terça-feira, 30 de agosto de 2011

CASAL LIBERAL E OUTROS ...

CASAL LIBERAL
autor desconhecido
Sou um profissional liberal e viajo muito para Miami, onde tenho uma
empresa. Numa dessas viagens, embarquei em São Paulo e, na escala no
Rio, vi entrar uma gata linda, com um corpo escultural. Mas, para meu
azar, ela foi para a frente do avião e eu estava na traseira, na área
de fumantes.
Durante a viagem, ela foi fumar em pé. Como a aeromoça disse que isso
era proibido, ela avistou um lugar vago ao meu lado e veio na minha
direção. Perguntou se podia sentar ali e explicou que comprara por
engano uma passagem para não fumantes.
Logo começamos a conversar sobre tudo. Ela dizia que encontraria o
marido em Miami, onde participava de um congresso e ficaria por mais
uma semana. Disse também, na maior intimidade, que o marido era bem
mais velho e liberal, deixando-a à vontade para se satisfazer desde
que não houvesse envolvimento emocional.
Fiquei espantado com a desenvoltura da moça. Aquele era um recado
claro. Aproveitei para dizer que era filho de americanos e que
conhecia bem a Flórida, me oferecendo para ciceroneá-los. Em seguida,
passei meu telefone e a viagem prosseguiu sem sentirmos o tempo
passar.No aeroporto, como sou cidadão americano, não tive problemas e passei direto. Acabei me desencontrando dela e fiquei chateado, pois queria
me apresentar o marido no aeroporto. A solução seria esperar um
telefonema.
Assim que cheguei a casa, o telefone tocou. Era ela, lamentando o
desencontro e convidando para um almoço com eles, no hotel onde
estavam hospedados. `Sim, vou com o maior prazer.'
Chegando ao hotel, fui informado de que o casal me aguardava à beira
da piscina. Mais à vontade, ela estava linda — louras são o meu
fraco... Muito simpático, o maridão também foi logo entregando o
jogo. Sabia das dificuldades de relacionamento com a esposa e, por
gostar muito dela, a deixava matar a sede de prazer com outros
homens. `Gosto até de vê-la em ação', emendou para meu
espanto. `Quero que você jante conosco também e nos acompanhe por uma
semana.' É para já, pensei.
Saímos à noite e nos divertimos muito em bares latinos. De volta ao
hotel, ela começou a me beijar no elevador, sem se constranger com a
presença do marido. Era só o começo. Fui enfiando a mão embaixo da
minissaia e tive a grata surpresa de constatar que não usava calcinha.
Mal entramos no quarto, ela começou a tirar as minhas roupas. Nos
atiramos na cama com beijos e abraços. Ela logo procurou o meu pau
para uma chupada. Não resisti de tanto tesão e esporrei tudo nos
lábios dela. Do lado, o marido se masturbava na cadeira.
Convidei para que se juntasse a nós, para participar da segunda
parte. Passei a chupá-la, enquanto ele alisava os peitinhos
dela. `Olha como ele me chupa gostoso, corninho', gritava. Ele também
parecia vibrar.
Dei uma chupada nela por mais de vinte minutos. Contei uns cinco
orgasmos intensos, quase desfalecendo de tanto prazer. Com a ajuda do
marido, coloquei meu pau duro naquela bocetinha. Ela aumentou o
volume dos gritos e fiquei preocupado com os outros hóspedes. Por
sorte ela não demorou a gozar e eu aproveitei o embalo para fazer o
mesmo.
Caímos na cama e só acordamos no dia seguinte, prontos para repetir
mais uma jornada de prazer. Nos outros dias, a história também se
repetiu e, no fim da viagem, fui convidado a ser o amante oficial da
louraça, em Miami e no Brasil
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SEDE DE SEXO
autor desconhecido
Bem vamos lá... Namorava uma gatinha de 17 aninhos... Perfeita... Morena 1,78, olhos azuis... Uma gatinha linda... A quase um mês haviamos terminado o namoro de 11 meses, mas estavamos ambos com sede de sexo... Então resolvi convida-la para um final de semana na fazenda de minha familia... Ela conhecia a fazenda, pois já haviamos estado lá para andarmos a cavalo. Bem, para que ela pudesse ir comigo tive de mentir a sua familia que minha familia toda estaria lá, tudo pronto, a mentira já estava armada. Então nos dirigimos para a fazenda. Ao chegarmos lá ela percebeu que apenas nós estaríamos na fazenda, e então se aproximando de mim, e passando a mão em meu pau disse: Vc mentiu, hein... Mas dessa vez gostei da mentira. Então começamos a retirar as coisas do carro, ela havia se preparada para o fim de semana, havia trazido um biquini, que ajudei a escolher, logo no inicio do namoro, azul, pequenininho, que deixava os homens loucos no clube. Após arrumarmos as coisas, convidei-a para tomarmos um banho de cascata, chegando na cascata, ela me pediu para que não ficasse olhando pra ela, pois iria colocar o biquini, aceitando o seu pedido, virei de costas. Para minha surpresa ela colocou apenas a tanga do biquini, deixando seus seios que me enloqueciam a mostra. Ela sabia o que isso iria causar em mim. Entrando na água fiquei apenas observando-a, vendo ela alisar seus belos seios, sabem cabem exatamente na palma de minha mão. Aos poucos foi me aproximando... Apenas nadando ao seu redor, cercando-a, e de repente agarrei com força por trás, arrancando um gemido alto da minha gatinha. Comecei a acariciar os seus seios, beijando sua nuca, virei-a de frente para mim e encostei meu pau duro em seu biquini, fui beijando-a e levando-a para fora d"água, coloquei-a sobre uma laje, que havia na beira do rio, sem falar nada, comecee a beija-la, dos pés a cabeça, desci novamente agora parando em seus seios, comecei à chupa-los com vontade, dando leves mordidas nos biquinhos, ela com suas mãos já empurrava minha cabeça para o meio de suas pernas, desci, me ajoelhei, e afastei o biquini, çomecei a chupar seu clitóris, colocando em minha boca, senti o calor do seu corpo, e então senti que ela estremeceu e urrou de prazer. Pedi a ela que me pagasse um boquete, já que ela era profissional nisso, fiquei em pé e ela se ajoelhou em minha frente, chupou meu pau como se fosse o último do mundo, me arrancando suspiros, decidi penetra-la, pois nao aguentava mais, e logo iria gozar, coloquei-a de quatro em minha frente, e fui empurrando meu pau em direção a sua bucetinha, no vai-e-vem desenfreado, retirei meu pau e enfiei-o em seu cuzinho de uma fez só, ela nunca havia me dado o rabo, nem quando namoravamos, ao gritar de dor, seu grito não conseguia esconder o prazer que estava sentindo... Mais algumas estocadas, e pedi para que ela me chupasse para que eu pudesse gozar na sua cara... Gozei, gozei muito e ela não deixou escapar uma gotinha da minha porra, nos recompomos, e voltamos para a casa, para descansar um pouco, pois a noite iria ser muito longa...
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  COM A MÃE DA MINHA AMIGA
autor desconhecido
 Olá, dedico este conto a todas as leitoras que são como eu, isto é, me considero uma hetero, mas CONFEsso que a transa entre mulheres sempre me atraia e já havia me masturbado fantasiando transas com algumas amigas mas nunca teria coragem de revelar esse segredo. Moro em porto alegre e tudo aconteceu quando estava com 16 anos. Morava em um prédio em um dos melhores bairros da capital gaúcha... foi la que conhecia Bia uma garota da minha idade e assim teve uma grande amizade... ESTUDOS festas e muito papo e mesmo morando no mesmo prédio pelo menos uma vez por semana uma dormia na casa da outra... algumas vezes eu freqüentava seu ap que era de cobertura para curtir a piscina e ir pegando uma cor... Helena sua mãe uma mulher tri simpática e bonita de 40 anos que representava uns 35 as vezes nos acompanhava na piscina e como tínhamos liberdade por estarmos sozinhas e tbm uma certa intimidade algumas vezes nos três fazíamos top less para se bronzear  melhor e na ficar com as marquinhas nos ombros e costas... e eu nossa ficava arrepiada olhando o corpo da mãe da minha amiga e da minha amiga que já havia visto pelada e ate tomado banho com ela mas ela já havia deixado bem clar oque era totalmente hetero enta oé claro que nunca falei nada... a irmã da dona Helena havia se mudado para Londres e nas férias convidou minha amiga para passar duas semanas e é claro que ela não pensou duas vezes e no aeroporto algumas lagrimas correram de nossos rosto na despedida... mas fazer o que... no outro dia me sentia desamparada totalmente pela falta da minha amiga mas tentava me ocupar... em um sábado próximo meio dia pego o elevado e encontro dona Helena... beijinhos ela me falou que Bia havia ligado contando algumas novidades e perguntado por mim.. fiquei toda contente... – vai la em casa hoje a tarde Verinha meu marido vai pro clube eu vou ficar sozinha ai tenho me sentido tão sozinha vai pra la ficar comigo nos ate podemos pegar um  sol e piscina... diante daquele convite quase uma suplica não tive como negar minha presença... por volta das 15 horas ela me atendeu na porta já de biquíni.. TIREI a bermuda e a camiseta e já com meu biquíni por baixo subimos para a cobertura... aceitei uma taça de champanha que eu adoro e ela costuma sempre servir na piscina... passado uma meia hora de muito papo ela contando sobre a viagem da Bia e duas taças de champanha de repente ela se senta leva as mãos atrás e desfaz o topo deixa os seios livres médios para grandinhos muito bonitos então sugeriu que ueu fizesse o mesmo e sem maldade falei... – eu já tava pensando em fazer o mesmo na semana que vem tenho uma festa e o meu vestido é de ombro de fora e logo esta só com a parte de baixo do biquíni, voltei a me deitar de costas ela pegou o bronzeador e começou a passar em meus ombros de forma lenta e suave depois cintura bumbum coxas então me virei e ela agindo de forma natural passou mais bronzeado nas mãos e começou  a passar no meu corpo, foi subindo ate que suas envolveram meus seios os tocando de leve nossa que delicia mas me controlei.. então tomamos mais um gole de champanha e resolvemos entrar na água que esta geladinha mas logo nos acostumamos... dona Helena um moment ome abraço e disse que sentia muito a falta da sua filha eu fiquei toda compaixão e coloquei meus braços em volta do seu pescoço colando o corpo nossos peitos colados.. – ai Verinha que bom que vc veio nossa como iria me sentir só... – há não se preocupe dona Lena eu vou ser sua filha reserva ate a tirular voltar e assim não sentir solidão... – há vc é um amor querida... ela me abraçou mais forte e senti sua mão por dentro da água descer e acariciar meu bumbum... mas como ela gostava de me chamar de popozuda e dar algumas palmadas e beliscões de brincadeira não me preocupei mais uma vez.. ae pq ela estava muito carente... ficamos assim abraçadas rostos colados ao contrario trocando algumas palavras e as vezes ela  me dava um beijinho no pescoço ou no rosto... e cada vez eu sentia os meus bicos durinhos e os dela tbm mas nossa estava muito bom ficar assim abraçadinha com a mãe da minha amiga... e novamente ela desceu a mão e me chamou de poposuda... – ai dona Lena eu to gorda é isto é? Claro que não querida só to brincando com vc, vc tem um corpo lindo querida... – tenho nada a senhora vivi falando que tenho um bundao... – ai Verinha claro que não amor nossa vc é linda tem um bumbum lindo e gostoso... e apertou acariciou mais... ai nos soltamos e fomos ate a borda da piscina tomar mais um gole da champanha... ela me abraços pela cintura beijou o pescoço o rosto e perguntou próximo ao ouvido... – tu não fico braba comigo não é? – a senhora me acha feia tenho uma mala enorme... falei fazendo um charminho... – bobinha claro que não, já falei vc tem um corpo lindo e rindo me chamou de gostozinha... – dona Lena falei dando um gritinho no que ela riu e pela frente subiu a mão envolvendo  meu seio me fazendo suspirar de leve... e depois ela me virou de frente, eu fazendo carinha de manhosa ela passou a mão no meu rosto me trantando com muito carinho... – dengozinha adoro teu jeitinho de menina mimadinha... – há ate que não sou mimada minha mãe não deixa... – mas já que vc é a minha filha reserva aqui com a mamãe poder ficar toda manhosa eu adoro meninas manhosas... fiz um beicinho... ela sorriu e passou o dedo de leve nos meus lábios... – hum olha só esse beicinho que lindinha, da ate vontade de dar um beijinho... eu sorri e não esperava quando ela aproximou o rosto e me deu um selinho.. – a senhora hem, ladra de selinhos... – beijo roubado é mais gostoso... disse ela e mais uma vez sem eu esperar me deu outro selinho e depois me abraçou novamente e ai nos duas suspiramos ao mesmo tempo... e rimos então ela pegou a taça e me deu... – que me dar um porre, eu adoro champanha mas já to ficando tontinha... – há o que tem de mais hoje é sábado e vc mora só dois
 andares a baixo... mas eu não to acostumada a fazer essas loucuras... – há querida a vida é muito curta e todas nos temos direito a curtir umas loucuras de vez enquanto... – me conta uma coisa Verinha, tu já tomou banho de piscina pelada? – pelada, nuazinha não, só assim com a parte de baixo do biquíni e uma vez só de calcinha na casa da minha prima mas nua nunca... – então o que tu acha de experimentar? Ela deu um passo pra trás e levou as mãos as laterais e num movimento tirou de dentro da água o biquíni atirando pra fora da piscina... – dona Lena a senhora ta louca é??? – há o que tem de mais, aqui é uma cobertura ninguém pode nos ver e estamos sozinhas, tira a tua para experimentar... – ta louca dona Lena ai ia me sentir sem jeito sei la... – há deixa de bobagem querida somos mulheres não vai me dizer que esta com vergonha de mim? E não esqueça que já te vi pelado tu tomando banho com a Bia... – ai sei la dona Lena e se o seu marido chega? – isto tbm ta muito difícil
 de acontecer, ele foi pro clube e depois de um churrasco com os amigos por la, ele só chega la pela meia noite... tira vai sua medrosa... e já veio colocando os dedos nas laterais e foi puxando pra baixo meu biquíni entre meus protestos que não eram levados em conta, por fim ela tirou de dentro da água e atirou la longe... – sua louca falei rindo, e agora como vou sair da piscina? – nua como eu... ela riu e me abraçou segurando pela cintura me puxou mais pro fundo... – a senhora hoje ta a mil hem, olha la não da pe pra mim não vai me soltar... – claro que não meu amor, é a ultima coisa que eu to pensando é te soltar, quero ficar assim abraçadinha bem juntinha... coloquei os braços nos ombros e em lacei as pernas na cintura.... – viu só não é gostoso ficar assim nua? – ai sei la é diferente mas é bom... só a senhora mesmo pra me fazer essas loucuras... ficamos assim abraças trocando algumas palavras as mãos dela descia ate meu bumbum passando o dedo bem em cima do meu  cuzinho que pela posição das minhas pernas estava totalmente exposto... depois de mais um tempo resolvemos sair da água, fomos para a parte de dentro da cobertura ao lado do barzinho onde estavam as toalhas... nos secamos, quando fui passar por ela com a toalha na frente do meu corpo ela me segurou... – o que tu vai fazer? – pegar meu biquíni pra vestir... – há vamos ficar assim mais um pouquinho, olha só ainda tem mais um pouco de champanha e foi servindo, ela sentou no banco alto colocando sua toalha em cima do balcão expondo seu lindos corpo tendo o ventre com pelos ralos bem aparados eu fique a sua frente, com uma mão peguei a taça com a outra segurava a toalha na frente do peito... depois ela acendeu um cigarro me oferecendo outro.. e foi me puxando mais para perto entre suas pernas... sua mão passava em minhas costas que estavam nuas e depois subiam bricando com meus cabelos... – ai Verinha tira essa toalha, não vai me dizer que ta com vergonha de mim... ri fiquei
 toda sem jeito e coloquei a toalha em cima do balcão... – agora sim ta bem melhor... ela me puxou junto ao seu corpo fazendo colar de lado entre suas pernas me abraçando e beijando o rosto... – nossa nada vc é linda tem um corpo que nossa... ri e depois pela primeira vez olhei direto pro peito dela e depois a encarei... – a senhora tbm tem um corpo muito bonito dona Lena.. – é mas nada parecido a ter dezesseis aninhos, olha só tudo no lugar bumbum redondo durinho seios lindos tbm durinhos olha só.. ela ia falando e passando a mão em cada lugar do meu corpo que elogiava... então passou a outra mão para meu outro seio ela envolveu meu peito e foi apertando de leve ate o bico no que suspirei... – é gostoso assim não é? Falou próximo ao meu ouvido... mexi a cabeça afirmativamente enquanto ela fez o mesmo no outro seio... ela então começou a dar beijos no rosto pescoço, nossa não dava pra acreditar no que acontecia, eu ali com a mãe da minha melhor amiga me dando aqueles
 amassos, ai que loucura minhas fantasias se transar com outra mulher estam prestes a se realizar... então levei a mão tocando o seio dela no que ela suspirou ao mesmo tempo.. fiz o mesmo movimento e senti o bico do seio dela ficar maior e mais duri ainda nossa que sensação diferente gostosa tocar no corpo de outra mulher e mais gostoso ainda receber essas carícias me entreguei toda já sentindo minha vagina ficar mais úmida... ficamos assim em silencio uma acariciando o peito da outra ate que ela deu um longo suspirou... – deixa eu dar uns beijinhos neste seio gostoso... e inclinando a cabeça seus lábios colheram meu seio sugando de leve e depois com força alternando me dando mais prazer ainda... depois de um tempo ela levantou o rosto me olhou acariciou meu rosto e veio aproximando a boca ate que tocou meus lábios, seu beijos era suave gostoso de olhos fechados abri a boca permitindo sua língua invadir a minha nossa foi um beijo muito gostoso demorado uma delicia quando  nos separamos estávamos ofegantes... – hum que delicia de beijo meu amor... – ai a muito tempo que na obeijava assim falei... – é mesmo e vc gostou? Fiz que sim com a cabeça.. – tu já transou com mulher querida? – não dona Lena, mas de uns tempos pra ca não sei porque tenho pensado muito e sentido muita bontade... ela sorriu me abraçou de corpo todo e disse.. – então meu amor eu vou te mostrar como é gostoso, vem vamos pra minha cama... De mais dadas descemos e fomos pro quarto, nos deitamos lado a lado e ela começou a beijar meus seios novamento ao mesmo tempo foi descendo e seus dedos tocando minhas coxas os lábios ate que tocou meu clitóris nossa soltei um gritinho ela era muito experiente sem dúvidas e foi beijando cada centimeytp do meu corpo ate que chegou a minha xaninha lizinha – hum que delicia meu amor... ela deu vários beijinhos em cima e depois passou a língua de baixo pra cima, abri os lábios e começou a brincar com meu clitóris com a sua língua... nossa  aquela mulher me deu a primeira e mais gostosa chupada da minha vida, gozai varias vezes na sua boca... ela me lambeu ate o cuzinho enfiou dedinhos no meu rabinho na xana foi uma delicia... então depois de um tempo eu retribuiu com sua orientação curiosidade e instindo feminino beijei o corpo todo da mãe da minha amiga, curtimos um 69 delicioso, fizemos tesourinha e o ultimo orgasmo foi eu por cima esfregand omais uma vez a minha já vermelha xoxota na dela, mas como estávamos muito meladinhas nossa tava muito bom. Quando sai do seu ap minhas pernas estavam bambas, cheguei em cas jantei tomei um banho e fui pra cama, desisti de sair com umas amigas e tive uma noite de sono ótima.. n o domingo ela me ligou e fui ao seu ap, mas ficamos no sofá só nos beijinhos e amassos de leve já que estávamos as daus com as piriquitinhas ainda inchadinhas de tantas carícias...mas acima de tudo muito satisfeitas... mas na segunda vim mais cedo do cursinho e nossa transamos umas 2 horas antes  do marido dela chegar que quase nos pegou. Um outro dia da semana el eviajou então pedi para mamãe se poderia dormir na casa dela que estava se sentindo muito sozinha falta da minha amiga que estava longe e do marido mamãe compreensiva acentou e nossa foi uma noite muito gostosa, Lena me mostrou um consolo e nossa foi uma loucura total ela me comeu todinha ate minha bundinha, bem no outro dia pela manha matei aula e ficamos trancadas o dia inteiro ate as 18 horas que chegiei em casa como se tivesse retornando do curso. E esta transa ainda durou mesmo depois que minha amiga voltou de viagem.. foi quase um ano de muito sexi carinho e amor, ate que o marido foi transferido para SC e assim ficou mais difícil de nos encontrarmos, mas não impossível ainda assim fui passar as férias na casa deles na praia de Daniela enossa transamos bem gostoso tbm. Espero que tenham gostosa e mande relatos adoro ler e escrever gostaria de trocar mais experiências neste sentido. Beijos a todos.  vvera@zipmail.com.br
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Desde minha saída com o Roberto, que eu não metia com ninguém, e eu já estava cheia de tesão. Nesta ultima sexta-feira 25/08 ao sair o consultório, resolvi descer para acampar, pois o tempo prometia, estava sol, e bastante calor. Fui para Praia de Pontal do Sul, junto comigo foi minha amiga Letícia (os nomes estão trocados), o namorado dela em um carro, e Marilia, junto comigo. Logo que chegamos no local do acampamento, vi um senhor, de uma 55/60 que estava em um dos chalés, ele era meio careca, magro e alto, assim que ele me viu, não parava de olhar para mim, eu estava com um short branco e uma camiseta preta,e na mesma hora a minha cabeça já começou a ter mil idéias. Arrumamos as barracas, e começamos a beber, não demorou muito Letícia e o namorado entraram na barraca para namorar, Marilia içou conversando um pouco comigo, mas logo foi se deitar também, eu continuei tomando cerveja, e percebi que o Sr estava sentado fora do chalé, tomando cerveja também, e que não parava de me olhar, eu então fui ate a barraca coloquei uma regata branca sem sitiem, ou biquíni, uma toalha para sentar no chão, e fui ate lá puxar papo com o velho. Cheguei meio sem graça, reclamando que todo mundo tinha ido dormir, e que eu estava sozinha tomando cerveja, se tinha algum problema em tomarmos juntos, ele me falou que não, e que seria um enorme prazer, eu então ajeitei a toalha, virando a bunda para a cara do velho, que som certeza adorou a imagem, pois eu bem dizer enfiei a bunda na cara dele. Nos então começamos a conversar, ele me falou que o nome dele era Nelson, e que sempre ia ate lá para pescar, que gostava dela pois não tinha muita gente, e que as vezes ele levava o neto para pescar com ele, a gente conversou um tempão, e apensar de sempre que ia encher meu copo, eu deixar meus peitos a mostra para o velhote, ele não avançou o sinal, acabei desistindo, e resolvi ir dormir, indignada por não ter dado pro velho. No outro dia levantamos fomos à praia, e eu não vi o Nelson, mas estava intrigada, e não podia me conformar com o recato do velho na noite passada, quando deu 13:00 horas mais ou menos começou um forte vendaval, e depois começou a chover. O pessoal resolveu voltar para casa, mas eu resolvi ficar mais, apesar de todo mundo ser contra, e toda hora ficar me lembrando que minha carteira de motorista era nova, eu resolvi que queria ficar mesmo, afinal apesar de ter completado 18 anos a quase dois meses, eu já dirigia fazia muito tempo. Foram todos embora, eu guardei minhas coisas no carro, e eu então fui novamente conversar com Nelson, só que antes eu tirei a parte de cima do biquíni, e fiquei apenas com a regata molhada. Na hora que eu bati a porta e que ele abriu, o velho ficou hipnotizado com o biquinho dos meus peitinhos durinho e a mostra, pela transparência da regata, eu então perguntei se podia entrar, e ficar com ele no chalé, pois estava chovendo na barraca, e eu não queria ir embora. Eu então entrei, e foi pegar uma tolha para mim, e eu comecei a me enxugar pelo cabelo, abaixando a minha cabeça e ficando de bunda virada para o velho, o velho tava sentado em uma cadeira, começou a passar a mão na minha bundinha, perguntando o que eu estava querendo, eu então me fiz de assustada e falei que nada. Eu então endireitei o meu corpo e passei a toalha pelos meus peitinhos, por cima da camiseta, e com cara de ingênua falei “ Nossa seu Nelson, meus peitinhos estão aparecendo tudo, o Sr viu?” “Olha como eles tão geladinho também”, e peguei a mão dele, colocando dentro a minha blusa. O Nelson então começou a passar a mão e a amassar meus peitinhos, eu então falei “ Já que o Sr já os viu mesmo eu vou tirar a blusa.” Na hora que o Nelson viu meus peitinhos durinhos na cara dele, ele ficou parado tocando com a ponta dos dedos, e passando a mão, depois caiu de boca, e começou a chupar, o velho parecia criança, chupava com o maior gosto, e começou a enviar a mão na minha bocetinha, e a esfregar a rachinha, mas com tanto gosto de com tanta experiência, que eu acabei gozando na mão dele. Eu então tirei o short, e já estava sem calcinha, e com a rachinha totalmente carequinha, e ele falou que tinha certeza que eu era muito vadia, e que vendo a bauxita pelada ele tinha certeza,o velho então deitou na cama, mexendo no pau e me chamando para ir lá, o pau do velho não era médio, e normal, eu então cai de boca no pau dele, e ele ficou louco passava a mão na minha cabeça, esfregava o meu cabelo, me chamava de princesa, depois de putinha, e acabou gozando rápido na minha boca, e eu engoli tudo. Ele então pediu para eu deitar de bruços na barriga dele, que ele queria ficar olhando para minha bocetinha, ele então começou a falar que era viúvo, e que fazia quase oito meses que ele não metia com ninguém, e era maravilhoso ter uma rachinha novinha na mão dele, enquanto ele falava, ele mechia na minha bocetinha, hora apertava, hora metia os dedos nela. Para meu espanto, não demorou muito o pau dele começou a ficar duro novamente, eu então chupei um pouco para terminar de ficar duro, e escorreguei minha bocetinha, ate colocar o pau dele dentro, eu então comecei a meter com o maior carinho, e o velho segurava a minha bunda, e entre gemidos me chamava de putinha safada. Não demorei muito eu acabei gozando e o seu Nelson também. Ele então me tirou de cima dele, e falou que queria sentir o gosto da minha xoxota, eu então me virei de barriga pra cima de ele começou a chupar meu clitóris, com muita maestria, uma delicia, ele sugava, e passava a língua por toda a minha bocetinha, eu acabei gozando, mas ele não parava, minha perna começou a tremer, e ele sugava mais e mais, uma loucura. Quando ele parou eu acabei caindo no sono, e ele também. Na hora em que eu acordei alguém estava chupando meu xotinha e estava uma delicia, eu abri os olhos e vi o Nelson em pe, e então vi um outro velho me chupando, eu então me afastei, e o Nelson falou que ele havia se levantado e saído, e que quando ele falou para o amigo, o que havia acontecido o amigo não acreditou, e que ele havia levado o amigo para conferir. O amigo do Nelson colocou a mão na minha bocetinha, e falou que ele também queria um pouco, com o inicio da chupada do velho minha bocetinha já tinha ficado toda encharcada, a situação também me deixou cheia de tesão, eu então olhei para o velho e abri minhas pernas, ele então começou a passar a mão por toda ela, o velho parecia que ainda não tinha certeza se eu iria deixar ou não, eu então perguntei se ele estava com o pau duro, e ele falou que sim, eu então pedi para ele deixar eu ver, na mesma hora o velho arriou as calcas e para minha supressa, o cara tinha um pau enorme. Eu me sentei na beira da cama, e comecei a fazer uma chupeta, o velho falou que eu parecia à neta dele, que ele sempre espiava no banheiro. O velho não demorou muito gozou na minha boca, e o pinto murchou na hora. Acho que minha cara de desapontada, motivou o velho a chupar minha xoxotinha, e o Nelson, que de bobo não tinha nada meteu o pau na minha boca, eu chupava, e velhote m chupava, logo depois que o Nelson gozou, eu acabei gozando também. Depois que paramos, eu reclamei que estava com fome, os dois falaram que na estrada tinha um lugar, que eles faziam questão de me levar, eu então coloquei meu shortinho, e a minha regata, e fui com eles. A regata ainda estava molhada, e o contato gelado fez com que meus biquinhos quase explodissem, e durante o percurso ate o restaurante o velhote ficou espremendo meus biquinhos, e o Nelson a minha xotinha, pois estava sentada ao lado dos dois na F100 do Nelson. Nos então tomamos café, e eu descobri que o nome do amigo do Nelson e Jose, ele se sentou ao meu lado, e sempre que podia colocava a mão na minha xotinha, e ficava passando a ponta to dedo na rachinha, e eu estava adorando tudo aquilo, o pessoal no restaurante ficavam olhando sem entender nada, me recriminando com os olhos. Quando nos voltamos para o chalé, eu falei que iria embora, mas o Nelson falou que queria um saideira, eu então olhei bem sacana para ele, e falei que só se ele comece meu cuzinho, ele na mesma hora ele começou a me amassar novamente, eu tirei minha roupa, e fiquei de quatro na cama, o Nelson veio por trás, e começou a forçar meu cuzinho, devagarzinho o meu cuzinho apertadinho se arreganhou para o pau dele, e ele começou um vai e vem e Jose me deu o pau para eu chupar, no meio do caminho eu tive uma idéia que a muito eu queria experimentar, e pedi para o Jose se deitar na cama com os pés para fora da cama, e comecei a cavalgar no pau dele, e então pedi para o Nelson comer meu cuzinho. Os dois velhos não acreditavam, quando o Nelson começou a entrar, eu senti que meu cuzinho e minha bocetinha iam rasgar e se encontrar, mas depois foi ficando bom, e eu sentia os dois paus se encontrando dentro de mim, um passando no outro, eu não demorei muito comecei a gozar, com uma intensidade muito louca, os dois gozaram logo depois. Eu descansei um pouco e fui embora, mas antes o Nelson me deu o telefone dele, e eu fiquei com o dele. Email: SEGREDINHO@CADE.COM.BR
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DELICIA
autro desconhecido

Certo dia a convite de um amigo meu, fui a uma boate gls, como era muito curiosa queria conhecer, chegando la comecamos a conversar, qdo meu amigo viu algo interessante e saiu de perto, vi uma loira linda que nao parava de me olhar, qdo o meu amigo saiu ela veio conversar comigo, me perguntou se eu gostava de mulher, disse que sim, e ela me chamou pra ir num canto escuro da boate, chegando la, ela comecou a me beijar, passando a mao por todo o meu corpo, comecei a delirar de tezao, foi qdo ela me chamou para ir ao seu apartamento, pois morava sozinha. Chegando no seu apto fomos direto tomar um banho, no qual ela me esfregava toda, passava a mao por todo o meu corpo, me beijando como uma louca. Depois do banho ela me atirou em sua cama, e comecou a lamber meus seios com vontade, descendo por toda a minha barriga, lambendo minhas coxas ate que nao aguentei de tezao e pedi: xupa minha xana, por favor, foi qdo ela caiu de boca no meu grelo enfiando dois dedos na minha xana e  metendo, me colocou de 4 e xupo meu cu, enfiando sua lingua bem no fudo, nisso eu gritava: xupa sua puta, enfia toda essa linga, que eu quero gozar rebolando na sua cara, vai lambe tudo....vou gozar, xupa,xupa, ate que gozei, e eu disse: agora e minha vez de te dar prazer, ela fou ate uma gaveta e tirou um consolo enorme, daqueles de calcinha e me pediu pra vestir, coloquei ele e fui pra cima dela, xupando a sua xana, mordendo seu grelo com vontade, coloquei ela na posicao, frango assado e enfiei o consolo nela, meti com forca, rebolei com o consolo enfiado nela, enquanto xupava seus seios, coloquei ela de 4 e enfiei com forca na sua xana, ela gritava, entao eu disse vou comer o seu cu, vou enfiar todo esse consolo nele, e coloquei, rebolei ate ela gozar. Terminamos a noite num longo 69. Beijos nas suas xanas.
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APOSTA
autor desconhecido
Meu nome é Alexandre, tenho 19 e gostaria de relatar um conto muito
interessante que aconteceu comigo. Bom, sou alto, magro, de olhos e
cabelos escuros, nada que chame muita atenção, mas nunca reclamei ou
reclamaram de nada. Tenho uma namorada de também 19 anos, ela tem
cabelos castanhos, olhos escuros, alta e também magra. Nós namoramos
já faz quase um ano e nos damos super bem, sempre que posso dou um
jeito de transar com ela, já que moro em uma república com mais 2
colegas. Ah, o nome dela é Gabriela. Ela tem uma irmã de 18 anos,
muito linda, na flor da idade. Ela é muito gostosa! A Gabi é bem
gostosinha sim, tem uma barriga perfeita que eu adoro, uma bundinha
bem normal e seios pequenos porém muito durinhos. Essa é a única
frustração quanto a ela. Mas a irmã, a Bruna, compensa o dela, são os
peitos mais gostosos da face da Terra. Tudo que falta em uma sobra na
outra, se fosse juntar as duas em um só corpo daria a mulher
perfeita. A barriguinha e a bunda da Gabi, mais os peitos super
gostosos da Bruna. Mas vamos ao que interessa. Certa vez em uma noite
de sexta, passei na casa da Gabi para levá-la para sair. Quando
chego, dou de cara com a irmã dela, descendo para pegar o táxi e sair
com as amigas. Ela tava muito gostosa, com um vestido preto de
alcinha, sem sutiã, o que fazia balançar aqueles peitos fenomenais.
De cair o queixo. Eu a cumprimentei e subi para pegar a Gabi. Depois
dela terminar de se aprontar, quando íamos descendo, nos demos de
cara com a Bruna, subindo, com uma cara de desapontamento. Antes de
perguntarmos o que tinha acontecido, ela já veio nos dizendo para
darmos meia volta, tinha acabado de começar um toró que não parecia
que ia acabar tão cedo. Resolvemos subir e conversar um pouco.
Chegando, sentamos no sofá e começamos a papear e xingar a bendita
chuva. Estávamos muito putos, mas fazer o quê. Foi aí que a Gabi deu
a idéia de largarmos a mão de ser besta e fazer a nossa própria
noite, ali mesmo. Eu e a Bruna concordamos, mas sem ter nenhuma
idéia. Pensamos bastante e resolvemos jogar cartas. Tiramos a mesinha
que ficava em frente ao sofá e sentamos no carpete. A Gabi deu a
idéia de jogar buraco, mas ninguém quis, além de ser monótono, de 3 é
bem ruim. Eu dei a idéia então, de jogarmos Copo d'água. Pra quem não
conhece, é o seguinte: cada jogador fica com 4 cartas na mão e o
objetivo é juntar as 4 iguais, por exemplo, rei-rei-rei-rei, 7-7-7-7,
e aí vai. Quem juntar as 4 iguais, discretamente coloca as cartas na
mesa e todos tem que colocar também. O último a descer as cartas é
obrigado a beber um copo de água num só gole. E pra dificultar mais,
um coringa fica rodando e quem tiver com ele fica com 5 cartas e é
obrigado a ficar com ela por pelo menos uma rodada antes de passar
para o outro. Bom, aí todos concordamos e eu comecei a ajeitar as
cartas. A Bruna levantou de repente e disse que ia no quarto trocar
de roupa, porque ela queria ficar mais a vontade. Enquanto a Gabi
pegava o jarro com água e os copos, eu terminei de organizar e
embaralhar as cartas. Antes da Gabi voltar, me aparece a Bruna, só
vestindo uma camiseta grande e velha que ela usava para dormir,
calcinha e meias. Eu bem que achei ruim, pois aquele vestido que ela
tava usando era demais e ainda dava pra ver a calcinha dela quando
ela sentava no chão de pernas cruzadas. No momento em que eu tava
secando os peitos dela que quase rasgavam a camiseta, chega a Gabi
com tudo. Sentamos todos e começamos a partida. No começo a gente
tava bem animado, eu já tinha tomado 2 copos e elas duas apenas 1
cada. Quando eu perdi a terceira, elas ficaram rindo de mim, e não
passou disso. Depois de uns 15 min, estávamos todos meio com tédio do
jogo. Foi aí que Gabi teve uma idéia, ela saiu pra cozinha e trouxe
com ela uma garrafa com conhaque. Toda alegre ela disse "Vamos dar
uma animada nesse jogo!" Eu e a Bruna adoramos a idéia! Perguntei se
não tinha problema para os pais delas. Elas meio que riram da minha
cara dizendo que eles tinham saído para comemorar o aniversário de
casamento e que quando acontecia isso eles sempre dormiam
fora. "Adivinha fazendo o quê!" disse Bruna. Rimos juntos e começamos
a jogar. Foi aí que o jogo começou a ficar gostoso. A primeira a
tomar o gole de conhaque foi a Bruna, ela virou o copinho duma vez
só. Com um pouco de incentivo nosso, é claro. Depois de vários copos,
a gente ria de tudo, cada um tinha tomado mais de 5 copos. Tava tudo
tonto e alegre. No último gole da garrafa, que já tava no fim, a Gabi
virou no bico e foi procurar para ver se tinha mais. Que nada! Só
tinha vinho caro do pai dela, e ela achou melhor não pegarmos. Foi aí
que se deu meu espanto. "Vamos esquentar mais ainda esse jogo! Vamos
jogar Strip Copo d'água!". Eu olhei pra cara dela assustado, mas
gostando da idéia. Ela tava convicta com a sugestão. Eu pensei bem e
concordei. "Contanto que tua irmã concorde, vamos lá!" Eu olhei na
cara da Bruna e ela já tava contando as peças de roupa de cada um -
 "Beleza! Em vez de quem perder tomar um gole de conhaque, vai ter
que tira uma peça de roupa!" Eu surpreso e ansioso em ver aqueles
peitos divinos já fui me concentrando! Recapitulando a roupa de cada
um, cada pessoa tinha 5 peças de roupa. Eu - camisa de botão, calça
jeans, meias, tênis e cueca. Gabi - calça jeans daquelas coladinha
que marca a bunda certinho, blusinha sem manga também coladinha,
sandália, sutiã e calcinha. Bruna - camisetão, meia esquerda, meia
direita, calcinha e mais o meu relógio que eu emprestei a ela para
ficarmos tudo igual. Eu já tava de pau duro pensando em ver as duas
peladinhas na minha frente e já fiquei muito mais animado que antes.
Com todos em um estado de bebida já bem alto começamos o jogo. Antes,
resolvemos que quem baixasse as cartas, diria qual peça de roupa o
que baixou a cartas por último vai tirar. Na primeira rodada saí com
duas cartas iguais, mas não adiantou muito e foi a Gabi que desceu as
cartas primeiro. A lerda e bêbada da Bruna baixou por último e a Gabi
pediu que ela tirasse o relógio. Na segunda, comecei bem e já desci
quase logo de cara as minhas. De novo foi a Bruna que ficou por
último (para minha alegria) e pedi que ela tirasse a meia esquerda.
Tem que ir devagar para dar aquele gostinho! Na terceira rodada
adivinha quem foi a lerda! Pra minha alegria foi a Bruna de novo. A
Gabi baixou primeiro e pediu para que tirasse a outra meia. A Bruna
meio que ficou esperta! Ajoelhou no chão, sentou sobre seu calcanhar
e deu uns tapinha na cara "Ah, não! Só tenho mais duas peças! Vou
reagir agora!" Nossa! Eu nunca podia imaginar aquela situação...tava
muito bom! Até me lembrava os jogos de Strip Poker que eu tenho no
computador. Só de estar naquela situação eu já ficava muito excitado.
Voltando... Na quarta rodada eu que fui o feio, e perdi meus tênis.
Na próxima, a Bruna quem desceu as cartas e a Gabi quem teve que
tirar suas sandálias. Na outra, a Bruna tava com tudo, desceu quente
as cartas e eu quem fiquei sem tênis. Depois de ficar só com duas
peças, a Bruna ficou muito mais ligada, o que me dava mais tesão
ainda. Na outra rodada eu perdi minha meia e na próxima a Gabi perdeu
a blusa, ficando só de sutiã e calcinha. A Gabi tava um tesãozinho,
com aqueles peitinhos durinhos e aquela barriguinha perfeita
aparecendo. Eu já tava começando a ficar maluco. Acabou que na outra
rodada a Gabi desceu e eu que perdi, ficando somente de calça e
cueca. A Bruna tava na mesma situação minha, com a camiseta e a
calcinha e a Gabi tava de sutiã, calça e calcinha. Começando a outra
rodada, eu saí bem e já tava pensando que ia descer primeiro. Mas a
Bruna tava impossível e desceu antes e foi a Gabi que ficou pra trás
e perdeu a calça. Aí que eu comecei a ficar louquinho. Ela tava só de
calcinha e sutiã, só com um olhar de malícia pro meu lado. A Bruna
logo percebeu isso e deu um sorrisinho. Naquela hora eu fiquei
convicto em ganhar aquele jogo e ver as duas irmãs peladinhas. Na
rodada seguinte, eu desci quente e por um triz que a Bruna não fica
por último. Mas foi a Gabi que perdeu e o jogo começou a ficar
interessante. Eu e a Bruna já começamos a rir da cara dela. A Bruna
só ficava gozando dela "Hum, vai ser a primeira a mostrar os
peitinhos!" A Gabi colocou os braços para trás e soltou a fivela,
deixando cair seu sutiã. Os peitinho dela tavam durinho como nunca.
Os mamilos tavam já apontando, mostrando que ela estava bem excitada.
A Gabi que estava sentada com as pernas cruzadas, tava só de
calcinha. Aquela posição dela tava um tesão só. Sua bocetinha tava
marcadinha na calcinha. Eu não tirava o olhos de lá. Percebendo isso,
a Bruna já foi logo gozando da minha cara "Ué, Carlos, a Gabi nunca
mostrou a bocetinha pra você não? É uma gracinha! Toda aparadinha!".
Para revidar a Gabi já foi falando "Ih, ele conhece isso aqui como se
fosse a palma da mão dele!". No estado alcoólico que a gente tava,
tudo era motivo para rir. Na outra rodada, pensei comigo mesmo que
tinha que ganhar aquele jogo! Eu dei as cartas e me concentrei.
Quando eu ia baixar minhas cartas, a Gabi baixou quase que junto
comigo, só um pouquinho antes. Adivinha quem ficou por último? A
Bruna! Eu já tava esperando para ver aqueles seios incríveis, não
tirava os olhos deles. Mas pra minha surpresa a Gabi pediu para que
ela tirasse sua calcinha. Minha expectativa foi lá em baixo, mas
mesmo assim eu tava animado. A Bruna levantou, um pouco vermelha, não
sei se de vergonha ou de bêbada e desceu a calcinha. Como a blusa
dela era bem longa, num deu pra ver nadinha! Eu até me torcia pra ver
alguma coisa! Com a calcinha no pé, ela jogou na minha cara, cortando
o meu barato. Eu até olhei pra Gabi pra ver se estava brava, mas
parecia que estava mais excitada que antes, pois tava toda arrepiada.
Aí que me senti mais tranqüilo em aproveitar aquela noite incrível.
Na próxima rodada, eu meio que fiquei distraído e perdi minha calça.
Quando tirei e fiquei só de cueca, estava nítido que meu pau tava
duríssimo! Olhei pra cara das duas e elas não tiravam o olho dele.
Sentei no chão com as pernas abertas e dobradas, apoiando meus braços
sobre o joelho, só para mostrar mais o quanto estava duro. No começo
da nova rodada, só vi a Gabi piscando para Bruna combinando em me
deixar sem nada nessa rodada. E não foi que elas conseguiram!? Tive
que tirar, fui o primeiro a ficar sem nada! Quando levantei para
tirar a cueca, não pude deixar de ver o sorriso na cara das duas.
Baixei a cueca de uma vez e meu pau saltou pra fora! "Viu como sou
sortuda, irmã!" disse Gabi à Bruna. A Bruna só deu um sorriso, mas
não tirava o olho do meu pau! Eu sentei de pernas cruzadas e meu pau
ficou apontando para o teto. As duas secavam minha pica dura. Eu tava
adorando a situação. Foi aí que notei a inquietação de Bruna, ela não
parava quieta, devia tá molhadinha lá em baixo. Na outra rodada, já
que não tinha nada a perder, falei que se eu perdesse agora, tinha
que oferecer alguma parte de meu corpo a elas. As duas concordaram na
hora, dizendo que a regra era essa agora. Na outra rodada eu tava com
uma mão ótima e consegui deixar a Bruna sem nada! Era o que eu estava
esperando a noite inteira. Ela tava ajoelhada no chão, sentada no
calcanhar. Ela começou a tirar a blusa pela cabeça, foi uma visão
perfeita. Quando a blusa passou pelos peitos dela, os peitos
balançaram de um jeito muito gostoso. Eu quase gozei na hora! Até a
Gabi tava excitada com a cena. Já a Bruna tava morrendo de vergonha e
colocou o braço sobre seus seios. Ela tava linda. Os peitos
escondidos, mas perfeitos e aqueles cabelinho do grelinho aparecendo,
já que a boceta não tava aparecendo, pois ela estava com as pernas
fechadas. Tava uma loucura! Na outra rodada, coincidiu de a Gabi
perder e todo mundo ficar na mesma situação. Ela nem levantou para
tirar a calcinha, já que não tinha vergonha de ninguém que estava
ali. Ela só esticou as pernas e tirou tudo. Foi aí que percebi o
tanto que ela tava molhada! Quando ela tirou a calcinha, uma baba de
gozo ficou entre sua calcinha e sua boceta, formando um fio. Aquela
cena me deixou louco! Ela tava muito molhada. As duas irmãs olharam
uma para a cara da outra rindo. Cada um secando mais o corpo do
outro. Como tava combinado de quem não tivesse nenhuma peça de roupa
tinha que oferecer alguma parte do corpo, ninguém mais ficou inibido.
A Gabi já tava sentada toda esculachada, com as pernas abertas,
mostrando o quanto ela tava molhada. Tava um tesão. Na outra rodada,
a Bruna que ia distribuir as cartas, então ela sentou no chão, abriu
as pernas e começou a distribuir. Quando ela abriu as pernas, sua
boceta apareceu inteirinha. Meu pau tava doendo de tão duro. Aquela
bocetinha linda dela e aqueles peitos fenomenais, agora já
descobertos. Agora eu TINHA que comer a Bruna.. Essa rodada foi
fácil; eu baixei primeiro e a Gabi ficou por último. Como ela tinha
que oferecer algo do corpo dela, ela ofereceu os seios. Na hora voei
neles. Comecei a chupar um enquanto massageava o outro com a mão.
Eles estavam mais duros que nunca. Fiquei uns 2 minutos naquelas
maravilhas e voltamos a jogar. Na outra rodada fui eu quem perdi e
tive que oferecer algo de mim. A Gabi já veio abocanhar meu pau, mas
eu disse que não. Queria um beijo primeiro. Ela ficou meio
desapontada, mas subiu em meu colo e me deu um beijo maravilhoso.
Quase gozei com esse beijo, as nossas línguas se duelavam e meu pau
ficava roçando na bunda dela, me deixando cada vez mais louco. A
Bruna já tava meio impaciente e disse para continuarmos logo. Eu tava
doido para a Bruna perder e eu ganhar! Na próxima, foi a Gabi de novo
quem ganhou e a Bruna perdeu. Eu já tava pensando que elas não iam
fazer nada, já que eram irmãs. Mas que nada! A Gabi foi de quatro
engatinhando até a sua irmã e a Bruna apontou a boca, dizendo que
queria ser beijada. As duas se abraçaram e deram um beijo delicioso!
Eu fiquei pasmo! Nunca pensei que as duas eram disso, e pelo beijo,
não parecia que era a primeira vez. Mais tarde fui descobrir que não
era mesmo. Eu tava super excitado com a cena. As duas abraçadas, se
beijando, o peito delas estavam apertados um contra os outro, um
amasso de dar água na boca. A Gabi ficou ajoelhada, mais alta que a
Bruna, e colocou seu joelho entre as pernas da irmã, levantou um
pouco a Bruna. As duas ficaram com os joelhos cruzados, roçando a
boceta de cada uma na coxa da outra. Era uma cena de outro mundo. Eu
não agüentei e comecei a me masturbar ali mesmo. As duas pararam de
se beijar e a Bruna começou a chupar os peitos da Gabi. A Gabi tava
com uma cara de tesão de dar inveja! Dali a pouco ela abriu os olhos
e me viu tocando punheta. Na mesma hora ela pediu para Bruna parar e
falou "Peraí! Num vai gozar antes da gente aproveitar você não!" Ela
veio em minha direção, me deitou no chão e ajoelhou com as pernas
abertas sobre minha barriga. Ela ficou passando a boceta dela na
minha barriga, me deixando meladinho. Eu pus as minhas mão nos peitos
dela massageando-os, ela tava louquinha, parecendo uma puta. Ela
agachou e começou a me beijar. No meio do beijo, ela parou e chamou a
irmã "Ué Bruna, você num vem não?" Bruna tava doidinha de tesão, e na
mesma hora veio para cima de mim e agarrou meu pau. Ela enfiou tudo
na boca, chupando tudo! Eu fui a loucura, num tava agüentando aquilo!
Ela chupava delicioso, com uma experiência fora do comum. Enquanto
isso, a Gabi foi um pouco mais pra frente e me ofereceu o peito para
eu chupar. E como um bom namorado, não recusei! Chupei tudo, lambia
aqueles mamilos durinhos e esfregava na minha cara. Enquanto a Bruna
chupava meu pau, eu coloquei uma mão na bunda de Gabi e fui
escorregando para sua boceta. Ela tava muito molhada. Enfiei um dedo
e fiquei masturbando minha gata. Isso sem parar de chupar seus
peitos. Quando ela tava quase gozando, a Bruna parou de chupar meu
pau e começou a lamber o cuzinho de Gabi. Só de sentir a língua
tocando o botãozinho dela, ela se contorceu toda. A Bruna ficou com
uma mão no meu pau tocando uma pra mim. Tava um orgia só. A Gabi não
agüentou e gozou tudo em minha mão, na cara de sua irmã. Depois de se
recuperar, Gabi se levantou e falou "Agora é a vez de vocês!" "Vamos
trocar de lugar, Bruna." A Bruna sentou em meu peito e a Gabi
abocanhou me pau. Ela chupava numa voracidade incrível. A Bruna tava
muito gostosa, com aqueles peitos na minha cara! Ela ficava passsando
os dois melões na minha cara, me deixando muito doido. Não agüentei e
comecei a chupá-los. Agarrava os dois com as mão, não desperdiçando
nem um centímetro. A Bruna ficava roçando sua boceta em meu peito e
logo começou a se masturbar, usando a mão dela. Ela ficava tocando
uma siririca deliciosa, cavalgando em seu dedo. Nessa hora não tava
agüentando e disse que ia gozar. Na hora que falei isso a Gabi chamou
a Bruna "Vem cá, Bruna. Vem provar a porra deliciosa que te falei.
Ela virou de costas pra mim oferecendo sua bunda gostosa. Fiquei
acariciando e beijando aquela bunda macia enquanto as duas se
revezavam lambendo e chupando meu pau. Não pude mais segurar, e gozei
como nunca. As duas lamberam tudinho, que nem duas putas. Quando
acabei de gozar, a Gabi virou pra mim e disse "Agora é a vez de sua
cunhadinha! Vamos dar um trato nela!" Eu finalmente tinha a
oportunidade de chupar a Bruna inteirinha! E melhor, com a
autorização da Gabi. Eu levantei e a Gabi deitou Bruna. A Gabi lascou
um beijo na boca dela e começou a descer, passando pelos seios e pela
barriga, até chegar a bocetinha. Eu, como estava sedento por aqueles
seios maravilhosos. comecei a chupá-los. Chupava que nem uma criança.
Ela ia nas alturas. A Bruna começou a gemer bem alto, e para calar a
boca dela, dei meu pau para ela chupar, que já tinha ficado
totalmente duro de novo. Ela chupava meio que sem jeito por causa do
trato que ela estava levando. Mas tava ótima. Foi aí que eu tirei a
pica da boca dela e comecei a fazer uma espanhola naqueles seios
perfeitos. Essa espanhola era meu sonho de consumo. Coloquei meu pau
no meio dos seios dela e fiquei indo pra frente e pra trás. Tava um
delícia! A Bruna tava quase gozando. A Gabi, vendo isso, parou e
disse "Vem cá, Carlos, mete gostoso nela e faz ela gozar como nunca."
Eu fui correndo! Eu abri bem as pernas dela e fiquei pincelando meu
pau na boceta dela. Ela me empurrava com as pernas para enfiar nela,
mas apesar do desejo, eu queria aproveitar e provocá-la. A Gabi, na
hora, fez uma coisa fantástica que me deixou mais louco ainda! Ela
abriu as pernas sobre o peito da Bruna, abrindo bem sua boceta com os
dedos, e começou a usar o mamilos durinho de Bruna como um pequeno
pênis. Ela ficava cavalgando em cima da irmã, que estava mais tesuda
ainda. Depois dessa cena eu não aquentei mais e resolvi enfiar tudo.
Hum! Tava muito molhada. A Bruna deu um gemido mais alto e eu comecei
a ir pra frente e pra trás, bem devagar no começo. Ao ver os peitos
de Bruna melados com o mel de Gabi, não agüentei e comecei a ir mais
rápido e mais forte. Como tava muito forte, a Gabi saiu de cima dela
e ficou se masturbando ao lado. Eu deitei meu corpo sobre o da Bruna
e fiquei bolinando e esfregando meu peito no dela. Ela me abraçou e
percebi que ela ia gozar. Ela me apertou mais forte e eu pude até
sentir a boceta dela se contraindo e apertando meu pau. Ela gozou
muito. Jorrava gozo da boceta dela. Gabi, sem querer desperdiçar
nada, começou a lamber a boceta dela logo após eu tirar o meu pau. A
Gabi sentou em cima do peito da Bruna de novo fazendo um 69, chupando
a boceta dela. Quando a Bruna abriu os olhos e viu a boceta da irmã
em sua cara, tentou enfiar a língua, mas estava plenamente sem
forças. Eu, como ainda tava de pau duro e queria gozar, vi a Gabi de
quatro e logo fui meter por trás dela, sobre a cabeça de Bruna.
Enfiei com tudo e comecei a bolinar bem rápido. Enquanto Gabi chupava
a irmã, Bruna chupava meu saco, que tava na cara dela. Aquela posição
estava perfeita. Quando eu tava quase gozando, escutei Gabi gemer bem
alto. Ela tava gozando antes de mim. Eu aproveitei e comecei a ir
mais rápido e gozei muito dentro dela. Era tanta porra que até
escorria na cara da Bruna. Depois disso, nós três desmontamos um em
cima do outro, todos pelados. Depois de descansar um pouco, Bruna se
levantou e disse que ia tomar um banho. Olhei pra cara da Gabi e
disse "Peraí, a tua irmã só gozou um vez!". Nós levantamos e fomos
atrás dela para empatar esse jogo, mas agora em baixo do chuveiro.
Lá, fizemos a Bruna gozar mais uma vez, conquistando de vez a nossa
mais nova amante.
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FERIAS NA PRAIA
autro desconhecido
Tudo aconteceu nas férias de Janeiro. Fui pra praia com uns amigos
passar o reveillon.
Cidade pequena, litoral maravilhoso, uma quantidade de pessoas
razoável.
No início achamos que tinha sido uma idéia ruim escolher essa cidade
pois poderia haver pouca mulher bonita.
E pra ser sincero, como dizia Vínicius de Moraes, as feias que me
desculpem, mas beleza é fundamental.
Pra nosso espanto havia muitas mulheres bonitas nessa praia. E pelo
que percebemos a maioria era de mineiras, ou seja, mulheres lindas e gostosas.
A festa da virada do ano aconteceu em um clube de forró, tava tudo
muito animado e lotado.
Não acompanhei meus amigos na bebedeira porque estava interessado em
passar a noite bem acompanhado
e não há nada pior que tentar conquistar uma garota linda se você
está bebâdo. Elas simplesmente te
ignoram, o que na minha opinião faz sentido e eu até concordo.
A festa tava boa e a mulherada presente. Pra minha sorte havia feito
um curso de forró e isso ajudou bastante,
dancei com várias mulheres ao longo da noite.
Porém uma delas não me dava bola nem queria dançar comigo. Uma morena
alta, seios fartos, cabelos ondulados, olhos cor de mel, lábios
carnudos e coxas deliciosas.
Ela estava de saia branca e de biquini, linda demais.
Obviamente eu não era o único de olho nela, mas pra minha sorte ela
também ignorou todos os caras que chegaram nela.
Mais tarde da noite, depois da meia noite, eu descobri o motivo, ela
tava a fim de um carinha, na verdade um brutamontes.
Até hoje não entendo porque as mulheres sentem atração por esses
caras enormes lutadores de jiu-jitsu, burros, grossos e machões,
que na maioria das vezes as trata como seres inferiores.
Bem, o fato é que o cara tava mamado de cachaça e mandou a garota
caçar coquinho (como se diz na cidade natal dos meus pais).
A garota saiu chorando e eu não a vi mais.
Lá pelas tantas da madrugada eu sai do clube e fui pra praia com uma
menina com a qual havia dançado
e trocado uns amassos durante a noite. Demos mais uns agarros na
praia mas ela decidiu ir embora.
 Fiquei lá um tempo até que a garota linda apareceu na praia e se
sentou mais ou menos perto de onde eu estava.
Não puxei papo, se ela queria ficar sozinha tinha todo o direito.
Depois de um tempo ela veio puxar papo.
Me perguntou se a festa tinha sido boa, falei que sim, que tinha sido
animada.
Ela perguntou se eu havia ficado com alguma menina e eu novamente
disse que sim, mas que ela já tinha ido pra casa dormir.
"E porque você não foi pra casa dormir ainda?" ela me perguntou.
Eu respondi que era um tradição minha, que sempre ao passar o
reveillon na praia eu só voltava pra casa depois que o sol nascesse.
Eu gosto de ver o sol nascendo no início de ano novo, pode ser pura
bobagem, mas me faz bem.
Ela achou legal e disse que não queria voltar pra casa porque o cara
grandão ia encher a paciência dela.
Eu falei que ela podia fica ali curtindo o nascer do sol e depois
podíamos ir tomar um café da manhã na padaria.
A sugestão fez ela rir muito e se soltar.
Ela se aproximou e disse baixinho "o problema é que eu não beijei
ninguém ainda".
Bem, é claro que ficamos nos beijando um tempão lá na praia, ainda
faltava uma hora ou duas pro nascer do sol e resolvemos passear um pouco.
Encontramos uma parte da praia que tava deserta e os agarros ficaram
mais calientes.
Decidimos nadar e tiramos a roupa pra nadar pelados.
O rala e rola começou lá na água, ela segurava meu pau com força, com
vontade, eu beijava aquela boca
deliciosa e acariciava aqueles seios perfeitos.
Fomos pra beira e eu busquei na carteira uma camisinha.
Fiquei deitado de costas enquanto ela chupava meu pau e colocava a
camisinha.
Mas antes de cavalgar no meu pau ela queria que eu a chupasse.
"Com prazer" eu respondi,
chupei aquela buceta gostosa e molhadinha até ela gozar, pra surpresa
dela.
Em seguida ela montou no meu pau e cavalgou com vontade, com desejo,
gemendo deliciosamente.
Eu gozei ali, debaixo dela, com vontade, com tesão, e queria mais,
muito mais.
Ela também queria mais. Continuamos nos agarrando e tocando e
gemendo.
A essa altura já estávamos cheios de areia e isso era ruim,
outro mergulho no mar e mais agarros dentro d'água.
Voltamos pra margem e dessa vez eu ia come-la.
Coloquei-a de quatro, aquela bunda linda, macia, arrebitada, todinha
a meu dispor.
Comecei a come-la bem firme e forte, ela adorou, depois enquanto a
comia eu ia com a mão direita
excitando o clitóris dela e com a mão esquerda agarrava os seios
dela.
Loucura total, ela gozou muito dessa vez, foi delicioso ver aquela
mulher linda,
gostosa e fogosa gozar e gemer de prazer.
Ela não deixou que eu gozasse na buceta dela dessa vez, quis me
chupar até que eu gozasse na boca
 dela.
Foi o que fiz, ela chupou tudo, engoliu meu pau até o final e no fim
engoliu toda a porra que gozei
 violentamente.
Voltamos pra cidade e realmente tomamos o café da manhã na padaria,
apesar de tudo ainda teve um clima romântico.
Descobrimos depois que morávamos em cidades próximas e que estávamos
interessados um no outro,
de verdade.
Daquele reveillon muita coisa restou e hoje namoro com aquela morena
linda e sensual
que não me deu bola na festa, mas me deu seu corpo todinho na
primeira madrugada do ano.
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MINHA IRMÃ ADELE
autor desconhecido
Apesar de muita gente dizer que sou esquisita, eu me considero bastante
normal. Talvez eles pensem assim porque eu não sou um modelo de beleza. Sou
magra e alta - um metro e oitenta, meus seios são muito pequenos e uso
óculos "fundo de garrafa", por causa da miopia. Nos meus vinte e três anos,
nunca tive namorado firme, pois nas poucas vezes que saí com rapazes, logo
percebi que o interesse deles era só sexo fácil. Todos quiseram me levar
para a cama logo na primeira vez, o que me deixava muito puta. Afinal, este
ano me formo em engenharia e espero ser a oradora da turma, pois sou a
melhor aluna.
Moro numa casa confortável na zona norte do Rio de Janeiro, com meu pai. Ele é um empresário bem sucedido e eu sou filha do primeiro casamento dele.
Minha mãe morreu quando eu tinha cinco anos e ele casou novamente, mas não deu certo e a mulher foi para a Europa, carregando a filha que teve com ele.
De modo que ficamos só nós dois, levando uma vida calma e sem problemas. Ele soube me criar no bom caminho, não deixando que os meus fracos atributos físicos prejudicassem a minha personalidade. Até que meu rosto é bem bonitinho, mas os óculos prejudicam bastante. O alto grau de miopia não me permite usar lentes de contato, de modo que eu tenho é de me conformar
mesmo.
Bem, chega de falar de mim. Vamos falar da minha meio-irmã.
O caso é que a mãe dela faleceu semana passada num acidente de esqui, na
Suíça e meu pai me convenceu a concordar que ela viesse morar conosco e ela
chegou hoje.
Quando eu voltei da faculdade, na hora do almoço, estavam os dois
conversando na sala. Ela era completamente diferente de mim: belos cabelos
loiros, um rostinho petulante, devia ser quase vinte centímetros mais baixa
do que eu, num corpo muito bem proporcionado. Mas o que estanhei mesmo foi o jeito alegre dela. Nem parecia que tinha acabado de perder a mãe...
Depois do almoço, papai foi dar um cochilo e Adele disse que ia tomar um bom banho e depois descansar um pouco. Fui para o meu quarto (na verdade, todosos quartos da casa possuem banheiros independentes e o meu é
parede-com-parede com a suíte que ela estava ocupando).  Fiquei sentada no
vaso sanitário, alisando a minha boceta e prestando atenção aos ruídos no
banheiro contíguo. Assim que ouvi cessar o barulho do chuveiro dela,
interrompi a masturbação, me vesti e entrei no quarto dela, sem bater a
porta.
Fiquei orgulhosa por ter calculado o tempo exato. Quando eu abri a porta,
ela vinha saindo nua do banheiro. Pedi muitas desculpas por ter entrado
assim sem bater à porta, mas ela não pareceu muito constrangida.
-- Tudo bem, Helena, não tem problema. Afinal, nós somos mulheres... e
irmãs, não é? Alguma coisa em especial que você deseje?
-- Bem, na verdade eu estava ansiosa para poder conversar a sós com você.
Espero que você não me considere rude, eu costumo ser muito franca e direta.
Achei você muito bonita, simpática e alegre. Na verdade, um pouco alegre
demais para quem perdeu a mãe ha uma semana.
Pela primeira vez, seu semblante ficou triste.
-- Helena, minha vida com mamãe foi um inferno. Ela era uma libertina, mas
queria que sua filha levasse uma vida de freira. Talvez você ache
estranho mas eu sei que sou bonita, charmosa e nunca tive um namorado. Isso
morando em Paris, indo a lugares sofisticados... ela nunca permitiu nada,
quando muito um flerte com algum rapaz conhecido e da confiança dela.
Eu estava sem reação. Olhava para o corpo maravilhoso dela, os seios
empinados,  as coxas torneadas, o púbis cuidadosamente depilado... Eu estava
hipnotizada...
-- E porque você se depila, Adele? sua mãe sabia?
-- Sabia, sim. Era ela que me depilava. Apesar de tudo, ela sabia que eu
tinha as minhas necessidades e dizia que assim peladinha a masturbação
ficava mais prazerosa. Helena, eu não sei se estou falando mais do que devo,
mas você me inspira confiança. Isso fica entre nós, você promete?
-- Claro que sim, querida. Prometo que tudo que nós falarmos ou fizermos
fica exclusivamente entre nós duas. Você se masturba como? com os dedos ou
usa consolo?
-- Consolo, eu? hahaha, você está brincando... como uma virgem pode usar
consolo? eu nunca fui penetrada, maninha.
Eu nunca senti atração por mulheres, mas aquela conversa estava me excitandoe eu comecei a imaginar a minha irmã deitada na cama acariciando o grelo, aentrada da bocetinha. Se há alguma coisa em que eu sou boa, é de avaliar bema personalidade das pessoas. E minha irmã me parecia uma garota fácil demanipular.
-- Adele, não leve a mal, mas não acredito que você seja virgem.
Quando acabei de dizer isso, fiquei com medo que ela se aborrecesse. Mas ela
apenas deitou na cama, abriu a pernas e desafiou:
-- Vem verificar. Eu não me importo, duas vezes por ano minha mãe me
levava na ginecologista para confirmar se eu estava "bem comportada". Pode
vir, Helena, eu juro que não me incomodo.
Puxa, foi muito mais fácil do que eu imaginei... sentei na beira da cama, a
seu lado. Passei a mão na sua barriga, nas coxas. Suas coxas eram tão
grossas que eu tive dificuldade de colocar as mãos entre elas.
-- Você não vai pôr vaselina no dedo, Helena? a médica sempre coloca, pra
não me machucar.
-- Eu acho que não tenho nada parecido aqui, querida. Mas se você ficar
quietinha, eu dou um jeito de lubrificar o dedo.
Ela deu um sorriso malicioso, enquanto minha mão subia e meus dedos
procuravam o seu clitóris. Logo, logo ele estava entre os meus dedos e a sua
bocetinha ficou completamente úmida. Ela fechou os olhos, abriu mais as
coxas e começou a gemer.
-- Uiii maninha, que gostoso... aiii... quando eu faço sozinha não é tão bom
assim... pode mexer em mim, está tão bom... não pára não, por favor...
continua...
Olhei para ela muito séria.
-- Você está esquecendo que eu fiz isso para poder colocar o dedo dentro de
você. Quero conferir este cabaço, sua safadinha.
Ela me olhou assustada. Resolvi dar um pouco de corda.
-- Não estou zangando com você, querida, mas isto tem de ser feito para
minha tranqüilidade. Depois eu continuo, tá bem?  Eu faço você gozar bem
gostoso. Agora, deixa eu botar o dedo na tua bocetinha.
Ela abriu mais as coxas e eu fui enfiando o dedo com muito cuidado. Afinal,
a única vez que eu fiz isso com uma virgem foi em mim mesma e o resultado é
que quase rompi o meu próprio hímen. Nem de longe queria arriscar a fazer
isso com ela, mas sentia que essa situação me colocava numa posição de
superioridade. Numa casa com duas mulheres, uma tem de mandar, e não seriaela a patroa...
Debrucei-me sobre ela e dei um beijinho bem rápido em sua boca.
-- Desculpe ter desconfiado, querida. Nunca mais vou desconfiar de você,
prometo.
Ela não estava nem aí para o que eu falava. Apenas apertou a minha mão sobrea sua boceta e pediu.
-- Continua, Helena... agora continua... dá pra mim... faz eu gozar...
E eu fiz. Apesar da minha falta de experiência, ela era tão deliciosa, assim
abandonada à minha vontade... parecia que a vida dela dependia das minhas
carícias. Alisei seu grelo com mais vigor, às vezes descia com a mão entre
as coxas dela até quase o ânus e logo voltava a molhar os dedos em sua
boceta, cada vez mais rápido... Ela gemia "mais, mais, Helena" e eu
acelerava loucamente os movimentos, até que ela gozou. Tive de tapar sua
boca para ela não gritar e continuei esfregando a mão até sentir que ela
tinha acabado de gozar.
-- Agora chega, querida. É bom você se vestir porque o papai está chegando.
-- Puxa, estava tão bom... só mais uma vez...
-- Já te disse que não dá. Amanhã eu faço você gozar mais ainda, você vai
ver. Só depende de você.
-- Como assim?
-- Bem, é um assunto muito delicado e que ninguém pode saber. Vou te contar
mas você tem que prometer que nunca vai comentar com ninguém e que vai meobedecer em tudo que eu disser.
-- Eu prometo... eu juro... não conto a ninguém... faço tudo que você
mandar...
-- Veja bem, se o papai souber, ele me mata.
-- Papai? ele é tão bom... como ele iria querer te matar? não estou
entendendo... mas não tem medo, Helena, nem ele nem ninguém vai saber de
nada.
-- Querida, você é muito jovem e inexperiente. Papai tem esse jeito todo
bonzinho, mas ele é quase que um maníaco sexual. Ele só tem funcionárias
gostosas no escritório e todas elas se submetem aos seus caprichos, sob pena
de perderem o emprego.
-- Que horror, Helena.
-- O pior não é isso. Ele já tentou me estuprar algumas vezes. Feia do jeito
que eu sou, ele tentou me possuir na minha própria cama. Imagine você, com
este corpinho lindo...
-- Puxa, estou ficando com medo... o que é que eu devo fazer?
-- Em primeiro lugar, use roupas bem recatadas, para evitar despertar o
tesão nele. E o mais importante: tranque a porta e não saia do quarto à
noite, em hipótese alguma. Ele nunca tentou me atacar de dia, mas já varias
vezes eu senti ele mexer na maçaneta. Quando ele vê que a porta está
trancada, desiste. Se você trancar a porta, garanto que não tem perigo.
Promete não esquecer?
-- Claro, maninha, só abro pra você...
E deu um risinho maroto. Abracei novamente seu corpo nu e beijei sua boca.
-- Agora se arrume enquanto eu dou um jeito na casa.
Quando papai chegou, me abraçou e me beijou, como de costume. Quando ele
chegou para beijá-la, ela se antecipou e deu um beijo rápido em sua
bochecha, se esquivando de uma aproximação maior.
Jantamos, vimos um pouco de televisão e logo Adele disse que estava cansada
e foi para o quarto. Um pouco depois, papai e eu fomos também para os nossosquartos. Deixei passar uns vinte minutos e fui na ponta dos pés até o quartode Adele. Rodei lentamente a maçaneta da porta e nada. Experimentei forçarum pouco mas a porta não abriu. Voltei feliz para a cama. A putinha tinhacumprido as minhas ordens...
Fiquei olhando para o nada, pensando nos acontecimentos do dia, até que o
sono me venceu.
Acordei com o ruído da porta se abrindo e fechando novamente. Mesmo sem
óculos, pude ver que era meu pai. Fechei os olhos e fiquei aguardando. Sua
mão entrou por baixo da minha camisola, que ia quase até os pés. Foi
subindo, passou pelos meus joelhos, invadiu minhas coxas... então ele se
curvou sobre meu púbis e delicadamente abriu as minhas pernas. De repente,
senti a língua dele fazer o que eu tinha feito com a pobrezinha da Adele, só
que com os dedos.  Sua língua passeou um pouco pelo meu grelo e logo
penetrou minha boceta. Eu estava encharcada de tesão e quase gozando.
Então, ele foi subindo pelo meu corpo, suas mãos carregando junto a minha
camisola. Lambeu minha barriga, meu umbigo... engoliu cada um dos meus
minúsculos seios... Seu corpo nu pesava sobre o meu, mas não tive coragem de
reclamar. Então, de repente, ele me penetrou. Senti aquele pau imenso me
rasgando, me queimando... eu rebolava como uma louca, doida de desejo, mas
antes que eu conseguisse gozar, ele despejou todo o seu sêmen dentro de mim.
Trancei os pés em suas costas e os braços atrás da sua nuca.
-- Porque demorou tanto? eu já estava pensando que você não vinha mais...
-- Fiquei com medo da Adele perceber alguma coisa, então fiz um pouco de
hora. Você estava dormindo mesmo ou só fingindo?
-- Eu acordei quando você entrou, mas resolvi fingir. Você podia ter me
chupado mais um pouco, eu estava quase gozando...
-- E gemendo, quase urrando. Já pensou se a sua irmã ouve e vem aqui?
-- Haha, não se preocupa com ela, paizinho. Ela não vai sair do quarto nem
que o teto caia em cima dela... Fica dentro de mim, eu ainda não gozei... dá
mais leitinho pra tua putinha... ela está morta de tesão...
Senti o pau dele endurecer novamente dentro da minha vagina. Ele ficou em
cima de mim durante muito tempo e eu perdi a conta das vezes que gozei.
Depois que ele saiu, fiquei pensando como iria fazer com a nossa vida dali
por diante. Até agora, tinha corrido tudo de acordo com meus planos. Meu pai
era mesmo um garanhão e não tinha sido difícil seduzí-lo nem convencê-lo a
fazer todo tipo de sacanagens e fetiches que povoavam a minha fantasia. Hoje
em dia, ele não recusa nenhum dos meus caprichos e jura que só comigo ele
goza de verdade. E não é para menos, pois eu sou uma verdadeira puta para
ele. E ele me paga fazendo todas as minhas vontades fora da cama.
Pelo modo como aceitou os meus carinhos, Adele não será empecilho. Com maistrês ou quatro sessões de sexo e gozo, ela estará comendo na minha mão comouma cachorrinha mansa. Depois disso, é só convencer o papai a tirar também ocabaço dela e voltaremos a levar uma vida livre e cheia de putaria dentro decasa.

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