quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

DA SALA DE BATE PAPO

 

(

(18:30:15) CARLÃO:

((18:32:26) Adoro:

(]

(18:33:25) Jennifer rabuda reservadamente fala para TODOS:

(18:33:29) Sacana:

((18:34:32) Lovely:

(18:34:45) Jennifer rabuda reservadamente fala para TODOS:

]

(

(18:35:35) Exibicionista:

(

(18:36:39) Sem Vergonha:

(

((18:37:42) Vem que tem:

(18:38:45) Sem roupa:

((18:39:48) Web Lover:

((18:40:51) Tesão:

(18:41:54) Stripper:

 

((18:44:00) Sem roupa:

 

(18:48:12) Vem que tem:

(18:50:18) Web Lover:

(

(18:51:21) Tesão:

(18:52:32) SCORPION reservadamente fala para SCORPION:

(

 

 

(18:53:41) SCORPION:

:

(

(18:55:29) SCORPION reservadamente fala para M...gosta de olhar:

((18:55:42) SCORPION reservadamente fala para M...gosta de olhar:

(

(

(

(

(

(

(

(18:56:49) beth fala para NEGÃO PAU GROSSO: oi(18:56:54) Sex Bomb:

 

(18:57:28) seu escravo fala para beth: oi

(

(

(18:58:46) safadomacae: entra na sala...

(18:58:47) Jennifer rabuda reservadamente fala para TODOS: MEU SKYPE jenniferrabuda

(18:59:00) Sem Vergonha:

(18:59:04) Grisalho 54 SP reservadamente fala para TODOS: aqui está um pouco frio

(18:59:07) SCORPION reservadamente fala para beth:

(19:03:48) Sex Bomb:

(

(19:04:11) SCORPION:

(:

(

(

(

domingo, 24 de fevereiro de 2013

TREPANDO COM UMA GORDINHA NO ESCADAO A NOITE

http://contoseroticossa.blogspot.com.br/

esse e meu segundo conto no site ;
conheci maria (nome ficticio) num onibus circular da minha cidade peguei seu tel e marcamos de sair desse encontro rolou um caso com transas memoraveis . tenho verdadeira tara por gordinhas nossa e muito bom trepar com uma mulher gg

maria é pretinha tm 1,70m 90kg uma bunda gg e seios fartos na epoca ela tinha separado do marido pois o mesmo era um galinha como ela me disse mas nao dava conta em casa e posso falar por experiencia, fogosa aquela mulher é e muito, so de passar a mao na bunda dele ela delira pode ser em qualquer local e eu vivia provocando ela no meio da rua dando tapas que levavam ela a loucura

num certo domingo marcamos de sair so que tive um problema pois meu sobrinho ficou doente e emu irmao precisava de dinheiro pra leva ele no medico acabei ficando duro mas fui ver mari mesmo tinhamos combinado de ir a um motel mas sem grana nao daria ela tbm estava com pouca grana netao resolvemos deixar p outro dia e ficar naomorando num parque na cicade mas foi escurecendo nosso tesao aumentando o parque fechou as 19hs para nosso tormento pois o sarro la estva muito bom resolvemos sair e encontrar um lugar pra namorar mais um pouco …..

fomos para ua praça meio escura mas toda hora passava alguem aquilo tava um martirio falei pra ela mari ou a gente encontra um local pra gente transar ou e melohor a gent ir embora tomar banho frio porque ja nao to aguentando mais ela concordou me dizendo passa a mao aqui p vc ver ela tava encharcada de tanto tesao resolvemos procurar um lugar isso ja era 21hs e passamos perto de um escadao que ligava 2 bairros aqui como estava sem iluminaçao fomos dierto para o meio pois e passase alguem dava pra gente ver tanto de cima como de baixo chegando la ela caiu de boca no meu pau que ja tava feito uma barra de ferro falando quero matar minha fome chupou enfiou ele na garganta estava quase gozando pedi pra chupar ela que tava com um cheiro forte sexo devido o tempo que a gente tava sarrando por ai sem trepa mas tava uma delicia chupei ela ate gozar na minha boca

 

ela veio e sentou no meu pau engolindo tudo de uma vez so subindo e descendo eu esfregando seu grelo gozamos junto e ficamos ali grudados um tempo

 

estavamos saindo pra ir embora ela me beijou meu pau subiu falei quero mais ela me disse ta tarde que iria perde o onibus mas o tesao faloi mais alto ela maou de novo dessa vez mandei ela tirar a calça fiz ela me cavalgar abri sua blusa e comecei a mamar nela com força ela gemia feito uma louca e eu mamando resolvi por ela de 4 e estoquuei com força so parando quando falei que ia goza e ela caiu de boca e bebeu tudo deixando meu pau limpo l

 

ela perdeu o onibus esperamo pelo ouro quase uma hora depois mas valeu a pena


nossas transa foram maravilhosas mas ela decidiu voltar pro traste pelos filhos mesmo assim ainda saimos muitas vezes so que decidi me afstar pra nao complica a vida dela hoje acabou

 

mesmo asim o traste ainda nao a satisfaz e tira uma de comedor fora de casa mas nao sabe da conta do vulcao de mulher que tem em casa que me disse numa das vezes que a gente saiu que aprendeu gozar comigo que nunca ia me esquecer

 

Postado por voz do blog
contoseroticossa@gmail

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Sexo por telefone

pernas

Sim, ainda existe. Há muito tempo atrás, quando não se tinha acesso a chats de sexo ou MSN com web cam, as pessoas faziam sexo por telefone. Eu, particularmente, nunca tinha feito. Mas tenho uma pessoa que, decididamente, faz tudo o que quer comigo! E hoje ele começou a me mandar mensagens muito quentes para o celular.

Isso ele sempre faz muito, o que me deixa muito excitada. Quando percebi que estava de bobeira, pedi para me ligar. Na mesma hora, o celular tocou na minha mão. Eu estava deitada em minha cama, fugindo do calorão que estava lá fora. Ah, é só ouvir a sua voz...

Ontem, mandei uma mensagem para ele só falando que estava deitada de bunda pra cima. Mandou a resposta depois que eu tinha dormido, falando o que queria fazer comigo naquela posição.... Daí contei para ele o que eu havia feito de manhã, sozinha, quando li a mensagem quente dele.

Começou a me falar coisas no telefone, que também estava deitado sozinho no quarto, fugindo do calor, e começou a falar todas aquelas coisas maravilhosas que adora fazer comigo. Mesmo com o ar condicionado no máximo, a temperatura dentro do meu quarto começou a subir rsrsr

E quando ele começa a me chamar de meu amor, então, eu me derreto toda. Continua falando que quer me levar a uma casa de swing. Mas hoje eu estava a fim de contrariar e falei que meu negócio é entre quatro paredes, só eu e ele. Foi a vez dele se derreter... adoro quando fala assim "É mesmo?..."

Comecei a me tocar e falar para ele o que eu estava fazendo e o estado em que estava ficando, e senti que ele estava ficando louco do outro lado da linha (é, a gente falava linha antigamente... hoje nem linha tem!). E eu já toda molhada na cama, pedia mais... "Fala mais!"
Ele falou tudo o que eu gosto. Me chamou de "minha puta". Falou que adora me comer de quatro. Que adora a minha voz e o jeito que eu fico quando estou gozando. Falei que adoro quando ele me pega com força e vem com tudo pra cima de mim. Comecei a gemer no telefone cada vez mais e ele também, até que não ouvi mais nada e gozei!
Senti que ele também tinha gozado. Foi muito bom... ele falou que tava todo melado, eu disse que queria estar lá para poder lamber tudinho, e pra que ele também pudesse me lamber, assim, toda molhada de prazer. A voz era a mesma de quando a gente transa. Foi muito gostoso assim, só que eu realmente gostaria de poder me transportar pelo celular e sentir seu toque, seu corpo, ele entrando dentro de mim...
Depois dormi um pouco e ainda recebi mais uma mensagem... "Adorei!"

"Eu tb! Beijo"

 

http://noauge4ponto0.blogspot.com.br/2010/02/sexo-por-telefone.html

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Religiosa, Casada, Santa e Depravada

Contos Eróticos de Paulo C
Antologia erótica do escritor Paulo C.

A calcinha, comportada, cobriu a bocetinha morena, bem trabalhada, de frente carnuda e pentelhinhos finos, delicados. Cobriu também o bumbum empinado, duro, rego apertado, bem colocado em cima de pernas roliças de pele doce, que um grande vestido escuro escondeu dos olhos do povo. Depois, foi o sutiã branco, que conteve nas taças dois peitos pequenos, pontudos, arrepiados porque recém-saídos de um banho em água fria. Por cima deles uma blusa, abotoada até o pescoço. Por fim, a aliança no dedo, as chaves de casa, uma bolsa preta, duas sandálias nos pés pequenos e bem-feitos, e rua.

Maria Rita pode chegar à igreja por dois caminhos: ou segue pela praça central, pega uma condução, desce rente a uma avenida e caminha uns cem metros, ou toma um atalho pela beira de um roçado, e faz todo o percurso a pé, por um lugar desabitado porém seguro: é uma cidade boa, de pessoas pacatas.

Ela desde sempre optara pelo caminho rente à roça. Primeiro porque economiza duas passagens, com as quais, ao retornar, compra um pastel com caldo de cana na esquina de casa, e também porque (fato recente) pode passar pela casa do homem.

Ela o chama apenas de homem; não sabe seu nome. Nunca o vira pela cidade, apenas no roçado pelo qual passava quando caminhava, assustadiça, rumo à igreja. Olhava pra ele, à esquerda do ombro, e apressava o passo. Ele, como se adivinhasse, captava sempre o momento em que ela o olharia, e os olhos meigos dela batiam de frente com os endurecidos olhos do lavrador, invariavelmente. Era um sujeito moreno, forte, de barriga protuberante e dura, cerca de quarenta anos, tremendamente solitário.

Um dia qualquer, ela passava, olhou à esquerda e deu pela ausência de homem. Quando olhou pra frente, lá estava ele, parado, enxada na mão, no meio do caminho. Ela se tremeu toda, largou a bolsa no chão. Ele a tomou pelos ombros e a levou a sua casa rústica. Ela pensou gritar, correr, mas desistiu, emudeceu de repente. Suas pernas tremiam, ela suava, salivava levemente, não conseguia pensar. Ele a trancou em sua casa, muito modesta, mas organizada para um homem que mora sozinho. Não disseram palavra.

Delicadamente, as mãos rurais desabotoaram sua blusa, retiraram sua saia e a deitaram na cama. Calmo, convicto, o homem a olhou nos olhos e arriou as calças, exibindo um pau grosso, grande, latente feito estaca, de veias protuberantes. Ela aumentou a salivação, umedeceu a calcinha, totalmente paralisada, tomada por algo inexplicável. Ele apoiou a nuca dela e empapou a cabeça do membro em seus lábios delicados. Ela engasgou, não quis engolir o resto, mas seu olhar, antes levemente desesperado, mudou, afundou, e de sua cara brotou um rosto de satisfação; num fechar e abrir de olhos, ela sugava o membro teso, afoita, deliciada, sentido bater em cada canto da boca cada centímetro de ereção e carne; passava a língua pela cabeça, lambia o saco grosso, sentindo cheiro de terra e suor, esfregava o membro no rosto, e achava tudo bom. Depois ele se afastou, arrancando o pau da boca dela, que ainda queria chupá-lo. Tirou sua calcinha e seu sutiã. Olhou para os peitinhos duros, a cintura fina, a barriga perfeita, a bocetinha molhada e em flor. Olhou para a aliança da mulher morena. Deitou-se sobre ela, que respirava fundo, suava muito, mas estava aberta, apenas cobrindo os peitos com os braços e o rosto com o lençol. Ele encostou a cabeça da pica nos lábios daquela vagina cheirosa, forçou um pouco. Ela descruzou os braços, enfiou as unhas em suas costas e se contraiu toda. Ele forçou um pouco mais. Ela gemeu, mordeu os lábios, mexeu o quadril, relaxou. O pau foi entrando, muito à força, entre gritos e sussurros da mulher, que, depois da primeira estocada, tomou feitio de vagabunda e se pôs a rebolar e delirar embaixo do mastro que, a um só tempo, a arregaçava e enchia de prazer.

As estocadas se seguiam, molhadas, longas e fundas, enquanto o saco batia em suas nádegas, ondulando as carnes perdidas de tesão. Depois ele a virou de quatro, e quando ela se viu assim em pose de égua, mordiscou o lábio inferior, fechou os olhos e aguardou o pau enterrar seu curso longo e doloroso na bocetinha quente, e o corpo bruto encostar em suas nádegas, e as mãos grossas a abraçar seus peitos arrepiados, puxando-a para trás numa cavalgada que a fazia quase enlouquecer; em seguida ele a puxou pelos cabelos e socou tudo, com violência, umas cinco vezes, fazendo-a gozar e gozando também, o homem.

No fim, ele lhe mostrou o banheiro; ela se banhou, limpou a vagina, a boca, vestiu-se e foi ao culto. Curioso é que ele havia colocado as roupas dela num canto com muito zelo, de maneira que elas não estavam amassadas, não dando qualquer sinal do que se passara quando novamente vestidas. Por dentro, no entanto, Maria Rita estava, quase que literalmente, ao avesso e derretida.

***

No dia seguinte, ela não sabia se deveria passara por ali de novo. Seu corpo ardia de tesão, ela ainda sentia dor e tara latejando pela boceta, pela boca; ainda sentia as sobras daquela transa inexplicável pelo corpo. Olhou para o marido, obeso, preguiçoso e espalhado no sofá. Mirou seu pau minúsculo e flácido. Sua boca ruim.

- Vou à igreja...
- Ok. Compre pão na volta...
- Certo.

Homem a comeu novamente, mas desta vez em cima da mesa, peladinha. Arreganhou-a toda, fez com que ela apoiasse os joelhos por trás, aberta de um modo que seu cuzinho piscando se mostrava. Ele enterrou o pau na bocetinha, apalpou os peitos dela, enfiou o dedo grosso em sua boca. Ela delirou de tesão e, pela primeira vez, teve orgasmos múltiplos e quase desmaia de prazer.

Em seguia ela a fez sentar numa cadeira e enfiou o pau em sua boca, enchendo-a de porra. Ela bebeu tudo, deliciada, ainda bamba de tesão, sentindo o líquido grosso e quente pela garganta dentro. Depois ele a levou à cama, fodeu um pouco mais sua boquinha, deitou-a de lado e encostou o pau no cuzinho virgem. Ela se virou mais, afastou uma perna, mordeu o dedo indicador e piscou, aceitando a penetração anal. Mas o pau não entrou. Ardia, forçava, mas nada. Ela queria, tinha vontade, mas não dava. Chupou-o novamente, para acalmá-lo. Dado o adiantado da hora, ela teve de sair, comprar pão e voltar pra casa.

***

No terceiro dia ela entrou, ajoelhou-se em frente e ele, chupou seu pau longamente, e em seguida se despiu. Ele apenas olhava, quente de tesão, o corpo macio e bem-feito. Ela então tirou da bolsa uma bisnaga de lubrificante, outra de xilocaína. Besuntou o pau de homem de lubrificante, aplicou xilocaina no cuzinho que, excitado, não parava de piscar, e debruçou na cama. Homem deitou-se sobre ela e foi atolando a vara por trás. Ela sentia o volume latejante rasgar-lhe o cu, e delirava de prazer. Começou a se masturbar por baixo e, quando sentiu as bolas dele lhe tocarem e o corpo bruto lhe pesar pelas costas, vendo que todo o membro socava em seu rabinho, soltou um gozo maravilhoso, e continuo rebolando, para que ele que não parasse. Ele a fodeu por trás vária vezes, na cama e na mesa, de lado e de quatro.

Ao sair de lá, bamba, estonteada, ela sussurrou para si:
- Nasci pra levar por trás!...

Em casa, imaginou outras posições de dar a bunda; imaginou-se enrabada por homem no meio do mato, com violência, e mesmo sem outro lubrificante que sua saliva; enfim, imaginou... Mas sua estória com homem estava perto de acabar; acabaria uma semana depois, quando ela já estava de cuzinho novo, apertadinho novamente, sem dor.

Ela havia passado todo esse tempo sem sair de casa, por três motivos: queria recuperar a roelinha, que ficara dolorida e esfolada depois de tudo; queria despistar a atenção de seu marido, mantê-lo sem desconfianças; e queria acumular tesão, pois planejava uma trepada de se lambuzar toda, de satisfazer toda a tara de homem, que parecia ter uma ereção sem fim – tudo isso, sonhado mil vezes, ela o fazia com uma contradição íntima, querendo negar, querendo fugir, mas tombando de desejo.

Após a longa semana de abstinência, ela saiu pra igreja...

Tudo começou bem: ela o chupou, despiu-se, besuntou o colosso de lubrificante e virou de quatro. Homem já atolava o pau em seu cu e ela já rebolava e se desmanchava, quando entra outro homem na casa. Ele era muito parecido com homem, sendo um pouco mais velho e alto. Pela primeira vez, ela ouviu a voz de homem, que disse:

– É da família...

O sujeito foi logo botando o pau pra fora e o enfiando na boca assustada de Maria Rita. Ela sentiu o mesmo estremecimento que a atacara na primeira vez em que deu para o homem; quis sair, cavar um buraco e se esconder, mas o corpo bambeou, e o pau boi dançando em seus lábios, e por trás homem lhe fodia com vigor. Ela então, sem quase pensar, entregou-se aos dois. Eles revezaram boca e boceta, depois boca e cuzinho. Chuparam-na e puseram-na pra chupar simultaneamente, esfregaram os paus em seus peitinhos; gozaram em sua cara, bateram em sua bunda. Tudo terminou com uma dupla penetração que a encheu de tantos orgasmos que ela tombou, exausta, na cama, e dormiu.

Acordou depois, apavorada, e disse, ela também, as primeiras palavras a homem:

- Adeus, não volto mais.

Postado por Paulo C.
in: Contos Eróticos de Paulo C    
http://contoseroticosdepauloc.blogspot.com.br/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

VÍDEOS

Hoje estou postando alguns links de vídeos,prá deixar vocês acessinhos e começar a semana animados.Se alguém quiser me mandar mais sugestões,é só escrever para tonixscorpion@gmail.com. 

http://www.youjizz.com/search/bbw-1.html#

http://www.youjizz.com/videos/intense-fuck-on-the-first-date-2335183.html

http://www.youjizz.com/videos/mya-diamond-orgasms--206521.html

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O ANIMAL DO SEXO

Paulo Mohylovski

Eu também sou um daqueles escritores que sente a pulsação da vida e quer toná-la palpável através de palavras. Sou um destrambelhado, como minha família está cansada de dizer. Não gosto dos dias regulares. Gosto de me aventurar por estradas desconhecidas. Claro que não sou doido de sair por aí atrás de aventuras perigosas. Não sou pirata, nem cigano, nem soldado, nem bandido. Não sou nada. A minha aventura é através do dia e da noite, entrando e saindo de táxis. Nos bares, nas camas, nos puteiros. Minha aventura é erótica. É atravessar os labirintos da cidade atrás de sexo. Nisto eu sou muito bom. Gosto de corpos femininos, de mulheres adúlteras, safadas, putas, falsas recatadas, editoras de revistas eróticas, solitárias, bêbadas, maconheiras. É delas que nasce minha vontade de escrever. Não tenho vontade de escrever sobre formigas, nem planetas, nem indigentes, nem assassinos. Não quero ser herói de nenhuma comédia. Eu quero apenas o corpo da mulher, ofegante e suado. Seguido - ou
precedido - de um bom vinho ou de uma boa mesa. Tudo, senhores, pela foda. A foda anárquica, caótica, desesperada. Nada de calmaria. Apenas as tempestades. E a noite deslumbrante aos meus pés. E o silêncio...

*

Estava ganhando um bom dinheiro. Um verdadeiro milagre nos dias de hoje. Eu me divertia enchendo minha gaveta de notas miúdas. Era o milagre da multiplicação. Eu trabalhava como um boi escrevendo histórias eróticas para várias editoras. Tinha bastante tempo livre. Não exigiam muito de mim. Me achavam engraçado, sempre queriam mais histórias. Comecei a cobrar o preço que eu queria. Vivia numa espécie de êxtase. As mulheres se multiplicavam. Putas. Todas sentiam cheiro de grana no ar. Me tratavam como um príncipe. Faziam poses grotescas e escabrosas. Entravam em casa e saíam bêbadas, fodidas e com dinheiro no bolsa. Saíam gargalhando como putas saindo de um puteiro num dia bom. Não me negavam nada. Nada era poupado. Cu, boca e desespero. Podia espancá-las, xingá-las, ou nada disto. Podia simplesmente ficar deitado, olhando para elas, se contorcendo de tesão, agoniadas. Fêmeas do fogo e da morte.

Não!

Não era assim naquele dia. Era de tarde. Uma tarde ensolarada, terrível, mortificadora. O tédio me consumia. Tédio e tesão na pior hora do dia. O sol rachando consciências. E milhares de trabalhadores se fodendo em algum lugar do planeta. E eu sonhava. Sonhava com bocetas e ficava de pau duro. Não sabia o que fazer com ele. Nem com o dinheiro jogado na gaveta. Algo sempre me perturbou: o amplo sobrado amarelo. Um puteiro. Nunca tinha entrado nele, mas ele me desafiava.

Resolvi pegar algum dinheiro e seguir em direção ao Paraíso Dourado do Sexo. Peguei o caminho em direção à Bucetópolis. Sentia o calor do sol me dominando e me impedindo de prosseguir. Mesmo assim eu vencia a sede terrível, o corpo suado, o nervosismo de entrar num lugar desconhecido.

Em pouco tempo, estava diante do sobrado amarelo. Carros passavam. Lindas mulheres entrando em escritórios da solidão. Vigias de prédios me olhando, me invejando. Eu sentia piedade por mim, mas precisava daquela aventura. Era meu material de trabalho. Sexo. Sexo rápido e anônimo. Sexo pago. Sexo. Sexo. Sexo.

Toquei a campainha. Um mal estar terrível subindo como uma golfada para a minha boca. A náusea. O existencialismo na porta do puteiro. Esperei longos minutos. Toquei novamente. Um rosto, parecido com uma gralha, apareceu na janela. Senti o seu olhar me examinando. Um cliente. Um fodido cliente desesperado atrás de sexo e solidão.

A porta se abriu. Eu vi o retrato do inferno na minha frente. Tudo naquela mulher era luxúria, cálculos, interesse. Ela deu um sorriso. Preferi que não tivesse me dado nada. Perguntei o preço. Ela disse uma quantia infinitamente menor do que eu tinha no bolso. O que estaria me esperando quando ela disse: "Vou chamar as meninas"? Pequenos demônios? Flores murchas da vida? Gado? Miséria? Mais solidão?

Uma a uma foi entrando. As "meninas". Oh, cântico do inferno! Maldita fila humana de buceta e sorrisos falsos. Nomes. Ingrid. Nicole. Michele. Beijos frios no meu rosto. Vontade de correr, de fugir. Sete. Oito garotas. Nenhuma. Nenhuma delas me deu a mínima vontade de me despir, trocar carícias, ir para uma cama fétida e desarrumada.

Até que ela apareceu. Foi a última. Pequena como uma flor de estufa. Uma carinha demoníaca. Um olhar que me fazia convites proibidos. Eu vi na minha frente a própria Lolita. Uma Lola da miséria, mas que ainda assim vertia pelos olhos uma luxúria embriagadora. Minha Lola. Meu incêndio perverso. De shorts bem curto que ela jamais teria coragem de usar na rua. A barriga de fora. E o olhar. Aquele maldito(abençoado) olhar. Me desejando. Uma atriz? O que me importava saber se representava ou não. Mexeu comigo totalmente. Eu não queria ver mais ninguém. Eu deseja loucamente a ninfeta da lama. Fernanda. Um nome falso. Mas seria ela.

Esperei a gralha voltar. Tinha um sorriso miúdo, olhos avaros. "De quem você gostou, gatinho?" Ela chamaria um urubu de gatinho. Eu não esperei um segundo pra dizer o nome que me queimava: "Fernanda".

A gralha se virou e entrou por uma porta. Fernanda retornou alguns segundos depois. Ficou parada diante de mim. Me olhando com um sorriso malicioso. "Vamos?", perguntei. Ela me disse para esperar por um momento. Fiquei sozinho na sala lúgubre do puteiro. Vi um american-bar cheio de bebidas vagabundas. Eu me sentei numa sofá velho. A janela estava aberta e vi a rua que tantas vezes eu passei. Agora estava lá dentro esperando por uma putinha, que logo retornou com toalhas e sabonetes.

Subimos uma escada. Ela empurrou a porta velha de um quarto. Entrei e me senti enjaulado. A janela estava aberta. Fernanda sem tirar os olhos de mim foi até a janela e a fechou. Quando me olhou nos olhos, eu lhe disse: "Você tem uma cara de safada!". Um fogo dominou a garota depois destas palavras. Eu a beijei na boca com a violência de uma paixão nascida no lodo. Ela tirou a roupa num passe de mágica. Eu também tirei a minha. Em menos de um minuto, eu estava dentro dela. Eu fodia o seu corpo, a sua alma. Eu batia com força num ritmo selvagem. A boca dela. Aquela boquinha de puta começou a ficar levemente torta. Ela sentia um tesão desgraçado. Eu continuei empurrando todo meu corpo dentro dela. Fernanda estava completamente entregue. Por um momento, retomei a lucidez e parei. Me sentei na cama e disse, ofegante: "Não pode ser assim". Ela se sentou ao meu lado e acariciou meu cabelo. "É do jeito que você quiser", ela disse. Eu me levantei: "Como você pode ser tão inconseqüente assim?
Você nem me conhece. Como é que deixa que eu entre em você sem camisinha? Quantos anos você tem, garota?". Ela me olhou atônita: "Eu tenho 17, mas eu falei que tinha 18 pra poder ter este emprego". Olhei em torno: "E você gosta disto aqui?". Ela levantou os ombros. "Sempre gostei de sexo. Uni o útil ao agradável". Aquela praticidade me enojou. "Cadê a camisinha?", perguntei. Ela estendeu a mão até o criado-mudo e me deu um envelope de preservativo. Eu me preparei e a fodi novamente. Desta vez, com mais desespero, mais violência. Mandei que ficasse por cima, que rebolasse, que valesse aquele maldito dinheiro. A garota fez de tudo. Fazia com o ar de quem estava brincando, se divertindo. Olhava para mim como quem se pergunta: "o que este cara está fazendo aqui?". Eu estava deitado, olhando para o seu desempenho. Eu estava distante. Não era comigo. Nada estava acontecendo. O mundo havia parado. Eu não estava numa jaula sendo torturado por um animal do sexo. Nada disto. Eu estava num  útero, numa cápsula. Mas o orgasmo veio como uma avalanche, me trouxe novamente ao mundo real, me abalando, me desfigurando, me fragmentando para depois me recompor como eu era: solitário e carente.

Ficamos deitados, lado a lado. Não tinha fôlego para conversas. Eu estava de mãos dadas com Fernanda. Ela acariciava os meus dedos numa espécie de amor confuso e fora de lugar. De repente, a porta se abriu. Uma das garotas entrou no quarto, pedindo desculpas. Estava atrás de um óculos perdidos. Elas nos viu naquela pose petrificada, como amantes de velhos tempos que acabaram de fornicar. Ela se sentiu uma intrusa, um fantasma. Ficou atônita com nossas carícias e com o nosso silêncio. Colocou o óculos. Ficou com um ar de colegial perversa. Depois se virou e saiu, nos deixando novamente na nossa solidão.

"Ela não deve ter entendido nada!", eu disse.

Fernanda me jogou um olhar quente e abriu um pequeno sorriso. Completei:

"Ela nunca imaginou que nos encontraria de mãos dadas, como namorados. Para ela, eu sou o cliente e você, a puta. Mas por que não podemos ficar apaixonados? Não há regra para isso. Aposto que ela ficou atrás da porta ouvindo. Depois que terminamos, ela deu um tempo e depois entrou. Como é o nome dela?"

"Michele".

Fiquei em silêncio. A garota continuou me acariciando. Carinhos não estavam incluídos no pacote. Eu me sentei um pouco na cama. Eu estava completamente desgrenhado. O calor estava terrível. Fernanda era de poucas palavras. Era mesmo um pequenino animal do sexo. Esperava para atender os meus desejos. Comecei a conversar. Na verdade, iniciei um monólogo. Falei que morava ali perto, que nunca tinha estado naquele lugar, mas que sempre fiquei curioso. Falei que escrevia contos eróticos para revistas de sexo. Ela sorriu, achou divertido. Depois eu me levantei e comecei a me trocar. Lentamente. Ainda havia algum tempo. Minha carteira de identidade caiu no chão. Minha foto ficou virada para mim. Eu tinha um rosto jovem e imaculado. Mostrei para Fernanda como eu era. Ela pegou a carteira nas mãos, olhou para a foto e olhou para mim. Disse apenas um: "Nossa!". Eu tinha envelhecido bastante em alguns anos. Ela estava espantada, mas depois me devolveu a carteira. Eu a guardei no bolso. Já estava praticamente vestido. Ela perguntou se eu era casado. Respondi que não. Eu me virei pra ela e perguntei: "Você se encontraria comigo fora daqui?". Ela balançou a cabeça dizendo que sim. "De graça?", perguntei. Ela voltou a afirmar que sim. "Uma hora eu passo por aqui e deixo meu telefone".

Estava me preparando para sair. Por um momento, como um lampejo de uma idéia cruel, me veio a vontade de sair sem pagar. Ela não tinha mencionado o dinheiro. Depois pensei na complicação que seria para ela explicar o que tinha acontecido.

"Pago pra você?".

Mais uma vez, ela balançou a cabeça afirmativamente. Tirei uma nota do bolso e passei para ela. Fernanda continuava nua, enrolada num lençol. Eu a beijei, de leve, na boca e depois desci. A gralha abriu a porta para mim com seu sorriso indecente.

O sol fustigava minha consciência.Voltei para casa lentamente.
Adeus, minha ninfeta da lama!

Não fiquei nenhum pouco mais feliz.
Continuava no nada e para o nada retornei...

Paulo Mohylovski