-- Chupe! Quero gozar em sua boca -- pediu ele, com a voz rouca e alterada.

-- Para lhe mostrar toda minha gratidão, querido, vou lhe dar uma chupada toda especial -- prometeu ela.

Ela foi chupando o caralho dele para dentro da boca. Ele foi empurrando, depois ficou movendo os quadris, indo e vindo, fodendo a boquinha adorável e faminta da garota com estocadas compassadas e suaves. As mãos dela acariciavam os testículos dele, suas coxas peludas, sua bunda redonda e firme. Ele gemia e suspirava. O caralho entrava e saía.

Seus movimentos foram se tornando frenéticos. Bonnie apenas mantinha os lábios fechados contra o pênis dele, que ia e vinha em busca de mais um orgasmo. Ele, então, retesou o corpo e ficou estremecendo. Jatos de esperma foram parar na garganta de Bonnie, que engoliu-os com renovado prazer.

Sugou até a última gota. Ele tirou o pênis de sua boca e apoiou-se contra o carro. Ela ficou ali, ajoelhada, ainda trêmula de tesão. Pouco depois estavam de novo no carro, abraçando-se e esfregando-se com volúpia e tesão. Rick a recebeu em seus braços. Beijou e lambeu o pescoço dela, os ombros, os seios apetitosos. Enfiou uma das mãos entre as coxas dela, esfregando o grelinho.

Ela tocou o pênis dele, massageou-o e masturbou-o, provocando-o e se excitando com isso também. Bonnie sentiu o dedo grosso e hábil de Rick percorrer sua xoxota lentamente. Estremeceu toda, vibrando com aquelas sensações deliciosas que a invadiam. Ele a beijou longamente, sugando seus lábios carnudos, enfiando a língua por entre eles, bebendo sua saliva. Ela esfregou seus seios sensíveis contra o peito cabeludo e másculo, sentindo-se excitada. A mão dele continuava entre as coxas dela, roçando, esfregando e penetrando, indo e vindo, movendo-se com sutileza e habilidade.

Ela fechou os olhos e abandonou-se àquela carícia terna e possessiva. Ele se inclinou. Seu hálito apenas rodeou os seios empinados, depois desceram vagarosamente até o ventre, rodeando o umbigo dela. A ponta da língua traçava trilhas de saliva na pele acetinada e arrepiada da garota.

-- É tão gostoso! -- afirmou ela, trêmula e excitada.

-- Então sinta, minha querida -- afirmou ele, os lábios roçando a pele dela, beijando os bicos dos seios, deslizando, esfregando-se contra os pêlos.

Instintivamente Bonnie abriu as pernas. O perfume de sua xoxota espalhou-se no carro. Rick ofegou. Moveu-se, ajoelhando entre as pernas dela. Com volúpia, ele enfiou as mãos sob as nádegas da garota. Ergueu os quadris dela, fitando a xoxota orvalhada.

-- Que bucetinha linda! Perfumada! Tão molhada! -- sussurrou ele, contagiado pelo perfume.

Seu hálito lambeu a vulva da garota, que estremeceu. Sua língua se estendeu, lambendo as gotas que orvalhavam os lábios vaginais.

-- Oh, Rick! Que delícia! -- suspirou ela, estremecendo-se toda.

-- Quero lambê-lo também, Rick -- pediu ela, contagiada por aquela paixão.

-- Não, fique quieta e sinta apenas! -- ordenou ele, apaixonadamente, enquanto seus lábios tocavam a bucetinha perfumada e molhada novamente. Sua língua se estendeu de novo, lambendo as carnes ardentes e sensíveis. Bonnie ergueu os quadris, num espasmo incontrolável, esperando que a língua dele se enterrasse toda nela.

gifs_speed_055 Rick apenas lambeu os grandes e os pequenos lábios da xoxota, a entrada lubrificada, o clitóris ereto e sensível, recuando a seguir, deixando tesão puro no corpo dela.

-- É delicioso! -- ofegou ela.

-- Isto é paixão! -- falou ele, subindo seus beijos pelo ventre dela. Foi se concentrar nos seios maravilhosos, brindando cada um deles com mordidas, lambidas, chupões delicados e carícias que fizeram Bonnie delirar e se remexer voluptuosamente. Suas pernas se abriram. Os joelhos se flexionaram. O perfume da buceta era intenso naquele momento. Rick deitou-se sobre ela, para beijar os lábios carnudos e sôfregos. Seu caralho se enterrou entre as coxas dela, que o apertou firmemente.

Ele a fez se virar em seguida, suspirando de tesão. Alisou as costas perfeitas, depois se deitou para beijar a nuca graciosa, arrepiando-a. Seus pênis se comprimia encaixado no rego da bunda dela. Bonnie ficou sem fôlego com aquele corpo másculo pesando sobre o dela. Os beijos em sua nuca, as mãos que percorriam seus flancos, o caralho que se esfregava em sua bunda, tudo a punha num estado indescritível de tesão.gifs_speed_324

Ele continuou acariciando-a, lambendo sua pele, esfregando a língua no reguinho de sua bunda, tocando seu cuzinho, enfiando-se entre suas coxas para buscar a chana. Dedilhou seu clitóris com dedos pacientes e hábeis, levando-a loucura. Aquela dedicação fez Bonnie gozar inúmeras vezes.

Ambos atingiram o auge da excitação. Ele se acomodou entre as coxas dela. As pernas de Bonnie se ergueram, prendendo-o, puxando-o. Ele vestiu uma camisinha no pênis. O caralho encontrou o fantástico caminho para o paraíso, avançando pela chana lubrificada. Entrou aos poucos, avançando firmemente, instalando-se lá dentro, onde permaneceu algum tempo, imóvel, gozando o prazer da posse.

-- Oh, minha querida, que tesão de bucetinha! -- falou ele, com a voz trêmula e alterada pela paixão.

-- Oh, Rick! Estou me derretendo!

-- Derreta-se no meu cacete então, querida -- suspirou ele, movendo os quadris lentamente, indo e vindo dentro dela, gozando o calor daquela chana que apertava seu pinto apaixonadamente.

-- Oh, como isto é bom! -- confessou ela, deslumbrada com a intensidade das sensações que haviam tomado seu corpo de assalto.

-- Quero tudo! Não pare! Foda-me! Estou gozando!

-- Então goze comigo! Goze! Goze!

Ele acelerou seus movimentos, fodendo com prazer renovado aquela bucetinha nova para ele. As sensações foram crescendo cada vez mais em seu corpo, explodindo finalmente num prazer inédito e prolongado, que o fez gemer e delirar.

Por seu turno, Bonnie sentiu seu corpo todo derreter-se, enquanto sentia o pênis dele pulsar, enquanto ejaculava dentro dela,inundando a camisinha de porra quente.

(Extraido do livro ONDAS DE PRAZER, de L. P. BAÇAN)

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O primeiro swing.

21 de Kátia Ramos
©Kátia Ramos - ramos_katia@hotmail.com


Alzira e Gorete tinham algo muito importante em comum, para começar ambas tinham se casado parcialmente virgens, ou seja, tanto uma como a outra tinham tido suas bundas desvirginadas por seus futuros maridos que só tiraram seus cabaços na noite de núpcias o que tornava evidente que Gorete só tinha transado com Juca e Alzira só com Toninho e fora isso elas tinham tido irmãs cujas bundas foram inauguradas por um e pelo outro, a de Gorete foi Angelita, sua irmã mais nova que ela, a quem Toninho desvirginou a bunda e a de Alzira foi Tereza, sua irmã mais velha que ela a quem Juca inaugurou a bunda também e já que ambas irmãs tinham enaltecido a performance de seus enrabadores isso contribuiu em muito
para que tanto Gorete como Alzira ficasse curiosa a respeito do marido da outra e já isso tinha se tornado assunto dominante entre as duas Gorete acabou por sugerir:
—    Por que em lugar de ficarmos sonhando como seria uma estar com o marido da outra não partimos para uma troca de casais?
—    Será que eles vão aceitar?
—    Sem duvida que sim. Ou será que não percebeu os olhos gulosos que Juca vive botando em cima de você?
—    Sim! E também percebi que Toninho lhe faz o mesmo.
—    Eu também já tinha percebido isso e já que é assim bastará apenas darmos um pouco de corda para eles durante um desses churrascos que tudo se fará por si só, concorda?
—    Mas, é lógico que sim. E quando será?
—    Já no próximo sábado.

-

O próximo sábado chegou e mais uma vez enquanto Juca e Toninho acendiam a churrasqueira Alzira e Gorete preparavam a salada e a farofa enquanto planejavam uma abordagem insuspeita e como não surgia uma idéia aproveitável Gorete sugeriu:
—    Já que o Juca é louco por sua bunda e o Toninho pelos meus seios por que não trocamos as partes de nossos biquínis?
—    Como assim?
—    Eu coloco a calcinha do seu e você o sutiã do meu!
—    Mas, desse jeito minha bunda e seus seios ficaram praticamente nus!
—    E se isso não os fizer perderem a cabeça nada mais o fará!

Enquanto elas faziam a troca Toninho e Juca a muito entediados com a mesmice dos  churrascos pensavam em como torná-los mais emocionante e isso acabou levando Toninho a dizer:
—    E pensar que dois “limas novas” como nós acabariam amarrados a uma só mulher. Se me contassem nem mesmo eu acreditaria.
—    Bem falado, cara! Essa coisa de transar com uma mulher só por tanto tempo está me sendo muito mais monótono do que pensei. Será que elas também se sentem como nós?
—    Acho que não! Pois, elas ao contrario de nós só transaram conosco e por isso não sabem diferencia um homem de outro.
—    Conosco virgula! Pois, ao que me consta a Alzira só transou com você e a Gorete comigo.
—    Hei! Cara. Já que é assim por que não trocamos de mulher como nos velhos tempos?
—    É! Pelo que vejo, elas devem estar pensando o mesmo.

Isso fez Toninho se virar para onde Juca olhava e ao ver que Alzira vestia a
calcinha do biquíni de Gorete e que essa vestia o sutiã da outra comentou:
—    Não resta a menor duvida que sim!
Elas se aproximaram e cada uma entregou ao marido da outra um copo de caipirinha dando a eles o indicio claro de que elas estavam para o que desse e viesse o que levou Toninho se dirigir ao amigo dizendo:
—    Com certeza esse churrasco será um dos mais divertidos que já tivemos!
Ao que Juca secundou:
—    Certamente que sim!
-

Já que daí em diante elas passaram a ficar mais tempo com o marido da outra isso deixava claro que a iniciativa para algo mais concreto caberia a eles e como ele não via a hora de meter sua pica na bunda de Alzira sinalizou para Gorete avisando que precisar conversar com ela e assim que ela se aproximou ele
perguntou:
—    É isso que você realmente quer?
—    Se você não ficar magoado comigo, sim!
—    Como deve percebido tudo o que for feito será em pé de igualdade e já que
ninguém poderá alegar ter sido traído pelo outro não vejo motivo algum para me
magoar ou você vê?
—    Não! É justamente por isso que a Alzira e eu decidimos nos arriscar.
—    Ótimo! Agora se vire.

Sem entender o motivo daquele pedido Gorete virou de costas para Juca que passou
a desatar os laços que prendia o sutiã do biquíni que ela usava e como isso não
lhe esclarecia coisa alguma Gorete perguntou:
—    O que está fazendo?
—    Apenas facilitando um pouco as coisas.
E dando um tapa leve na  bunda de Gorete falou:
—    Agora vá e bom divertimento!

Enquanto Juca e Gorete faziam seus acertos Toninho e Alzira também faziam os seus que começou com ela perguntando a ele:
—    Você não está zangado comigo, está?
—    E por que acha que eu deveria estar sendo todos amigos como somos?
—    É que achei que não tendo lhe avisado você poderia ter se ofendido comigo.
—    De forma uma alguma uma surpresa assim tão agradável me ofende e você não sentirá ciúmes ao me ver com a Gorete?
—    Não sei porque, mas dela eu não sinto um pingo de ciúmes, mas só espero que depois dela você não me venha se aventurar com outras, pois aí sim não gostarei nem um pouco.
—    Foi bom você falar nisso, pois espero o mesmo de você.
—    Então estamos combinados?
—    Sim! É claro que sim. 1

E Toninho querendo dar o troco a altura do que Juca tinha feito passou a tirar a calcinha do biquíni que Alzira usava não sem pouca dificuldade, pois já esse era dois números menores que os indicados para uma bunda daquele tamanho e sendo assim Alzira na verdade só tinha a boceta coberta, pois a parte de trás tinha lhe entrado no rego da bunda como se o biquíni fosse do tipo fio dental e mesmo assim a já acanhada Alzira passou a caminhar em direção a Juca com andar incerto de quem se consumia em vergonha e por quando se aproximou dele que estava recostado numa mesa ela parou de cabeça baixa o que obrigou Juca a pegar no seu queixo e erguer lhe o rosto para o primeiro beijo para em seguida a abraçar com firmeza e passar a acariciar a bunda que tanto cobiçava e com quando enfiou um dos dedo no cú de Alzira ela suspirou e se apertou mais a ele Juca perguntou a ela:
—    Também gosta disso?
—    Sendo casada com quem sou como haveria de não gostar?
—    E do que mais gosta?

Em lugar de responder Alzira se agachou e puxando a sunga de Juca para baixo liberou seu caralho e mesmo já tendo sido avisada por sua irmã e por Gorete que era grande ela não pode deixar de se surpreender e exclamar:
—    Minha nossa! Não é à toa que a Tereza reclamou tanto naquele dia.
—    Essa é boa! Por que?
—    Porque é bem maior do que me disseram que era.

E mesmo assim passou a beijar, lamber, mordiscar e sugar a tora de Juca até se cansar e após isso se levantou dizendo:
—    Mal consigo acreditar que finalmente consegui realizar o desejo que passou a me perseguir desde o dia em que Tereza transou com você!
—    Já que é assim que tal me deixar satisfazer o meu que também me persegue desde esse mesmo dia?

Alzira sabia qual era o desejo a que Juca se referia e por isso se debruçou
sobre a mesa de forma que Juca pegando o frasco de creme hidratante que coincidentemente estava sobre a mesa pode passar a prepará-la como se aquela fosse a primeira vez que Alzira daria a bunda o que para ela estava sendo ótimo, pois assim Alzira venceu o medo do caralho de Juca a ponte de abrir a bunda e pedir:
—    Meta logo em mim que estou louca de tesão!

Já que Juca estava apenas esperando por isso ele encostou a cabeça e foi a pressionando lentamente se deliciando em vê la desaparecer lentamente no cú de Alzira que não podendo mais conter a dor que sentia explodiu:
—    Aí meu cú! Como isso dói.
O que levou Juca a acalmá-la dizendo:
—    Fique calma e relaxe que o pior já passou!

A experiência de Alzira mesmo sendo pouca já era bastante para ela saber que Juca só tinha dito isso porque ele sabia que a cabeça já tinha entrado o bastante para que dor passasse a diminuir e por isso ela soltando a bunda se apoiou sobre os cotovelos e passou a mover o corpo ritmadamente para frente e para trás só parando quando a pica de Juca tinha entrado até sós as bolas ficarem de fora o que o levou a perguntar:
—    Ainda está doendo?
—    Não! Só está ardendo um bocado.
—    Basta um pouco mais de creme que isso se resolverá!

E após fazer seu pau sair totalmente espalhou sobre e sobre o cú de Alzira uma boa quantidade do mesmo creme e em seguida fez seu pau deslizar novamente pela bunda de Alzira adentro até sumir por completo o que levou Alzira a dizer:
—    Agora sim está uma delicia!
—    Então rebole que vou te encher de porra.

11

Alzira o atendeu e Juca passou a tirar e por seu caralho num ritmo nem muito rápido e nem muito lento o que fazia com Alzira sentisse claramente a pica comprida e grossa de Juca sair quase complemente e voltar a entrar até as bolas tocarem sua boceta e assim foi até que Juca a segurou pela cintura e dando algumas estocadas mais vigorosas esporrou fazendo Alzira soltar um gemido rouco e alto e desfalecer sobre a mesa.

Se Juca foi logo ao que lhe interessava, Toninho também o fez, ou seja, mal Gorete se aproximou Toninho envolveu os seios dela com as mãos passando a apalpá-los como quem apalpa seu fruto predileto e foi com mesma voracidade que ele passou a beijar, lamber e sugar os seios dela a fazendo delirar de tesão e Gorete não querendo ficar de fora baixou a sunga de Toninho passando a manipular o caralho dele não sem ficar um pouco desapontada por achá-lo pequeno, mas nessa época ela que conhecia o segundo caralho de sua vida não tinha como saber que
qualquer caralho comparado ao de Juca pareceria pequeno, e com isso o casal foi embalando nos preparativos da foda só parando quando tiveram sua atenção desperta pelo quase grito que Alzira soltara quando o caralho de Juca invadiu seu cú e isso levou Gorete a perguntar a Toninho:
—    Você vai comer meu cuzinho também?
—    É claro que vou, mas primeiro que fazer uma coisa com a qual venho sonhando desde o dia em que te vi pela primeira vez!

E tomando Gorete pela mão a conduziu até uma das esteiras perto da piscina e após fazê-la se deitar de costas montou sobre ela de forma poder encaixar seu caralho entre aos seios dela passando em seguida a mover o corpo se estivesse fodendo e já que não era a primeira vez que Gorete fazia aquilo apertou os seios com as mãos passou a incentivar Toninho:
—    Isso! Mete gostoso na sua putinha, vai! Mete até gozar... Que delicia também estou gozando!

E já que o “também estou gozando” de Gorete coincidiu com Toninho despejando sua porra quente e viscosa entre seus seios ela ainda não se dando por satisfeita se aproveitou da posição em que estavam para abocanhar o cacete de Toninho para chupá-lo até deixá-lo duro novamente e assim que consegui o que queria ela pediu a ele:
—    Venha! Meta isso na minha bocetinha que estou louca para senti lo enterrado até as bolas.

Isso fez Toninho sair de sobre ela e se posicionar para aproveitar que Gorete se arreganhara feito uma fraga assada para começar a enfiar seu caralho na boceta dela, mas assim que sentiu o aperto e a resistência oferecidos pelas carnes terras e quentes da garota se espantou:
—    Nossa! Como você é apertada. Tem certeza de que não é mais virgem?
—    Certeza absoluta! Por que? Está achando ruim?
—    Que nada! Estou é achando uma delicia.
—    Então meta com força e me encha de porra!

A vontade do Toninho era prolongar ao máximo aquela foda, mas a combinação do aperto, com o calor, a umidade e os apertos ritmados que Gorete fazia com os músculos fez Toninho não conseguir se conter e gozar para em seguida se desculpar:
—    Desculpe-me! É que você é gostosa demais.
—    Que nada! O bom mesmo é você.

É claro que Gorete também tinha gozado, mas apesar disso ela ainda se sentia um pouco insatisfeita por ter se poupado para gozar gostoso mesmo quando Toninho a enrabasse, mas como a farra só estava começando ela se conformou em adiar o que queria para mais tarde.

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* * *
Terminada essa primeira rodada de fodas os quatros caíram na água pra
refrescarem e lavarem o suor e foi só depois de muitas brincadeiras, cervejas e caipirinhas que as coisas voltaram a esquentar e dessa Alzira pode sentir como era ter a tora de Juca na boceta e Gorete como era ter um cacete diferente em sua bunda pela primeira vez.

Leia outros contos da Kátia em   http://contosdakatiaramos.blogspot.com.br/
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/contoskatia.pdf

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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

UM CORNO APAIXONADO SEMPRE PERDOA

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Paula e Marco eram meus colegas de trabalho. Todos os dias a gente

almoçava juntos e acabamos ficando amigos . ..Paula era uma gordinha

muito gostosa..tinha uns 37 anos, cabelos negros e belos olhos azuis,era

farta,de coxas grossas e seios grandes,uma bunda enorme e maravilhosa,

me deixava louco de tesão..Ela era casada e tinha dois filhos que eu

conhecia por fotos....Marco também era casado,meio machista,mas muito

simpático e falante. Marco tinha fama de cafajeste,e acho que era por isso

que já tinha saído com muitas meninas da empresa. Dava pra perceber

que Paulinha também estava interessada nele.E eu interessado

nela,mas,pelas circunstâncias,ficavamos apenas nas cantadas sutis e

piadinhas. Além da minha timidez, estava faltando oportunidade.

Um dia, em uma dessas festinhas de final de ano, percebi que Marco e

Paula se afastaram dos outros, percebi que foram para onde tinham

algumas salas vazias.

No corredor, vi que Marco  a abraçou por trás,passando a mão pela

cinturona dela e a encoxou.Falou alguma coisa no ouvido dela,ela olhou

pra ele, sorriu e os dois sairam, entrando numa sala no final do corredor.

Fiquei uns segundos ali parado,me sentindo idiota,frustrado,excitado, com

raiva e com ciúmes. Voltei pra festinha, mas não parava de pensar neles,

Eu estava morrendo de inveja do Marco.

Uns 20 minutos depois fui no banheiro. Marco entrou logo depois,ficou

urinando do meu lado. Senti que ele esperava que eu perguntasse alguma

coisa,eu não disse nada,,então ele falou: ' Gabriel,acabei de gozar gostoso

agora.'..Levei um choque,ele continuou :" A Paula chupou meu pau lá na

sala dela ,até eu gozar na boca dela..'..que putinha,chupa muito

gostoso,a vadia...". Lavou as mãos e saiu,eu nem respondi,nem disse

nada.. Agora eu tinha ficado com mais raiva e com mais ciúmes ainda.

Daquele dia em diante, decidi nunca mais falar com a Paula,nem com o

Marco, filhos da puta,eu pensava,remoendo minha inveja e frustração.

Deixei de almoçar com eles, passei a evitá-los,

Algum tempo depois, o serviço apertou, e um dia, depois de umas horas

extras, era bem tarde, ouvi Paulinha pedindo carona pro Marco, ela disse

que tinha vindo sem carro, ele simplesmente falou que não podia dar

carona prá ela.

Todo mundo foi sainda, e meu olhar cruzou com o da Paula, Me olhou,

tipo pedindo ajuda, e me pediu uma carona . A filha da puta estava tão

bonita,tinha um rosto tão lindo , eu tinha tanto tesão por ela, que ,eu

,mesmo sem querer acabei concordando em levar ela em casa. 

No caminho,Paula me agradeceu muito e depois me disse:  "posso te

perguntar uma coisa ? ". Eu disse que sim e ela me perguntou porque eu

não falava mais com ela e porque tinha me afastado dela. Perguntou se

tinha feito alguma coisa prá mim.

Eu hesitei um pouco e acabei falando que achava que ela preferia ficar

sozinha com o Marco , que eu achava que estava atrapalhando. Não

perguntei mas insinuei que ela tinha um caso com ela.

Ela não disse nada. Só falou : "que pena que você tenha se afastado de

mim, gosto muito de você. "... Depois não disse mais nada e eu também

não.
Chegamos na casa dela, antes de sair do carro ela disse : " Meu marido tá

viajando, ia te convidar prá subir, é uma  pena que você seja  ciumento ".

Eu cheguei a andar um quarteirão , mqs quando vi estava pensando nela,

na carinha dela, e percebi que estava de pau duro. Voltei rapidamente e

toquei o interfone no apartamento dela. Disse que tinha uma coisa pra

falar prá ela.

Ela me pediu prá subir , logo que abriu a porta, perguntou :" o que você

tem pra me dizer ? "

Imediatamente, segurei no rosto dela e lhe dei um beijo na boca...Foi um

beijo gostoso, ela tinha uma boca muito gostosa...tentei dar outro beijo

mas ela me afastou, dizendo "não".. meu pau tava durissimo, dava prá ver

pelo volume das calças..o pau tava tão duro que escapou da cueca ,pelo

lado...Continuei tentando, como um tarado...

Até que dessa vez foi ela quem procurou a minha boca .Nos beijamos

muitas e muitas vezes e eu comeci a passar a mão nela, parecia um polvo

com vários tentáculos,  eu estava louco de tesão por aquela gordinha...eu

a apertava, puxava,  e comecei a levantar sua saia , alisando suas

enormes coxas,acariciando cada parte daquele farto e apetitoso

corpão.Ela não resistiu, A essa altura, eu já beijava seu pescoço, seu colo e

tirei sua blusa e soltei seus seios enormes, beijando , lambendo e mordendo

seus mamilos completamente inchados.

Desci a lingua pela sua barrigona e levantei a sua saia , puxei sua calcinha

pro lado e ,comecei a masturbar sua buceta enquanto nos beijavamos

que nem loucos.. eu chupava seus peitos com força, arranquei sua

calcinha com tanta força que quase a rasguei, eu disse que estava com

tanto tesão que não conseguia me controlar.. "nem eu," ela disse...

Abri bem suas pernas e comecei a chupa-la : colocava a lingua la dentro,

mordiscava seu clitoris, enfiava dois dedos na sua buceta, ela se contorcia

quase enlouquecida. ela pedia para eu enfiar mais os dedos ..eu dei um

banho de lingua na sua buceta e nos seu cu.. ela rebolava na minha

boca,.e finalmente gozou..gozou, se contorcendo e gozou de novo...

Se esticou no chão..jogadinha...com a respiração cansada...eu me deitei

ao lado dela, beijando seu rosto e sua boca, com o pau duro apontado

para o teto...So então me dei conta de que estavamos pelados..ficamos

tão enlouquecidos que tiramos a roupa sem perceber...

Bem, passaram-se algunns minutos e ela veio me beijando..começou a

beijar meu peito todinho, eu me arrepiei e ela começou a chupar meu

pau...Colocou a cabecinha na boca, ela cuspia nele, lambia ele todinho,

foi descendo , chupou meu saco, abriu minhas pernas e foi descendo,

chupou uma bola de cada vez, eu estava louco de tesão...eu gemia e

dizia :" que booocaa, que dellliciaa, que tesãããããoooo". isso foi

incentivando ela mais ainda.. meus gemidos já estavam se tornando

quase urros, eu segurava no cabelo dela, ela foi se virando e sentou sua

buceta na minha cara e fizemos um 69 delicioso...Ela deslizou , sentou em

cima de mim e foi descendo, fazendo sua buceta engolir o meu pau, eu

fiquei louco do jeito que ela mexia em cima de mim...ela sentou de

cocoras e ficava colocando e tirando o pau da sua buceta...ficou se

mexendo devagar e se masturbando...de repente, gritou:  " vou

goooozarrr, vou gozaaarrrr..vou goozar...." e ficou gemendo e pulando no

meu pau, bombando sua buceta até que eu não aguentei e esporrei

dentro dela...Ela saiu de cima de mim e nos deitamos lado a lado,até

nossa respiração voltar ao normal.

Ela se levantou, me puxou para o quarto, liguei pra minha mulher dizendo

que ia demorar mais um pouco,ficamos nos acariciando,por um bom

tempo,nos beijamos,depois  ela virou-se de costas pra mim e comecei a

lamber e a beijar e a chupar suas nadegas,,suas coxas.,acariciar sua bunda

e dei uns tapinhas..."quero comer seu cú, eu disse",ela sorriu e disse que

não, então fiquei apenas acariciando sua bunda , balançando suas

nadegas,, apertando e beijando..percebi que ela colocou a mão no meio

das pernas e começou a se masturbar devagarinho..

Depois de lamber e mordiscar suas nadegas..comecei a dar tapinhas na

bunda dela...primeiramente timidos e fracos,em seguida aumentei a força

das palmadas .Ela se masturbava loucamente se contorcendo, eu

aproveitei os movimentos dela e bati com mais força...segurei firme na sua

bunda e comecei a chupar seu cuzinho, enfiando e tirando a lingua e

enfiei então um dedo no cuzinho dela...

Comecei a beijar e a lamber suas costas e a me deliciar vendo-a se

contorcer de prazer..

Louco de tesão como eu estava, eu me posicionei por cima dela  e quis

foder também o cuzinho dela, e eu fodi o rabinho dela devagar,e

firme..puxei-a pelos cabelos,fazendo a curvar as costas e empinar mais a

bunda,facilitando o meu trabalho.Comecei a dar tapas também na sua

bunda e a aumentar o ritmo da penetração..Se masturbando com

rapidez, ,Paula gemia :"vc está me deixando louca ",e foi pedindo mais:

"mais me fode mais, arromba meu rabo, quero ser sua puta, sua

piranha,"..muito louco agora eu fodia de verdade seu rabo,puxando seu

cabelo,chupando seu pescoço e ela gemia, urrava de prazer :

"isssssssssssssoooooooo ,isssssssssssssoooooooooooooo, fodeeeeeeeeee,

fodeeeeeeeeeeeeeeee gostoooooooooooosoooooooooooooooo,

ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, asssssssssssimmmmmmmmm,

mmmmmmmmmmmaiiiiiiiiiiiiiiiissssssss, noooossssssssssaaaaaaaaa, que

gostosooooooooo,.." Não demorou muito e ela gozou na masturbação .

Parei de me mexer,sentindo ela gozar.

Ela se virou pra mim e me beijou bastante e me punhetou gostosamente e

disse que queria mais : " quero mais..quero mais...me fooodee..."..ficou de

ladinho e e eu comecei a enfiar o pau de novo no seu cú, ela pedia para

eu ir devagarinho, dizia que estava adorando...Logo que entrou a metade,

ela se virou de quatro de novo e arrebitou o cú e implorava  para eu foder,

eu pedia que ela gritasse , me xingasse, eu batia na sua bunda, eu fodia,

eu xingava...eu comi seu cu em todas as posições, ela de frente pra mim,

em cima de mim ,eu nunca tinha comido um cu desse jeito, eu repetia a

toda hora que nunca tinha comido um cu como o dela..eu a beijava

como louco, estava alucinado de tesão..Ela me deu o cú ao mesmo

tempo em que se masturbava novamente ..cada vez que mudavamos de

posição eu socava o pau no  cú dela até o fim...

Finalmente eu senti um arrepio e anunciei pra ela que ia gozar...segurei

pela cintura e puxei e disse : "vou encher seu cu de   porra sua vadia....."

Gozei gostosamente,colado nela até o último espasmo.

Depois ela me olhou com um olhinho tão lindo e me beijou de um jeito

tão delicioso,que me deu vontade de ver ela gozando novamente..

Acaricei bastante a sua buceta,esfreguei bem o seu grelinho,beijando sua

boca deliciosa.Senti pelos gemidos que ela estava ficando excitada de

novo. Massageando seu clítoris,notei que ela se umedecia. Então

abaixei-me e comecei a lamber suas coxas e os labios da buceta,enfiei dois

dedos na sua buceta,masturbei ela enquanto mamava no seu grelo,ela

gemia e se contorcia até gozar.

Depois nos deitamos, abraçados e ficamos trocando carinhos e beijos
Não vi o tempo passar,de tanto prazer que estava sentindo .

Foi assim que descobri que estava apaixonado por ela. não perguntei se

ela continuava a dar pro Marco, não me importava, o importante era que

... quando estava comigo , Paula era só minha... Como eu disse: o corno

apaixonado sempre perdoa uma traição..

domingo, 27 de julho de 2014

CIDADE DOS VAMPIROS ERÓTICOS

No post de hoje, tenho a honra de trazer dois contos retirados do excelente "Sistinas", a cidade dos vampiros eróticos. O endereço é http://www.sistinas.com.br. Prá quem gosta de uma boa leitura, vale a pena a visita. Espero que gostem...

-

O DIÁRIO DE PRISCILA

Extraído do diário de Priscila:

24/12 - 09:15

O Charles está trabalhando hoje de novo. E ficará até muito tarde. Desconfio que ele tem uma amante. Mas não tenho coragem de perguntar mais. Da última vez ficou duas semanas sem falar comigo. Sexo então, nem pensar. E eu, sinceramente, sou viciada em sexo. Espero que ele não demore muito.

24/12 - 15:30

Que amor! E eu duvidando dele! Me mandou uma cesta de Natal maravilhosa, com alguns presentes e pediu desculpas pelo trabalho nos afastar sempre. Depois ligou todo carinhoso, e disse que fará de tudo para estar comigo esta noite ainda. Eu expliquei que me sinto sozinha, nossos parentes estão longe, e que só temos um ao outro. Ele quase chorou.

24/12 - 17:30

Eu sei que estarei sozinha diário, mas resolvi pôr a mesa. E a champagne estava tão convidativa que eu resolvi beber um pouco. Não sou muito de beber, fico tontinha, afetada mesmo. Mas essa espumante tá tão boa!

24/12 - 18 e alguma coisa

Que saco. Cadê aquele filho da puta? Hihihihihihi, ele vai ter que comprar mais vinho também. Sequei a porra da adega!

24/12 - passa das 9

Nada do meu homem. Alguém ligou aqui em casa. Estranho. Atendi, ouvi uma respiração, e desligaram. Tô afim de fazer o mesmo. Vou passar um trote em alguém. Trote natalino, né diário?

24/12 - 22:15

Um homem com a voz mais sexy do mundo atendeu o fone. Liguei num número qualquer... Hahahahahaha... eu disse que estava me masturbando e queria ouvir muita sacanagem. E não é que o sacana me falou poucas e boas??? A-DO-REI. Fiquei tão molhada que tive que...

...espere diário. Estão batendo na porta, será que meu marido chegou?

25/12 - madrugada

Feliz natal diário! Caramba, que presente de NATAL!

Quando atendi a porta, era um Papai Noel. Sim. Charles se fantasiou de Papai Noel, e trouxe um saco GRANDE e VERMELHO cheio de surpresas sexuais para mim. Eu gostei do vibrador roxo. Caramba, estávamos cheios de tesão. Veio mascarado também. Eu nem pude tocar no rosto dele. Disse apenas duas frases, mas foi o suficiente para mim:

"Tira a roupa"

"Tenho pouco tempo, putinha"

Tudo que eu perguntava ele respondia com a cabeça. Foi tão excitante. Quando perguntei se gostava de me comer, ele enfiou com tanta força, que por um minuto pensei que não era Charles. Nossa, que ninguém leia o que vou escrever aqui... mas parecia até que o pau do Charles tinha aumentado. Parecia maior. E quando eu abocanhei? O gosto tava levemente diferente. Mas eu sei que a bebida me deixou tonta, e minha excitação tava a mil!

E os cremes? Os vibradores? Não sabia que Charles era freqüentador de sex-shops. Pensei na hora que era culpa da vagabunda da amante dele. Quando eu perguntei, sabe o que meu marido fez? Enfiou o membro na minha boca com força, que até engasguei de leve. Olha que engulo muito, mas definitivamente, o troço era grande. Eu olhei para ele, e a máscara mexeu de maneira estranha. Não sabia se estava rindo, porque ela cobria o rosto todo.

25/12 - 08:00

Que lindo dia está lá fora. Também, depois da melhor trepada da minha vida, tudo ficou mais colorido. Pena que meu Papai Noel safado não esteja comigo hoje. Charles ama seu trabalho, e ama mais do que me ama, às vezes.

Ui, que dor de cabeça. Ressaca? Aliás, o corpo todo dói, e tá chato, desconfortável para sentar. Ele abusou de mim direitinho, diário.

Vou tomar um bom banho. Tô cheirando sexo. Tô suada. A noitada foi boa. Depois vou tomar café reforçado e ver se mamãe deixou alguma mensagem de Natal na secretária eletrônica. Juro que ouvi a secretária atender uma ligação ontem, mas foi bem na hora que Charles estava me pegando de quatro, como eu adoro!

25/12 - 09:30

Diário! Algo errado aconteceu! Chequei as mensagens da secretária eletrônica. Nada da minha mãe. Mas o Charles ligou, dizendo que a diretoria estava reunida ainda. Iam pedir falência, e ele talvez estivesse desempregado no ano novo. Pediu para eu congelar o jantar porque ele passaria a madrugada fora.

Espera! A hora... a mensagem era das 22:50!!! Nessa hora eu estava... eu estava...

Meu Deus, será que estou ficando louca? Se não era ele, quem estava me comendo ontem?

25/12 - 13:30

Charles esteve aqui, mas já saiu. Eu estava ocupada tomando o maior banho da minha vida. Esfreguei a esponja com tanta força que quase arranquei minha pele. Quem foi o homem fantasiado de Papai Noel que transou comigo? Como ele sabia? Como eu pude me entregar tanto? Podia dizer que estava bêbada, mas sei que não é verdade. Eu estava excitada demais. Será que eu transaria com qualquer um que cruzasse por aquela porta?

Prefiro não pensar nisso, mas não consigo.

25/12 - 17:00

Charles voltou enfim para casa. E para ficar pois a empresa realmente decidiu encerrar as atividades. Ele percebeu como estou estranha. E eu percebi também um perfume diferente nele. Talvez da vagabunda da amante dele, mas não devo mais perguntar. Eu também o traí nesse Natal! Prefiro ficar em silêncio.

28/12 - 12:05

Desculpe diário, não ando escrevendo muitas linhas pois tenho medo de meus pensamentos agora. E também Charles agora passa o dia inteirinho comigo. E quando fazemos amor, percebo claramente que não foi ele que trepou comigo no Natal. O cacete dele parece tão pequeno agora, sei lá. E me pego de noite sonhando com o Papai Noel tesudo. Ele me fez gozar muito. Uma mulher anda ligando para o Charles no celular, e sempre que isso acontece penso no homem safado de máscara, que aflorou toda minha sexualidade...

29/12 - 12:01

Charles e eu decidimos viajar no primeiro dia do ano novo. Vamos nos afastar de tudo, o que será muito, muito bom. Vou tentar tirar muita coisa da cabeça.

Afinal, minha menstruação ainda não veio. E Charles é estéril!

http://www.sistinas.com.br/o-diario-de-priscila.php
sistina, aa cidade dos vampiros eróticos

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MANDRÁGORA

Todos acreditavam ver nesta árvore a forma humana - quer de homem, quer de mulher - e a primeira era branca e a segunda era negra. Segundo outra lenda, a árvore do paraíso que tentou Adão e Eva era uma Mandrágora. Em alguns países europeus, a planta é considerada uma feiticeira, ou uma fada.

Mandrágora

Jerad estava suando frio. Estava quase no fim. Jogou a seringa de lado, segurando o braço após a aplicação. Não era mais o suficiente. Nem a flor azul-esbranquiçada que mastigava, distraidamente...

Pegou o pequeno papel riscado da mesa e leu em voz alta o número. Um celular, dentre tantos outros. Ligou. Uma voz feminina carregada de sensualidade atendeu:

-Alô, você está procurando os serviços da Vênus?

-Sim. - respondeu Jerad, ainda suando muito.

-Serviço completo?

-Quero saber tudo. Sua aparência. Como você é na cama? O que faz com gosto e o que não faz? - disparou Jerad, sem nem dar tempo à mulher do outro lado responder. - Não sou um cliente comum. Quero saber tudo sobre seu sexo. Inclusive como se depila, tudo!

A moça pigarreou no telefone, surpresa com o tipo de informação que ele pedia, mas colaborou:

-Tenho cabelos e olhos pretos. Sou mignon, um metro e sessenta de altura, bem torneada, sou branquinha, do tipo que se você aperta fica vermelhinha, seios sem silicone, duros, com bicos muito grandes e rosados. Coxas grossas, torneadas, pés lindos e adorados, barriga definida, bumbum macio e ligeiramente grande e minha menininha é totalmente depilada, bem carnudinha por fora e apertadinha e quente por dentro.

-E como se comporta na cama? Não quero que diga que faz tudo que o cliente pedir. Diga o que você especificamente gosta de fazer.

A mulher pensou um minuto na estranheza da conversa. Seria mais um trote?

-Bem, sou muito natural e realmente liberal. Sem tabu algum, sou uma amante do sexo. Principalmente do bem-feito.

-Você engole?

-Sim, sem frescura, tudo o que você colocar em minha boca carnuda, querido. Tenho lábios bem grossos.

-E quanto ao sexo anal?

-Gosto muito, sou praticante. Algumas colegas minhas não praticam com dotados, mas eu não ligo para essas coisas. Gosto quando me preenchem toda. - isso sim era conversa fiada, ela dizia mais pra ganhar os clientes. Claro que gostava um pouco de sexo anal, mas não dava pra ser com todo mundo. Só quando estava muito excitada, por exemplo.

-Não sente dor?

-Essa dor gosto de sentir. Depois vira prazer. Olha cara, vou lhe dizer logo meu preço para agilizarmos, que acha? - ela desabafou, impaciente.

-Claro. Eu pago por você, Vênus. Você molha fácil?

-Trezentas pratas. Por duas horas, em local à sua escolha. Que aliás, também corre por sua conta, ok? Sim, molho fácil, só de falar com você já estou molhadinha. - e isso também não era verdade, mas ela não podia deixar de dizer.

Jerad não estava mais ouvindo. Sorria pelo canto da boca, cinicamente.

-Quando te encontro? - ele perguntou, pegando uma caneta.

-Você paga, você manda. Em sua casa, ou motel?

-Minha casa.

-Então aumente o valor pra quatrocentas pratas.

-Porquê?

-À domicílio é mais caro. Mas pra compensar fico mais meia hora com você. Ok?

-Você usa muita saliva quando chupa e mama?

-Sim, vou adorar deixar seu cacete bem molhado. Desliza mais fácil assim!

-Você é perfeita... - se limitou dizer Jerad antes de marcar o horário e desligar o fone.

Entardecia em Sistinas quando Jerad atendeu a porta. Uma mulher muito sensual apareceu, de olhar penetrante, vestida para matar. Ela era até melhor que a descrição dada por telefone!

-Vênus. Você me contratou. Estou atrasada?

-Não, está na hora propícia. Vamos entrar.

Levou a garota de programa para o quarto - que para a ocasião estava iluminado apenas por velas, além de um incensário queimando aromas de ervas. A garota até se assustou com a produção.

-Vai ser uma trepada incrível.

Jerad sorriu, e fechou a porta atrás dela. Olhou a moça que se atirava na cama, desinibida. Ela era mesmo apaixonada pelo que fazia, abraçava a profissão.

-Eu esqueci de perguntar, mas você curte... acessórios, Vênus?

-Bem, sim. Mas confesso que fico chateada quando um homem enfia um vibrador em mim em vez de meter logo o cacete. Me sinto meio indigna, sabe?

-Sei, sei. Olha, não tenho pau de borracha por aqui. São apetrechos exóticos, os meus... - o jeito de falar dele era excessivamente pausado, parecia meio drogado.

-Tá legal. - ela desconversou rapidamente, suada. Tirou a roupa provocante que vestia, pois o quarto estava sufocante.

-Já trepou numa estufa? - perguntou Jerad, tirando a própria camisa.

-Não. Nem em avião. Mas no resto, já fiz de tudo.

-Depois treparemos na minha estufa, você vai adorar.

-Mais uma no meu currículo. Legal! Agora vem cá, tira essa coisa para fora, que eu já tô com água na boca.

Jerad ficou em pé em frente a gata ajoelhada na cama. Ela abriu a calça e tirou seu membro para fora com uma maestria própria da profissão. Levou à boca, e o passou levemente nos lábios.

-Olha, pagamento adiantado. Senão te deixo nesse estado e vou embora. O que seria um desperdício, já que ele está bem no ponto... - sorriu.

Jerad atirou quatro notas grandes na cama, e a puxou pelos cabelos. Penetrou tudo na boca quente, úmida e macia de Vênus.

-Hmpffff, devagar gostoso.

O homem sentia os lábios dela - realmente grossos, carnudos - roçando por toda a extensão de seu membro.

-Quero que cuspa nele. Molha.

Vênus soltou uma grande quantidade de saliva, lubrificou e engoliu tudo novamente. Era um membro de tamanho normal. Ela o levou até a garganta, sentindo a pulsação do homem dentro da sua boca, totalmente preenchida. Deu uma mexida com a língua, que provocou um leve tremor nele.

-Ohhhhhhhhh, assim eu gozo safadinha...

Vênus tirou da boca, olhou para ele e caprichou na expressão do rosto.

-Porque não goza pra me ver engolir, meu macho? - atiçou. Um truque simples que usava com os clientes, pois quanto mais ele gozasse agora, menos fogo e disposição teria na hora da trepada. Assim ela não se desgastava tanto.

Jerad segurou novamente a cabeça dela, puxando-a contra seu membro. Enfiou com força até exagerada e começou um vai e vem mais forte, mais rápido, até...

-Ohhmmmmmm quer gozar agora?

-Quando eu soltar tudo, não engula. Quero que cuspa aqui...

A mulher não olhou para cima. Estava concentrada na carne dura que preenchia sua boca. Depois cuspiria com prazer, onde ele quisesse, afinal detestava o gosto daquilo. Ele metia com mais força, mais vontade, ritmadamente. Demorou um pouco mais, e segurando forte pelos cabelos dela, enfim gozou.

Vênus, pega de surpresa, engasgou e quase engoliu a porra toda. Sentiu sua boca inundada de esperma, misturada na saliva farta. Então Jerad lhe oferece a taça, cristalina, que parecia ser própria para a ocasião. Cuspiu dentro dela.

-Muito bem, você é demais. Assim que gosto. Escolhi bem. - disse Jerad, enquanto a mulher massageava o saco dele, querendo excitá-lo mais rápido.

-Deita aqui. Agora quero sentir você também se derreter na minha boca.

A mulher deitou-se, tirando a calcinha. O último obstáculo que quando caiu revelou uma depilação cuidadosa que a deixava exposta. Jerad percebeu que já escorria um líquido, em quantidade considerável, e ele nem tinha encostado a boca nela ainda.

-Sexo oral me excita. Dar e receber. - ela falou.

Jogou as pernas de Vênus para cima e para os lados, abrindo e deixando à mostra seu objeto de desejo. Começou a lamber levemente os lábios, que se avermelharam na hora. Passava a língua em tudo, segurando firmemente as coxas dela afastadas. Era uma visão e tanto.

-Ohhhhhhh chupa! Capricha, que tenho muito mel para você, vai...

Jerad mordia, lambia, e chupava. Enfiava a língua dentro dela, e sorvia do líquido que era mesmo muito farto. Ela tinha um gosto bastante agradável. Ele enfiava dedos e brincava nela, enquanto lambia o clitóris duro. Puxava os lábios vaginais com os dentes. Depois revezava lambidas na virilha e mordidas nas coxas.

Quando começou a massagear o outro buraquinho dela, Vênus se contorceu e uma grande quantidade de líquido molhou a boca de seu amante. Ela segurava Jerad pelos cabelos, sem ver que vez ou outra ele passava a borda da taça nela, colhendo um pouco do líquido que escorria.

Gemendo e se contorcendo, Vênus apertou as coxas, prendendo a cabeça dele no meio das pernas.

-Pare. Pare! Ohhhh, não, chega... Não assim... Me fode logo, põe, mete, me rasga!

Jerad segurava a excitação, enquanto ainda colhia as secreções da mulher. Estavam queimando, tesão explodindo. Vênus pensaria que estava transando com seu namorado, não fossem as notas caídas ao lado dela nos lençóis. Se entregava de maneira completa, era mesmo uma experiência única.

Molhados de suor, Jerad atacava os seios, mordendo, parecia querer que coubessem inteiros na sua boca, e então chupava os mamilos duros. Apertava massageando um peito, enquanto trabalhava no outro. Não demorou muito, e Vênus sentiu-se novamente encharcada entre as coxas. Segurava o membro dele, incitando-o, pois queria ser penetrada logo. Não dava mais para aguentar! Esquecia que era um serviço, só queria ser invadida logo por aquele homem misterioso.

Jerad a colocou de quatro e, no espaço de tempo de um gemido dela, a penetrou com toda sua força, puxando-a freneticamente pelos cabelos. Estapeava aquela bunda perfeita que rebolava de encontro à ele.

O calor da trepada aquecia ainda mais o quarto, já abafado por velas, e Vênus literalmente derretia em suor. Jerad continuava fodendo com força, os seios dela balançando, e o cheiro de sexo enfim tomou conta do ambiente, misturado às ervas. O barulho das bombadas fortes do membro duro nas carnes úmidas dava o ritmo.

-Ohhhhhhh, mete tudo filho da puta! Fode, vai... Me come! Está me deixando maluca!

Vênus pingava nos lençóis molhados. Jerad se excitava vendo a mulher de quatro, com a bunda toda suadinha, misturando com os líquidos dos dois enquanto metia. Diminuiu o ritmo, antes que gozasse.

-Não para! Mete mais, mete tudo! - ela protestou.

Jerad passou a mão entre as nádegas dela, colhendo muito suor. Esfregou a palma da mão na borda da taça, e assim mais uma secreção se misturou.

-Vai gostoso! Continua... Enfia mais, enfia!

Jerad aguentou um pouco mais. Não queria se entregar ao orgasmo, mas ele acabou chegando para os dois ao mesmo tempo. Ele apertou a cintura dela enquanto a inundava; Vênus gritou quando o sentiu aumentar de diâmetro e despejar porra dentro dela, e então desabou na cama, exausta.

-Nossa, Você é gostoso demais. Deveria trabalhar comigo. Tem muita mulher por aí que paga bem para ter um amante fogoso assim!

Jerad ignorou o comentário, levantando da cama. "Vamos à estufa?"

A mulher, ainda com as pernas bambas, aceitou o convite que seria fatal. Segurou a mão dele, que a conduziu.

A estufa era agradável, contendo várias plantas exóticas e raras. Vênus estava encantada.

-Nossa, que lindas! Você é algum estudioso?

-Digamos que eu quero criar a flor perfeita. Pra mim, claro.

A mulher sorriu. Enquanto olhava atentamente para cada planta, viu no fundo da estufa uma árvore vistosa, que ao longe dava impressão de ter formas humanas. Quando ia perguntar que árvore era aquela, Jerad lhe ofereceu uma flor. Azulada. Estranha.

-Mastigue. É boa.

Vênus sentiu um leve gosto amargo na boca quando mastigou. E a árvore ao fundo lhe pareceu mais humana ainda!

-Olhe para mim?

Vênus olhou para trás, e então Jerad bateu uma foto. A Polaroid automaticamente cospe a imagem: Vênus aparece com a florzinha ainda nos lábios. Olhos injetados e surpresos.

-Eu não gosto de fotos. Rasgue. Não quero... - disse, já meio afetada pela flor.

-Ah, não se preocupe. Nunca mostro minhas fotos para ninguém. Além de que paguei seu preço, não paguei? Então relaxe! Sinta a flor entrando em seu organismo.

Vênus sentia mesmo diferenças. Pensamentos mórbidos, alucinados, luxúria, um tesão incontrolável dominando seus sentidos. Nem protestou quando foi beijada na boca, uma coisa que ela não permitia. Ele a puxou pela mão, levando-a para o fundo da estufa.

-Apoie-se no tronco. - ela escutou, mas nem saberia dizer de onde a voz de comando partiu.

Sem saber direito o que fazia, Vênus segurou o tronco da árvore que estava na sua frente. Empinou o quadril levemente, um convite ao prazer. Sorriu maliciosamente e afastou as nádegas, chamando por Jerad. Ele estava colocando a foto num painel na parede.

-Por que perguntou se transo sexo anal? Não quer me pegar por trás agora, gostoso?

O homem aproximou-se, também com uma folha nos lábios. Na mão carregava a taça, cheia de secreções. Deixou com cuidado a taça de lado, e se encostou no bumbum macio de Vênus. Pegou com força, abrindo.

-Ai, não vai lubrificar antes?

Jerad nem se deu ao trabalho de responder, e enterrou - de maneira lenta mas vigorosa - o membro nela. Vênus gemeu no começo.

-Ahhh, eu adoro quando entra. Devagar, depois mete com gosto!

A folhagem se mexia de acordo com os movimentos do quadril da mulher. Ela agora rebolava com com muita vontade, sentindo Jerad quase todo dentro dela.

-Coloca vinho nessa taça que bebo tudinho. Bebo enquanto você me enraba! Hummm, você é grosso, me esfolando, mas eu gosto... Mete com mais força!

Jerad forçou mais.

-Ohhhh, já entrou tudo? Tá ardendo mas quero mais, quero todo! Mexe, metendo. Que delícia...

O gosto da flor na boca de Vênus parecia estimulá-la ainda mais. Alguma planta afrodisíaca, decerto. Estava vendo coisas. Jerad comia sua bundinha sem lubrificação, e ela não sentia quase nada. Estava em êxtase. Delirava de prazer. Já tinha gozado quando entrou tudo, agora estava para gozar de novo. Olhou direito para o tronco onde se apoiava.

Quase via uma forma feminina. O tronco não era grosseiro. Era liso e quase macio. Delicado seria a palavra. E se parecia muito com uma mulher de pé com as pernas juntas.

Ouvindo os gemidos e xingamentos de Jerad, Vênus perdeu a concentração. A árvore voltou a ser árvore. Sentindo as bombadas do homem atrás dela e o prazer que a invadia, fechou os olhos. Apenas ouvia "rebole mais" agora.

-Ohhh, você é só mais uma.... Mais uma puta que aprovo. Vai ser parte dela... te paguei, mais do que para sexo, sabia?

Sentidos aflorados, Vênus se mexia cadenciadamente, quando passou a ouvir uma voz diferente. Suave, murmurante, falando baixinho... "Sangre".

A moça estava gozando pela terceira vez naquela posição, e percebeu novamente uma silhueta feminina na sua frente.

"Deus, estou maluca, ou ela tem olhos?"

Tinha. Negros, com um brilho de inteligência. Mas Vênus não tinha mais controle sobre o próprio corpo. Na verdade, apesar de estar sendo duramente enrabada nos últimos minutos, ela não sentia nada além de prazer. Aliás, desde que mastigou a flor...

-Você me drogou... - murmurou debilmente.

-Sim, sim! Ohhhhh, e você será parte dela!

Pela primeira vez ele se permitiu gritar enquanto gozava. Segurou Vênus com tanta força pela cintura nesse momento que marcas vermelhas profundas apareceram nela.

-Quero ir embora...

Olhou para a árvore onde se apoiava, quase enxergando o rosto da criatura meio tronco, meio mulher, curvado sobre ela. Caiu no chão. Seus olhos giravam, buscando na estufa alguma coisa com que se proteger de um perigo que sentia. Viu então a coleção de fotos penduradas no mural. Várias mulheres, de todas as raças e biotipos: louras, morenas, negras, orientais, altas e outras baixinhas como ela. Eram jovens em sua maioria, mas também se via algumas maduras.

A única coisa em comum entre todas elas era a flor azul-esbranquiçada na boca, e o olhar enlouquecido pelo tesão!

-Agora, minha cara, preciso te sangrar. - Jerad pegou a taça, até então esquecida no chão, com a mistura de suor, saliva e suco vaginal de Vênus. Faltava apenas o último e precioso ingrediente que era seu sangue.

A moça viu quando Jerad abraçou o tronco, e estranhamente a criatura se aninhou aos braços dele. Agora enxergava um pouco mais a ilusão. A árvore tinha seios, barriga, e um rosto sereno e cruel ao mesmo tempo. Suas raízes fixas no chão lembravam pernas. E os olhos? Era um ser vivo, até algo parecido com cabelos ela tinha!

Era uma árvore em forma de mulher, sendo cultivada por Jerad!

-Ela é perfeita. Vê as fotos? Cada uma delas deu algo à minha querida. De você Vênus, retiro a sensualidade, esse tesão e apetite com que você se entrega ao sexo. Transamos em cima do tronco e ela adorou a experiência, sabia? Você estava aqui, a carne, mas eu estava trepando era com minha mandrágora!

A moça lutava para ficar com os olhos abertos, mas não conseguia. A droga era muito forte, alucinógena, ainda mais agora. Estava totalmente entregue, inofensiva. Só podia ouvir o homem, mas, quando se concentrava, ouvia o sussurro dela também. Uma voz assustadora que pedia por sangue!

-Agora querida, vou sangrar você. Obviamente, não posso te deixar viva. Ah, sinto muito. É a lei. Minha lei. Não entenderia se fosse de outra forma. "Sangue é vida", disse alguém, alguma vez, em algum lugar.

Dizendo isso, fez um corte profundo no seio de Vênus. A garota, totalmente intoxicada pelo alucinógeno, nem reagia enquanto sua vida escorria para a taça. Quando encheu, ele sorriu maliciosamente e se dirigiu à árvore.

Como quem rega uma planta, Jerad soltou o conteúdo da taça por todo o tronco da criatura, que assumia cada vez mais a forma humana. Se era ainda essencialmente uma árvore no começo, agora era uma mulher completa. Mexia-se, inquieta, quando ganhou o sopro da vida que veio do último gole do sangue de Vênus.

A folhagem caiu. Os seios enrijeceram, ela mexeu os olhos, uma grotesca imitação feminina. Abriu a boca, mas ainda não conseguia falar. Os lábios verdes se entortaram numa imitação de sorriso, então Jerad a abraçou forte. O corpo tornou-se enfim macio, suave ao toque.

Vênus estava à beira do desmaio. O último de sua vida. Mas assistiu a tudo.

Um tesão incontrolável atingiu os dois, e Jerad agarrou a criatura recém-nascida. Esta, por sua vez, deu em seu mestre um longo beijo, e logo depois deitaram-se no chão para transar.

A moça segurava o seio na tentativa de estancar o sangue, que teimava em escorrer. O corte fora profundo, quase mutilou por completo sua mama. Ela lutava para se manter viva e acordada. Acompanhou chocada quando Jerad penetrou fundo a mandrágora, que em todos os sentidos agora era uma mulher.

Os dois gritavam muito, gemendo e trocando carícias. A lubrificação da criatura era algo esverdeado, como seiva talvez. E tinha o cheiro. Nauseante, ervas misturadas. Mas tinha também sexo, sangue, suor, saliva, tudo junto naquela mistura macabra.

Criador e criatura se beijavam com tanta volúpia, com tanto gosto, que pareciam amantes de vidas passadas. Vênus caiu de vez no chão, de onde nunca mais se levantaria. Levou para o túmulo as últimas imagens que seu olhar registrou.

A criatura chegou ao orgasmo juntamente com Jerad. Tremeram quase convulsivamente, e se soltaram enfim. "Você é perfeita!" A mandrágora, sem calor corpóreo, apenas tinha em si o suor vindo de Jerad.

Após alguns minutos, ele percebeu o cadáver de sua última vítima. Então levantou-se, apressado. Segurou sua criatura pelas mãos, e a ergueu também. A planta seguia em tudo seu mestre, fazendo os preparativos para a partida. Apenas queria estar ao lado do homem que tinha lhe criado.

-Vamos sair desta casa. Ela serviu aos nossos propósitos. Hora de partir, minha querida. Mas antes, vamos queimar este lugar de morte e vida. Não podemos deixar rastros. - dizia isso enquanto encharcava o corpo de Vênus de gasolina.

A criatura não falava. Ainda não sabia se pronunciar, era guiada puramente por instintos. Quando viu seu mestre atear fogo à estufa, gritou e correu, assustada. Saíram minutos depois, sem olhar para trás, abandonando a casa em que Jerad morou nas últimas semanas, coletando vítimas para criar sua mandrágora.

Os bombeiros enfim chegaram ao incêndio e entraram depressa, pois todos que estavam nas redondezas ouviram gritos dentro da casa - gritos tão terríveis que misteriosamente mataram todos os cães das redondezas! Mas, para a surpresa geral, não encontraram sobreviventes. Apenas o corpo queimado de Vênus, que alguns pensaram ser a origem dos gritos. Mas como, se parecia já estar morta antes do fogo começar?

Então, numa parte isolada da estufa, encontraram as "coisas", como tentou relatar um dos bombeiros: "Parecia um jardim, com umas árvores muito esquisitas no meio".

-Esquisitas como?

-O cara devia ser muito bom nisso. Os troncos das árvores pareciam, ou eram, corpos femininos. Mulheres plantadas no meio de um jardim grotesco. Acho que eram três...

-E como elas estão agora?

-Totalmente queimadas. Além disso, foram todas borrifadas com herbicida, desfolhante, algo agente químico, sei lá... E tem gente quase jurando que foram elas que gritaram!

-E essa coisa dos cachorros que estão comentando...?

-Que coisa de louco, né? Morreram todos ao mesmo tempo. Será que ouviram algo que nós não...?

Enquanto os bombeiros discutiam, Jerad e sua "árvore esquisita" estavam do outro lado da cidade, no carro dele, em alta velocidade. Iam para muito longe, e tudo seria perfeito.

A mandrágora olhava para o vazio, quando enfim conseguiu murmurar sua primeira palavra:

-Acorde.

E, na estufa incendiada, uma única das criaturas abriu os olhos negros como a noite, mas que pareciam brilhar com diabólica inteligência...

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Esse conto "Mandrágora" remete à lenda de Pigmalião, que esculpiu a mulher perfeita em marfim, tão perfeita que se apaixonou e pediu à deusa Vênus que a transformasse numa mulher de carne e osso. A deusa atendeu o pedido, e a estátua tornou-se sua esposa Galatéia. Essa foi minha inspiração.

Foi publicado originalmente em 16.03.02, com algumas correções menores em 15.08.04. Reescrito em 2012 para o relançamento do site.

Esse conto tem uma continuação chamada Raízes de sangue.