sábado, 30 de março de 2013

O INICIO DE UMA AMIZADE

conto de Gabriel

uma transa que me marcou muito aconteceu graças a um batepapo na Internet. Marcou,não apenas pelo prazer que senti mas porque marcou o início de uma boa amizade..
Conheci Doris numa sala de bate-papo.Começamos a teclar, descobrimos muitas coisas em comum, inclusive que estavamos na mesma cidade. Depois de "falarmos" muito sobre sexo,ela enviou mensagens prá mim, onde dizia que estava louca prá transar,mas transar na real,estava doida de tesão.
Dóris disse que queria transar naquela hora mesmo..Só tinha uma exigência : estava com muito tesão e queria dois caras,o seu marido ia participar da foda..Eu estava com tesão também e aceitei..Ela perguntou se eu era dominador,eu menti que sim..Nem perdemos tempo com descrições,ela me passou o endereço e logo,eu estava lá..
Era um prédio de apartamentos, me anunciei e subi.
Fui recebido pelo marido dela,chamado João Luís,um cara alto,moreno,de cabelos grisalhos,com um rosto sério,mas simpático..Estava com um roupão de banho e com os cabelos molhados.
- Doris já vem,entra - ele disse. Me serviu um uísque e me fez sentar.
Não demorou muito e Doris apareceu : era morena,alta,cerca de 30 anos,magra,na verdade,uma pessoa bem comum.O que transparecia nela era o seu olhar de safada.Me sorriu e me recebeu com um beijo longo,na boca,chupando minha língua,se esfregando em mim. Também estava de roupão de banho,estava docemente perfumada.
Me puxou pela mão e mostrou um monte de lingeries espalhadas sobre a cama.
Me olhou e disse :"já que vou foder muito hoje,queria me sentir bem puta" . Pediu para que eu escolhesse a roupa mas preferi que fosse surpresa.
João Luís me acompanhou até a sala e ficamos esperando ela se trocar e conversando um monte de putaria.
Passaram alguns minutos e Doris chegou.Ela parecia mesmo uma vadia: estava de corpete,bem apertadinho,uma sainha bem curta que deixava ver a calcinha bem cavada,de salto alto,com os labios bem vermelhos.
Trazia uma palmatória na mão.
Me deu um beijo de lingua ,se esfregou em mim e me entregou a palmatória : " - meu marido acha que toda puta tem que apanhar muito. O que vc acha ?".
Deitou no colo do marido,com a bunda prá cima. João Luis puxava o cabelo dela,eu comecei a bater na sua bunda.Ela se contorcia e gemia.Eu comecei a bater com vontade,com tesão.Cada vez mais forte. A palmatória subia e descia rapidamente,estalando na sua bunda..
Plaft..Plaft..Ela gemia e se contorcia,logo sua bunda estava marcada com manchas vermelhas.Enquanto eu batia nela,seu marido masturbava seu grelinho,enfiava o dedo na sua buceta,
Ela se contorcia,pedia palmadas,e eu batia forte enquanto o marido esfregava seu grelinho cada vez mais rápido...
Quanto mais eu batia,mais ela pedia e sua bunda foi ficando avermelhada e levemente inchada. João Luiz não parou .Seu dedo foi penetrando com extrema facilidade, e Dóris não parava de gemer. Com gemidos claros e roucos deu início a uma maravilhosa sessão de requebrado .Ela se contorcia nos dedos do marido e às minhas pancadas e não demorou a gozar. Mesmo ela gozando, João Luiz não parou de esfregar os dedos em seu grelinho.  Cada contração de sua xoxota no gozo,prendia o dedo do marido e  era acompanhada por um gemido profundo de desejo reacendido e ela gozou novamente .
Depois ficou molinha,com a cara avermelhada,no colo do marido. João colocou-a deitada de bruços no sofá e começou a lamber e beijar sua bunda inflamada. Ele estava ainda de roupão,o roupão estava aberto e percebi que ele estava com o pau duro. Ele começou a lamber a bundinha dela e se masturbava lentamente,quase se alisando.
Mesmo sem eles terem me dito,compreendi que aquela era a hora do carinho,depois das porradas. Fui até a cozinha e trouxe gelo,esfreguei gelo na bunda quente,cheia de marcas irregulares e vermelhas.João me olhou e sorriu,Dóris gemia suavemnte. Enquanto eu passava gelo na bunda inflamada ,João abriu o corpete e beijava e acariciava as costas de Dóris.Eu me juntei a ele, beijando e lambendo as costas,a nuca,a bunda.Duas bocas sedentas que não cessavam de correr o corpo todo de Dóris , apalpando ,lambendo, chupando  e acariciando cada centímetro de pele, descendo pelas coxas,até as pernas.. Dóris então se virou e, de barriga prá cima, ofereceu os lábios para o marido,puxando -o para si. João começou então a  beijá-la profundamente e longamente. Enquanto se beijavam, Dóris estendeu a mãozinha perfeita para o pau duro do marido,alisando o cacete e masturbando-o. Enquanto isso eu lambia os pezinhos dela ,chupando cada dedinho ,com prazer,procurando fazer com que ela sentisse o prazer que eu estava sentindo..Subi a lingua pela perna e atingi as coxas delas,sempre lambendo e beijando..Adoro isso,só de lembrar fico de pau duro..

Ela ainda estava de calcinha,uma calcinha bem cavada,daquelas que parecem mais uma tirinha,afastei a calcinha e lambi sua bucetinha molhada do prazer que ela tinha tido,Naquele instante só queria mostrar que gostaria que ela sentisse prazer,adoro dar prazer às mulheres. Subi a boca até os seios pequenos e bem feitos. João Luís também desceu a boca até os seios e nos revezamos nas carícias,um em cada seio. Chupamos sem pressa e com prazer, até que eu senti que os biquinhos ficaram durinhos como pedra.Ela apenas gemia baixinho,de olhos fechados..
De repente,ela se levantou e veio em minha direção,abrindo minha calça,rapidamente,com as faces vermelhas,me olhando com tesão,e dizia :"me fode..me fode agora".Tirou a minha calça,se abraçou nas minhas pernas,olhando prá cima,pro meu rosto,com carinha de safada,quase murmurando:.."me come,come sua puta".Começou a me punhetar e alisava meu cacete ,dizendo :"quero foder,to molhadinha"..Logo ela estava lambendo meu cacete,ajoelhada.
Abocanhou minha pica e de boca cheia gemia. Eu queria
explodir! Fodia a boca dela com vontade, ela engolia meu cacete,tirava,me olhava e chupava de novo..Seu marido ajoelhou ao seu lado ,tirou a sua calcinha, pegou um pequeno vibrador, e enfiou o vibrador na xaninha dela,até o fim. Depois se aproximou de nós, com o pau durissimo e ela enfiou a boca no pau dele também.
Ela continou nos chupando alternadamente , com o vibrador todo enfiado na buceta.
Depois nos olhou e disse: " me comam..quero meter..".Olhou para o marido ,tirou o vibrador,jogando no meio da sala e  disse "-não quero isso, quero um pau na buceta..aqui..mete.." .
João deitou-se e ela cavalgou-o e começou a forçar o pau na buceta,descendo devagar . Quando estava já tudo lá dentro começou o movimento de subir e descer, naquele gostoso movimento,
Isso me deixou ainda mais louco de tesão..Aquela mulher era uma delícia de tesão. Encostei meu pau no seu rosto ,meu pau é normal,de uns 18 cms, com veias marcadas, de dimensões bem definidas e grosso,  Cheio de tesão como eu estava, era possível ver as primeiras gotas de secreção aflorando, brilhantes e cada vez mais salientes.
Ela tentava combinar os movimentos da trepada com o marido com os movimentos daquilo grosso na sua boca e ela tinha que forçar os lábios para abri-los o mais possível sem perder o ritmo da trepada.
Eu segurava ela pelos cabelos forçando-a a abrir a boca..
Quando pode falar ela sussurrou: " - mete no meu cú..quero seu pau no  meu cú"..
Enfiei os dedos num pote de creme e enfiei bem dentro do seu cuzinho, deixando bem lambuzado..
Então me posicionei atrás dela e enquanto ela diminuía os movimentos de forma que eu pudesse também acertar a entrada do seu   anus, Dóris debruçou-se para frente apoiando os seios no peito do marido  e deixando o cuzinho  completamente exposto para meu cacete duro .
Encostei a cabeça grossa do meu pau e devagar,comecei
a pressionar para dentro.Eu estava enloquecido de tesão,mas queria aproveitar o máximo aquele instante delicioso. Ela ajudava fazendo força com o esfíncter, até que senti o anus alargar-se um pouco dando lugar para a cabeçona.
Ela diminuiu ainda mais o movimento e só ficou parada,com o pau do marido dentro dela ,esperando que eu a invadisse de vez..
Gemia: "- enfia,tesão!Mete tudo ! Me arromba !".E virava o rostinho,me olhando com cara de pidona.
Ela recomeçou lentamente o movimento dela no pau do marido enquanto eu enterrava o pau milimétricamente em seu cu.Aos poucos fui sentindo as partes internas dela serem alargadas a força,e ela gemia,e logo estavamos nos movimentando coordenados..João socava sua xana por baixo e eu empurrava prá dentro por cima. No meio de nós dois,ela rebolava e gemia, pedia prá ser xingada..
Puxei os seus cabelos,bati na sua bunda e quando eu enfiei tudo dentro dela, xinguei de ela de vadia,de putinha e,senti que ela se contraiu e gozou,sem avisar..quando gozou,contraiu o cuzinho e apertou meu pau .E acho que o pau do marido também,porque ele anunciou que ia gozar..E gozou loucamente na sua buceta.
Enquanto ele gozava,eu parei de bombar e fiquei apenas com o cacete dentro dela,pulsando.
Ela pediu :goza dentro de mim,me inunda de porra..E arrebitou a bundinha batendo no meu saco. Eu não aguentei e gozei como louco,urrando de prazer. Doris gozou novamente apertando meu pau, virou-se para trás e pediu-me um beijo bem gostoso..Pediu que deixassemos os paus dentro dela até amolecer..
Depois caimos pro lado,deitando no chão..ainda saboreando os momentos de prazer..Isso foi só o começo...
Disse no inicio do conto que isso foi o inicio de uma boa amizade.Foi mesmo,durante um certo tempo, João Luiz,Doris e eu cultivamos uma boa amizade. Mas isso é história prá depois.
(conto de Gabriel - gabrielnarcisosantos@bol.com.br)

quarta-feira, 6 de março de 2013

ELA GOSTA DE APANHAR PARTE 2 - COM RAIVA DE JANETE

Autor : Gabriel
narcisosantos@hotmail.com

0004cf6b-e01c-b000-cb94-e24ab34d7d1e_200 Janete é uma amiga da minha prima, uma morena gostosa, seios bem feitos, bundinha redondinha e coxas roliças e bronzeadas.

Uma semana depois de ter ficado com Janete,encontrei com ela novamente numa sexta feira, durante uma festinha de aniversário de um amigo comum.Como já contei aqui,ficamos juntos por acaso,depois de muita discussão,troca de ofensas,xingamentos. Parece que aquilo tudo só servia prá nos excitar, porque depois de muitas agressões mútuas,trepamos como dois animais.Conto tudo no relato "Ela Gosta de Apanhar". Depois não nos falamos mais,como se estivessemos combinado nos afastarmos.

Naquele dia, ela estava com um vestido preto, curtinho, bem apertado, que mais revelava do que escondia seu corpo soberbo. Ela tomou conta da pista: rebolava bem provocativa, com um sorriso sacana e os olhos brilhando de desejo. Os homens estavam todos babando de tesão,inclusive eu ,mas eu não demonstrei.

Ela veio prá nossa mesa e começou a me provocar. No pouco tempo em que conversamos ,ela me ironizou e fez piadas sobre mim,no meio de todo mundo . Me deixou irritado e quando comecei a xingar ela,quase descontrolado, ela se afastou de nós.

Um pouco depois,passou devagar pela mesa com um cara grande, musculoso, todo bronzeado.Se despediu,mas me olhou mais longamente,desafiadora. Deu um beijo nele e disse:'vamos,amor ?'.Enquanto saia,deu uma olhadinha prá trás,fixando-se em mim.

Fiquei morrendo de raiva.E de tesão. Odiava aquela filha da puta.E tava louco de tesão por ela.

Passei o resto da madrugada tentando me distrair mas não consegui,quando dava por mim,estava pensando nela,imaginando ela transando com outro cara e ficava morrendo de raiva,ciúmes e inveja.. E quanto mais raiva eu tinha, ficava mais tesudo.Muita raiva,muitos ciúmes,muito tesão.

Quando dei por mim,de manhãzinha,estava na portaria do prédio dela. Ela não estava. Me senti ridiculo,meio idiota. Quando estava saindo,vi Janete descendo de um carro.Ela me olhou e pude sentir uma certa satisfação no seu olhar.Senti raiva.Fiquei excitado.

'O que você está fazendo aqui?' ela me perguntou. Nâo esperou pela resposta,passou por mim,foi até o elevador e apertou o botão. Eu a segui,entrei no elevador atrás dela.

'Sua puta !' eu disse prá ela,dentro do elevador.

Eu estava ofegante, suado e profundamente excitado, sentia calor no corpo todo. Olhava pra ela e repetia :'vadia !'

Janete me olhava desafiadora,prepotente e respondia :'sou mesmo,o que você tem com isso ?'

Enquanto ela abria a porta do apartamento,segurei com força o braço dela e perguntei com raiva:' você deu prá aquela cara,meteu com ele até agora?".

Ela entrou e tentava fechar a porta,eu forcei e entrei atrás dela,arfando de raiva. 'Problema meu' ela disse.'Vai se foder !' Olhava bem na minha cara,me desafiando.

Eu estava com raiva dela e com raiva de mim por estar excitado por ela. Meu pau doía, apertado dentro das calças.Tava duro que nem um ferro.
-'Vai se foder você,sua puta !',eu falei quase gritando.

-'O que você vai fazer,seu viado,me bater ? Tá com raivinha de mim ? Vem, Me bate !',provocou,dando tapinhas no próprio rosto.

. “- Vagabunda' , eu xinguei. Doido da vida,tentei dar um tapa nela,ela se defendeu,levantando o braço.O tapa pegou no seu braço ela se desequilibrou .

Ficou no chão,com a saia levantada,as coxas maravilhosas à mostra,me xingando :'imbecil,corno,filho da puta'

Me aproximei,ficando por trás dela e segurei em seus braços,ajudando-a a se levantar.'me larga,seu viado,tira suas mãos imundas de cima de mim',ela gritava.

'Cala a boca sua vaca',eu gritei ,e segurando seus braços nas costas, mantive-a presa e a empurrei para o quarto dela. Eu já havia estado ali e ali era um paraíso para um dominador com olhos treinados.Eu não era nem uma coisa nem outra. Mas vi logo de cara um carregador de celular em cima da mesinha de cabeceira, Prontamente a empurrei para a cama e rapidamente peguei o carregador, Ainda xingando ela tentou levantar da cama,
Mas eu, fui mais rápido e quase pulei sobre ela prensando-a na cama e amarrei seus braços atrás da costas,com o fio do carregador. Estava com raiva,apertei bem.

Ela ficou de costas, com as mãos amarradas nas costas . Ela tentava se levantar,sempre xingando,mas como não tinha como se apoiar,acabou ficando com a cara no travesseiro e a bunda empinada.

A príncipio,mantive-a assim,apertando-a sobre a cama,com a mão sobre sua cintura e costas. Com uma mão a segurei e com a outra,tirei o cinto rapidamente.

Levantei-me e a primeira cintada,pegou-a de surpresa. Veio junto com um grito intimidador meu,seguido de outros golpes raivosos. Então ela ficou parada,quieta,só xingando,mas sem se mover. Levantei seu vestido,baixei a calcinha,ela parada,empinada,virava o rosto e xingava e dizia:'covarde ! vai me bater agora ?' sua respiração estava alterada.

Mesmo com raiva,eu já não conseguia segurar meu tesão por aquela filha da puta. Tirei o pau de dentro da calça, comecei a me alisar,olhando prá ela.Prá bunda bem feita dela. Meu pau, duro como pedra. Grande e grosso, de veias marcadas, bem definido,estava com pequenas gotas de secreção, brilhantes e salientes. Ela viu que eu parei de bater e virou o rosto, alternava o olhar entre o meu caralho e o cinto,dizendo:
'vai me bater,seu corno ?'Recomeçou os xingamentos,me humilhando.tentou cuspir em mim..

Aquilo despertou o demônio em mim, e eu a golpeei com o cinto. Uma,duas, perdi a conta das vezes. Vergões desconexos começaram a avermelhar aquela bunda maravilhosa. Ela gritou, não sei se de dor ou de prazer, arrebitou a bunda, rebolando, numa dança estranha. Virava o rosto para ver o meu cacete balançando, Acho que aquilo lhe dava prazer. Ela gritou novamente :“- Viado,brocha,corno manso ",dizia me xingando bem alto .

Eu chicoteei-a com mais força, forcei a sua cabeça para a frente e voltei a golpear. Na bunda, nas costas, nas coxas. Ela se contraiu toda e gritou com voz rouca :“- Isso ! bate ,é assim que você goza ? seu pau não levanta,seu brocha,porisso que não come ninguém,viado,viado  ! “..

Acho que os xingamentos,aquele contraditório jogo de sedução, o prazer de estar batendo e ver aquela bunda bem feita requebrando a cada golpeada, ou tudo junto, me excitaram a um ponto incontrolável., que senti um calor percorrendo meu corpo,.Meu pau sacudia como uma cobra furiosa . Eu gritava :“- Sua puta ! Piranha ! “.  Ela gemia baixinho,rouca.

Sem saber muito bem porque, eu soltei o cinto e comecei a passar minha mão entre seu cú  e sua xoxota E apertava aquela xoxota com força e raiva ,ela tava muito molhada, e parou de xingar e gemia ... Bati na sua bunda apertei suas nádegas,ela gemeu,e enfiei dois  dedos em sua xoxota,ela gemia e eu enfiava e tirava fodendo ela com os dedos ,três dedos enfiados  em sua xoxota que nessa hora já estava encharcada, aí ela começou a rebolar nos meus dedos como uma cadela no cio,

Fiquei um bom tempo fazendo movimentos circulares com o dedo em seu grelinho,rapidamente, ela gemia muito alto dizendo que ia gozar, .. Até que ela não agüentou e gozou,molhando meus dedos,aquela deliciosa umidade quentinha , ficou se contorcendo,gemendo como se eu estivesse entrando em êxtase,tirei os dedos de dentro da buceta dela ,enfiei de novo,tirei muito molhados,espalhei o gozo dela no meu pau.

Louco de tesão, enlouquecido,alisei meu pau que pulsava, , puxei –a pela cintura, empinando sua bunda e entrei nela, com força . Ela gritou novamente, enquanto meu pau rasgava seu cuzinho .

“- Aiii," ela gritou . Não parecia que ela fosse se abrir o suficiente para receber todo o meu caralho. Meu pau doía ao sentir o obstáculo e eu parei e recomecei, empurrando devagar. Seu rosto se contraia de dor e ela respirava de boca aberta, procurando o ar. Seu  cuzinho apertava meu pau . Então começou a fazer movimentos lentos, acompanhando meu ritmo. Ambos suados, meio tontos. Eu apertava seus seios. Empurrei a metade para dentro dela e os movimentos foram ficando mais frenéticos. Quando empurrei tudo, comecei a dar estocadas violentas, batendo minhas bolas nas nádegas machucadas dela. Nos movimentávamos no mesmo ritmo, numa harmonia perfeita.

“ To sufocada “, ela sussurava.
“ – Foda-se !  “eu disse.
Sem se me importar com ela, não me contendo mais, explodi num orgasmo intenso, inundando seu cu de porra., gritando coisas sem sentido. Ainda fiquei metendo nela até os últimos espasmos . O cuzinho dela apertadinho apertava deliciosamente meu pau. Deitei-me sobre ela,com o pau no cuzinho dela,até os últimos espasmos.

Quando em levantei, estava com as pernas bambas, cansado. Soltei as mãos dela e fui embora

domingo, 3 de março de 2013

A MINHA MULHER MADURA

 

Está uma tarde linda. Eu tinha conseguido essa casa prá gente se encontrar. Abri as janelas e o sol tomou conta do ambiente, junto com uma brisa fresca e agradável. Logo ela chegou , a minha amada,  paixão e amante.Meu desejo e minha loucura.

Eu a conheci numa sala de bate-papo e durante um tempo vivenciamos uma cumplicidade virtual que se transformou em uma louca paixão. Fizemos sexo virtual e por telefone, me masturbei muitas vezes ouvindo ela me dizer coisas loucas cheias de tesão.

Veio a necessidade de nos conhecermos. Ela não se importou quando soube que eu não era mais jovem, não era bonito e usava óculos. Nosso tesão é assim : mais forte que um simples tipo físico. Tampouco eu liguei que ela fosse madura, gordinha, tivesse netos e pintasse os cabelos para esconder os fios brancos.

Quando nos conhecemos,nada mais passou a importar.Nos incendiamos : enlouqueci com aqueles lábios sedentos em loucos beijos que o seu marido já não queria mais.Ela reacendeu em mim o jovem fogoso como nenhuma outra mulher antes havia feito.

Chupei, lambi e mordi seus seios fartos, que , se não eram tão firmes, se arrepiaram na minha boca e mãos. Me esfreguei nela, alucinado, como se fosse a última foda da minha vida, enfiando o dedo na sua buceta molhada. Chupei, lambi e beijei  cada pedacinho de sua pele, as nádegas um pouco caídas, os seios flácidos,a barrigona deliciosa, a papada sob o queixo, mordisquei sua celulite.

O meu tesão era fazer ela gritar de prazer, gemidos altos que ecoavam pela casa. Ela me disse que quase gozou com meus beijos, isso me enlouqueceu. Eu me arrepiei com seus dentes em minha língua.

Ela alisou o meu pau, docemente, me levando aos céus, eu olhei sua cara de safada, de fêmea, minha mulher madura tão puta e tarada, eu a encarei, a comi com os olhos. Lambi os mamilos ,mordisquei, suguei loucamente  enquanto ela acariciava meus cabelos. : “isso, amor, chupa gostosinho”, ela dizia., gemendo. Alternando entre os lábios, mordidas no pescoço e orelhas, lambi seus seios, mordendo de leve, chupando longamente, enquanto ela gemia. Enquanto isso, massageei seu grelinho duro, com suavidade mas força. Ela estava encharcada quando enfiei dois dedos nela, gemia cada vez mais alto. Com a língua e boca chupei ruidosamente os biquinhos duros,arrepiados. O que deu a ela um tesão louco, molhando meus dedos e eu fiquei sentindo o grelinho pulsar suavemente.

Ela massageou minhas costas, bunda e pernas foi até aos pés. Me manteve firmemente de bruços, mantendo o pau duro apertado contra o tapete. Estava dolorosamente gostoso. Ela subiu em mim como em um cavalo, sobre minhas ancas. Senti a xoxotinha molhada e quente nas minhas costas. Ela estava me matando de tesão. Ela se deitou sobre mim, beijando minha nuca e esfregando os seios nas minhas costas. “estou com tesão “ ela disse “meus seios estão durinhos, tô molhadinha “.

Veio descendo, se esfregando até a bunda, Virou-me de barriga para cima . O pau estava duro, um pouco vermelho. Ela lambeu, gemendo, chupou a cabecinha, o saco, mexendo louca com a cabeça, colocando-o todo na boca, enquanto eu me contorcia e gemia. Punhetou com  a boca, eu estava quase gozando..Mas ela apertou o pau contra a barriga, alisando-o e veio subindo, até encostar o grelinho duro nele e esfregando. Encaixou a buceta de lábios grossos  e molhada no meu pau, e quase juntos, gritamos : “que tesão ! “.Seu rosto estava vermelho, os seios enormes balançavam enquanto ela me cavalgava, se movia sobre mim, ora o dorso, ora os quadris. Nos movíamos no mesmo ritmo e eu entrei todo nela, dando estocadas de baixo pra cima, cada vez mais rápido, delírio, loucura, tesão, até perder os sentidos e gozar dentro dela,esporrando loucamente naquela buceta gostosa . Continuei dando estocadas mais espaçadas até parar, pulsando dentro dela involuntariamente., sentindo minha fêmea apertar e soltar meu pau com a buceta prá me dar mais prazer.

Nas eu queria que minha mulher madura gozasse comigo, ela me abraçava beijava e falava sacanagens no meu ouvido .Sempre molhada, até quando pensava em mim. Vendou meus olhos, esfregou-se em mim. Senti sua umidade se espalhando pela minha barriga,pescoço, queixo. Senti seu cheiro de fêmea bem junto do meu rosto, ela esfregava a xana na minha cara Estiquei a língua, toquei só com a pontinha da língua sua buceta quente. Ela me pediu pra ouvir. Começou a se masturbar bem junto do meu rosto. Ouvi seus gemidos, suspiros, apelos, promessas.Gemia escandalosamente, ouvia o ruído de suas mãos esfregando seu grelo, de seus dedos penetrando a buceta encharcada. Então empurrou a buceta contra minha boca, me deixando sugar seu grelo até gozar escandalosamente .

Depois me beijou carinhosamente e me abraçou bem forte e gostoso. Estava anoitecendo, precisava ir embora, tinha os netos, a casa, o marido e eu tinha a minha família. Só podíamos nos encontrar à tarde, quando levávamos as crianças para a escola. Me disse que morria de vontade que eu comesse o seu cuzinho e gozasse na sua boca.