terça-feira, 10 de dezembro de 2013

VÁRIOS CONTOS

VÁRIOS CONTOS - Extraídos do blog Diário de uma loca
http://mimserloka.blogspot.com.br/p/contos-eroticos.html

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MEU NOVO PROFESSOR DE INFORMÁTICA
Autor Desconhecido

Olá, esta é a 1ª vez que relato um conto, tenho vários para contar que nem sabia por qual começa, mas escolhi este pois é bem interessante, acho que vocês vão gostar.
Meu nome é Jaqueline, mas todos me chamam de Linny, sou do rio de janeiro, acho melhor não falar minha idade..

Eu fazia um curso de informática, que era 2 vezes na semana, na parte da tarde, logo após a escola, e no meio do curso entrou um professor novo, para substituir o antigo, logo de cara eu fiquei encantada com este professor, ele era lindo, branco, cabelo liso e preto, olhos castanhos, corpo definido porem esguio, e tinha 24 anos...

com o passar do tempo fui pegando intimidade com ele, e tentando chamar a atenção dele, ia sempre de shorts e saias curtas, sempre tive as coxas grossas, parece que ele já havia notado meu interesse, porem ele era muito discreto e parecia não dar muita bola, pois eu era bem mais nova....

Minha colega, Roberta, que era mais velha, resolveu então falar diretamente para ele que eu estava gostando dele e queria ficar com ele, ele ficou apreensivo e disse que eu era muito nova e tal, minha amiga chegou a mentir minha idade e aumentar um pouquinho rsrs, mesmo assim ele não queria e resolveu falar comigo para não ficar um clima chato...

ele foi conversando comigo enquanto caminhamos para fora, o curso ficava no segundo andar de uma galeria, ele ia falando que não podíamos ficar juntos, por causa da idade e por ele ser meu professor, eu falei que não me importava com a idade, pois sempre fiquei com homens mais velhos e que não ia desistir e que ele ainda seria meu, todo meu, ele riu mas disse que isso não aconteceria e chegando na porta da galeria e se despediu de mim, e eu fui me despedir dele com um beijo, e beijei sua boca, e ele acabou retribuindo, foi um beijo gostoso, segurei sua cintura com força e puxei para meu corpo, senti suas mãos em minha cintura desnuda, pois estava com um top e senti um volume crescer em sua calça, ai e o larguei e fui embora, olhei para traz e lá estava ele parado na porta da galeria olhando feito um bobo, ai pensei...

este já é meu...

No outro dia, fui mais provocativa ainda, com uma saia bem curtinha, e um top bem decotado, sentei cruzando as pernas deixando bem a mostra, ele quase não se concentrava em dar aula, olhava sempre para mim e dava um sorrisinho safado, e eu retribuía... quando acabou a aula, fui guardando as coisas bem devagar esperando os outros alunos saírem e fiquei na sala sozinha com ele... ele começou a falar... sabe Linny, sobre ontem ... eu logo o interrompi... vc gostou né Eric, ele disse, sim mas não podemos... então me aproximei dele e fiz um movimento para beijá-lo, e antes mesmo de eu conseguir ele me agarrou e me beijou, me alisando a cintura e as costas, e eu enfiando a mão por dentro de sua camisa, e descendo e apertando sua bunda, puxando para mim, esfregando minha chana em seu pau que estava endurecendo...

mas estava vendo que ele estava receoso e peguei sua mão e coloquei em minha bunda, fazendo com que levantasse minha saia, ai a coisa esquentou, ele apertava minha bunda, e se esfregava, eu comecei a desabotoar sua calça, e enfiei minha mão dentro de sua cueca, alisando seu pau que estava bem duro e já começando a ficar melado, foi quando ele se afastou e disse que a secretaria podia entrar a qualquer momento, e foi logo abotoando a calça....

ele falou para eu sair e esperá-lo no estacionamento...

mas que depressa eu fiz isso, e logo ele chegou e fomos até seu carro, eu perguntei ... vamos para um motel? Ele disse que não pois tem medo de entrar num motel com uma menina da minha idade, então me levou para a Quitinete dele, que ficava bem pertinho do curso, era pequena, porem ninguém ia nos incomodar lá, e poderíamos terminar o que começamos,

mal entramos e já começamos a nos beijar, ele foi tirando a camisa, e arrancando o meu top, começou a acariciar meus seios, e logo começou a chupar e apertar, nossa eu fui a loucura pois adoro que chupei meus seios.... fui desabotoando sua calça, e ele ajudo mais que depressa tirando a calça, e a cueca, e logo saltou para fora aquele pau duro, com a cabeça quase rocha latejando e melado, não me contive ele deitou na cama e eu cai de boca, lambendo a cabeça, e enfiando aos poucos na boca, e chupando, saboreando cada momento, e ele pedia para que eu chupasse e olhando para ele, e enquanto chupava fui tirando a saia e a calcinha...

então ele se virou, me pegou, e me colocou deitada na cama, e foi logo se deitando encima, tratei logo de abrir minhas pernas, pois sabia que logo ele ia enfiar aquele pau delicioso dentro de mim, e logo senti a cabecinha forçando minha bocetinha, então peguei ele com a mão e direcionei na entrada ate que a cabecinha entrasse, então ele foi colocando o resto devagarzinho, que delicia, eu percebi que havia conseguido o que eu queria, que era seduzir aquele professor lindo, e gostoso....

então ele continuou socando, e gemendo, eu gemia de tanto prazer, e foi bombando com mais força e rapidez, eu já estava começando a ter orgasmo, e ele continuava firme e forte, foi quando eu não aguentei e tive o melhor e mais forte orgasmo da minha vida, me faltou ar, perdi a voz, apertei ele bem forte e meti as unhas em suas costas, e ele continuava metendo com o pau duro como uma rocha, então diminuiu a sensação, e relaxei novamente, então percebi que ele foi bombando mais devagar e depois mais rápido alternando, e voltei a sentir a sensação,.... eu não parava de repetir, vai, não para, assim, que delicia, foi quando voltou o orgasmo e meu coração disparou, me faltou ar ... ele começou a soltar uns grunidos mais fortes e gemer com mais intensidade até que ele soltou e gozou... senti aquele jato encher-me por dentro, quentinho... e foi delicioso ouvir aquele grito que ele deu quando gozou, um grito de prazer ...

e foi a primeira vez que tive orgasmo múltiplo, achei que ia morrer, mais foi delicioso, então ele ficou deitado encima de mim e com o pau ainda dentro, eu ainda estava em êxtase, e sentindo seu pau esvaziando dentro de mim, com minha bocetinha ainda sensível..

então ele olhou no relógio, e levantou correndo, limpando o pau no lençol, e se vestindo, eu perguntei onde ele ia, falei que eu podia ficar até mais tarde, e podíamos fazer de novo, mas ele falou que tinha que dar uma aula ainda.... então também me vesti e ele me deixou no estacionamento da galeria e fui embora e ele foi dar sua aula...

é claro que fizemos isto muitas outras vezes.... mas depois eu conto...

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A DELICIOSA DESCOBERTA DO PRAZER !!!!!!

Olá!! Meu nome é Maria Paula, tenho 25 anos, 1,70 metros e 59 quilos, sou loira cabelos compridos, olhos verdes e..... digamos que chamo atenção por onde passo.....Ah! Mais um detalhe sou viciada em sexo!!! Adoro as formas mais loucas!!! Com homens e mulheres, de preferência com os dois juntos!!! Alias, de preferência com mais de dois!!!

Para os que não me conhecem, frequento alguns clubes de swing, e faço muitos programas, praticamente todos os dias, sempre durante o dia e escondida, pois sou casada e meu marido nem sonha com esse meu lado “devassa” .......rsrsrsrsr.

Mas o que quero contar para vocês, atendendo a pedidos de muitos amigos, é como eu me tornei a mulher que sou hoje.

Então vamos ter que voltar alguns anos. Eu comecei a me interessar por sexo muito, muito cedo. Durante o dia ficava olhando os meninos e as meninas na escola e imaginava seus corpos, seus sexos e tudo mais..... a noite, de madrugada, assistia aos filmes nacionais que passavam na Band e me masturbava muito.

Mas a minha primeira experiência aconteceu um pouquinho mais tarde, na época eu estava no 1º ano do 2º grau, e já flertava muito com os meninos, principalmente com os mais velhos, mas só com os meninos, porque ainda morria de medo do meu lado bi.

Existia um grupo de meninos do 3º ano que sempre me assediavam, sempre!!!! Todos os dias eu recebia bilhetinhos, cantadas, e eles sempre se aproveitavam das filas para o lanche, ou para tomar água, para me encochar, e eu adorava sentir o pau duro deles na minha bunda, mas morria de vergonha e sempre ficava muito vermelha!!!

Um dia , eles me pediram para ajudar com um trabalho que tinham que entregar e precisava de muitos desenhos e eles não conseguiam fazer e como tenho um bom talento para desenho..... Não precisou muito para me convencer não.... Marcamos para o inicio da tarde na casa de um deles, que ficava bem pertinho da escola....Passei o resto da aula muito excitada.... minha calcinha ficou totalmente ensopada.... chegava a pingar!!!!

Quanto acabou a aula, fui pra casa, nem consegui almoçar direito, tomei um banho muito longo e me vesti da forma mais provocante que eu podia na época, uma mini saia jeans, e uma camisetinha branca curta, que deixava boa parte dos meus seios e da minha barriga de fora. Eu estava sem sutiã e com uma calcinha tipo tanguinha, na época eu ainda não usava fio dental Por cima, para espantar o frio e para minha mãe não desconfiar, coloquei um casaco bem longo , bem abaixo do joelho.

No caminho até o encontro, uns 10 minutos andando, eu novamente encharquei minha calcinha, imaginando o que iria acontecer; quando entrei no prédio eu estava completamente vermelha e excitada, morrendo de curiosidade e de vontade. E num ato sem pensar tirei o casaco e minha calcinha no elevador. Qdo fiz isso sentir um prazer enorme percorrer meu copo.

Quando entrei no apartamento, o aquecedor estava ligado muito forte e todos estavam sem camisa, e haviam preparado muitas batidinhas, morango, pêssego, maracujá....... Foi a primeira vez que bebi.

Nem se falou do trabalho, eles só me elogiavam e falavam de baladas de aventuras, e cada vez mais a conversa ficava mais picante até chegar ao ponto das experiência sexuais, foi ai que eu falei que as minhas eram só com os meus dedos....
todos riram.... mas em seguida o dono da casa, que tinha ido ao banheiro, voltou e me agarrou por trás e começou a beijar o meu pescoço, em seguida outros quatro também começaram a me beijar!! Me assustei, pois imaginava que seria um de cada vez, mas aquilo tava bom demais para eu querer parar.

E no meio daquilo tudo, eu que nunca nem tinha sido beijada, sentia cinco meninos beijando meu corpo todo, e pela primeira vez e tive um orgasmo acompanhada!! Gozei no meio da sala, fiquei com a perna bamba, cheguei a achar que ia desmaiar.
Me levaram pro sofá e continuaram a me beijar, foi quando viram que eu estava sem calcinha e vibraram muito com isso. O Miguel, único que vou nominar, pelos motivos que vocês iram ver, começou a beijar minha virilha, meus pelos e finalmente meu sexo. Sentir aquela língua, lembro até hoje, foi a sensação mais maravilhosa do mundo, gozei de novo, dessa vez mais forte, sem conseguir segurar os gemidos.

Nesse momento eu ainda estava zonza, mas percebi que todos já estavam nus e se preparavam para me penetrar. Fui tomada por um pavor enorme, me desesperei, comecei a chorar queria ir embora, n ao sei explicar o medo que senti.
O Miguel, para me acalmar me levou para cozinha, me ofereceu água, conversou comigo alguns minutos. Expliquei pra ele que eu era virgem e que não queria perder a virgindade assim, ele entendeu acho muito legal, falou que não tinha problemas. E começou a falar que existia outras formas de se fazer....

logo me veio a idéia de anal, nunca tinha feito, nem me imaginando fazendo, mas naquele instante a idéia me deixou completamente eufórica..... Quando Miguel acabou de falar, percebi que ele falava de Oral. Mas falei pra ele que queria experimentar anal.

Deu pra ver o brilho que surgiu nos olhos dele e sorriso na boca, ele não pensou duas vezes, me debruçou na mesa, e utilizando óleo de cozinha como lubrificante começou a forçar minha bundinha, sentir a glande bem na entrada da minha bundinha era maravilhoso, ele forçava bastante, mas não entrava, eu adorava aquela pressão, poderia ficar por horas, sentido aquele pau me pressionado. Foi quando ele afastou e em uma estocada muito forte entrou todo dentro de mim.... Doeu muito, eu gritei muito, a dor fez a minha vista escurecer..... mas depois fui me recompondo, e a dor foi dando lugar para um prazer enorme, indescritivel a sensação de sentir ele entrando e saindo de mim.

Estava quase gozando quando o Miguel tirou de dentro de mim e gozou nas minhas costas..... Depois do susto, adorei sentir aquele liquido quente nas costas.

Antes que eu pudesse me mexer, o segundo, que era o dono da casa, já havia se posicionado e começava a me penetrar, ele mexia mais devagar que o Miguel, eu sentia mais ele entrando e saindo de mim, nesse momento os outros três se colocaram na minha frente para que eu os chupasse, hesitei um pouquinho mas comecei a chupá-los e descobrir que é muito gosto sentir um pau na boca, e comecei a chupar mais e mais..... até que um deles, junto com o dono da casa começaram a gozar, na minha boca e na minha bundinha, eu comecei a gozar junto.....sem saber o que faezr com a porra que estava na minha boca.... acabei deixando escorrer pelo meu queixo, nisso o quarto gozou na minha cara, jato no meu rosto, meu pescoço, meu cabelo.

Só faltava o quinto, e esse tinha um pau enorme, muito maior que os dos outros, nem cabia direito na minha boca. Foi quando ele foi pra trás de mim e sem cerimônia começou a me penetrar com força, eu chorava de dor, sentia minha bundinha se arrombar, e derrepente em meio a dor, comecei a sentir outro orgamos chegando e comecei a empurrar a bunda pra tás queria todo aquele pau dentro de mim, e comecei a gritar de prazer, até o Miguel colocar o pau na minha boca, gozei muito sentindo as estocadas na minha bundinha e a pulsação do pau do Miguel na minha boca.

Ai desabei, não agüentava mais nada!!!!!! Afinal ainda era muito novinha.

Foi quando o Miguel me carregou para o banheiro, me deu banho, lavou meu cabelo e cada parte do meu corpo, enquanto fazia isso o seu pau estava duríssimo, então comecei a puheta-lo, me ajoelhei no Box, para fazer melhor e acabei não resistindo, comecei a chupá-lo, e foi só eu colocar a boca para ele gozar, e dessa vez engoli tudinho, e sentir aquele gosto acre escorrendo na minha garganta foi quase um novo orgasmo. Ele me levantou, me beijou demoradamente e disse que me amava. Eu achei lindo.

Fui pra casa quase me arrastando, passei mal a noite toda, tive até febre, no dia seguinte cada parte do meu corpo doía, nem pude ir pra aula, fiquei sentindo dores mais de uma semana, mas só pensava quando e como seria a próxima vez.

Era inevitável, já estava viciada em sexo, principalmente anal.
Me encontrei muitas vezes com esse grupo de amigos, principalmente com o Miguel...

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NOVO EMPREGADO..

Seu João já estava velho, vinha ensinando o filho Tony tudo o que sabia, pois seria seu substituto no trabalho de ser caseiro num sítio do Dr.Marcos. O sítio ficava a beira de uma linda lagoa e Tony já tinha aprendido tudo o que precisava.

Aqui está Dr.Marcos, esse é meu filho, daqui pra frente ele é seu novo caseiro. Tá certo Seu João, a Lúcia minha esposa vai passar uma semana aqui no sítio e avaliar o trabalho dele, se ela aprovar ele fica, respondeu ele. Feito, confio no meu filho, replicou Seu João.

Seu João foi morar a alguns quilômetros do sítio e Tony passou a ocupar a casa do caseiro. A noite Dr. Marcos foi pra cidade, era domingo e só voltaria na sexta também a noite. Mais tarde Lúcia chegou dirigindo o mesmo carro importado com que Dr. Marcos havia ido embora. Tony, me ajude a descarregar o carro, por favor. Sim, madame, respondeu ele. Tirou frutas e algumas compras que ela havia trazido pra toda a semana, pois não queria ir na cidade. Espero não precisar sair daqui por nada Tony, trouxe tudo que preciso. Fez bem D. Lúcia.

Ele não parava de observar a patroa, quase não disfarçava, tamanha era a gula dos olhos dele. Ela tinha uns 40 anos, no máximo 45, mas um corpo de invejar muita jovem por aí, era muito vaidosa, barriga lisinha, pernas grossas e torneadas, bumbum empinado, tudo resultado de intensa malhação, cabelos um pouco ruivos e uma pele muito bem cuidada. Nossa, que delícia, com esse vestido curto então, meu Deus, pensava Tony consigo. Pode ir pra casa Tony, se precisar, lhe chamo, agora vou tomar um banho, boa noite. Boa noite, dona.

Tony deitou e não conseguiu dormir pensando na patroa gostosa. Te cuida Tony, é tua patroa, olha o teu emprego, não vai decepcionar teu pai, falava sozinho.

Na manhã seguinte, Tony fez todas as suas tarefas normalmente e foi assim o dia todo. A noite ele ouviu alguém falando alto dentro da casa dos patrões, parou e ficou escutando. Lúcia discutia com Marcos por telefone. Ele lembrou que seu pai tinha falado que o casamento deles estava em crise e que sob hipótese alguma ele comentasse a respeito.Claro pai, não vou me meter em vida de patrão, tinha respondido na ocasião. Lúcia já não transava com Marcos a um bom tempo, ela sabia que não estava sendo fiel a ela todo esse tempo sem sexo, ele se envolvia com garotas de programas que sabiam muito bem manter o sigilo, ela ardia de tesão, mas não queria fazer o mesmo, tinha medo de ser descorberta e das consequencias.

Depois de desligar o telefone na cara do marido, foi navegar na internet e começou a ler contos eróticos, ficando com a xana cada vez mais faminta por rola a cada conto lido. Leu contos da categoria “empregados” e a imaginação começou voar, ainda não havia olhado bem para o seu novo caseiro.

Com a buceta toda molhada, foi até a varanda e observou que a casa do caseiro ainda estava com as luzes acesas, mas não se passou um minuto e tudo se apagou. Com que roupa será que ele dorme?,se indagou. Preciso arranjar um motivo pra trazê-lo aqui. Já sei. Tony, tá acordado? Preciso da sua ajuda. Qual o problema, madame, perguntou surpreso. A TV do meu quarto deu problema, bem na hora que eu ia assistir um filme que gosto muito, sei que é tarde, mas...Tudo bem dona, tô a sua disposição a qualquer hora, só me deixe trocar de roupa, interrompeu ele. Não, vá assim mesmo, se não perco meu filme, respondeu ela. Ela foi andando na frente, ele atrás observava a curta camisola de seda vermelha, que ela segurava por causa do vento.

Venha, depressa, aguardava ela na entrada casa observando finalmente o seu caseiro mais atentamente. Via um jovem forte, de músculos bem definidos, apesar da blusa larga que vestia e uma cueca samba canção que permitia ver o pau balançando de um lado pra outro com os movimento de andar.

Entraram no quarto e sob a luz ele pode ver melhor a patroa, que disfarçando mexer nas conexões atrás da TV, empinada a bunda, levantando um pouco a camisola e deixando ele, que estava atrás dela, perceber que ela não usava calcinha na hora, “acho que deve ser aqui na conexão da antena Tony”, disse com um sorriso malicioso.

Ele vendo aquela visão maravilhosa, o pau logo ficou parecendo querer furar a cueca de tão duro, não dava pra disfarçar com aquela cueca frouxa. Dei...deixa eu ver, madame. Quando ela virou e viu o volume na cueca, ficou paralizada de boca aberta. Ele colocou as mãos na frente pra esconder, “desculpe madame, a Srª. é minha patroa, mas eu sou homem, como posso resistir a uma maravilha dessas?”. Ela chegou perto dele, massageou o cacete dele por cima da cueca e disse, não se preocupe, eu armei tudo isso pra ter você aqui, já estou a dias sem sentir um pau na minha buceta, eu quero meter muito, muito, me fode.

Nossa, que delícia, sonhei com isso desde que a dona chegou, mas jamais achei que seria possivel. Deitou na cama com o pau apontando por teto e a patroa sem demora começou a chupar com uma fome voraz, mostrando toda a saudade que tava de um cacete. Na boca, ela percebia, que tava chupando uma pomba bem grossa que a do seu marido problemático,

“hummm, delicia de rola, Tony”,

deslizava a língua levemente de cima a baixo, fazia movimentos circulares na cabeçona do pau, percebia que latejava de tanto tesão. Não goza na minha boca, quero sentir esse caralho preenchendo minha buceta, viu? Sim, então monta nele, ......, annn... Ela sentou e o cacete apesar de grosso, entrou sem dificuldade na xana enxarcada. Subindo e descendo lentamente, ela viu que além de mais grosso, era também maior que do seu marido, as vezes naquela posição costumava ficar saindo quando fazia com ele, mas com Tony ela subia, descia, subia,descia e não saía...

annn, iammi,annn,aannn, gostoso, tava com tanta vontade que não vou demorar pra gozaaaaaaaa,aiiiii,aiiiiii.annnn.

Quando tava gozando, aí ela cavalgou freneticamente. Annn, isso, patroa, goza no meu cacete, gooooza. Ela amoleceu o corpo deixando cair seu peso por cima dele. Você merece gozar também Tony, falou ela enquanto saia de cima e se ajeitava em um puff próximo a cama. No quarto tinha um tapete tão macio que nem precisava colocar travesseiro embaixo dos joelhos. Ela ajoelhada, apoiada no puff, Tony chegou por trás, tendo a vista uma buceta deliciosa, toda molhada, metia com força, que visão linda, uma bunda deliciosa só fazia meter com mais força ainda na xana encharcada,

annnn, annn, agora é minha patroa, aiiiiiii, que delícia, com o ritmo frenético das metidas, ela teve um segundo orgasmo, algo inédito até aquele dia. No fim ela brincou, “não se preocupe, vou dizer ao seu patrão que você está aprovado no trabalho.

E até a chegada do Dr. Marcos, todas as noites foram de muita rola na buceta gulosa. Aquilo serviu como uma terapia, ela passou a fazer mais sexo com o marido, pensando no empregado gostoso.

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UMA CAPETINHA EM FORMA DE SOBRINHA

Marcio e Lurdes era um casal que vivia relativamente feliz. Ele um evangélico fervoroso, ela uma enfermeira competente que trabalhava em um grande hospital da cidade.
Embora não tivessem filhos, adoravam crianças e sempre que podiam organizavam as festas de finais de ano oferecidas a elas pela igreja de Marcio.

A irmã de Lurdes enviuvou muito cedo e desde então morava sozinha com a filha Gabriela em uma pequena cidade do interior de Minas Gerais.
A irmã de Lurdes precisou fazer um curso de aperfeiçoamento na matriz da empresa multinacional em que trabalhava e que tinha sua sede na Holanda e por isso solicitou que a sua filha viesse morar com o casal enquanto estivesse ausente, coisa de cinco a seis meses, dizia...

Lurdes que lhe devia muitos favores não teve como dizer-lhe não; Acabou concordando.
Gabi como carinhosamente era chamada, tinha apenas 18 anos de idade, mas possuía um corpo escultural que chamava a atenção de todos por onde passava.
Nos primeiros dias em que estava morando com o casal, comportou-se como uma mocinha bastante tímida e educada.
Com o passar do tempo foi se soltando e logo passou a agir como uma mocinha bastante extrovertida e de inteligência acima da média.

Seu relacionamento com Marcio era o melhor possível, o chamava de titio e quando ia dormir costumava sempre dar-lhe um beijo no rosto.

Certa noite enquanto estavam a sós na sala, ela mencionou que seu pai havia falecido quando ela ainda era muito pequena e que não se lembrava de haver um dia sentado em seu colo para assistir TV.
Marcio estranhou aquela conversa, mas não percebeu qualquer maldade no comentário, ficou até compadecido com a frustração da garota.

Em outra ocasião, assim do nada, comentou que tinha um fetiche por homens mais velhos...
Marcio acabou rindo bastante, achando que era uma simples brincadeira de adolescente.

Todavia, começou a notar que, nas noites em a esposa estava de plantão, Gabi ficava mais tempo na sala assistindo TV e muitas vezes vestindo um short bem apertado que realçava uma bunda bastante empinada e uma camiseta quase transparente onde se percebia claramente o contorno de seus belos seios.
Outras vezes, quando ia se despedir para dormir e Lurdes não estava por perto, dava-lhe um rápido beijo tipo “selinho”e sempre acompanhados de um sorriso enigmático.
Acabou ficando desconfiado que ela pudesse estar tentando provoca-lo.

Os dias iam se passando, até que numa sexta-feira em que Lurdes estava trabalhando à noite, ao chegar do serviço, Marcio notou que Gabi estava assistindo um filme pornô. Teve certeza de que ela queria que ele percebesse, pois fingindo não notar sua presença, demorou algum tempo para mudar de canal.

Marcio foi tomar um banho e ao sair do seu quarto, ela veio ao seu encontro com um sorriso maroto, dizendo-lhe que havia pedido uma pizza para o jantar e que já tinha reservado uma garrafa do seu vinho preferido.
Enquanto comiam a pizza, Gabi disse-lhe que tinha um segredo para contar e sem nenhum rodeio falou que fazia mais de um ano que não era mais virgem.

Procurando se manter o mais natural possível Marcio perguntou como foi que ela havia se tornado mulher.
Gabi respondeu que tinha sido com um garoto de sua idade e que a partir daquele dia nunca mais o tinha visto e que também fora sua primeira e única experiência sexual. Em seguida mudou rapidamente de assunto.
Marcio ficou sem saber se o que ela havia acabado de contar era verdade ou se ela estava apenas brincando com ele e se divertindo com o seu visível embaraço.

Marcio acabou de comer a pizza e resolveu dormir mais cedo, até para evitar certo constrangimento que aquela conversa lhe causara.
Não havia dormido mais que uma hora quando acordou com a Gabi em sua cama, totalmente nua!
A visão daquele corpinho na penumbra começou a excita-lo, a semente do desejo germinou...
Ainda tentou evitar o inevitável:
- Gabi o que você esta fazendo em minha cama?
- Tomei um pouco de vinho e estou me sentindo tonta. Vou dormir esta noite aqui...
- Nada disso! Vá vestir alguma roupa e volte já para seu quarto - disse - virando-lhe as costas.
Ela ignorando seu pedido, ao invés de voltar para seu quarto, simplesmente o abraçou por trás e perguntou em tom irônico:
- Tá com medinho de mim?
Então começou uma batalha interior entre seu corpo e sua alma... O corpo venceu... Marcio não insistiu para que ela se retirasse...
Não passou muito tempo e sentiu que Gabi começou a beijar sua nuca e a fazer cafuné em seus cabelos.
Sem muita convicção e ainda tentando enganar a si mesmo Marcio pediu:
- Gabi, você é quase uma menina, tem idade pra ser minha filha! Não faça isso, por favor.
Sua resposta foi incisiva:
- Relaxa titio, não sou menina e nem sua filha...
Então Marcio sentiu uma mão entrando furtivamente dentro de sua cueca e seu pênis sendo punhetado suavemente.
- Que pinto grande titio...

A excitação tomou conta de Marcio e ele virando de frente para ela começou a beijar sua boca, seus olhos, seu pescoço, seus seios e com as mãos apertava sua bunda e suas coxas. Foi então que percebeu que a vagina dela era muito pequena, era completamente desproporcional ao seu corpo e a sua idade, parecia a vagina de uma menina...
Ficou constrangido com aquilo e apesar da enorme excitação, relutava em consumar o ato.
Foi quando ela passou a sussurrar em seu ouvido:
- Me come tesão, me come!
Marcio não conseguia mais resistir, então se deitou sobre ela, colocou o pênis em sua vagina e tentou penetrá-la. A vagina era extremamente apertada, não conseguia a penetração.
Gabi orientava:
- Tem que empurrar com força titio... Empurra com força que entra...
Marcio foi forçando cada vez mais, até que subitamente sentiu a cabeça do pênis transpondo uma espécie de gargalo e começando a deslizar suavemente para o interior de uma ostra quentinha e macia.
Ainda não tinha entrado nem a metade, quando Gabi agarrou seus cabelos e começou a puxa-los com força. Marcio parou de empurrar achando que poderia estar machucando-a.
Ela se exasperou:
- Que porra titio! Enfia tudo de uma vez!
Marcio então deu uma forte estocada e o pênis entrou por inteiro naquela grutinha sedenta de prazer...
Imediatamente ela passou a tremer da cabeça aos pés e começou a gozar... Um gozo longo que parecia interminável... O líquido era tão abundante que chegava a transbordar e escorrendo pelas nádegas, ia molhar o lençol da cama...
Gabi fechou os olhos e ficou ali quietinha, com um ar de felicidade estampado no rosto.

De vez em quando Marcio dava uma bombada, mas ela não correspondia, apenas abria os olhos e sorria.
Subitamente Marcio se inquietou: E se ela ficar grávida? Saiu rapidamente de cima dela antes que acabasse gozando dentro e deitou-se de bruços, imaginando que logo ela iria se retirar para seu quarto.

Ao invés disso, ela se sentou próximo ao seu rosto e levantando sua cabeça deslizou as coxas por baixo de forma que sua vagina ficou encostadinha na boca dele e choramingando pedia:
- Chupa eu titio, chupa...
A partir dali Marcio abandonou de vez seus escrúpulos e passou a lamber aquela coisinha quente e cheirosa.
Deu uma leve chupada em seu clitóris e no mesmo instante ela começou a rebolar como uma possessa e a gritar:
- Ai que gostoso... Chupa...Chupa...
Marcio perdeu a conta dos orgasmos que ela teve, parecia que não se saciava nunca! Quando ele parava para descansar, ela agarrava sua cabeça e puxando-a contra sua vagina, pedia.
- Mais um pouquinho, só mais um pouquinho.

Por fim, Marcio percebeu que ela estava satisfeita e então, num impulso, pôs-se de joelhos e segurando a cabeça dela com as duas mãos, enfiou o pênis quase que inteiramente na sua boca e gritou:
- Chupa cadelinha, chupa!
Parece que ela ansiava por aquilo, pois imediatamente começou a chupar com extrema maestria. Levantava a cabeça fazendo um movimento de sucção até quase tirar o pênis da boca e, em seguida, comprimindo os lábios e pressionando a língua, o engolia novamente quase que por completo, só parava quando suas faces encostavam-se às coxas de Marcio.
Marcio estava tão excitado que acabou gozando em poucos segundos...
Gabi com a maior naturalidade engoliu todo o esperma e apertando o pênis de Marcio, fazia expelir o restinho que tinha ficado retido na uretra e o sorvia avidamente, como se estivesse esfomeada.

Marcio ficou mais desapontado que satisfeito. O desempenho de Gabi não combinava com a estória que ela havia lhe contado! Impossível tanta desenvoltura para alguém que tivera uma única experiência sexual.

Por fim o cansaço o venceu e exausto acabou dormindo, sem saber o que aconteceu na sequencia.

Ao acordar no dia seguinte, notou que ela já havia saído de casa e possivelmente tinha ido nadar na piscina do clube como fazia todos os sábados.
Ficou a manhã toda revivendo aquela loucura da véspera e além do sentimento de culpa por não haver conseguido se controlar, estava preocupado, imaginando as consequências daquilo, caso sua esposa que acabara de chegar do serviço ou sua cunhada, viessem a descobrir o que tinha acontecido.
Por volta do meio dia ela chegou toda sorridente e passaram a conversar amenidades, como se nada tivesse acontecido na noite anterior.

Durante toda a semana nem ela nem ele tocaram no assunto.
Para Marcio aquele silêncio parecia uma dádiva! Era como se já tendo ela conseguido seu intento, houvesse perdido seu interesse por ele.
Feliz por ter se livrado daquela situação incômoda,creditou o ocorrido a uma fraqueza da carne e prometeu a si mesmo que que nunca mais tocaria na Gabi. Ela sem dúvida estava a serviço do mal, tentando desvia-lo da igreja!

Na noite da sexta-feira seguinte sua mulher estava novamente de plantão e ao chegar em casa Marcio percebeu que sobre a mesa de jantar havia uma pizza, uma garrafa de vinho e duas taças...Lembrou-se de sua promessa, foi direto para seu quarto, trancou a porta e jurou que só sairia dali no dia seguinte .
Não haviam se passado nem dez minutos quando Gabi abriu a porta e com a cópia da chave na mão, acenava-lhe sorrindo:
- Venha titio. Venha depressa comer a pizza que depois te dou um cuzinho quase virgem de presente...

Pobre Marcio... Voltou a pecar naquela noite...

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GRUPO DE ESTUDOS SEXUAIS POR UMA LOURAÇA

Eu cursava a faculdade de Comunicação e fazia parte de um grupo de cinco alunos que se reunia para elaborar os trabalhos. Éramos eu, Mário, Sandro, Aldo e Tânia. Os três rapazes eram saudáveis, atléticos, bonitos e cobiçados na faculdade. A Tânia, ao contrário de mim, era a mais recatada e não tinha as mesmas idéias e o humor dos demais. Às vezes, parece uma velha, toda conservadora, bastante tímida.
Sou completamente diferente. Tenho seios médios e firmes, quadris largos, enfim, sou uma louraça. Sempre gostei de usar roupas justas e ousadas, o que permitia deixar minhas formas à mostra. Adoro provocar, ouriçar os rapazes que me olham gulosamente. As cantadas são inevitáveis, mas só gosto de homens bonitos, criativos e bons amantes.

Nós conversávamos mais do que estudávamos e nos entendíamos bem. Os rapazes quase sempre direcionavam o assunto para sexo e Tânia sempre desconversava, dando mostras de reprovação e resolvia se afastar. Já eu percebia o efeito que causava nos rapazes e, então, demonstrava ser bem moderna e liberal, falando naturalmente sobre tudo e dando inclusive detalhes picantes. Quase sempre eu podia notar a excitação sob as calças deles, quando nos despedíamos com beijinhos. Isso me arrepiava também e ficava imaginando os comentários que eles deviam fazer entre si a meu respeito. Imaginava-os até se masturbando pensando em mim. Às vezes, eu mesma me masturbava imaginando situações eróticas, cada hora com um deles.

Meus amigos sempre tinham receio de ultrapassar os limites e nunca me passavam uma cantada ou alguma outra insinuação. Talvez por causa do clima de colegas de classe que havia entre nós. Num desses nossos papos, percebi que eles insistiam em falar de sexo grupal. Tânia, naturalmente, já tinha ido embora. Eles queriam saber a minha opinião.
Mantendo a imagem de liberal, disse acreditar no amor total, sem reservas e limites, sempre se importando com o prazer, o gozo. Pude perceber a satisfação nos olhos deles. Ficaram até meio tontos, sem jeito. Despedi-me com beijos mais demorados e carinhosos do que de costume, imaginando com certeza que, mais tarde, cada um deles tocaria uma punheta pensando em tudo que tínhamos conversado. Não resisti e, em casa, me masturbei deliciosamente no banheiro, com o anatômico cabo da escova de cabelos.

Naquele período, estávamos preparando um ensaio jornalístico para uma das disciplinas e apresentaríamos em seminário da faculdade. Naquela semana, Mário me telefonou dizendo que o grupo ia se reunir a noite no apartamento de Aldo. Nos mostraria um material em vídeo e aproveitaríamos para comemorar o fato dele finalmente ter conseguido comprar todos os móveis.

É claro que fui. Caprichei no visual e vesti uma saia bem curta e justa por cima de uma minúscula tanguinha branca. Coloquei uma blusa leve, quase transparente, para facilitar a visão de meus seios sem sutiã. Passei um perfume gostoso. Cheguei por volta das oito da noite e notei que chamei a atenção logo de cara. Perguntei pela Tânia e o Sandro me disse que não tinha conseguido avisá-la. Dei de ombros.

Sentei-me no sofá em frente aos rapazes, de propósito. Assim, eles tinham uma vista privilegiada do meu visual. I
Aldo colocou a fita de vídeo e começamos a assistir. Apesar de o assunto ser interessante, percebia a todo o momento os olhares desviados em direção ás minhas pernas e seios quase à mostra. Isso me excitava, mas fingia não perceber, continuava aparentando interesse pelo documentário.
Terminado tudo, Aldo trouxe petiscos, um balde com gelo e uma garrafa de uísque importado. Entre um olhar e outro, íamos ficando mais relaxados por causa das doses da bebida. Como se podia esperar, o tema da conversa agora era sexo.

Trocávamos idéias, relembrávamos conversas anteriores e arriscávamos palpites sobre a sexualidade de alguns professores, rindo bastante. Eu aproveitava e, a cada seqüência de risos, expunha um pouco mais meus seios, inclinando-me à frente. Abria as pernas num movimento aparentemente normal, deixando minha tanguinha à mostra.
Foi quando Aldo levantou-se num salto e disse que tinha algo interessante a nos mostrar, mas pediu que não me ofendesse. Mesmo sem saber do que se tratava, afirmei que nada poderia me ofender: “Não tenho essas frescuras.” E, aquela altura, embalada pelo álcool, provavelmente era verdade. Ele então colocou outra fita no vídeo.

Era um filme pornográfico e começava com a cena de uma bonita loura com um corpo bem sexy e um moreno atlético e bem dotado. Ela sugava com maestria aquela tora que mal cabia na boca, passeando com a língua pela glande, descia até o saco e mamava as bolas do homem. Em seguida, o carinha chupava a boceta, passando a língua no clitóris e descia até enfiá-la no cuzinho rosado.
Depois, ele penetrou-a gostosamente, segurando as pernas acima dos ombros. Percebi que os rapazes dividiam a atenção entre mim e o filme.
Além de meu corpo, eles queriam observar minha reação. Eu tentava demonstrar naturalidade, como se estivesse vendo novela, mas estava excitadíssima. Observava as molduras rijas sob as calças de todos três e isso me deixava ainda mais descontrolada. Facilitava ao máximo a visão de minha tanguinha úmida, fazendo subir de propósito um pouco a minissaia. Sentia um calor imenso, sobretudo entre as pernas.

Na tela, o rapaz dava outro banho de língua na fêmea. Em seguida, ele a colocou de quatro e enfiou o pau molhado vagarosamente no cuzinho da moça, que soltava gemidos de prazer. Após várias estocadas, ele gozou na boca e ela lambeu tudo satisfeita. Já estava achando que ia ter um treco!

Na cena seguinte, não contive um sonoro suspiro. Uma garota linda, de belo rosto e corpo perfeito, começa a chupar outro rapaz. Em seguida, vão entrando em cena mais dois rapazes. Ela vai revezando entre um e outro, mas sem descuidar de nenhum. Nosso jogo silencioso tornava-se mais explicito e declarado. Procurei deixar transparecer os bicos duríssimos dos meus seios e abri bem as pernas, deixando completamente à vista minha tanga, que já estava ensopada.

De repente, percebi Aldo bem na minha frente, ofegando e olhando para mim. Fiquei também imóvel por alguns segundos. Ele colocou a mão em meus cabelos e delicadamente encostou minha cabeça naquele tesouro. Perdi a razão e comecei a sugar e a lamber por cima da roupa. Ele abriu a calça e lambi a enorme cabeça já levemente molhada, colocando-a inteira na boca, me sentindo em outra dimensão. Mário e Sandro imitaram o amigo e mal acreditei na visão maravilhosa que se apresentava: três cacetes avantajados e duríssimos para mim. Mário esfregou a pica em meu rosto, pedindo carinho que não neguei, procurando dar tratamento imparcial para ambos, chupando um e outro, tentando por os dois na boca ao mesmo tempo, mas não conseguia.

Sandro me acariciava com as mãos e língua, meus ouvidos, pescoço e seios com comprovada prática.
Desceu lentamente por minha barriga, escorregou nas minhas coxas. Já estava com a saia totalmente levantada e minha boceta, de tão molhada, fez escorrer o liquido pelas pernas e pelo rego de minha bunda; Era um tesão que jamais havia sentido ou sequer imaginado possível. Sandro demonstrava conhecer bem os caminhos e alojava a boca em minha tanguinha encharcada, enfiando com afinco a língua em minha gruta alagada. Fui ás nuvens e gozei desgovernadamente na boca de Sandro, sugando com força os cacetes de Aldo e Mário. Enquanto Aldo o substituiu na deliciosa tarefa entre minhas pernas, Sandro levantou-se, me beijou com a boca molhada de meu mel e me ofereceu a enorme pica para engolir.

Perdi a noção de tempo e meus gemidos pareciam urros. Eles me, viraram, despiram e carregaram para o sofá maior. Pude ver a moça do vídeo sendo agora fodida na boceta e no cu e chupando o terceiro cacete.

Desejei ardentemente viver aquela situação. Estava alucinada Foi gratificante quando Sandro me penetrou lentamente, deslizando e abrindo minhas pernas até entrar tudo. Já tinha perdido a conta de quantos orgasmos tinha tido. Ele me abraçou e me puxou para bem junto, deixando dessa forma minha bunda bem arreganhada. Percebia a intenção e me sentia dominada e feliz.

Mário, de joelhos no sofá ao nosso lado, encostou a rola em minha boca e não hesitei em engolir tudo, saboreando-a.
Pude ver Aldo passando a língua em meu cuzinho, tentando penetrá-lo e não há como descrever o que senti.
Meu buraquinho relaxava cada vez mais. Percebi que ele passava algum tipo de óleo, enfiando devagar um dedo e depois dois, lubrificando meu anus carinhosamente. Senti um forte desejo de ser penetrada ali inteiramente.

Foi Mário quem me desmamou e foi para trás, numa troca combinada com Aldo, que enfiou o mastro em minha boca. Mário esfregou o pinto na entrada proibida algumas vezes, enquanto eu ajudava, arreganhando mais ainda a bunda com as mãos, implorando para ser arrombada. Como eu queria aquilo! Ele enfiou com cuidado e foi entrando com facilidade no orifício relaxado e lubrificado, mesmo assim parecia que eu estava recebendo um poste. Sentia-me totalmente dominada.
A idéia e sensação de estar sendo comida no cu e na boceta ao mesmo tempo é inigualável. Podia sentir os pintos próximos um do outro, separados somente pelas minhas paredes internas. Tinha espasmos de gozo desenfreados.

Eles resolveram se revezar para aproveitar das mesmas delicias. Permaneci na mesma posição enquanto Mário me penetrava a bucetinha. Aldo colocava em meu deflorado cuzinho e Sandro dava-me na boca o vermelho e molhado caralho. Como era gostoso! Eu era toda deles. Inteira para eles.

A TV estava chiando. O filme já tinha acabado e, apesar de não ter visto todo, imaginava que havia muitas semelhanças entre as cenas da tela e as que tinha acabado de experimentar. Era a vida imitando a arte.

Os rapazes planejaram tudo muito bem, seguiram o roteiro e felizmente fiz parte do elenco. Adormecemos os quatro na sala.

Lembro-me de que no meio da noite um deles ainda me fodeu, gozando em minha boceta molhada e escorregadia, mas não sei quem foi, nem achei importante saber. Acordei cedo, antes deles. Dei um leve beijo em cada um para não despertá-los e fui embora deixando um bilhetinho na mesa: “Foi ótimo. Adoro vocês três.”

Depois daquilo, ficamos bem íntimos e não havia intrigas entre nós. Era demais! Numa das vezes, os três resolveram gozar ao mesmo tempo em minha boca.
Nunca vi tanta porra junta, quase me afoguei.

Tempos depois mudei de cidade e me formei em outra faculdade, e nunca mais tivemos contato. Soube, após alguns anos, que Aldo havia se tornado produtor de cinema. De que gênero será que são seus filmes?

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