segunda-feira, 21 de outubro de 2013

AMIGOS PARA SEMPRE

za6 conto de Cida

" Adoro esse blog ... sou leitora assidua, e resolvi escrever para compartilhar minha experiencia com outras pessoas.... Meu nick é Christiane,. Tenho 18 anos, 1.68m, 78/80kg (sou um pouco gordinha, mas nada em exagero), cabelos no ombro, lisos e pretos e olhos castanhos. Nao sou do tipo de mulher que logo desperta grandes desejos nos homens, pois nao tenho um corpo escultural...mas desperto com certeza uma grande curiosidade, pois apesar dos meus quilos a mais, dizem, que eu tenho um rosto muito bonito, bem misterioso.

Eu conheci uma garota, que foi somente uma grande amiga minha.... ela era bem parecida comigo fisicamente,gostava das mesmas coisas e tinha amigos muito interessantes... Com o tempo, fui conhecendo seus melhores amigos, e vou dizer de dois em especial... o Hugo e o Roberto. Nos quatro entao, comecamos a ficar muito juntos, sair, enfim, passavamos a maior parte do nosso tempo juntos. Era uma loucura, pois a Stella (o nick dela) ficava sempre com o Roberto e eu, apenas conversando com o Hugo. Nada mais intimo que as conversas...

Ficamos nisso um ano, eu sempre contava tudo para o Hugo, e ele para mim. Um dia, Stella me contou q tinha transado com o Roberto, e que ele era um "poder" como homem...detalhe: Roberto tem 23 anos, 1.75m, 70kg, cabelos loiros curtos, olhos pretos, um torax largo e coxas lindas... O Hugo nao, era um pouco mais diferente. 20 anos, cabelos castanhos claros bem lisos (curtos), olhos verdes, 1.80m 65kg (o tipo de homem magro, mas gostoso) Ele parecia um garotinho pedindo colo....

Nos tinhamos umas brincadeira, tipo jogo da verdade... quem nao quisesse responder, ou tirava uma peca de roupa, ou dava um beijo na boca de outra pessoa...as perguntas, geralmente, eram de muita malicia, muita sacanagem....

Um certo dia, os dois meninos vieram na minha casa e me chamaram para sair... aceitei naturalmente (como sempre acontecia) e perguntei pela Stella... fomos na casa dela e ela me disse que estava doente, e nao poderia sair, mas que era para eu ir e aproveitar por ela..foi o que fiz... curtimos muito a tarde toda (era um sabado a tarde ) e parte da noite. Resolvemos entao, ir ate a casa do Roberto, que morava sozinho na epoca. A gente sempre andava abracados, sendo eu no meio e um deles de cada lado (isso ate causava uma certa inveja nas meninas que viam, pois elas procuravam entender, como EU, uma garota tao diferente delas tinha DOIS caras lindos do meu lado e elas, bem mais bonitas, nao tinham nenhum....mal sabia elas que ate aquele dia era so amizade!)

Fomos...continuamos bebendo e Hugo sujeriu que jogassemos o "nosso" jogo. So que quem mentisse, tinha que fazer uma prenda estipulada. E la fui eu... O Roberto comecou perguntando o que eu achava dele... Disse a verdade, que achava ele muito legal e gostava muito dele... com um olhar muito malicioso, Hugo virou e disse que nao aceitava a resposta. Eu disse porque (eu tinha contado p/ ele tempos antes que achava Roberto muito gostoso) Ele disse que alem de legal, eu achava ele gostoso...Putz,na hora fiquei de tudo quanto e cor.... eu disse que nao ia mais brincar, que isso nao valia... fiquei fazendo manha, entao eles vieram e disse, que eu ate nao precisava mais brincar, mas que pelo menos, tinha que pagar a prenda... za8

eu perguntei qual era a prenda... antes de responder, Roberto abaixou a calca e tirou um membro realmente consideravel (alias, o maior que eu ja vi). Tentei sair, mas Hugo , que estava atraz de mim, me abracou por traz, enquanto Roberto ia se enconstando em mim.. ele comecou a me beijar...fui derretendo, e me entregando aos seus beijos... eles comecaram a tirar minha roupa..eu ja nao tinha mais consciencia dos meus atos, tamanho era meu tesao. Eles me levaram para o quarto, me deitaram na cama e comecaram com uma sessao de linguas por todo meu corpo. Enquanto Hugo chupava meus seios, Roberto ficava com sua lingua e dedos na minha bucetinha e no meu cuzinho.

Eles se despiram completamente... Pude observar melhor a pica dos meus dois amiguinhos de tanto tempo... Hugo tinha um membro menor do que o de Roberto (em torno de 18cm)mas era muito bonito... Roberto tinha um pau de 23cm (aproximadamente) bem grosso... Comecei a fazer um 69 com Roberto, fiquei por cima dele... era muito bom chupar aquele pau enorme. Eu chupava com carinho, ora os a cabeca, ora as bolas... Hugo e Roberto se encarregavam da minha bucetinha e do meu cuzinho... Chamei Hugo e comecei a chupar seu pau tambem, tentava colocar os dois na boca, mas nao dava.. Coloquei uma camisinha em Hugo e outra em Roberto. Ele veio por tras e meteu tudo na minha buceta...Dei um grito de dor e prazer, mas Roberto continuou chupando meu grilo enquanto Hugo metia... za7

Ficamos nessa posicao um bom tempo, ate Roberto querer meter tambem.... saimos dessa posicao, e deite na cama de costas. Fizemos um papai-mamae delicioso. A hora que sua pica entrou, rasgou fundo... comecei a rebolar muito, griando e pedindo mais... Roberto, sem tirar o pau de mim, me puxou e me fez deitar sobre ele...Hugo, aproveitando minha posicao, posicionou atraz de mim e mirou sua pica no meu rabo...nossa, na hora eu ate vi estrelas. Implorei para ele tirar, pois estava realmente doendo muito. Mas Hugo foi muito carinhoso comigo, me falou palavras doces,metia devagar.. fui acostumando com os dois paus dentro de mim, fazendo movimentos sincronizados e alucinantes.

Nao sei quantas vezes gozei,mas sei que foram multiplos gozos, a cada metida deles, era um novo orgasmo... Eles entao, me avisaram que iam gozar e pediram para eu chupar. Nao me fiz de rogada, mudamos a posicao: eles em pe, e eu sentada na beira da cama, chupando os dois paus alternadamente. Tirei a camisinha deles.O primeiro a gozar foi o Roberto, saiu uma enorme quantidade de porra, molhando minha boca, cabelos... Quando Hugo gozou, nao acreditei no tanto de porra que saiu... chupei o que pude, ele soltava jatos fortes e longos...

Depois de gozarmos, caimos na cama, exaustos...Fomos tomar um banho, mas eu ja estava toda doida, nao aguentava mais continuar... os meus dois garotos, com cavalheiros, me deram banho, me ensaboaram, me enxugaram, colocaram minha roupa.... eu estava me sentindo uma verdadeira princesa, com seus leais segurancas....

Eles me levaram para casa, e na hora de despedir, um beijo na boca de cada um deles... Cheguei em casa com um sorriso no rosto, mas uma preocupacao na cabeca: E agora? Como fica a nossa amizade? Como ficou? No dia seguinte, domingo, saimos novamente e continuamos ate esgotar nossas forcas... A amizade continuou sim, so que muito mais firme... foi assim ate que a  Stella ficou com um pouco de ciumes da gente, mas resolveu entrar na brincadeira..so que transavamos separados. Eles e eu, Eles e ela.

Mas infelizmente, acho que por ciumes dela, ela comecou a fazer intrigas entre nos. So que funcionou so para nos deixar mais unidos. Eles nao acreditaram nela, e ficaram do meu lado. Acabou que ela cortou relacoes comigo e com eles, e nos tres continuamos nossa "amizade". Mas nada e eterno.

Eu conheci um outro cara, gostei muito dele e comecei a namorar com ele. Meus amigos tambem arrumaram suas namoradas, mas como nossa amizade e mais forte que tudo, vez ou outra ainda nos encontramos e relembramos os bons tempos.

Ainda rolou muita coisa depois dessa nossa primeira transa. Eu vou contar o que houve em outros relatos. Quem quiser trocar e-mails comigo, e so me escrever : lopesaparecida2005@hotmail.com

sábado, 19 de outubro de 2013

CUNHADINHA

Autor Desconhecido

Há uns meses atrás minha cunhadinha, que chamarei de Bia, completou 18 anos. No sábado seguinte ao seu aniversário ela queria ir a uma festa na casa de alguns colegas, porém a festa deveria ir até tarde e seus pais não queriam que ela dormisse na casa de uma amiga. Por coincidência, eu estava passando férias com minha mulher e minha filha na casa do meu sogro, pois mudara-me da cidade havia algum tempo, e Bia me pediu então que eu e minha mulher fossemos com ela para a festa, para que pudéssemos trazei-la de volta no final. Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei, mas minha mulher não quis ir. Para satisfazer a irmã, ela insistiu que eu acompanhasse Bia à festa e se eu não quisesse ficar, eu iria mais tarde buscá-la. Meio sem jeito, acabei concordando. Preparei-me para a festa e saímos por volta das 8 da noite. No caminho da festa ela reclamava da falta de liberdade. Chegamos a festa e eu entrei com ela. Naturalmente, senti-me totalmente deslocado, pois não conhecia ninguém e a idade das outras pessoas me deixavam totalmente por fora das conversas, pois os assuntos giravam em torno de escola, namorados, e coisas do gênero. Para não ficar "ancorando" na minha cunhada, dei uma disfarçada e fui para o carro dormir. Mas nem bem havia me acomodado, Bia apareceu. Fiquei sem graça, pois não queria que ela percebesse e se sentisse mal por eu estar ali apenas por causa dela, no entanto ela chegou no carro, sentou-se no carona e começou a conversar, me dizendo que a festa não estava nada daquilo que ela esperava, e perguntou se eu não me incomodava da gente ir a algum outro lugar, pois era tão difícil ela sair que ela não queria voltar tão cedo para casa. Fiquei com dó, e tive então uma idéia. Liguei para a casa dos pais dela e menti para minha esposa que a Bia estava adorando a festa e que eu iria ficar até que ela quisesse ir embora e que ela tranqüilizasse meus sogros. Depois disto, voltei para o carro e disse para Bia:
- Vou lhe dar um presente de aniversário.
Agora você tem 8 horas de liberdade somente suas para você fazer apenas o que você quiser. Ninguém vai saber de mim o que acontecer nestas horas e eu serei seu motorista particular. Onde você gostaria de ir primeiro? Bia pensou um pouco e pediu para irmos a uma danceteria. Chegamos a danceteria e dançamos por umas duas horas. Como um passarinho que ganhou a liberdade, ela não sabia o que fazer com ela. Queria ir a todos os lugares ao mesmo tempo, assim, fomos em seguida para uma lanchonete, um barzinho, e outros "points" da garotada que ela só conhecia de nome. Por volta da meia noite eu já estava arrependido do presente que eu havia dado, mas não tinha mais jeito de voltar atrás. Estávamos de novo no carro e perguntei resignado:
- Para onde agora?
Realmente eu nunca imaginaria a resposta que ouvi:
- Sabe, Nando, não me leve a mal, mas eu tenho uma curiosidade imensa de conhecer um motel, saber como é por dentro. Minhas amigas descrevem os que conheceram e eu fico só imaginando. Eu nunca poderia pedir a um namorado ou colega para me mostrar um, porque eles iriam pensar que eu quero outras coisas, e eu tenho apenas curiosidade de saber como é. Eu tenho muita amizade com você, e já que você me deu este presente, será que você me levaria para conhecer um? Fiquei assustado, mas pensei comigo mesmo, que mal há nisso? Perguntei se havia um em especial que ela gostaria de conhecer e ela disse que não. Como se tratava de um presente, toquei então para um dos motéis que eu conhecia e sabia ser um dos melhores da cidade. Chegamos na portaria do motel e só então me lembrei de perguntar se ela havia trazido seus documentos. Felizmente sim. Entreguei nossos documentos na portaria e fomos para uma das suítes melhores, com piscina aquecida, hidromassagem, sauna, etc. Parei o carro na garagem e notei que ela observava tudo com a curiosidade de uma criança. Fechei a porta da garagem, indiquei a escada que subia para a suíte e disse:
- Suba e fique o quanto você quiser. Eu fico te esperando aqui para não deixar você acanhada.
Ela então me disse que não ficaria acanhada comigo e me pediu que eu subisse com ela, pois ela não conhecia nada e gostaria que eu mostrasse para ela. Subimos então para a suíte. Ao abrir a porta, ela soltou um "oh" ao ver o luxo da sala de jantar junto à porta. Entramos e ela viu a piscina. Eu mostrei para ela os controles onde ligava a cascata e abria o teto solar. Ela estava cada vez mais curiosa. Ela começou a andar pela suíte, experimentando cada botão que encontrava. Ela viu a hidro e perguntou como funcionava. Mostrei os botões e o frasco de banho de espuma e ela perguntou inocentemente se podia ligar. Respondi que sim e abri os registros para encher a banheira. Quando a banheira encheu, coloquei os banhos de espuma e liguei a bomba. Logo a banheira estava coberta de espuma. Ela então me disse que gostaria de entrar na banheira. Disse a ela que ficasse a vontade, que eu ficaria no quarto esperando. Saí do banheiro e fui para a beira da piscina. Tirei os sapatos, sentei-me na beirada e fiquei com os pés dentro da água. Neste momento, olhei para o lado e descobri que havia um vidro entre o banheiro e a piscina e quando olhava para ele, Bia apareceu do outro lado totalmente nua e entrou na banheira. Antes que ela percebesse, saí de onde estava e voltei para o quarto. Inevitavelmente, aquela visão me deixou excitado. Bia já era uma mulher feita, com os seios durinhos, pernas roliças, uma xoxota peluda e a bundinha com a marquinha do biquíni. Para apagar o meu fogo, tirei minha roupa e corri para a piscina, mergulhando de uma só vez. Nem pensei no vidro entre a piscina e o banheiro, que neste momento havia sido descoberto pela Bia, que me viu passar pelado em direção à piscina. Fiquei dentro da água esperando o fogo apagar, mas a água fria não era o bastante para tirar da minha cabeça aquela rápida cena da minha cunhadinha nua. Fiquei mergulhando de um lado para o outro da piscina tentando esquecer aquilo, quando ouvi o barulho de alguém pulando na água. Imaginem meu susto ao voltar a tona e dar de cara com Bia nua dentro da água também. Fiquei parado de frente para ela, a poucos centímetros. Olhamo-nos nos olhos e nem trocamos palavras. Abracei-a e a beijei longamente, ao que fui correspondido. Durante o beijo, minhas mãos deslizaram pelas suas costas e alcançaram a bundinha que acariciei delicadamente. Nossos corpos ficaram colados e ela podia sentir minha vara durinha contra sua barriga. Não resistindo, desci minha boca pelo seu pescoço e alcancei o bico durinho de um seio que comecei a lamber e chupar com cuidado. Ela suspirava de um tesão que nunca havia sentido antes. Eu resolvi então lhe dar um orgasmo completo e mergulhando na água, fui lambendo seu corpo até chegar na xoxotinha. Percebi que ela tremia e que meu fôlego não seria suficiente para fazê-la gozar ali. Voltei até a sua boca e beijei-a novamente. Peguei a sua mão e puxei-a delicadamente para fora da piscina. Sem trocarmos qualquer palavra, fomos para o quarto e deitamos na cama lado a lado. Virei-me para ela e beijei-a novamente, enquanto minha mão massageava um seio. Desci lentamente minha mão para a xoxota e minha boca tomou seu lugar no seio. Bia arfava sem dizer nenhuma palavra. Fui então virando o corpo na cama e descendo com minha boca até chegar na sua xoxota que passei a lamber do grelinho até a grutinha. Ela tremia com a aproximação do orgasmo. Neste momento senti sua mão segurando minha vara e tentando me masturbar, e eu percebi que mesmo nisso ela não tinha nenhuma experiência, provavelmente aprendera a teoria com as amigas. Sem parar de lambê-la, segurei a mão dela e ajudei-a a pegar o jeito da coisa. Comecei então a dar estocadas com a língua na grutinha. Ela me puxou pelo pescoço para cima dela e minha vara, como que atraída, encaixou-se bem na porta da grutinha. Ela me beijou e sussurrou:
- Eu quero. Naquela situação, não pensei em nada, comecei a empurrar a vara, pressionando a entrada da grutinha, que apesar de completamente molhada, ainda era virgem, o que tornava quase impossível à penetração. Continuei pressionando sem forçar e senti então a cabeça começando a entrar. Ela gemia e tive medo de machucá-la. Puxei um dos travesseiros e pus embaixo da bundinha dela. Com isto, a vara começou a escorregar lentamente para dentro e senti quando o hímen se rompeu. Neste momento ela já não gemia mais e voltou a tremer de tesão. Aos poucos, a vara entrou toda e senti meu saco batendo no cuzinho dela. Comecei então um vaivém curto e lento para não machucá-la e ela me pediu quase gozando:
- Mais rápido!
Aumentei o ritmo das bombadas e ela finalmente gozou enquanto eu tirava o pinto para fora e gozava abundantemente sobre seu umbigo. Ela ainda suspirava quando saí de cima dela e deitei-me ao seu lado. Após alguns minutos, ela deitou meio sobre mim e me beijou. Disse que não havia planejado aquilo e que não esperava que isto pudesse acontecer, mas que não estava arrependida. Fomos para o chuveiro e tomamos um banho. Enquanto estávamos ensaboando um ao outro, minha vara acordou novamente e ela brincou:
- Ele fica sempre assim?
Ela saiu do chuveiro para pegar o xampu e notei como a bundinha dela era certinha, redondinha. Quando ela voltou, pedi para ela ficar de quatro ali no chuveiro. Como ela continuasse excitada, ela concordou e abaixou, de costas para mim. Passei o sabonete na cabecinha da vara e encostei no cuzinho dela, esperando alguma reação em contrário, que não aconteceu. Animado, empurrei a cabecinha que lhe arrancou um gemido quando entrou. Pensei em tirar, mas ela cortou-me dizendo:
- Quero que você goze dentro de mim.
Continuei então empurrando lentamente, até que consegui colocar tudo. Não foram precisas muitas bombadas para que eu gozasse dentro daquele cuzinho apertadinho. Acabamos então o nosso banho e fomos para o quarto nos vestir, pois já eram quase 5:00 hs da manhã. Antes porém de eu me vestir ela veio até mim e sem eu esperar disse:
- Já que começamos, eu quero experimentar tudo. E abocanhou meu pinto meio mole.
Apesar de sua inexperiência ela conseguiu me excitar novamente e antes que eu gozasse, pedi:
- Deixe-me pôr mais um pouquinho na sua xoxota.
Ela concordou e eu coloquei-a de quatro (minha posição preferida) e encaixando na grutinha, coloquei a cabecinha para em seguida tirar e gozar pela última vez em cima do seu cuzinho. Nos lavamos novamente, nos vestimos e saímos do motel. No caminho de casa, combinamos uma estória comum sobre a festa e como eu adormecera no carro. Chegamos em casa como dois amigos e assim vem sendo desde então. Nunca mais tocamos no assunto e continuamos como cunhados sem nenhuma culpa ou remorso.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

VÍDEO GORDINHA GOSTOSA

http://www.galinhas.com.br/fodas/transando-com-uma-safadinha-gordinha-gostosa/

Pegando a gordinha gostosa de pernas abertas em cima dessa cama e fodendo ela bem gostoso, confira que trepada suculenta e gemidos tesudos  que essa safadinha solta!

do site 'galinhas.com.br'   
http://www.galinhas.com.br

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

BIANCA CACHORRA

conto de Gabriel

Bianca era vizinha da minha tia.Tinha mais ou menos 1,60, e era muito gostosinha. Na época tinha uns 17 anos,tinha olhos e cabelos castanhos,seios médios e uma bundinha rebitadinha e bem feita. Era muito exibida,com aquela alta estima própria dos adolescentes.

Minha tia tinha uns 8 filhotes de cachorro que estava doando . Como eu trabalhava à noite, enquanto minha tia estava trabalhando eu mostrava os filhotes,prá quem se interessava.

Bianca apareceu em casa com um shortinho preto, tão colado que até marcava sua xaninha,e com o top,sem nada por baixo. Os filhotes estavam em um caixinha . Ela se ajoelhou ,pegou um femeazinha e ficou brincando com ela na caixa,o que deixou sua bundinha e sua rachinha prá cima. ...Quando ela ficou cansada de ficar de joelhos,ficou agachada ,,o que fez com o que o short entrasse ainda mais na xaninha dela. Depois se ajoelhou novamente e ficou um tempão naquela posição,de costas prá mim,o que me deixou alucinado.

Ela disse que estava na dúvida, ia falar com seus pais,perguntou se podia voltar no dia seguinte. Enquanto atravessava a rua prá ir pra sua casa eu estava quase tonto de tesão sem conseguir tirar os olhos da sua bundinha..Me senti como um adolescente e me masturbei naquela noite, pensando nela.

No dia seguinte, ela apareceu de saia curtinha,coladinha e com um outro top branquinho que marcava bem os mamilos durinhos.Me olhou bem safadamente e me entregou um pote de geléia que sua mãe tinha mandado para a minha tia. 'Vou ver se é gostoso',eu disse. Enfiei um dedo na geléia e lambi,olhando pra ela. Enfiei de novo e ofereci prá ela. Ela sorriu e lambeu meu dedo,me olhando.Só não agarrei ela naquela hora mesmo porque minhas sobrinhas estavam ali.  

Fez o mesmo ritual:chegou na caixinha e se ajoelhou,nisso a saia subiu e revelou um pedacinho da calcinha.Era uma verdadeira tortura. Meu pau começou a endurecer, numa determinada hora ela se virou e foi se levantar,colocando um joelho no chão e levantando o outro o que mostrou a calcinha minuscula .Ela gostava mesmo de me ver de pau duro, pensei.. Que tesão !!

Minhas sobrinhas chegaram e elas ficaram brincando com os filhotinhos,.Eu não aguentava mais de tesão, não tirava os olhos dos peitos de Bianca e das pernas bem feitas.Ela conversava, brincava com as minhas sobrinhas,e me olhava de um jeito bem safado,Eu já não falava mais ,nem raciocionava,tonto de tesão.

Meu pau estava do tamanho do mundo, minhas sobrinhas quiseram então tirar fotos dos filhotes.

Esqueci de dizer que os filhotes estavam num pequeno quarto com banheiro que minha tia alugava,nos fundos do quintal.Como estava desocupado, eles ficavam ali, dentro da caixa.

Colocamos então os filhotes no chão,fechei a porta pra eles não fugirem e cada uma começou a tirar fotos com os filhotes.

Como a quarto era apertado, prá não sair nas fotos eu me encostei na parede. Outras crianças chegaram e se entusiasmaram para fotografar também. O quartinho começou a encher, estava bem divertido. Depois de tirar algumas fotos, Bianca se posicionou na minha frente, com dois cachorrinhos nas mãos.

Os outros filhotes cambaleavam pelo chão,as meninas se divertiram tirando fotos e Bianca se aproximou até ficar bem na minha frente e encostar a bunda no meu pau duro .

Coloquei o pote de geléia no chão,abaixei-me um pouquinho e encostei ,enquanto as fotos eram tiradas,cheguei a puxar ela pela cintura mais de encontro a mim,apertando meu pau duro nas nádegas bem feitas. Quando as crianças e minhas sobrinhas acabaram de tirar as fotos,sairam do quartinho e ficaram brincando no quintal.

Bianca ficou ali no quartinho,com os cachorrinhos na mão,de frente pra mim, me olhando fixamente.

Quando elas se afastaram,me aproximei e comecei a alisar as coxas de Bianca,que segurava os cachorrinhos, subi devagar a mão,acariciando suas coxas por trás,levantei a saia bastante curta,alisando sua bundinha arrebitada.

Esfreguei levemente sua vagina por cima da calcinha . Ela não dizia nada. nem esboçava nenhuma reação,só deixava eu ir fazendo o que queria. Afastei a calcinha e senti a maciez da sua buceta,alisando os lábios dela.

De  frente prá ela,de costas pra janela, comecei a esfregar seu grelinho,devagar.Me empolguei masturbando ela,que já abria um pouco as pernas prá facilitar os movimentos dos meus dedos.Eu olhava no rosto dela enquanto masturbava e enfiava dois dedos na sua buceta que já estava ficando úmida. Ela apenas ficava me olhando, dizendo bem baixinho que eu era safado,com os cachorrinhos na mão...Minha vontade era meter a boca naquela buceta quentinha,eu disse isso pra ela enquanto a tocava com tesão, mas as crianças podiam ver. De onde estavam,viam pela janela e parecia que eu estava conversando com Bianca e olhando os cachorrinhos que estavam nas suas mãos. Continuei esfregando ela,que foi ficando cada vez mais molhada.

Aí minhas sobrinhas me chamaram e pediram prá ir brincar na casa do vizinho.Eu estava de costas para a janela,apenas virei o rosto e disse que sim,com a voz alterada pelo tesão.

Assim que percebemos elas se afastando, Bianca se afastou de mim,fechou a janela do quartinho, colocou os cachorrinhos no chão e disse, apertando minha mão de encontro a sua vagina: "continua. ." Grudei seus lábios num beijo louco, selvagem voltando com a siririca.Sem parar de nos beijarmos,a gente só interrompia prá respirar, comecei a acariciar todo o corpo dela e a tirar a sua roupa e logo ela estava nua, exuberante com os pequenos seios durinhos que nem pedra. Ela se deitou,eu me despi e me deitei por cima dela, chupando sua lingua,seu pescoço, seus seios,voltando a masturbar sua buceta.

Os cachorrinhos se espalhavam em torno de nós. Um deles começou a lamber a minha mão, suja de geléia.

Sem pensar muito,do nada,peguei o pote e  rapidamente comecei a espalhar geléia pelo corpo de Bianca. Espalhei ,pelos seios,pela virilha,coxas e vagina e soltei os filhotinhos sobre o corpo dela.

Meio cambaleantes,logo eles começaram a lamber a geléia.Ela me puxou para um beijo ainda mais gostoso,gemendo.os filhotinhos se revezavam lambendo o corpo dela;passei muita geléia na buceta dela,com o dedo e ocupei espaço com a minha lingua,junto com os animaizinhos. comecei a chupar com tesão o seu grelinho,enfiei um dedo na xaninha e fui escavando. Com os cachorrinhos lambendo e eu chupando que nem louco,Bianca logo gozou,se contorcendo que nem uma cobra.

Mais geléia. eu não parei de lamber ,alguns cachorrinhos se afastaram e outros não ,vieram de novo dando varias linguadas,Bianca se contorcia de prazer , gemendo alto.

Depois de mais um beijo longo e molhado,eu estava louco pra foder a buceta dela. Coloquei ela de quatro como uma cadelinha a mais no meio dos cachorrinhos e fui por cima dela como um cão tarado,e meti,meti,meti.

Bianca estava com a boceta tão melada que meu pau entrou escorregando, coloquei a cabeça e ela empurrou a bundinha de encontro ao meu pau, fazendo meu cacete desaparecer todo dentro dela, minhas bolas encostaram em suas deliciosas coxas e eu comecei a estocar com força, amassando seus peitos.

Depois de meter por um bom tempo ,batendo na sua bundinha, chamando ela de cadelinha, cachorra, grudei novamente nos peitos gostosos dela e comecei estocar mais forte sentindo sua bundinha gostosa bater em minha virilha e sem avisar comecei a gozar , respirando forte e urrando 'cachorra cachorra'.Eu segurava firme na cintura dela, puxando ela de encontro a mim  e não deixei ela se mexer até que a ultima gota de porra saisse, depois tirei o pau ,virei-a e procurei os lábios dela.

Nos beijamos muito e ela empurrou novamente minha cabeça para o meio das suas pernas, abriu a bucetinha com os dedos e me pediu pra lamber seu grelo, sua boceta agora já cheirava mais forte devido a mistura de geléia,secreções e porra, e chupei bastante

Ela demorou prá gozar,mas quando gozou, gozou forte, prendendo minha cabeça em sua xana semi depilada.

Quando acabou,já estava escuro,a gente estava suando e felizes,os cachorrinhos estavam dormindo.Saimos,ela me deu um beijo delicioso e foi pra sua casa.

Não transamos de novo e ela adotou os dois cachorrinhos. Fiquei feliz porque ela gozou gostoso na minha boca e sempre vou me recordar daquela deliciosa ninfeta,e sua deliciosa buceta.

(Gabriel - narcisosantos@hotmail.com ) 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

"..A MULHER QUE ELE APENAS FODEU .. "

Jaci Burton

— Você está deliciosa.

Ele estava bem na frente dela agora, 1,96 ou mais. Imponente, sexy, uma extensão de pele bronzeada visível sobre o botão de cima de sua camisa. Ela queria chegar lá e tocá-lo. Ela agora podia fazer o que antes tinha sido proibido, pelo menos em sua mente, ou algo que nunca teria ocorrido com ela.

Era enervante. Engoliu em seco e inclinou a cabeça para trás para olhar para seu rosto. Seu sorriso era devastador. Como é que as mulheres resistem a ele? Oh, sim. Elas não faziam.

A dinâmica mudou. Eles não eram colegas de trabalho mais. Eles eram amigos, sempre tinham sido, sempre seriam. Mas hoje à noite eles iam se tornar amantes. Essa coisa toda era surreal. Seu sorriso mudou, tornou-se um pouco menor.

Ele deslizou os dedos sobre sua bochecha.

Ela estendeu a mão e colocou os dedos em seu pulso, precisando do toque sólido, quente de carne masculina. Fazia tanto tempo.

Ela sorriu. Ela inclinou a cabeça para o lado.

— Mas nós não somos exatamente namorados, Clay.
— Ah, eu acho que nós somos. — Ele deslizou um braço pela cintura dela e puxou-a contra ele. Sua respiração ficou presa por estar tão  próxima a ele, ao sentir o peito contra ela, os músculos de suas coxas. — Você  acha que eu ia deixa-la nua, prendê-la na minha cama e fode-la sem parar durante todo o tempo que estamos aqui se não fosse minha namorada?

Seu estômago tremeu, sua mente cheia de pensamentos dos dois nus. De estar presa, de braços abertos, na sua cama. De Clay fazendo... tudo... com ela.

Ela riu, assustando-se com a qualidade de sua voz rouca. Ela não soou como ela, sabia que era porque estava nervosa. Ela não tinha nenhuma experiência aqui, não era namoradeira, nem estava tentando ser dessa maneira. O que iria acontecer a seguir? Ela não tinha ideia do que fazer. 

Clay pegou a mão dela e levou para o sofá de couro situado em frente da porta.

— Está agradável lá fora. Vamos sentar. Você quer algo para beber?
— Água seria bom. Eu acho que tive vinho suficiente no clube.

Ela se sentou e Clay trouxe água para ela, então encheu um copo com um pouco de líquido âmbar para si.

— Whisky. — Ele disse, tomando em um só gole.

Ela se virou para ele. Ela quase deixou cair o copo de água. Ela colocou-o cuidadosamente sobre a mesa.

E ela ainda não conseguia acreditar que estava tendo essa conversa com Clay. Ele pegou uma mecha de seu cabelo, movendo através de seus dedos.

— Eu acho que nós falamos o suficiente.

Ella prendeu a respiração quando Clay se inclinou. Ele não fez uma pausa como Shawn tinha feito, não pediu permissão. Mas não a prendeu ou tomou o que ela não estava oferecendo. Ele simplesmente apertou os  lábios contra os dela. Um macio e ligeiro toque de sua boca na dela, o  suficiente para ela provar, sentir o calor de sua respiração, o sabor picante de  whisky.

O suficiente para querer mais. Ela se apoiou nele, colocou a mão em seu peito. Tão sólido, tão masculino. Ele serpenteava o braço em  volta de sua cintura, não muito para ela se afastar, mas o suficiente para que  ela soubesse que ele estava lá, que a estava tocando. Seus dedos espalmados em sua cintura, e ele aumentou a pressão de sua boca contra a dela.

A ponta de sua língua brincou com a dela, e ela abriu, colocando a cabeça  contra o seu antebraço e convidando-o a entrar. Ele segurou seu rosto com a outra mão,deslizou mais para que sua coxa tocasse a dela, e aprofundou o beijo, sua língua totalmente envolvida com a dela agora. Ela havia esquecido o que era ter um macho poderoso à sua volta. O calor aumentava dentro dela,

Clay não parecia ter pressa, apenas a segurava contra ele, sua boca
fazendo coisas deliciosas para seus sentidos. E oh, o homem sabia beijar.
Devorando a boca um segundo, a sua língua dentro em um mergulho profundo se fundindo com a dela. Em seguida, mudar as coisas para dar pequenos beliscões em seus lábios. Então ele começou um beijo de língua profundo, que fez seus dedos enrolarem.

Além de tocar a si mesma, elevando-se ao orgasmo, que não durava
mais que uns superficiais trinta segundos ou alguns minutos de liberação
física, ela não havia passado muito tempo tendo prazer nos últimos cinco anos. Este foi sobrecarga. Este era como ir desde o deserto até um oásis.

Ele moveu a mão de sua cintura para sua caixa torácica. Seu coração
batia forte contra a sua mão. Será que ele sentia?

Ele levantou a cabeça.
— Está com medo?

Ela riu.
— Não. Sim. Talvez. Eu não tenho feito isso há algum tempo.
— Tem certeza de que está pronta?
— Sim. — Ela estendeu a mão e ele cobriu a sua com a dela, e trouxe-a
sobre o seu seio. E quase morreu quando ele esfregou o polegar sobre seu mamilo. Quente formigamento, seu seio inchou, o seu mamilo apertou.

— É melhor estar, porque eu quero você. Eu quero você nua. Eu quero
colocar minha boca em cima de você. Quero fazer você gozar, ouvi-la gritar. E eu quero te foder toda a noite, uma e outra vez. Então me diga agora se você não estiver pronta.

Bom Deus Todo Poderoso. Suas palavras evocaram imagens que a
fizeram derreter toda, as coisas que ela sempre sonhou.

— Eu estou pronta para isso, Clay. Eu preciso estar com você.

Ele arrebatou-a em seus braços, ela se sentia leve e tão pequena ao lado dele, e levou-a pelo corredor e para quarto. Colocou-a sobre o tapete macio entre a cama e a porta. Ar quente picante subia pela porta aberta, flutuando sobre a pele quente. Clay se virou em direção à porta e colocou suas costas no peito dele, então se inclinou e escovou os cabelos para o lado. Ele beijou sua nuca e puxou as alças de seu vestido para baixo de seus ombros.  Ela estremeceu.

— Está com frio?

Ela inclinou-se contra ele e levantou o braço para enroscar em volta do
pescoço dele.

— Não.

Suas mãos seguiram suas tiras, deslizando ao longo de sua pele. Ele
parou no meio do caminho para baixar os braços.

— Minhas mãos são ásperas em sua pele macia.
— Eu gosto de áspero.
— Você?
— Sim. Acho que sim. Eu não sei, realmente. Eu só sei que eu gosto da
maneira como sinto suas mãos em mim.

Ele se aproximou dela, passou os braços em volta dela, seus antebraços
descansando justamente sob os seios. Sua respiração ficou presa.

— Eu acho que nós vamos ter que explorar isso juntos, então.

Ela achou difícil respirar tendo ele envolvido em torno dela como estava.

Ela jurou que já não iria viver no passado ou presa a James.

Ela se acomodou contra ele, sentiu o cume rígido de sua ereção contra
sua bunda, e estremeceu, sentindo aumentar tanto o nervosismo quanto a excitação.

— Tem certeza de que não está com frio? Eu posso fechar a porta.

Ela virou-se em seus braços para que o encarasse.

— Não faça isso. Eu gosto da brisa que vem para dentro. Tudo está
perfeito. — Ela estava quase com medo, estava perfeito demais. Algo estava prestes a dar errado e não queria isso. Ela tinha pensado sobre esse momento por muito tempo.

Mas, então, Clay a beijou, e todas as suas preocupações derreteram com o toque dos seus lábios, de sua língua, com a forma magistral que ele acariciou-lhe com a boca. Ele mexeu com seus sentidos e ela se perdeu nele.

Quando ele estendeu a mão para o zíper do vestido, ela começou a
tremer. Mas desta vez, ele não parou, não questionou se estava pronta ou não. Desta vez, ele não ia parar. Felizmente.

Ele puxou parcialmente o zíper, depois recuou. Olhou-a com ardente
desejo em seu rosto, um olhar que ela nunca tinha visto nesse rosto que se tornou tão familiar para ela ao longo dos anos. Ele foi novamente para as alças do vestido. Desta vez, quando as puxou para baixo dos braços, a parte superior de seu vestido foi junto.

Ela devia estar nervosa, mas não estava. Nem mesmo quando ele
deixou-a nua até a cintura. Ela não usava sutiã, não precisava de um
realmente, já que o vestido era tão apertado. Ela alcançou atrás dela e
terminou de abrir o zíper do vestido. Ele caiu no chão e ela saiu fora dele, em seguida, tirou os sapatos.

Clay tirou os sapatos, então desabotoou a calça e puxou o zíper para
baixo. Só então ela nervosamente começou a sentir aquelas borboletas
esvoaçante no estômago. Ela esteve com apenas um homem toda a sua vida. E se ela realmente não soubesse como... fazer isso? E se fosse ruim para ele? E se depois de terem sexo Clay achasse que ela não é desejável? Ela ficaria mortificada.

Mas todos os pensamentos de incerteza fugiram quando Clay começou a desabotoar a camisa, revelando uma grande extensão do seu peito bonito e do abdômen plano e definido. Ele encolheu os ombros para fora da camisa e deixou as calças caírem no chão.
Sua ereção balançou grossa e rígida, era impossível para ela ignorar. Ela sentiu o calor e umidade entre as pernas, bem como o impulso para esfregar o pulsante inchaço de seu clitóris.

Mas esta noite ela não teria que se tocar sozinha, não teria de imaginar
um homem entre as pernas satisfazendo todos os seus desejos. Hoje à noite haveria realidade em vez de fantasia. Esta noite havia Clay.

Ela salivou diante dele, tão incrivelmente belo com seu cabelo escuro,
pernas musculosas e seu pau ereto que a fez ter água na boca. Ele carregava cicatrizes em seus braços, algumas ela se lembrava dele ter conseguido no trabalho, porque muitas vezes eles trabalharam lado a lado em projetos compartilhados. Ele ignorava a maioria dos cortes e arranhões, não importava quão profundo. Ele era forte.

Sentando-se na cama ele disse:
— Vem aqui, Ella.

Ela se moveu para frente com as pernas trêmulas parando diante dele,
seus seios no nível de seu rosto. Seus mamilos estavam franzidos e ele notou,pois seus lábios curvaram para cima. Ele estendeu a mão e traçou o seu dedo ao redor de cada mamilo. Ela prendeu a respiração, seu corpo estremecendo todo com o contato. Fazia um longo tempo. Tão malditamente longo. Lágrimas encheram seus olhos e ela piscou-as de volta.

“Isto é apenas sexo. Pare de fazer disso uma maldita grande coisa. Isso
não significa nada.”

Clay deslizou seu polegar sobre seu mamilo, uma ação suave em vai e
vem. O sexo dela estremeceu com a sensação deliciosa. Pela primeira vez em anos, sentiu seu corpo inchado, voltando à vida, arqueando pelo toque de um homem. Era dolorosamente familiar e ainda... Oh, tão diferente.

Ele abriu as pernas e puxou-a entre elas. Suas coxas estavam quentes
pressionadas contra as dela. Ele moveu suas mãos das coxas até os quadris, ignorando a calcinha que ela ainda usava, varrendo o seu toque ao longo de sua cintura como se estivesse memorizando cada centímetro de sua pele. Esta exploração lenta acelerou sua pulsação, elevando sua temperatura corporal.

Ele passou as mãos ao redor de suas costas e puxou-a para ele. Ela
apoiou as mãos em seus ombros enquanto ele colocava um mamilo em sua  boca. Devagar, fácil, provocando-a enquanto sua língua serpenteava para fora para lamber ao redor do mamilo, atormentando-a com sua língua quente e úmida, até que ela não aguentava mais. Ela mergulhou mais distante, deslizando seu seio contra a sua língua. Seu murmúrio baixo de aprovação derreteu dentro dela, a fez sentir um formigamento em antecipação.

Ele colocou sua boca sobre o mamilo, chupou e rolou suavemente a
língua sobre ele. Ela inclinou a cabeça para trás e gemeu pelo prazer quase insuportável. A cada chupada, sua buceta tremia. Ela não tinha ideia de que a conexão poderia ser feita. Tinha sido há tanto tempo que ela não se lembrava mais?

Ela estava ofegante, seu corpo pegando fogo pela boca dele em seu seio.

E assim, ela caiu em calor e excitação, todos os outros pensamentos
fugiram de sua mente. O contato foi uma explosão de calor. Ela agarrou seus ombros, olhando para ele chupando e lambendo um mamilo, depois o outro, até que estava muito fraca para manter-se em cima. Ela desabou em cima dele e pressionou sua boca na dele, sua língua mergulhou dentro com uma paixão que ela tinha mantido reprimida antes.

Ele rolou sobre suas costas e colocou a mão em suas costelas. Mais uma
vez, ela sentiu seu coração batendo contra sua mão. Ela ergueu o olhar para o seu. Por alguma razão, vê-lo olhar para ela foi incrivelmente sóbrio. Ele parecia estar tão sério, mas não com o mesmo olhar intenso que ele tinha durante reuniões de negócios. Porque desta vez, houve um aspecto subjacente de paixão em seus olhos, transformando sua cor azul mar normal, para uma cor escura e tempestuosa.

Finalmente ele deslizou sua mão  pelo seu ventre, os dedos tentadoramente perto de sua calcinha e deslizou a ponta dos dedos logo abaixo. Ela prendeu a respiração, o olhar fixo em seu rosto, enquanto ele enfiava a mão dentro da calcinha para tocar seu sexo.
Ela expulsou o fôlego e chupou-o novamente enquanto um turbilhão de
prazer a cercava.

— Você está molhada. Quente. Deus, você se sente bem, Ella.

Ela lutou para engolir quando ele moveu a mão mais adiante, deslizando ao longo dos lábios de sua buceta, seus dedos brincando, mergulhando na umidade lá e revestindo-a. Ela arqueou contra a mão dele e ele esfregou contra o clitóris.

Ela engasgou. Instinto a forçou a agarrar-lhe o pulso e guiar a mão para
o ponto que lhe dava mais prazer.
— Sim. Bem aí. Oh, Clay, é tão bom.

Ele apertou os lábios contra sua têmpora, seu hálito quente provocando-a no ouvido.
— Eu gosto de ouvir você falar, Ella. Diga-me o que é bom para você.

Ele deslizou um dedo dentro dela e ela levantou, ainda segurando seu
pulso.
— Isso? Ou você quer mais?

Outro dedo se juntou ao primeiro, e ele bombeou para dentro e para
fora. Ella inclinou a cabeça para trás e balançou os quadris contra seus dedos.
— Sim. Oh, Deus, sim, eu gosto disso.

Ele rodou seu polegar sobre seu clitóris enquanto a fodia com os dedos,
e a sensação era incrível. Fazia muito tempo, e ela estava pronta para gozar.
— Sim. Aperte meus dedos com sua buceta, bebê. Goze para mim.

Ela sentiu uma tensão subindo em espiral através dela, mas se conteve,
querendo prolongar a intensidade desse prazer. Clay continuou trabalhando o seu sexo e deslizou sua mão contra seu clitóris. Ela virou a cabeça e olhou em seus olhos, e viu o desejo escuro lá, e ela não tinha esperança de se conter por mais tempo. Ela deixou ir, seu orgasmo apertou todos os músculos do seu corpo. Ela apertou, em seguida, liberando o prazer que fluiu através dela como a mais doce corrente elétrica, fazendo-a tremer toda, com rios de sensação que a abalou.

E Clay continuou com seus dedos dentro dela tirando e colocando e intensificando o seu clímax, até que ela estava gasta e mole como
uma boneca de pano na cama.

Sorriu para ele, querendo dizer-lhe como estava grata por aquilo que ele tinha acabado de dar a ela, mas sabendo que não iria dar certo. Então, ela rolou para o lado dela e pegou seu pau, envolvendo os dedos ao redor do centro, quente e duro dele.

Ele sibilou com o contato, em seguida, olhou para baixo, onde a mão
estava ligada ao seu pau. Ella acariciou-o, aprendendo a sensação dele,amando cada sensação do duro para o macio e aveludado.

— Aperte com mais força. — Ele disse.

Ela estremeceu com o tom de comando de sua voz e queria agradá-lo do jeito que ele tinha dado prazer a ela. Agarrou-o mais apertado e enfiou dentro de sua mão, fazendo-a imaginá-lo dentro dela, fazendo exatamente a mesma coisa. Ela revirou o dedo suavemente sobre a cabeça de seu pau. Ela estava escorregadia, úmida com seus fluidos. Ela fez uma pausa, nunca tinha feito isso com James antes, mas por algum motivo sentia-se mais ousada com Clay.

Não sabia por que, mas não estava disposta a questionar. Ela ergueu o dedo à boca e chupou seu gosto de seu polegar.  As narinas de Clay queimaram e ele respirou fundo.

— Cristo, Ella. Você está tentando me fazer gozar?

Ela sorriu quando lambeu-lhe o gosto de seus dedos. Salgado, com
apenas um toque de doçura. Isso a fez querer mais.

— Talvez.

Ele rolou-a sobre suas costas e espalhou os braços, agarrando-lhe os
pulsos com as mãos.

— Eu acho que eu prefiro gozar enquanto estou te fodendo. Temos
tempo de sobra para jogar mais tarde.

Ela gostou do som disso. De ambas as ideias, na verdade. Fodendo e
jogando. Ela queria tudo com Clay, queria saber como era com ele, queria saber se ela tinha perdido alguma coisa, se havia coisas que ele poderia ensiná-la.

Ele desceu da cama e voltou poucos segundos depois com um  preservativo. Ela estava ali, curiosa, enquanto ele rasgou o pacote e viu-o rolar o preservativo em seu pau, percebendo que ela nunca tinha visto um homem colocar um antes. Ela e James tinham sido os primeiros um do outro, e ela tomava anticoncepcional, de modo que nunca usou camisinha.

Esta seria uma nova experiência.

Ele se ajoelhou entre suas pernas e Ella ergueu os joelhos, esperando
que ele empurrasse dentro dela. Ao contrário, ele se abaixou e começou a beijar suas coxas.

— O que você está fazendo? — Ela perguntou.

Ele apertou um beijo suave na parte interna da sua coxa, tão perto de
seu sexo que sentiu sua respiração no seu clitóris quando ele levantou a
cabeça para olhá-la.

— Eu quero que você esteja pronta, Ella. Tão perto de gozar, que você
estará gritando por mim. Então eu vou te foder.

O calor aumentou e a queimou. Ela já estava excitada, pronta para ele.
Quanto mais disto ela poderia tomar?

O primeiro chicote de sua língua ao longo dos lábios de sua buceta,    a
fez erguer a cabeça do colchão, um gemido suave escapando de seus lábios. Ela não quis comparar, não queria pensar no homem que ela amava com todo seu coração. Mas James nunca tinha fez isso a ela, ele realmente não desfrutou muito. E ela não o tinha pressionado para fazer isso. Ela achou que enquanto a foda era boa, ela não precisava de sexo oral.

Querido Deus no céu, Clay tinha uma língua magistral. Quente, molhada,
que se mantinha lambendo em torno de seu clitóris, pressionando a língua
contra o ponto sensível, então deslizando os lábios da buceta e enfiando a língua dentro dela.

Ela poderia morrer. Uma mulher poderia morrer tendo sexo oral? Ela
sentia essas sensações incríveis em espiral através dela, e ficou chocada
quando seu clímax foi surgindo tão rapidamente, especialmente depois de ter tido um. Ela arqueou para cima, contra a boca de Clay... Tão perto, tão perto.

E então Clay segurou seu clitóris e sugou. Seu orgasmo atingiu-a como
um trem de carga correndo sobre ela e deixando-a fora de controle. Debatia-se na cama, e Clay segurou-a para baixo por seus quadris enquanto ele a lambia, chupando enquanto ela vinha em uma torrente. Ela gritou o prazer dela sem pudor até a sua garganta estar crua e caiu de costas na cama novamente.

Clay subiu, abriu suas pernas e entrou nela, enquanto seu corpo ainda
pulsava com o efeito de seu clímax. Ele deslizou para dentro facilmente, sua buceta agarrando-o em boas vindas. Ele deslizou um braço debaixo dela inclinando seus quadris para cima e olhou-a com um sorriso. Ella traçou seus lábios ainda molhados com o que ele tinha feito nela. Ela envolveu a mão ao redor da nuca dele e puxou sua boca para a dela para um beijo. Provou o gosto salgado dela. Ela deslizou sua língua dentro e chupou a sua, a sensação dominando seus sentidos. Emoção envolvida em torno de excitação, levando-a a uma profundidade que ela não esperava.

Era tão bom ser fodida. Não tinha ideia que sexo poderia ser tão bom,
selvagem e fora de controle. Com Clay, ela sentiu-se desinibida, como se
pudesse realmente sentir o seu encorajamento para se deixar ir. E ela fez,
levantando seus quadris, abrindo mais as pernas para que ele pudesse ir mais fundo. E quando ele fez, deslizando ao longo de seu ponto G, ela gemeu e mordeu o lábio inferior.

Ele apenas riu em resposta e    cravou os dedos na sua carne,
incentivando-a a fazê-lo novamente.

— Dê-me mais. — Ela sussurrou contra ele, e ele o fez, empurrando
ainda mais duro, mais profundo do que antes.

Esse não era o sexo doce e suave que ela tinha se acostumado com
James. Este era primitivo, malditamente selvagem. Clay se levantou e agarrou seus quadris.

— Olhe! — Ele disse, puxando-se parcialmente para fora, forçando-a a
olhar para onde os dois estavam ligados, para ver seu pau deslizar dentro de sua buceta.

Ela nunca tinha visto nada mais erótico do que a expressão em seu rosto
enquanto ele observava, enquanto a observava. Ela não estava acostumada a esse contato íntimo, do olho no olho, mas achou incrivelmente excitante  olhar para ele enquanto se dirigia dentro dela, enquanto ele tocava seus seios, puxando abruptamente seus mamilos, passando os dedos ao longo de seu corpo até que ele encontrou o clitóris novamente.

Eles acabaram parcialmente de lado, um de seus joelhos dobrados para
que eles pudessem ver o seu pau fodendo-a.

— Você tem uma buceta tão bonita, Ella. Quente e úmida. Você me faz
querer gozar em você.

Ela adorou o que ele falou com ela, ele não tinha medo de dizer o que
estava em sua mente, que realmente parecia gostar de foder com ela. Cada palavra que ele falou, cada vez que olhou para ela, a fez se apertar por dentro, tremer toda. Ela nunca tinha sentido essa conexão antes durante o sexo. Sentiu como se as comportas para sua mente, suas fantasias, fossem finalmente abertas e ela poderia ser, poderia dizer qualquer coisa. Como resultado, quaisquer inibições que ela tinha foram dissolvidas na brisa do mar.

Ela estendeu a mão entre eles e começou a esfregar seu clitóris.
— Sim. — Ele disse. — Toque-se, Ella. Faça você gozar novamente.

Ela queria. Ela precisava dele. A cada estocada se aproximava mais do
topo. Clay aumentou seu ritmo, alimentando mais rápido agora. Ela ergueu o olhar para o seu, dedilhando seu clitóris mais duro com gotas de suor em sua testa.

— Justo assim. — Ela disse, lutando para respirar enquanto esfregava
seu clitóris tenso quando ela sentiu os primeiros sinais de seu orgasmo. — Não pare. Eu estou chegando, Clay.

Sua mandíbula apertou e ele bombeou duro dentro dela, em seguida,
puxou sua perna erguendo-a mais. Ela fragmentou-se, culminando com um grito selvagem que ele absorveu com a sua boca e sua língua. Ele gemeu e estremeceu contra ela, seus dedos cavando na carne macia de sua coxa, ele veio também.

Que o seu clímax foi tão duro quanto o dela, significava algo para ela.
Ele colocou todo o seu corpo para fazer amor com ela, tinha dado a ela sua total atenção. E oh, tinha sido bom.

Eles caíram lento e fácil. Clay a puxou contra ele e acariciou seus
cabelos. Ela passou as mãos sobre a sua pele coberta de suor, esperando se sentir... Envergonhada ou desconfortável. Não se sentiu. Ela se moveu, e sua pele fez ruídos macios.

— Nós estamos suados. — Ele disse.
Ella riu.
— Bem, foi um treino vigoroso.
— Você está reclamando?
— Não nessa vida.
— Vamos. — Ele a arrastou da cama para o chuveiro, um grande o
suficiente para mais do que apenas os dois. A água borrifava de ambas as extremidades do chuveiro, e era como estar debaixo de uma cachoeira cheia de vapor. Foi realmente o céu. Ela decidiu que nunca iria deixar este paraíso, quente nebuloso, especialmente quando Clay derramou um pouco de sabão líquido nas mãos e lavou suas costas. Ele levou seu tempo, usando uma leve pressão para massagear seus ombros, e depois deslizou abaixo nas curvas de suas nádegas.

— Não há preservativos neste chuveiro, senhor. — Ela brincou, atirando-
lhe um olhar de bronca por cima do ombro.
— Eles estão bem lá fora, embora... — Ele sussurrou, mordiscando seus
lábios, beijando em seguida enquanto ele se movia para mais perto. Ele enfiou a mão entre suas pernas embalando seu sexo.

Ela pensou que estaria cansada, depois do que fez tinha que estar, mas
o seu toque aqueceu-a novamente. Ela se virou e torceu os braços em volta do seu pescoço, levantando o rosto para ele e para o jato de água quente.

E ele a beijou, um beijo longo, excitante, enquanto sua mão se moveu
entre suas pernas fazendo coisas incríveis com ela. Deslizou os dedos dentro, bombeando-a lento e fácil, como se tivessem todo o tempo no mundo. O acúmulo foi lento, mas o resultado final foi espetacular. Ela gozou em sua mão em um clímax forte que deixou suas pernas fracas.

Clay saiu do chuveiro por apenas alguns segundos, voltando já colocando um preservativo em seu pau ereto. Ella ainda estava pulsando, ainda carente por ele. Ela abriu as pernas e usou as mãos para se apoiar contra a parede do chuveiro. Ele se moveu contra ela, levantou uma das pernas e colocou-a sobre seu quadril, e se inclinou para deslizar seu pau dentro dela. Ele pegou-a pelas nádegas e empurrou-a contra a parede. E então não havia lento e fácil, apenas rápido, duro e furioso enquanto a fodia com golpes incessantes, moendo contra ela e trazendo-a perto do orgasmo novamente.

Ele se apossou de sua boca com uma paixão desesperada que ela
também sentia. E quando gozou, ele o fez também, segurando firme nela e estremecendo contra ela enquanto gemia seu prazer, lambendo os lábios e dirigindo sua língua profundamente em sua boca. Ela o tomou, todo ele, cega pelas delícias que só tinha fantasiado.

Depois, ele a desceu lentamente e com facilidade a lavou, desligou o
chuveiro e pegou as toalhas para ambos. Ella secou o cabelo, mas era tudo o que tinha energia para fazer. Ele pegou a mão dela e a levou para sua cama. Ela caiu nela e Clay a seguiu envolvendo o seu corpo grande em torno dela, suas mãos entrelaçadas.

Ella adormeceu quase instantaneamente.
......................

E ali estava ele tendo pensamento poético sobre uma mulher que ele apenas fodeu. 
(trecho do livro " Sem Compromisso",  da ANTOLOGIA ATADOS PELO DESEJO  JACI BURTON, JASMINE HAYNES, JOEY W. HILL, DENISE ROSSETTI )